Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Nada é como parece ser, e tampouco será como um dia já foi.
Vivemos entre véus sutis, numa linha do tempo que se desdobra em ilusões paralelas. O passado nos chama com memórias que já não existem, o futuro nos assombra com imagens que ainda não nasceram. Mas a vida… a vida só respira aqui, no agora.

É nesse instante sagrado que o ser se revela. Quando o silêncio dissolve as máscaras do tempo, compreendemos que não somos prisioneiros das histórias que repetimos, mas viajantes da eternidade. Cada pensamento, cada emoção, cada escolha, molda o mundo que vemos.

A consciência crística surge então como farol. Ela não fala apenas de um homem, mas de um estado de ser. É a lembrança viva de que podemos olhar além das aparências, além da dor e da ilusão, e escolher o amor como direção. A consciência crística é o sopro que desperta, o chamado que cura, a chave que liberta.

O despertar não está no amanhã, nem repousa no ontem. Ele acontece no instante em que abrimos os olhos da alma e nos reconhecemos como parte do Todo. Esse é o verdadeiro milagre: perceber que a salvação não é promessa distante, mas presença viva.

Assim, ao caminharmos no aqui e agora, guiados por essa luz, deixamos para trás o peso das linhas paralelas e entramos no fluxo da verdade. E nessa verdade, descobrimos que somos eternos, e que o amor é a única realidade que jamais se desfaz.

Gatinho Solitário


Pobre gatinho,
foi deixado no parquinho,
tão sozinho, todo tristinho..


Pessoas dali, pessoas daqui, crianças correndo pra lá e prá cá, todos felizes, brincando e se divertindo, o pobre gatinho pensa" sera q vou ficar sozinho?"..


Mas uma menina o viu,
chegou com jeitinho,
pegou no colo e sorriu:
“Vem comigo, meu bichinho.

Foi me ensinado que as decisões, mas importantes para tomar na vida são:

Primeira: Aceitar Jesus Cristo como senhor e salvador

Segunda: Escolher a pessoa que ira se casar

Nessas duas decisões a uma reviravolta muito grande, na primeira aceitamos aquele que é prefeito que é capaz de nos amar do jeito que nós somos e mesmo em meio a todas as tempestades vai está ali sempre ao nosso lado, já a segunda decisão simplesmente esquecemos que o fato de ser humano, igual a nós, pode revelar uma escolha errada. Amar alguém querer uma maturidade muito grande.

Parte da minha vida foi movida pela arte. Quadros, cartas, letras de músicas, livros, instrumentos, fotografias e desenhos por todos os lados formaram um universo afetivo, no qualuma famíliaprofundamenteligada ao artesanal me ensinou o valor da sensibilidade.

Crescer rodeada de livros, pinturas e liberdade criativa — ainda que levemente restringida por opiniões sociopolíticas distintas da minha visão — moldou a maneira como vejo o mundo.A arte me ensinou que, para ser compreendida,era preciso colocar-me no lugar do outro, observar o mundo por diferentes perspectivas.

Com o tempo, percebi que essaexperiência estética não era apenas expressão, mas sobrevivência. As cores, as melodias e as palavras foram, para mim, mais do que adornos: foram abrigos.Em meio a uma sociedade que frequentemente banaliza o sentir,encontrei na arte um espaço legítimo para existir. Este ensaio busca refletir sobre a arte como veículo de resistência e autoconhecimento, um meio de compreender a mim mesma e ao outro dentro de uma estrutura social que, por vezes, desumaniza as emoções.



Crescer entre livros e pinturas moldou minha forma de perceber o outro.Lev Vygotsky (2001)afirmava que“a arte é um meio de comunicação entre as pessoas através de emoções vividas”, e talvez por isso eu tenha aprendido, desde cedo, quecompreender o outro é também um gesto artístico. A empatia, nesse sentido, foi uma lição estética antes de ser moral.

Com o passar dos anos, a escrita tornou-se meu refúgio. Em cada palavra, havia o desejo de libertar o coração das correntes invisíveis que o mundo insiste em apertar.Clarice Lispector (1999)compreendia essa força da linguagem ao dizer que“a palavra é o meu domínio sobre o mundo”. Escrever, para mim, é transformar dor em criação, e criação em sentido.

Costumo pensar que sou muitas em uma só. Esse constante processo de (re)criação ecoa o pensamento deCarl Gustav Jung (2012), para quem o ato criativo está profundamente ligado à individuação, nessa a jornada de integrar as várias partes do ser.Em cada gesto criativo, há uma tentativa de reunir o que o mundo separa.

