Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Eu amo o jeito como você me acalma sem esforço, como me faz rir até quando o dia foi pesado, como entende meus silêncios e preenche meus vazios.
Você é calma, e eu sou intensidade — e é justamente aí que mora a nossa magia. Você me dá equilíbrio, eu te dou fogo, e juntos a gente cria um amor que não passa despercebido, que ninguém explica, só sente.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Entre erros, tropeços e curvas da vida, você foi a minha escolha — talvez a mais bonita que o destino poderia ter me dado.
O tempo passou, mostrou nossas luzes e nossas sombras… e mesmo assim, permanecemos. Porque o amor, o de verdade, não é feito de perfeição — é feito de aceitação, de olhar o outro com alma, e ainda assim escolher ficar.
Nós nos aceitamos como somos, mesmo conhecendo — e com o tempo, descobrindo — a pior parte um do outro. E é nesse reconhecimento que o amor amadurece, ganha raízes e cria morada.
Em meio ao caos, encontrei em você a calma. No barulho do mundo, o silêncio que me entende. No frio, o abrigo. E em cada recomeço, a certeza: é aqui que eu quero estar.
Hoje é mais um ano da nossa história… um lembrete de que amar é escolher, todos os dias, mesmo quando é difícil. E eu sigo escolhendo você — com o mesmo coração, só que mais inteiro, mais consciente, mais seu.
Porque o amor que a gente construiu não precisa ser perfeito — só precisa ser verdadeiro. E o nosso é.


Tatianne Ernesto S. Passaes


Olhe bem pra quem você é e sorria ao saber que cada detalhe da sua personalidade foi escrito por muito mais pessoas que só você. Quem te derrubou, quem te levantou, quem te destruiu, quem te motivou. Todas as pessoas que passam na sua vida moldam um pouco de quem você é. Agradeça essas pessoas, boas ou ruins. Valorize as boas, aprenda a ver quem não for. Essa é minha sorte, fique para quem for...

A imagem foi registrada dentro de um ônibus da linha 600, que segue em direção à zona leste. Em meio ao deslocamento cotidiano, entre o ruído do trajeto e a pressa das pessoas, um pequeno inseto parado na parede chamou a atenção. À primeira vista, algo irrelevante. Mas, ao observar com mais cuidado, surgiu uma inquietação que ultrapassa o instante:
o que é a vida?

A vida é um conjunto de fatores que influenciam o dia a dia. Depende de cada um perceber se esse agrupamento de situações é positivo ou negativo. Mas, para além disso, há vários tipos de vida.

O animal em questão pode ser irrisório para nós; entretanto, existe toda uma cadeia que determina se ele está no topo ou não do seu “círculo social”. Há quem ache que o Homo sapiens sapiens é a única espécie que controla tudo e todos.

Na minha humilde opinião, nós somos como um vírus. E o papel de um vírus é se apropriar da vida onde reside, e é isso que fazemos com a fauna e a flora. Como dito em The Matrix, pelo Agent Smith, os seres humanos são uma doença, um câncer deste planeta, um vírus.

Para concluir, podemos ou não estar no topo da cadeia alimentar. Tudo depende do ponto de vista, ou da capacidade de destruir em massa o ambiente em que vivemos.

Às vezes, a analogia de um texto diz muita coisa, mas poucas pessoas conseguem compreender. É como a música “O Homem na Estrada”, dos Racionais MC’s, uma verdadeira aula de filosofia. Podemos chamar isso de Filosofia Pop.

Muitos acreditam que se trata apenas de uma música de criminoso, seja por cognição limitada ou por não conseguirem compreender o que está evidente na letra. Isso pode, sim, estar no mesmo patamar de grandes filósofos antigos e modernos. Basta observar as construções e reflexões presentes nas letras rimadas do autor.

Estava eu ouvindo Belchior, na música Apenas um Rapaz Latino-Americano, e percebi que se trata de uma reflexão do dia a dia de qualquer cidadão. Mas também lembrei de Raul Seixas, em Ouro de Tolo, onde vi um pouco da minha própria realidade. Fome não passei, apenas no Exército Brasileiro, quando fui soldado, nos 40 dias de adaptação.

O que isso tem a ver com essas músicas? É a reflexão da Filosofia Pop, em que os cantores fazem uma análise de suas próprias vidas para mostrar que suas dores são individuais e que, mesmo ao cantá-las, nem todos irão compreender.

