Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Há um amor

Há um amor dentro de mim
Dentro de mim há um amor
Ele grita querendo sair
Eu o alimento para não morrer

As cortinas do tempo abriram-se
E o palco da vida se iluminou
Transformando o espaço
Em um grande cenário mágico.

Fechei os olhos para te imaginar
E trazer-te para junto de mim;
Vieste, trouxeste teu sorriso maroto.
Meu coração dedicou-te todo meu sentimento.

A bruma da manhã divide seu aroma,
A cortina se fecha guarnecendo a cena
Deste amor que guardei
Esperando-te chegar.

Olho para o mundo e tenho medo dele. Acho que no fundo tenho medo da felicidade ou ela de mim. Sempre que estou muito feliz fico desconfiada. Desconfio secretamente e vou-me afastando para que ela não acabe por si só. Prefiro eu correr dela, assim não corro o risco da felicidade me deixar.

Fico em silêncio por um longo tempo e procuro saber o valor dele. Há tantas coisas que eu queria escrever, mas, não posso. As palavras me deixam com medo, por isso fico calada. Há tantas coisas que nunca escrevi e que morrerão comigo. Este silêncio é a minha garantia. Dentro dele está o meu EU gritante.

Quero explodir para que as palavras se libertem. Seria uma loucura as palavras soltas por aí. Ninguém entenderia nada, porque elas se misturariam. Às vezes quero a verdade outras vezes o oposto dela me alimenta. O cotidiano me mata de tédio, por isso me reservo e escrevo.

A vida é tão passageira! É como um sopro. Sopramos e ela se vai. Não entendemos nada da vida e isso me deixa angustiada. Pensar que a vida é um sopro, logo vem à minha mente uma bolha de sabão solta no ar. Tocamos nela e ela explode.

Ficam no ar apenas pedacinhos que vão se desintegrando um a um. Assim imagino o sopro da vida. Uma película muito fina, quase invisível, transparente, brilhante com multicores como se fosse um arco-íris. Duram apenas alguns segundos e explodem.

São os segundos mais belos que nossos olhos já fotografaram e guardaram na gaveta do tempo. Assim é o sopro da vida. Simples, intenso e belo. Se deixarmos passar em branco ele se vai sem deixar nenhum vestígio.

A Voz interna


Há dentro de mim uma voz que me chama sem cessar. Essa voz tem o poder de me tirar do eixo e me deixar fora de mim. Tento me conectar a ela e entender o que está acontecendo. Tento reorganizar minha vida. Tento interiorizar tudo que me atormenta.


Tento eleger um guia para me ajudar a caminhar sem me perder no meio do caminho; tento compreender essa voz e negociar com ela. Sentar em um lugar tranquilo e perguntar o que ela quer de mim.


Esta pressão é uma loucura. São tantas provocações, tantas buscas para entender todo o processo. Sei que algo está confuso, mas é difícil olhar para dentro. Quero ser alguém sem fantasmas. Alguém menos complexa. Ter o poder de comandar a própria vida sem que essa voz interfira.


As idas e vindas são um mistério. Todos os dias tem novidades. Há algo que pressiona minha cabeça de tal forma que, por instantes, penso que a morte chegou para me buscar. Quero muito entender esse emaranhado que mais parecem fios e mais fios – como aqueles que vemos nos postes de ruas: olhamos e não conseguimos compreender como funcionam.


Todos os dias, antes de entrar em casa, deixo para trás tudo o que pesa. Tiro os calçados, as roupas, e me banho de paz e harmonia. Depois do banho, visto roupas leves e, com os pés descalços, caminho pelo jardim. Observo os verdes vales naturais formados entre as montanhas e me delicio com tanta beleza.


Diante de tudo isso, fico mais calma. Parece-me que a voz se afasta – ou talvez tenha se cansado de mim. É somente com a mente vazia que consigo me libertar e seguir em frente.


Quando me entrego de alma e espirito, limpo a mente e faço a voz se calar. Ela sai de dentro de mim, e eu me sinto leve. Consigo enxergar além da carne. Consigo entender muitas coisas e caminhar pelos verdes vales apenas sentindo o aroma do fim de tarde.


Rita Padoin

La vie presque en rose!

Está tudo tão diferente...


Às vezes sinto saudade de mim, de quem eu era. O problema é que não me lembro mais de como eu era! Tão pouco tempo, e tantas mudanças! Não sei onde me perdi, também não sei se me encontrei! Sequer sei se foi melhor ou pior. Quando tiver essa resposta, digo-vos...


Se algum dia eu a tiver...


Mas, sabe de uma coisa?


Está tudo tão diferente...