Friedrich Nietzsche (1992)afirmava que“temos a arte para não morrer da verdade”, reconhecendo o poder vital do ato criativo. A arte é mais do que estética: é um modo de permanecer humana diante da brutalidade do real.Ernst Fischer (1983)reforça essa ideia ao afirmar que“a arte é necessária para que o homem se torne capaz de conhecer e mudar o mundo”.Transformar o que sinto em arte é, assim, um gesto político, como uma maneira de afirmar o valor do afeto em um mundo que o despreza.

A teóricabell hooks (2000)escreve que“o amor é definido como ‘a vontade de se doar com o propósito de nutrir o próprio crescimento espiritual ou o de outrem’. O amor se manifesta em suas ações. O amor é um ato de vontade — tanto uma intenção quanto uma ação”.Enxergo na arte esse mesmo gesto de amor: um compromisso com o sensível e o que ainda é humano.Quando a arte se torna linguagem de afeto, ela deixa de ser apenas individual e passa a ser uma força coletiva de resistência, capaz de restaurar o que a estrutura social insiste em ferir.



A arteme ensinou que sentiré um ato revolucionário.Num mundo em que a superficialidade se tornou norma e a emoção é vista como fraqueza,criar é resistir. Por meio da escrita, da música ou das imagens, encontrei não apenas expressão, mas também sentido.

Fischer (1983)nos lembra quea arte é necessária para transformar o mundo; eu acrescentaria que ela tambémé necessária para não nos perdermos dentro dele.Transformar o sentimento em arte é afirmar a vida, é insistir na beleza mesmo quando tudo parece tentar negá-la.

Assim, sigo usando a arte como veículo, não apenas para dizer o que penso, mas paraexistir com sentimento num mundo que tantas vezes tenta nos ensinar o contrário.

"A estrada foi tortuosa, sim, mas hoje entendo: o caminho mais difícil é o que mais ensina. Olho para o meu eu e vejo que a 'boazinha demais' sempre foi o atalho para ser a 'coitada'
No fundo do poço, a luz rarefeita é cruel, mas verdadeira. É ali, na solidão, que consigo contar nos dedos quem realmente me ampara. O silêncio de alguns fala mais alto que mil promessas.
E o estranho não é estar sozinha; o estranho era não ter percebido que eu sempre estive sozinha, disfarçada de ingênua que via bondade onde só havia conveniência.
Hoje, aquela menina se desfaz para dar lugar a quem sabe: não há ninguém. E é exatamente por isso que eu sou tudo o que eu preciso."

Foi real.
Eu senti cada instante — nossas noites, nossos rolês, nossa intimidade.
Nossa parceria… ah, da nossa parceria eu tenho muita saudades.
Foi tudo real: cada beijo, cada abraço, cada madrugada dividida entre risos e silêncios.
Eu era apaixonado pelo jeito como você me via — via todos os meus lados, o melhor e o não tão bom, e mesmo assim amava cada um deles.
Ninguém nunca me olhou como você olhava.
Eu sinto tanto a tua falta… falta de tudo, até das tuas bobiças.
Sinto falta de nós dois, porque juntos éramos poesia viva e engraçada.
Por isso e por tantas outras coisas, sei: tudo foi real.




-Francisco Brito

Outrora você foi um sonho que,
com o passar do tempo, fez-se concreto. Vislumbrei-te como um pretexto para que eu pudesse ser feliz. Tornaste-te platônico, tornaste-te plausível. Tornaste-te real.
Outrora você foi um sonho do qual eu preferia não ter despertado,
para continuar idealizando um ser perfeito. Amei-te enquanto sonho e pretexto, mas, quando real, percebi que a minha felicidade estava bem longe dali.

Meu primeiro amor


E foi assim que aconteceu!
Meu coraçao acelerou ,comecei a me sentir ofegante.
E mesmo estando correndo ,não era o bater de um coração com pressa,
era como uma batida perfeita , daquelas que te arranca um sorriso maroto diferente...
Refletindo em meu olhar , um estilo de tirar o ar ...
A cor do pecado , misturada com a lucidez.
Da época em que com você pude em mim mesma desabrochar a flor bela que ali voltou a brilhar.
E assim ! Voltei a lembrar.
Do seu beijo e do seu olhar, um toque suave no resto ....


Rosilene ....
É com vc que quero estar


Rosilene Chaves Pereira

Monólogo ao tempo

E o tempo que sempre foi sensato, o que lhe aconteceu? Quem me dava pistas de como manter-se vivo, hoje, nem dá um suspiro. Dizem por aí que você se apagou, outros, que você deu uma leve pausa no serviço para com o mundo e eu, meramente desacreditado, acredito que esteja de birra comigo.

