Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Amor... e suas descobertas

Amor, uma palavra que demorei a entender o seu significado, mas foi uma questão de escolha, talvez por medo de me magoar, ou magoar alguém, meu coração era duro, gelado, não deixava entrar nem um sentimento, mas mesmo assim eu não era um robô, simplesmente não abria nem se quer uma janela para a pessoa ver o que tinha dentro, mas ai você apareceu em minha vida, e mudou tudo...

No começo, para mim, seria mais uma daquelas saídas normais, como em todos os anos que se passaram, mas vi algo em você, diferente, especial, seu jeito, mas mesmo assim não abri meu coração, mas deixei você ver pelo buraco da fechadura, e você olhou tão carinhosamente, apaixonadamente, que deixei você entrar, mas com o tempo te entreguei a chave e te dei toda liberdade para fazer o que quisesse em meu coração, esse foi o meu grande erro, mas não vou me martirizar por isso, eu não me conhecia, não sabia o quão romântico eu sou, o quanto gosto de dar carinho, entre todas as qualidades possíveis em uma pessoa que ama de verdade, que amou verdadeiramente...

Mas você soube lidar com todo esse amor? Não, possivelmente não, mas não sei o porquê, o erro foi meu, admito isso hoje, te dei muito amor e seu pote pesou e você deixou cair e quebrar. Mas não te culpo, a culpa não foi de ninguém, precisamos aprender com nossos erros para não cometê-los futuramente, mas você aprendeu com os seus?

Atitudes erradas, palavras ditas em horas de raiva, que me magoaram, porque magoa sabe, meu amor foi diminuindo, não sei se isso e possível, o amor diminuir, reduzir a quase pó, não sei sinceramente o que aconteceu, mas sei que você provocou isso tudo, foi um presente de grego em nosso relacionamento, se destruiu por dentro, como te disse em outras ocasiões, ninguém de fora irá destruir nosso amor, mas a pior destruição é a de dentro para fora, a que dói mais, que nos fazem sofrer mais; porque mesmo pegando fogo, caindo os pedaços, ainda assim, tentei apagar, reconstruir, e você o que fez? Veio com palavras, promessas, e depois de um tempo nem isso mais você teve para dar.

Mesmo em constante dúvidas, não te tratei mal, como muitos por ai fazem, não procurei em outras o que não encontrava mais em você, mas fui desfalecendo por sua causa, mas mesmo assim com o pouco que me restava, tentei de novo, e não era eu a fazer isso, mas mesmo assim tentei e fracassei, ninguém vence uma batalha só com espadas, precisei de um escudo, fui ferido gravemente.

Hoje se me perguntarem, como já perguntaram, se eu faria tudo de novo, sim eu faria tudo de novo, mas não te daria a chave do meu coração, e com certeza você só entraria em meu coração quando eu estivesse lá, para você não fazer a bagunça que você fez, e sair e deixar tudo desarrumado.

Mas farei um relicário do que passamos, os bons e os maus momentos...

Dizem que cada um nasce com uma alma gêmea,aquela que nos completa e foi destinada a permanecer ao nosso lado.
Acho que a minha alma gêmea se perdeu, ou está caminhando tranquilamente em algum lugar na China. E eu só encontro a metade da laranja errada, tenho o grande dom de escolher a mais podre e estragada.As vezes também me atraio pela ''laranja verde'', aquela azeda que ainda tem muito caminho pela frente e não consegue dar conta de uma ''laranja madura'' igual a minha.
E vou levando assim mesmo, me completando meio torto, preenchendo pela metade, disfarçando todo o espaço reservado para alguém que não chega.
Porque talvez eu não consiga levar sozinha, eu precise de alguém, nem que seja só para poder idealizar e banalisar esse amor.Só para poder enganar essa falta.
Eu invento amor, entrego meu coração de bandeja,embrulhado com papel de presente e um laço de brinde.
Não peço nada em troca, eu mergulho, aprofundo, perco meu folêgo, me entrego e me afogo.
Mas não me canso de procurar, vai que um dia eu até mude para a China,e encontre minha peça final, o pedaço que me falta para completar esse meu quebra -cabeça que já veio com defeito de fábrica.