Oxalá se pudesse provocar em mim mesmo, uma suave alegria que me levasse a apossar de uma parresia contundente, para poder imitar o grande apóstolo em seu texto idiomático dirigido aos Coríntios em sua primeira carta, no remate do capítulo e versículo 9,16.


Ai de mim, digo eu, em pobre ortodoxia que se transforma em triste desejo de meu quietismo estimulado neste epílogo, por sentimentos de difícil compreensão humana...

Sentir-te o desejo do amor em cada palavra tua.
Cada gesto, cada cura, doçura.
Desejo teu em mim, e eu em ti.
Música clássica do jeito que tu gostas,
como clássicos brasileiros de varanda suspensa e não me deixes só.
Como trilha de uma praia de água gelada e areia fina.
Cozinha, sofá e sonequinha.
Brilhos em teu olhar
que me fazem sonhar.
Sentir teu aroma no ar,
como as drogas raras do sertão de outrora,
cobiçadas, desejadas e procuradas.
E eu, perdida no gosto da tua presença,
lá no início da cartografia portuguesa.



Para: Arnaud

Pele, Risco e Liberdade
Eu gosto do risco…
ele desliza em mim como um segredo proibido.
Amar não é simples —
é desejo aceso em silêncio contido.
Dizem que não é nada…
mas meu corpo sabe quando é real,
carinho na minha pele vira chama,
um toque já diz muito mais.
Não me entrego por pouco,
nem me perco em qualquer intensidade,
eu provo devagar o perigo…
saboreando cada verdade.
Meu olhar não pede — convida,
minha presença não implora — conduz,
sou livre até no desejo…
e é isso que me traduz.
Se vier, venha inteiro,
sem medo do que pode acontecer,
porque eu não amo raso…
eu faço sentir… sem dizer.
Helaine machado

Em Rostos Errados


Você ainda mora em lugares estranhos dentro de mim.
Porque toda vez que passo por alguém na rua, meu coração se adianta antes dos meus olhos.
Às vezes é o jeito de andar, outras vezes os cachos dançando no vento...
E por um segundo pequeno, cruel e bonito, eu penso que encontrei você de novo.


Talvez meu coração tenha decorado teus detalhes como quem aprende uma oração.
E agora meu pensamento procura teu reflexo em rostos desconhecidos, em sorrisos perdidos, em gestos distraídos.
Como se o mundo inteiro tivesse pedaços teus espalhados por aí,
e eu estivesse condenado a juntar lembranças sem perceber.


Não sei se isso é amor, saudade ou alguma fantasia criada pela falta que você deixou.
Só sei que meu peito insiste em desenhar teu nome em pessoas que nunca te conheceram.
E mesmo sabendo que não é você...
alguma parte de mim ainda deseja que seja.


Porque talvez eu tenha me apegado ao teu jeito, ao teu riso, à maneira que tua presença mudava meus dias.
Ou talvez eu tenha me perdido na versão que meu coração criou de você,
naquela imagem perfeita que a saudade insiste em manter viva,
mesmo quando a realidade já foi embora.


Mas se existe algo que aprendi, é que quem ama de verdade carrega marcas.
E as minhas aparecem assim: em rostos errados, em momentos aleatórios, em pessoas desconhecidas.
Porque quando alguém ocupa espaço demais dentro da alma...
o mundo inteiro começa, sem querer, a lembrar ela.

Quem é Esse?
Quem é esse
que conhece a tempestade do meu ser
e ainda assim vê beleza
em mim, toda quebrada,
cheia de falhas e imperfeições?
Quem é esse
que acalma o meu interior
e me envolve numa paz
que excede todo entendimento?
É Ele quem me conduz
pelos percalços da vida,
mesmo quando o medo grita
e as ondas se levantam.
Ele está no meu barquinho…
e mesmo quando parece silêncio,
basta eu confiar.
Dono de tudo —
da ciência, do céu, da terra e das águas,
Ele vê o profundo,
conhece cada pensamento meu,
cada parte que escondo
e cada parte que sou.
E ainda assim…
me chama de filha.
Esse é Jesus —
presença que não abandona,