E faço dos meus escritos formas de expressar as dores que sinto. História triste todo mundo tem, e cada um escolhe guardar ou revelar aquilo que dói.

Na poesia psicodélica, resolvi expor por meio da junção de vogais e consoantes, construindo palavras que, muitas vezes, nem chegam a formar uma oração completa.

Quando tudo caiu, algo ficou


Houve um tempo em que tudo me foi tirado.
Dinheiro, chão, confiança, abrigo.
Caí no corpo, caí na fé, caí no silêncio das pessoas.
Mesmo assim, algo ficou.
Um fio invisível que não arrebentou.
Aprendi que nem toda perda é castigo
e que Deus nem sempre salva do tombo,
às vezes salva no tombo.
Fui boa demais onde o mundo era duro.
Fui inteira onde o outro era raso.
Isso me feriu, mas não me corrompeu.
Hoje recolho o que restou de mim
como quem junta cinzas ainda quentes
sabendo que ali há vida.
Não peço devoluções.
Não imploro justiça.
Confio no tempo, que vê o que ninguém viu.
Se tudo caiu, foi para que eu ficasse.
Mais quieta.
Mais lúcida.
Mais minha.
E isso, ninguém levou.

Eu


Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.

Toque de Abrigo


Foi um gesto pequeno,
quase nada pra quem olha de fora.
Uma mão que encosta,
sem pressa,
sem pedido.
O corpo estranhou primeiro.
Como quem abre uma janela
depois de muito tempo fechada
e esqueceu como o ar entra.
Ela quase dormiu.
Eu quase lembrei
que o toque também pode ser descanso,
não só alerta,
não só defesa.
Não houve promessa,
nem história,
nem nome pra dar ao momento.
Só presença.
E nesse silêncio compartilhado,
meu corpo entendeu antes de mim:
nem todo contato fere,
nem todo afeto cobra.
Às vezes,
tocar alguém
é só isso.
Um intervalo de paz
no meio da resistência.

Ela sempre foi movimento.
Casa girando em torno dela.
Mão que fazia, boca que orientava, olho que via tudo.
Era dessas mulheres que acordam antes do sol
e dormem depois da vida.
Sabia onde estava cada coisa.
Cada conta.
Cada remédio.
Cada problema.
Ela era memória viva da família.
Era calendário, era agenda, era conselho.
E agora…
O tempo resolveu brincar ao contrário.
O nome das coisas escapa.
Os rostos às vezes embaralham.
As histórias ficam pela metade.
Mas tem uma coisa que não foi embora:
a essência.
O jeito de segurar a mão.
O olhar que ainda procura cuidado.
A doçura que aparece em lampejos.
O Alzheimer não apaga quem ela foi.
Ele embaralha caminhos,
mas não destrói o que foi construído em décadas de força.
Existe uma inversão silenciosa:
quem foi porto vira mar aberto.
Quem guiava agora precisa ser guiada.
E dói.
Dói porque a gente lembra de tudo.
E ela… às vezes não.
Mas amar alguém com Alzheimer é aprender outra língua.
É repetir sem irritação.
É contar a mesma história como se fosse a primeira vez.
É segurar firme quando o mundo dela fica confuso.
Ela continua sendo a minha mãe.
Mesmo quando não sabe dizer seu nome.
E talvez agora o papel seja meu:
ser memória por duas,
ser paciência por duas,
ser colo por duas.
O corpo pode esquecer.
Mas o amor não desaprende.
E isso, ninguém tira dela. Nem de mim.

Seguir em frente nunca foi sobre apagar pegadas na areia como se o mar tivesse vindo com a missão de me inocentar da minha própria história. Não. Seguir em frente, eu descobri, é olhar para cada marca que ficou e dizer com uma calma quase desconcertante: você existiu, mas não manda mais em mim. E isso… isso é um tipo de poder silencioso, daqueles que não fazem barulho, mas reorganizam tudo por dentro.


Eu escrevi demais. Meu Deus, como eu escrevi. Parecia que cada palavra era uma tentativa desesperada de dar forma ao que eu sentia, como se organizar frases fosse o mesmo que organizar o coração. E eu chorei… chorei como quem rega um jardim que já não tinha mais raiz viva. E sonhei então, nem se fala. Sonhei tanto que, se sonho pagasse aluguel, eu já teria uma mansão emocional mobiliada com expectativas irreais. Só que eu sonhava sozinha. E essa é a parte que a gente demora para admitir, porque dói menos romantizar do que reconhecer a solidão dentro de algo que a gente chamou de amor.