O vazio de quem se foi e de nós que fomos.

Quando as pessoas se vão, os lugares ficam vazios. Não vazios fisicamente, é um vazio imaterial, um vazio interno e ao mesmo tempo um vazio externo.
É como se as falas, os cheiros, os olhares, o modo de respirarem e de se expressarem estivessem presentes.
Lapsos tomam os que ficaram e que por segundos acreditam que seus pares não se foram.. Que por segundos, ouvem-nas, sentem-nas perto.
Segundos que poderiam durar mais, mas que se vão assim como os que foram.
Os segundos deixam a sensação do vazio. O fim dos segundos nos deixa frente a frente com a realidade.
Realidade doída, realidade sem cor, sem borboletas, sem estrelas e nem luar.
Mas de repente nos damos conta de que quem se foi não foram os outros, fomos nós.
A pior saudade que podemos sentir é saudade de nós mesmos. Uma saudade que nunca será sanada, nunca mais seremos o que fomos.
Nunca mais nossas falas terão a mesma entonação, mesma leveza e ingenuidade.
Nossos cheiros, antes simples, cheiro de doce, cheiro de fruta e de flores deram lugar aos cheiros rebuscados, cheiro complicados, cheiros bons, porém, sem essência do que somos.
Nossos olhares não têm a mesma sublimidade, serenidade, inocência e curiosidade.
A respiração não se ofega pelo simples chegar daquela pessoa especial, daquela noite de sexta-feira de verão ou do domingo na praia.
O Natal há muito não só perdeu o encanto para nós, mas perdeu a essência, se juntar à família não é mais tão bom, não tem mais intuito, tem obrigação.
Nos perdermos naquilo que queríamos nos tornar. Esquecemos do quanto é perigoso ser o que queremos ser. Costumamos ver somente um lado da moeda naquilo que almejamos. Tornamos-nos sempre o que queremos, isso nos ensinaram. Só não nos ensinaram a lidar com a dor de perder os que nos rodeavam e, principalmente, não nos ensinaram a lidar com a dor de nos perder e a lidar com a dor de irmos embora de nós mesmos.

O nosso amor foi tão lindo,era tao bonito a gente
se dar,hoje talvez tudo apenas tenha ficado na lembrança,
Lembro das nossas risadas,dos momentos mais lindos que
eu passei contigo,talvez eu tenha criado uma fantasia
dentro de mim,construí tantos sonhos pra nóis dois,
e é muito triste saber que nenhum se realizou...
Queria apenas que o tempo voltasse mais isso jamais seria possível,talvez um dia estaremos juntos novamente
ou talvez tudo será esqueçido....

Quando Deus foi me buscar eu era como uma velha lâmpada a óleo... os meus vidros estavam tão pretos pela fuligem do pecado que toda a minha luz eram trevas. Eu não iluminava nem para dentro, nem para fora... era uma lâmpada inútil, sem luz e sem óleo.
A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas! (Mateus 6.22-23)
Quando o Espírito começou me limpar eu reclamei e protestei. A luz que aos poucos começou entrar feria meus olhos cegos, e o esfregar para tirar a sujeira grudada foi um processo lento e doloroso. Até que a luz começou a brilhar através dos vidros...
Sejamos todos nós cada vez mais transparentes, cada vez menos nós, cada vez mais vasos de luz, lâmpada para o caminho dos outros, onde brilha a única Luz verdadeira...
Vós sois a luz do mundo...(Mateus 5.14)

INTOLERÂNCIA

A Beleza foi mal interpretada pela Inveja que, por sua vez, se juntou ao Medo, que logo começou a instigar a Curiosidade. Depois, tudo se transformou em um caos completo porque a Ira permitiu. A Dor fez de conta que era muito forte e se aliou à Calúnia, desmerecendo a Bondade e o primo Respeito. Rapidamente, como num piscar de olhos, a Mentira se fez de boazinha, fantasiou-se de Paixão e correu atrás do Amor.
Assim, sem poder se defender e estando acuado naquele fétido beco da Maldade, aconteceu o pior: o Sr. Amor foi decepado, em ato cruel, pela fria e desnorteada Vingança, sendo que esta última recebera cegas ordens da camaleoa Loucura e da esquisita Intolerância para acabar com o suposto Sr. Amor, sem deixar rastro algum.