amor que não desiste,
paz que me sustenta.
Helaine Machado

Dentro de mim ainda vive aquele menino ferido, o mesmo que um dia caiu de uma cachoeira, lançado contra a água gélida como se o mundo tivesse decidido testá-lo cedo demais. Eu ainda posso senti-lo atravessando o ar por um instante eterno, o silêncio antes do impacto, e depois… o choque brutal contra o frio, contra a pedra, contra a realidade dura do pedregal que não teve piedade. Durante muito tempo, tentei esquecer essa queda. Tentei agir como se levantar fosse suficiente, como se seguir em frente apagasse o que ficou cravado na pele e na alma. Mas a verdade é que ele nunca saiu de lá completamente… uma parte dele ficou presa naquele instante, molhada, tremendo, assustada, esperando que alguém voltasse. Hoje, eu volto. Hoje, eu desço até aquele lugar dentro de mim onde a água ainda é fria e o eco da queda ainda ressoa. E eu o abraço. Abraço com o calor que faltou naquele momento congelado, com a firmeza que o mundo não ofereceu quando ele se chocou contra a dureza da vida. Seguro aquele menino como quem resgata algo sagrado das profundezas, não para apagar a dor, mas para finalmente dizer: eu estou aqui agora… você não está mais sozinho. E então eu entendo. Ele nunca foi fraqueza. Ele foi o impacto que não destruiu, foi o corpo pequeno que resistiu à correnteza, foi o coração que, mesmo assustado, continuou batendo contra o frio, contra a pedra, contra tudo. Ele foi sobrevivência. E agora, ao invés de fugir daquela queda, eu a transformo em reencontro.
Permaneço com ele, no meio da água gelada, sobre as pedras irregulares da memória, até que o frio já não machuque como antes, até que o tremor se torne apenas lembrança, não mais prisão. Porque aprendi, da forma mais crua e mais verdadeira, que ninguém merece mais o meu amor do que aquele menino que caiu… e mesmo assim, não se perdeu de mim.


- Tiago Scheimann

Carta ao meu amor


Você chegou quando o céu ainda estava escuro dentro de mim.
Chegou no fim de uma tempestade que parecia não ter fim.
Quando eu já não sabia mais se ainda existia luz, então você veio.


Como arco-íris depois do caos. Como sol atravessando as frestas da minha alma, acalmando meu anseio.
Como amanhecer depois de uma noite escura.


Você me devolveu motivos para crer, mesmo parecendo loucura.


Chegou sem prometer eternidade, ou jurar permanência, tampouco a tal felicidade; somente com sua insistência.


Mas, mesmo sem promessas, você ficou onde mais importava: dentro de mim.


Trouxe a paz de um amor seguro, calmo e bonito.
Um amor que não gritava, mas acolhia. Que não prendia, mas cuidava.
Que não exigia, mas permanecia.


Quando eu tive medo, você segurou minhas mãos como quem segura um mundo prestes a desabar.
Quando eu senti dor, você não fugiu. Você ficou. E, ficando, fez meu coração aflorar.


Você me ensinou a olhar para a vida com mais delicadeza. Me mostrou que até os dias difíceis carregam alguma lição, algum sentido, alguma pequena luz escondida no meio da dor.


Eu ainda me lembro da sua mão pegando na minha, meio tímida, mas quente. Da sua voz sussurrando no meu ouvido e cantarolando nossas canções.


Você chegou me mostrando que o mundo podia ser mais bonito do que eu imaginava. Me ensinou o valor da empatia, do respeito, do cuidado e da presença. Tocou minhas feridas sem me machucar. Suavizou minhas cicatrizes sem tentar apagá-las. E acreditou que eu ainda podia amar, mesmo quando eu já não acreditava mais no amor.


Você encontrou meus pedaços espalhados e não teve medo da bagunça. Não tentou me consertar à força. Apenas me amou com tanta calma que, aos poucos, eu fui lembrando quem eu era.


Você é mais do que a palavra amor; você é a certeza do meu amar.

Ainda há vida em mim?!
Assim sigo, ora ousada, ora com coragem, ora triste e desanimada. Por que a necessidade de pertencer a qualquer outro ser que não seja eu?!
Vem a pergunta
Eu não me tenho? Não sou minha?
Mas, pq ainda me sinto, e ainda não deixo alguém entrar e permanecer. Entendi que a solidão não me apavora, e medo da entrega sim, medo da escolha errada. Bem no fundo ainda tenho amor em mim.

QUE AMOR É ESTE?

Que amor é este?
Que me amou sem reservas,
sem esperar de mim
o mesmo amor.

Que amor é este?
Capaz de sofrer,
se entregar e morrer
por um vil pecador.

Que amor mais puro e belo,
que em seu fulgor reluz.
Incomparável amor,
é o amor de Jesus.

Levou meus pecados,
o mais pesado fardo,
sob o lenho da cruz.

Foi por amor,
somente amor.
Na cruz venceu a dor.

Foi por amor,
eterno amor.
Jesus me resgatou.

Que amor mais puro e belo,
que em seu fulgor reluz.
Incomparável amor,
é o amor de Jesus.

Levou meus pecados,
o mais pesado fardo,
sob o lenho da cruz.

Cícero Marcos

⁠Se eu te amo?