Você um dia falou: "Vai com calma que seu coração não vai aguentar!" Lembro nitidamente a primeira surra que levei por não ter lhe escutado, por não ter dado ouvidos ao condutor do mundo, o verdadeiro arquiteto. Hoje, com mais calma, eu percebo o quanto você faz falta. Um falta que não faz um amor não correspondido nem o que já passou. É dor dissimulada que estrangula o meu peito por perder um bem que tanto admiro.

Advento da sua preocupação, lembro da paciência de lidar com problemas alheios. Assim como uma matriarca, cuidou, alimentou e deu conselhos, faltou o afeto, mas sabe... Há muito tempo uma professora de semiótica falou
que dentro de relações sintáticas/sociais e diárias a demonstração de afeto mais forte é aquela que, dentro dessa análise, se esforça pra ser irritante. Era você. Tempo.

Não sei por que você desapareceu tão repentinamente mas espero sua volta de braços abertos e com aquela calma que me ensinaste.

Se foi por causa dele eu entendo, temos muita coisa para conversar.

Desempenhe bem o papel que lhe foi dado. Somos como atores em uma peça de teatro. A vontade divina designou um papel para cada um de nós sem nos consultar. Alguns atuarão em peças curtas, outros em longas. Podemos ser chamados a desempenhar o papel de uma pessoa pobre, de um deficiente físico, de uma eminente celebridade, de um líder político ou de um simples cidadão comum.
​Apesar de não estar sob nosso controle determinar o tipo de papel que nos é atribuído, cabe a nós representar a nossa parte da melhor maneira possível e procurar não reclamar dela. Onde quer que você esteja e quaisquer que sejam as circunstâncias, procure apresentar um desempenho impecável.

Último dia de junho...

Hoje acaba a primeira metade do ano.
De milagre em milagre o mês foi vencido... Foram muitas as batalhas, foram muitas lutas, foram muitas preces... Mas também foram muitas bênçãos e milagres concedidos por Deus. Percebi que Deus nos capacita para lidar com as situações, que o amparo vem, o consolo, o direcionamento, a sabedoria... Senti o amor Dele dia após dia, tocando minha vida e de cada um que esteve presente nela, direta ou indiretamente. O sentimento é de gratidão. E é com esse sentimento que acordo hoje e entrego a Deus não só o dia de hoje, como também cada um dos próximos que virão...
Não foi fácil, mas até aqui Ele me ajudou, sigo renovando minhas forças, minha fé, acreditando em milagres e rendendo graças a Deus! Louvado seja, Senhor!
Obrigada por tudo.

⁠Hoje faz uma semana que meu pai se foi... A tristeza da saudade guardada durante todo o dia me fez verter muitas lágrimas ao cair da noite. Parece óbvio pra quem já sentiu, mas o luto pesa, arde o peito, os olhos, é sufocante. Eu sigo em oração e às vezes me pergunto quando essa dor vai passar. Escrever ajuda, é como um processo terapêutico. A prece é um bálsamo que me cobre quando a dor parece insuportável. E é a Deus que entrego essa dor.
Saudade, paizinho. Te amo tanto. Vai com Deus, fica em paz...

Josy Maria
23/09/21

Este ano... pareceu mais décadas do que apenas 365 dias, e foi tão torturante quanto um “tratamento” em 1897 em um hospício.


Foi tão desastroso quanto uma avalanche... Minha sanidade morreu junto à minha alma, diante de tanta desgraça que me aconteceu.


Rezo pela minha morte, assim como um papa reza pela paz mundial. A vida perdeu a cor mais uma vez, e descobri da maneira mais dolorosa que o meu sofrimento é eterno...


Toda a minha luta foi em vão. E todos os meus esforços para me levantar foram tão insignificantes quanto um fiapo de linha.


O ano irá acabar, e deixarei o meu eu feliz e esperançoso, junto de todas as pessoas em quem confiei e que já foram importantes para mim, para trás.


E espero fielmente que, no próximo ano, eu consiga ser eu mesmo.mesmo sozinho, mesmo me autodestruindo. Espero, com todo o meu coração desesperado e ansioso, que ele finalmente pare de bater.

Precisamos nos unir em oração!
"Desde 2007, tenho carregado uma mensagem que me foi revelada sobre o fim dos tempos. Segundo essa revelação, o início do fim estaria ligado ao continente asiático, onde guerras e conflitos teriam um papel importante. Olhando para os eventos atuais, sinto que estamos vivendo momentos cruciais. Acredito que ainda haverá um grande desafio pela frente, simbolizado pela figura do anticristo, que tentará afastar as pessoas do amor e da verdade.

Mas também acredito que, paralelamente, os doze escolhidos serão levantados aqui na terra, como nos tempos de Cristo, para levar a mensagem de esperança e redenção. Eles serão a luz no escuro, guiando as pessoas para o caminho da verdade e do amor.