Quando o amor Chegou


A paixão traiçoeira
pegou-me pelas costas
Fez-me de louca
Depois foi embora.
Foi correndo
Largou a porta aberta
Fugiu sem se explicar
Olhou para trás
Jogou-me um beijo
Sem intender sua atitude
Me tomei de desespero
Não consegui me controlar
Soltei um grito horrendo
Na esperança de lhe parar
Mas meu grito vázio
se perdeu no momento
Só ficou sua essência
Que chegou com o Vento
Uma lágrima rolou
Desesperei-me a chorar
Não sabia o que fazer
Pra encontrar seu olhar
Com o coração decepsinado
Ajoelhei-me no chão
Os meus olhos choravam
As saudades da paixão
De repente senti algo suave
minha boca tocar
Eram os lábios do amor
Que veio me consolar.

Ontem foi um lindo dia, otimo mas passou.
Hoje esta sendo agradavél, mas totalmente diferente do ontem.
O amanhã é inevitável, tanto quanto o que acontecerá nele.
Mas
algo do ontem do hoje e do amanhã sempre será igual em todos os dias,
sempre acontecerá coisas que nos colocaram medo, coragem, tristeza,
felicidades. Sempre haverá algo do ontem que refletira no hoje e que
será lembrado amanhã.

"Mexendo numa gaveta, achei uma caixinha cheia de cartas da adolescência e, foi nesse meio, que encontrei um bilhete seu. Lendo, eu ri lembrando de como a gente era bobo e acreditava que íamos ficar juntos pra sempre. E lembrei de como a gente sonhava em morrer de mãos dadas, bem velhinhos. E de como todas as horas do dia se resumiam a você. E depois, eu chorei.
É triste saber que os sonhos morrem como a areia escorrendo em nossas mãos. É triste te encontrar pela rua e só balançar a cabeça sem jeito. E o pior é não saber aonde foi que eu matei você em minha vida".

Minha amada partiu pra bem longe
Foi embora sem me avisar
Sinto falta, a dor me consome
A saudade vem me abraçar

Tantas coisas deixou para trás
Tantos sonhos, realizações
Tanta vida, tanta esperança
Tanto amor firmado em canções

Me deixou, não lembrou de avisar
Eu repito, a dor me consome
Eu espero a reencontrar
Eu não canso em gritar seu nome

Foi pra longe, eu posso sentir
Está longe e levou meu amor
Uma história tão linda vivemos
E tão rápido tudo acabou

Já não sei nem quando e nem onde
Poderei encontrar minha amada
Minha amada partiu pra bem longe
Foi embora e não me falou nada
(...)

História antiga

No meu grande otimismo de inocente,
Eu nunca soube por que foi... um dia,
Ela me olhou indiferentemente,
Perguntei-lhe por que era... Não sabia...

Desde então, transformou-se de repente
A nossa intimidade correntia
Em saudações de simples cortesia
E a vida foi andando para frente...

Nunca mais nos falamos... vai distante...
Mas, quando a vejo, há sempre um vago instante
Em que seu mudo olhar no meu repousa,

E eu sinto, sem no entanto compreendê-la,
Que ela tenta dizer-me qualquer cousa,
Mas que é tarde demais para dizê-la...

Aniversário de Amigo

Ontem foi o seu aniversário, amigo. Cheguei atrasado pra festa.
Festa que não poderia ter faltado, afinal era a sua festa.
Não é todo dia que se celebra com um amigo.
E não é todo dia que se tem uma festa com bons motivos pra ir.