E no meio desse excesso de tudo, eu fui me perdendo de mim. Porque quando a gente ama demais sem retorno, existe um risco silencioso e perigoso de se diminuir para caber. De negociar limites, de aceitar migalhas com cara de banquete, de se tornar… menor. E eu sei, com uma clareza que só vem depois, que eu não caberia ali. Não porque eu não fosse suficiente, mas porque aquele espaço nunca foi feito para me receber inteira. E quando a gente tenta se encaixar onde não cabe, a gente se dobra. E se dobra de novo. Até quase desaparecer.


E aí veio a escolha mais difícil e mais libertadora: escrever tudo e enviar. Não guardar, não suavizar, não transformar em poesia bonita para consumo próprio. Entregar. Colocar para fora, como quem finalmente solta uma mala pesada depois de uma viagem longa demais. E a resposta… ah, a resposta. Ela não foi mágica, não foi romântica, não foi aquilo que uma versão antiga de mim esperaria. Mas foi exatamente o que eu precisava no agora.


Porque ela encerrou.


E às vezes, o maior ato de amor que alguém pode nos dar é justamente mostrar que importamos e que nos considera especial. Porque apesar de nada mais existir entre ambos, existe o respeito pelo que foi vivido.


Foi ali que a serenidade começou a nascer. Não aquela alegria explosiva, mas uma paz mais quieta, mais madura. Uma dor diferente. Uma dor que não fere, mas ensina. Que não prende, mas organiza. Eu consegui olhar para tudo que vivi e reconhecer: foi pouco, foi breve, foi quase nada… mas dentro de mim virou tanto. E isso não me faz fraca. Me faz humana.


Eu inventei versões, criei histórias, ampliei gestos. Transformei fragmentos em universos inteiros. E tudo bem. Aquela era a minha forma de sentir, de tentar dar sentido. Mas hoje eu não preciso mais sustentar essas narrativas. Eu posso guardar tudo isso como se guarda uma relíquia antiga: com respeito, com cuidado… mas sem uso.
Essa ideia de almas que talvez não tenham se encontrado no tempo certo é bonita, eu admito. Tem um charme quase poético pensar que em outra vida poderia ter sido diferente. Mas a maturidade chega e sussurra uma verdade simples: é nesta vida que importa. É no agora. E o agora não tem espaço para fantasmas bem alimentados.


Então eu guardo. Coloco tudo naquele baú empoeirado, lá no fundo, naquele porão interno onde ficam as coisas que já foram importantes, mas não são mais necessárias. Não jogo fora, porque fez parte de mim. Mas também não deixo na sala, ocupando espaço, interrompendo o presente.


Porque o presente… ele exige presença. E eu tenho alguém ao meu lado agora. Uma história real, construída, imperfeita e viva. E talvez o maior aprendizado de todos seja esse: amar de novo, não como quem repete, mas como quem evolui. Amar com mais consciência, com mais limites, com mais verdade.


No fim, se libertar nunca foi sobre o outro. Nunca foi sobre fazer alguém entender, mudar, voltar ou sentir. Foi sobre eu parar de me prender. Foi sobre escolher não continuar sentindo algo que já não tinha para onde crescer.


E essa escolha… ela muda tudo.
Se você ainda está aí, segurando algo que já acabou, eu te entendo. Mas chega um momento em que continuar sentindo vira uma forma de não viver. E viver, minha querida, exige coragem.


Eu escolhi viver.

Nunca foi segredo. E olha que, nesse mundo onde até o “bom dia” às vezes vem ensaiado, eu escolhi viver sem esconderijo. Meu primeiro amor sempre teve nome, lembrança, capítulos que nem sempre fecharam direito. E a pessoa que hoje divide a vida comigo sabe de tudo. Não porque foi confortável contar, mas porque esconder sempre me pareceu mais pesado do que encarar.


Eu aprendi, meio na marra, que omitir é só uma mentira bem vestida. E eu nunca fui boa em sustentar personagem. Uma hora a verdade escapa pelo olhar, pela pausa estranha no meio da conversa, pelo silêncio que diz mais do que qualquer frase. Então eu prefiro ser direta. Entrego tudo, às vezes até bagunçado, mas real. Porque amor que precisa de versão editada já começa cansado.