Eu te dedico todas
As minhas músicas favoritas
Porque para mim
Todas elas falam de você


Quando estou com você
Demonstro de forma notável
Com os sorrisos mais bobos,
As risadas mais sinceras e os olhares
Mais brilhantes que se possa demonstrar!


Você é a minha calmaria,
Minha noite estrelada,
Meu porto seguro
E todas as outras belezas da vida


O meu amor por ti
Vai muito além
Do que uma batida
De coração


É sentir do adormecer
Ao acordar
Que encontrei a minha pessoa
E ter a certeza
De que é contigo o meu lugar


Com você tudo se torna melhor.
Não importa o lugar
Ou a hora
Se eu estiver com você
Muda tudo!


O meu amor por ti
Só cresce
A cada momento


Com a evidência
De que quero acordar ao seu lado
Todas as manhãs,
Estar contigo onde for


Falo para a Natureza
O quanto te amo
Pois só ela entende de pureza


Conto para os animais
A imensidão
Do meu amor por ti
Uma vez que eles são a maior
Prova de amor que existe


Então sempre que se perguntar
Seu eu te amo?
Lembre-se
Sim, EU TE AMO !

Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.


Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.


Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.


Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.


E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.


Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.


Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.


O ciclo da nova Diane Leite começou.


Autoria: Diane Leite

Ruínas de mim








Num giro de olhar desgovernado


O coração vem e vai


Em devaneios múltiplos


Em poesia encarnado




Em ruínas escancarando


A vida , a morte, a sepultura


Mesclando o podre e o sublime


E versos virgens e podres escarrando




E não adianta subjulgar-se


O nada vence o tudo


Num fluxo irremediável


De piora


Com o tempo tudo piora


Esmorece, morre apodrece






Conto nos dedos


O que não se conta


Estórias são histórias furtivas


E versos são suspiros reprimidos


Pelas paixões cativas




De mais a mais


Tudo acaba, bem ou mal


Tudo tudo


A carne , e até o osso vira pó


Pó de osso,


Fim de verso




E nesse ócio que são


As ruínas de mim


Olho para trás e vejo


Olho por olho dente por dente


E o povo nesse dilema


Vai seguindo em frente

Meu Pai do Céu, eu nunca me esqueci.
(Cresci)
Teu amor velou por mim.
(Protegendo)
Que seja feito assim.
Conforme a tua vontade!
Juntos em oração.
Não nos deixeis sozinhos.
Nesse mundo de maldades.
Cuida das nossas crianças.
Livrai-nos de todo o mal.
Livrai-nos da omissão.
Onde houver trevas, que o amor prevaleça.
Começa mais um dia comum.
Terminem, como crianças.
Que elas cresçam na Fé .
Com a paz de Jesus Cristo.
Onde não houver saída.
Dei-lhes uma solução.
Faça-se voltar à infância.
(Á)
Esses pobres pagãos...

A Casa que Fazes em Mim


Quando visitas o meu pensamento,
as horas derretem-se
como se o tempo tivesse aprendido
a respirar ao ritmo do teu nome.


O amor torna-se simples,
quase uma luz que se acende sozinha no silêncio onde cabemos os dois.


E há em ti qualquer coisa de infinito,
um gesto que me chama,
um abraço onde o coração
encontra casa.


Se amar é perder-me,
que seja sempre assim:
perdido em ti, e finalmente inteiro.

Em Seus Braços


Deve haver um lugar para mim
que seja como em seus braços,
onde eu consiga ficar em paz.


Que seja parecido com você,
onde o silêncio me abrace
e eu não precise me perder.


Um lugar quentinho,
como o seu abraço,
onde os meus sonhos se acalmem
e o meu coração se sinta em casa.


Um canto quente e protegido
feito o teu aconchego,
onde os sonhos fazem ninho
e o amor vence o medo.


Deve haver um lugar pra mim
com cheiro do teu abraço,
onde o tempo anda devagar
e o silêncio não é cansaço.


Um canto manso pra deitar
os medos que eu não digo,
onde o sonho aprende a ficar
e a saudade dorme comigo.


Deve existir esse lugar,
mesmo longe do teu olhar,
onde o meu peito faz morada
até você voltar.


Se for preciso, eu vou
por caminhos sem direção,
só pra encontrar o calor
que acalma o meu coração.


Deve existir, sim, esse lugar
em algum canto, mesmo distante,
para que eu permaneça
até que eu te reencontre.

"Quando um porco olha para mim, vê uma criatura suja e fedorenta vivendo num chiqueiro."


"Quando um burro olha para mim, vê alguém com quem é impossível viver desapegado das coisas do mundo."


"Quando uma águia olha para mim, vê alguém com quem é impossível voar."