Ontem é o passado, passou... nada se pode fazer pelo que passou
Hoje é o seu dia, você pode contar com o agora, um momento...
Neste dia eu celebro sua vida que Deus nos deu
O amanhã, Deus cuidará dele; cuidará de você e já está lá.

Cheguei atrasado pra festa, mas estive com você nas lutas
Durante o dia inteiro, compartilhamos cada uma!
E superamos, sozinhos, outras ajudando ou ajudado
Mas não ficamos longe do amigo, e o apoiamos.

A amizade é decifrada com verbos no infinitivo porque...
Não é só concordar, é também pensar diferente e dizer
É resgatar, admirar, estimular, abraçar e beijar, dar a mão.

É nunca esquecer do outro, mesmo tendo memória ruim
É até não lembrar do aniversário do amigo no dia dele
Mas nunca esquecer sua grandeza, suas virtudes e quem é

O Pai celeste quando nos fez, fez-nos tão diferentes
Que não poderíamos jamais ter nascido da mesma mãe
Mas nos aproximou “incidentalmente” e nos fez irmãos

Onde quer que você
esteja
veja que agora
em algum lugar alguém
chora
porque você foi
embora.

Eu sei que você
continua
por aí nesse universo
achando rima pra verso
com humor e
melancolia
Perplexo feito criança
diante de cada mistério
sua sutil sabedoria
nota coisas tão
pequenas
que outro não notaria

E aqueles que ficaram
por aqui, nessa
passagem,
sentem no céu esse
anjo
que você sempre escondia
e desejam boa viagem.

Meu MSN ausente

As minhas dúvidas hoje são existenciais.
Será que aquele olhar foi mesmo para mim? Em qual momento eu sou a razão do seu sorriso?
Tanta coisa hoje influência no meu humor, que tudo passa a ser existencial.... Até as vezes que você insiste em ligar e ela, a pessoa, não atende ao telefone. Fico imaginando o que se passa... (sabe que nessa situação sua cabeça ferve – para que tem celular então? – a pergunta mais repetida). Não atender o telefone é razão de crise existencial... Sempre imaginamos o pior: a pessoa olhando para o telefone, com aquele ar de sarcasmo, sorriso amarelo no rosto dizendo que não vai atender.
Entretanto, depois vem a justificativa que estava longe do celular, que não podia atender... O que não alivia em nada nossa crise.
Crise é passageira. Menos quando a razão dessa crise é o seu coração besta e lento.
Besta porque sempre escolhe o caminho mais difícil. Lento, ah, porque é lento mesmo...
O medo de ousar torna o nosso coração fraco. Medo de sentir o prazer de um sorriso grátis, ou ainda de manda um SMS de madrugada (não querendo atrapalhar).
Quantas vezes você ficou “ausente” no MSN, somente para que quando alguém entrasse, visse que tu estava ali... Mas meu caro, se ela não lhe chamar para conversar ou ainda disparar a pergunta tradicional – está ai? – deixa pra lá... (risos)
Temos medo de entrar no estado “ausente” das pessoas. Engraçado que este “ausente” é para todo o mundo, menos para ela. E justo ela não se dá conta.
A ousadia em bagunçar o outro, nos deixando bagunçar, nos deixando envolver, sem medo ou travas de sentir tudo o que o outro pode me oferecer nos tornou humanos completamente previsíveis. Nos tornou chatos. E isso é mais normal do que pensamos.
Beijo roubado, correio elegante, recados no caderno da escola, ligação do orelhão com um cartão de 20 unidades somente para ouvir a voz... tudo isso perdeu o valor, porque hoje só damos um passo quando temos a certeza que a nossa frente tem um piso, com 3 metros de concreto armado, onde não iremos cair.
E assim vamos vivendo, com medo. Mas sempre querendo ser feliz. Pura contradição. Medo e felicidade não combinam.