E no meio disso tudo, aconteceu uma coisa bonita, dessas que não fazem barulho, mas mudam tudo: nós escolhemos ficar. Não por falta de opção, não por medo de recomeçar, mas por decisão. Daquelas conscientes, quase teimosas. E foi aí que, sem perceber, a gente deixou de ser apenas duas histórias que se cruzaram… e virou o melhor amor um do outro.


Não porque somos perfeitos, longe disso. Mas porque decidimos cuidar. Cuidar das feridas que não fomos nós que causamos. Cuidar das inseguranças que vieram de outras histórias. Cuidar até dos silêncios, que às vezes dizem mais do que qualquer declaração bonita. A gente escolheu fazer feliz a vida que o outro não quis fazer. E isso tem uma profundidade que não cabe em frase pronta de rede social.


Teve dor? Teve. Teve momentos em que eu pensei que talvez a sinceridade fosse demais. Mas aí eu percebia que o que a gente estava construindo não cabia em metade de verdade. Era tudo ou nada. E a gente escolheu o tudo, mesmo sabendo que o “tudo” vem com passado, com marcas, com lembranças que às vezes ainda respiram baixinho dentro da gente.


E olha que curioso: quando você encontra alguém disposto a ficar de verdade, o passado perde o peso de ameaça e vira só contexto. Não é mais competição, não é mais sombra. É só parte da história que me trouxe até aqui. Até nós.


Hoje, eu não amo menos por ter amado antes. Eu amo diferente. Mais consciente, mais presente, mais inteira. Porque agora não é só sentimento. É escolha diária. É compromisso silencioso. É aquele tipo de amor que não precisa provar nada pra ninguém, só continuar existindo com verdade.


No fim, a sinceridade não garante perfeição, mas constrói algo muito mais raro: um amor que aguenta a realidade. E nós somos isso. Imperfeitos, verdadeiros… e, ainda assim, o melhor amor que poderíamos ser um para o outro.

"Exige-se, muitas vezes, dos outros, quase como um juiz, que honrem aquilo que foi dito e estabelecido. Contudo, quando a exigência recai sobre si próprio, a coerência se dissipa. Mais ainda: quando envolve o outro e a família do outro, o discurso passa a apresentar inconsistências e incoerências ainda mais evidentes. Isso levanta uma questão central: trata-se de incapacidade de sustentar a própria palavra ou de uma precipitação em assumir um papel que não lhe cabe — como se “provar” o outro fosse uma prerrogativa legítima, quase equiparada a um juízo superior?"


Michele Stringhini
Psicanalista Clínica

No Monte

Se há uma verdade a considerar, é esta do "Monte Hermom". Este Monte foi o lugar onde os anjos caídos "200 anjos " fizeram um pacto de morte, de pecado. O pacto foi que tomariam as filhas dos homens para pecarem, dando morte aos homens.

Mas milhares de anos após a morte no Dilúvio, de uma grande parte da humanidade, por causa do pecado. No ministério de Jesus Cristo, há agora um tempo de vida no Monte de Hermom. Jesus subiu a este Monte, tomando, consigo a Pedro, João e Tiago. Ora isto não é religião dos homens, nem mais uma religião do mundo. Isto é antes um momento de vida, um momento de luz, um momento de verdade para a nação de Israel. Israel esperava Um Messias que viesse para lutar e jamais para morrer. Moisés veio e libertou o povo de Israel, mas não lhe deu a verdadeira vida espiritual. Moisés morreu, ele próprio. Mas Jesus morreu e ressuscitou, ele próprio. Elias não morreu, mas entrou em depressão, pedindo a morte, para si a Deus. Mas aqui aparece Jesus, como aquele que vai morrer, mas vai ressuscitar.

É precisamente desse momento, desse acto de Jesus Cristo que é muito falado com Moisés, Elias e Jesus Cristo. O mundo hoje também como o próprio Israel querem e esperam um Messias que não morra! Mas eis o que é falado no Monte. É sobre a morte e a ressurreição, de Jesus Cristo e de todo o povo do Senhor! É falado que a lei não pode salvar ninguém; que maior é Jesus Cristo do que Moisés; e do que o próprio Elias! A lei que foi dada por Moisés, ela era incompleta. Faltava a verdade que era o princípio e o fim. No Monte ouve- se a voz do pai, que dá testemunho do filho. O povo do Senhor tem que ter consciência que para termos vida eterna, é necessário morrer e ressuscitar.

E aqui está o autor e consumador da nossa salvação a falar desta grande verdade, que ninguém no mundo, estava com capacidade de entender. Amém!

A janela...