Neste momento, sinto que é importante unir nossas vozes em oração pela paz no mundo. Que possamos encontrar força e esperança em meio às turbulências. Peço que se juntem a mim em uma oração pela paz, para que possamos viver em harmonia e amor, superando os desafios que se aproximam."

Van Escher

Na verdade, foi este sem dúvida um ponto em que em minhas palavras eu deixei passar, que também os seus discursos são muito semelhantes aos silenos que se entreabrem. A quem quisesse ouvir os discursos de Sócrates pareceriam eles inteiramente ridículos à primeira vez: tais são os nomes e frases de que por fora se revestem eles, como de uma pele de sátiro insolente! Pois ele fala de bestas de carga, de ferreiros, de sapateiros, de correeiros, e sempre parece com as mesmas palavras dizer as mesmas coisas, a ponto de qualquer inexperiente ou imbecil zombar de seus discursos. Quem porém os viu entreabrir-se e em seu interior penetra, primeiramente descobrirá que, no fundo, são os únicos que têm inteligência, e depois, que são o quanto possível divinos, e os que o maior número contêm de imagens de virtude, e o mais possível se orientam, ou melhor, em tudo se orientam para o que convém ter em mira, quando se procura ser um distinto e honrado cidadão.

(Em "O Banquete")

7 de setembro, bandeira no céu.

Mas nossa independência

É só papel.

Foi grito, foi pose, foi teatro, foi cena.

O povo aplaudia

mas a dívida

já nascia.

Do Ipiranga à City de Londres o grito virou contrato e o contrato virou corrente corrente invisível elegante, porém permanente.

Paga aqui, refinancia lá

juros sobe, esperança cai

o nome é bonito

soberania Nacional.

Mas no extrato.

Dependência Global.

Diziam

Somos livres, somos bravos, somos gigantes.

Mentira elegante!

Escravos modernos, pagadores constantes.

Dois milhões de libras

e um século inteiro de promessas quebradas

de um lado a coroa caía.

Do outro, o povo segurava as algemas douradas.

Se fosse hoje? Dois bilhões quem se importa?

O problema não é o preço.

É o ciclo. É a porta que nunca se fecha, é a dívida que nunca morre

O banco não te mata

ele te deixa vivo

Pra pagar.

Independência ou morte! gritou Dom Pedro.

E a Inglaterra respondeu

assine aqui, parceiro.

Enquanto o povo gritava

o banqueiro calculava.

Enquanto a criança nascia

a dívida já a registrava.

E aqui estamos

exportando vida

Importando miséria.

Riqueza some na bolsa

e volta na fatura bancária.

A bandeira tremula mas quem segura é o vento da ilusão.

Somos livres na música

somos livres no hino

mas escravos na prestação.

7 de setembro é só desfile

É só fumaça pra esconder

que a independência nunca chegou. E talvez nunca vá nascer.

Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela.
O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade.
É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura.
Faz meiguices que adoçam a alma,
mas partiu para um lugar onde a aragem canta sobre os campos silenciosos.

Qual foi sua maior provação até hoje?
Qual foi sua maior conquista?
Qual foi seu maior medo?
Qual foi seu maior arrependimento?
​São tantas perguntas que você talvez não saiba responder.
Não se assuste, quase ninguém consegue.
Isso não é falta de inteligência, nem tampouco imaturidade; é apenas você em auto-reflexão.
​Significa que, agora, são as perguntas que importam, e não as respostas.
Quando começar a respondê-las, estará amadurecendo, evoluindo, enriquecendo intelectualmente.
​Você nunca terá todas as respostas,
mas sempre terá todas as perguntas."

Muitos acreditam que na vida, a batalha sempre foi vencer os outros.
Mais a batalha mais difícil é vencer a si mesmo.


Muitos quando se perde na própria sombras, entram em desespero.
Dominar o caos na sua mente, é o obstáculo mais difícil.


E quando se toma controle disso! Surge uma luz, renovando as forças e a esperança.


O mundo vai tentar te quebrar, vai rir das suas quedas, das amargas derrotas.


Mais aquele que na sua mente domina o caos! Não se intimida com as dorratas ou a escuridão.


A luz que pode resucitar o ímpio, e tirar ele do medo! É a alegria da alma que nos enche de fé.
Aquele que anda na luz, pode vencer qualquer obstáculo, até a si mesmo.

O amor, tantas vezes retalhado, distorcido e incompreendido, foi descartado em silêncio.
Ainda assim, encontrou quem o aborrecia, mas também quem cuidou, pois o amor é apenas amor.
Ele não cria expectativas,
quando não há espaço, encontra seu próprio caminho e segue.
Sem confronto, o amor se revela —
onde você está, está também o amor.