Meu amor foi destruído
Por uma pessoa que eu amava muito
Mas nada disso me abalara
Destruirão meu amor
Mas não conseguirão
Destruir-me
Porque eu sei que
Existirão outros amores
Em minha vida
Amores inesquecíveis
Amores marcantes
Que eu nunca esquecerei
Amores que ficarão guardados
Em meu coração
E nele jamais
Serão machucados
Pois saberei guardá-los
Com carinho
E muito amor

E a vc q destruiu meu amor
Apenas te desejo toda a
Felicidade do mundo
E espero q vc encontre um
Amor igual ou senão
Maior que o meu
Pois amar
É o q nos resta
Nessa vida
De desilusões...

COMU É BÃO TÊ UM AMÔ!

Sinhazinha ocê num sabi cumu foi bão
Lê ocê sonhandu cum iêu
Queru ti confessá intão
U tamanhu das minha emoção

Coitadu du seu Santu Antoinhu
Faiz tempu qui istava di cabeça pra baxo
Agora inté si mi agradiceu
Dissi que vai dá tudu certo
U casamentu di ocê mais iêu

Seus sonhu cum nossa união
Tambeim a iêu si mostrô
Que nossa união seja prena
Di muita paciença, paiz e amô

Ocê, sinha! Vai sê a muié mais filiz da roça
As otra vão ficá tudo cum inveja
Di sabê que ocê conqustô u coração
Du mais cobiçadu homi da região

Num si apreocurpe cuns infeiti
Di tamanha dicraração
Ocê simplesmenti
Já é dona du meu coração

Das fulô mais bunita
Que Deus pois nu jardim
Tirou di lá i colocô
Bem juntinhu di mim

É ocê, muié das mais cherosa
Só num possu dizê qui é gostosa
Só dispois di si casá
Vô tirá essa prova

Voismicê vai sê a rainha
Aqui du meu roçado
Inté as ladainha
Vai falá da sinhazinha

Prometu intão, meus incantu
Cuidá di ocê com muitu dengu
Fazê ocê a mais filiz
Di tudu quantu é cantu

Inté, intão minha doci paxão
Muié qui Deus mi presentiô
Quero ocê com toda emoção
Guardada sempri nu meu coração


Joca Caipirinha
Seu amô du sertão.


PêÉssi:
Mum possu dizê qui sô fazendêro ricu
Mais tenho terra que somi nas vista
Meus gadu, minha prantação
São tudu meu ganha pão

Tenhu uma viola qui faço chorá
Pra modi cantá pra ocê, sinhá
Uma sanfona pru fole puxá
I nossa vida alegrá

Tenhu u sangui doci
Mais tá tudo dentru dus contròli
Num si preocurpe cum issu
Galu bão, quando perdi as ispora
Si adefendi cuns bicu

Darlan esse poema foi feito para voce meu amor.
Eu queria ser parceira de suas alegrias,
o ombro de suas infelicidades,,
o motivo de cada sorriso e a razão de sua saudade.
és do poeta a inspiração,
do músico a prória canção,
o néctar da mais fina flor,
do mundo meu grande amor,
és o poema que nunca foi lido,
o sonho que não quero acordar,
do amor,o prório cupido,
minha vida,meu sol,meu ar
se tivesse eu o dom da poesia para em uma só palavra descrever o amor...
esse nome o seu seria,eu o faria em verso, ou prosa
assim como faz o trovador.
mas como na poesia não posso me aapoiar,
apenas tres palavras queria dissertar...
EU TE AMO...
mesmo sem voce acreditar!!!