Foi exatamente dessa janela
que fiquei olhando quando ela partiu.
Minhas lágrimas misturavam se
com a chuva fina que na tarde fria molhava a vidraça.
Ao mesmo tempo
em que a janela embaçava,
me esvaziava por dentro.
Quando na curva ela sumiu,
um buraco em meu peito se fez.
Hoje nada tenho,
me resta apenas uma cicatriz.

A PÉROLA PRECISA

Que dádiva nos foi concedida:
A de esculpir, na própria carne, o nosso templo espiritual.

A vida é um lugar onde encontramos os instrumentos necessários para a construção dessa obra divina.

Os vários eu, nas minhas idas e vindas pela existência,
preparando-me para que um dia eu possa me tornar UM
com Aquele que é único em todos nós.

Obrigado meu Deus pela oportunidade da vida!

Um bom dia a todos!

Admilson Nascimento Santana ,
O Poeta da Vida.

Meu pai é pobre lascado, minha mãe sempre foi violentada por ele, até Enlouquecer, mais de 30 anos de abusos... Perdeu a sanidade Mental, passou por hospitais psiquiatricos e tratamentos de choque, nós cuidamos dela, ela ficou melhor, está lá com ele novamente, e diz que ele nunca fez nada com ela e nem conosco... Não tenha pena de gente assim! Eles sofrem por suas próprias escolhas e dependência emocional. Lavei minhas mãos...
Ela sempre nos ameaça, dizendo que a gente que precisa ir preso no lugar dele, só porque a gente fala pra ela deixar ele. Nunca parou de apanhar dele, está enlouquecendo novamente!!

"Entenda: Deus antes de cumprir as promessas na sua vida Ele cria relacionamento. Assim foi quando Moisés criou intimidade com Deus no Deserto, José do Egito na prisão, Jacó na peleja com o anjo, Abraão no sacrificio com seu filho Isaac, Jó na solidão, Daniel na Cova dos Leões… assim será Deus com você nesta tua peleja(luta)."

⏩INTIMIDADE é você conhecer tão bem alguém que antes dela agir você já sabe o que ela faria.

—By Coelhinha

⁠✿"SINCERAMENTE...???
"Este foi um dos melhores aniversários da minha vida. O que significa que me foi dado o privilégio de viver mais um ano. Por isso, e pela maravilhosa dádiva que é a vida, eu Te agradeço, meu Deus! Por poder desfrutar da vida, da companhia daqueles que eu amo. Por poder celebrar mais um aniversário com saúde e alegria, eu Te agradeço, meu Deus! Meu Deus, humildemente eu Te dedico toda a minha gratidão, pelo maior presente alguma vez recebido - A VIDA.
Louvo a Deus pela vida do Pr. Silas, pra. Débora e todos os ouvintes da Radio, que me dedicaram um día de total HOMENAGEM com chuvas de bençãos totalmente do espirito de cada um. Aos amigos e familiares pelos audios, msn pelo Zap, Facebook, ligações e presença marcada de todos que... Eu até sabía que era amada mais VOCÊS me surpreenderam (é o privilegio sem nenhuma hipocresía de uma experiência sobrenatural). Fazer aniversário já era algo especial para mim, mas vocês conseguiram fazer desse dia o mais memorável e feliz pra mim. Pela graça de Jesus que o Senhor esteja com vocês por toda a eternidade."
#Agradecida

─By Coelhinha

Ontem


Eu sei que o ontem foi um sonho.
Sei que o amanhã é tão incerto...
Como parar de criar as fantasias?


O hoje? Está lindo e maravilhoso,
Ainda assim tenho medo, assusta
saber que lá fora está perigoso.


Para minha sorte... ou até destino,
tenho intensa em minha alma tola,
a fiel poesia, evitando o desatino.

Você se foi desse mundo...
do nosso mar...
do nosso amar...
para longe ...
muito longe...
para além do meu olhar
mergulhado no teu...


Deve existir um ângulo
nas páginas do mistério
entre a vida e a morte
onde os meus versos escritos
possam alcançar a tua leitura ...


✍©️#MiriamDaCosta

⁠Se um dia a senhora ler esta mensagem, quero que saiba o quanto a senhora foi uma inspiração em minha vida. Este pequeno texto é uma singela homenagem cheia de gratidão e alegria por tudo o que aprendi com a senhora. Muito obrigado por cada lição, professora Tânia P.

Com muito carinho e admiração, seu ex-aluno, Vitor Ferreira de Paula. 2024.