Oração dos namorados

Sabe, Cristo, nós estamos amando...
Você foi alguém que amou... e como amou!
E amar é estar junto de quem se ama.
Fisicamente, sempre que possível, espiritualmente sempre!
Por isso não deviam dar tantos títulos para você Cristo, deviam dizer que você foi alguém que amou muito.
Simplesmente.
Nós estamos amando Cristo, é sensacional!
Só que às vezes pinta uma dúvida, fica naquela de
não saber se está amando ou só gostando... gostar a gente
gosta de coisas, amar... a gente ama gente!
Para amar é preciso ter coragem.
Porque amar é assumir a outra pessoa inteirinha, com suas qualidades e seus defeitos, não é mesmo?
Se a gente fica só no gostar, os defeitos vão obscurecendo as qualidades mais e mais, e de repente o "grande amor"
já era.
Cristo, que nós tenhamos a coragem de amar, amar mesmo como você amou.
Continua com a gente sempre!
E obrigado, obrigado, Cristo, porque nós nos conhecemos.

Você foi

você foi o sol mais brilhante das manhãs, os dias mais especias do ano, o sorriso mais perfeito do mundo.
você foi conforto, solidão, multidão, algo concreto.
você foi o fim mais doído que tive...a página mais difícil de virar, as horas que passei acordada a noite.
você foi areia do mar, vento de praia, um conjunto, uma certeza. você foi a covinha mais bonita, a conversa mais duradoura, a palavra mais valiosa e a dor mais doída.
você foi tudo pra mim. fundamental e especial...Eu te amei o tempo todo. Você foi o que tinha de ter sido.
Hoje você já não é mais nada.

Autoanálise de uma sintática.

Estou exausto! E foi somente no dia em que criei essa indignação que deixei de ser mim. Ser mim é algo realmente incômodo, mas não para um mim. Mim nada faz, nada sente, mim, geralmente, não é nada além de um mero objeto. É! Um objeto usado para receber as ações que lhe são impostas. Mas eu, que já fui mim, um dia serei promovido a alguém. Eu costumo ser um grande sujeito. Dono de todas as minhas ações, e quando sofro com elas, costumo ser um sujeito paciente. Apenas procuro manter o controle da situação, já fui mim o suficiente, e estou desgastado de nunca guiar o desenvolver de um predicado. Sei que sempre fui muito útil e necessário, eu sempre depende de mim, mas quero um pouco mais de aventura, cansei de ser tônico nesse mundo, quero ser átono! Uma interjeição! Singular! E sempre deixar reticências, para que haja uma eterna expectativa sobre esse sujeito, que pode até ser simples, por muitas vezes oculto, mas jamais indeterminado.

Venho abrir parênteses para dizer, não me entendam como esnobe, que não tenho sinônimos. Desde que me tornei um eu, venho sendo influenciado por muitas pessoas, quando um tal de adjunto adnominal surgiu na minha vida nunca mais fui o mesmo, vivo sendo modificado por esse cara de nome feio. Mas, um certo dia, reparei, que apesar de enfeitar e enriquecer a minha existência, ele não era um alguém essencial, vital. Foi quando encontrei quem me completava, por vezes se mostrava pequeno, e em outras enorme, mas sempre imprescindível. Seu nome? Complemento Nominal, mais um cara de nome feio, mas sem o qual não posso viver, na sua ausência minha oração é incompleta e sinto-me totalmente nonsense. Pois é, eu que sempre fui isolado como um vocativo, me vi eternamente em oração. E nesse momento me uno a todos os advérbios que me rodeiam a fim de fazer desse desabafo uma ideia concreta. E com esses companheiros vou tentar relatar a causa dessa sensação, para lhes mostrar que essa companhia, apesar de todas as concessões que fiz e condições que impus, tem um efeito sobre mim, que não há modos para excluí-lo desse meu tempo, não há preço que pague, nem oposição que me convença, de que essa não é a direção e o modo como sempre quis me sentir. E apesar de ter me mostrado piegas, apenas tinha a finalidade de explicar que o amor é imperativo e se impõe, o amor não usa ninguém como objeto e por isso se diz intransitivo, é completo, pleno, e constrói sozinho seu predicado, como eu sempre quis e nunca fui capaz. Hoje entendo que estou rodeada de quem pode me ajudar e me complementar, e até mesmo o amor, tão auto-suficiente, por vezes necessita que alguém contribua para que possa ser compreendido.