Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Em uma época, você foi o meu maior pilar, minha melhor amiga, a pessoa que sempre pude confiar de olhos fechados.
O que aconteceu entre nós? Sinto que, não sou mais sua princesa, não tenho mais espaço na sua vida e nem no seu coração.
Porque você me abandonou e como se fosse uma obrigação vem para bater ponto dar um abraço e dizer que ama.
Dói tanto a cada dia que passa eu me decepcionar e me machucar.
Você sempre foi assim mas nunca vi, nunca abri meus olhos?
Eu estou tão sozinha posso te abraçar mais uma vez e chorar? Ser chamada de filha, a filha que você sempre quis ter?
Você diz que por minha causa nunca pode realizar seu sonho de ser mãe, mas eu sempre sonhei em vir de você.
Eu só sonho que você não me machuque mais e que em outra vida, eu posso realizar seu sonho e você o meu. Só torço que não me machuque também.
Até outra vida, te esperarei com o coração de portas abertas.

A paixão pela Pedagogia e pelo universo da Educação Infantil foi a semente que deu origem ao projeto Gotinhas de Amor: Onde a Magia Acontece.... Mais do que uma coletânea de histórias, este livro é a celebração do meu fascínio pela forma como as crianças, diariamente, transformam o simples em extraordinário.
Cada um dos 14 contos aqui reunidos—desde a curiosidade de João em A Descoberta no Bosque até a superação de Roberta em seu Voo Mágico—surgiu da observação atenta do cotidiano na creche. Eles são a prova de que a empatia, o desenvolvimento emocional e a aprendizagem se constroem na intersecção entre a vida real e a fantasia.
Este volume, com lançamento previsto a partir de Março de 2026 pela Editora Frutificando “Projeto Professor”, é apenas o nascimento de uma jornada maior. A visão é que Gotinhas de Amor se torne uma Coleção de Contos Individuais dedicada a explorar a fundo a experiência de cada criança e a sabedoria de cada educador. Se tudo caminhar como o planejado, a Coleção dará continuidade à saga, introduzindo novos personagens e explorando as diversas facetas da primeira infância.

⁠Para o último dia do mês!
Gratidão a Deus por tudo que chegou, e por tudo que se foi.
Gratidão por cada dia que passou, por todos os bons momentos e aprendizados.
Gratidão por cada bênção, cada alegria e cada conquista.
Gratidão por toda proteção, força e luz.
E que Deus nutra seu coração de fé e esperança para o próximo mês que virá.

Como foi bom ter tido o privilégio de te encontrar e viajar, em teus abraços a me confortar.
A saudade nunca irá deixar de me lembrar que a viagem era sem volta.
Na beira do mar a forma do seu corpo estava lá, e eu quis dar um coração bem mais forte pra você.
A lembrança iminente de sua presença a onda apagou, mas você vive dentro de mim, no universo, em tudo que vejo e em cada manhã que nasce, em cada flor que brota.
Obrigado por me deixar te amar.

Você se foi. Vi você sair pela luz que clareava a porta da sala.
Vá com Deus; leve o que for seu, porque daqui em diante não há espaço para metades.
Não vou implorar, nem me curvar diante da ausência — saudade não é corrente, é apenas lembrança.
Eu sigo inteiro: reconstruo meus dias, rio sem medo, trabalho com força e celebro cada vitória.
A felicidade não depende de quem parte, mas de quem permanece firme.
Adeus, e obrigado por abrir a porta — foi nela que descobri que a liberdade também pode ser minha.

Viveu amou e foi feliz . Quando as palavras fluem ,
meu coração se abre, sem disfarces, sem planos,
A intimidade dos sentimentos, exposta são
um reflexo da alma, sem máscaras, sem más intenções.


Cada letra é um sussurro do seu ser,
Cada frase, um pedaço de mim sem me esconder,
A dor, a alegria, o amor, a paixão,
Se revelam, sem medo, sem hesitação.


Meu coração lateja, pulsa, vibra,
E as palavras, como gotas de chuva, caem,
Regando a terra seca da minha alma,do meu ser.
Fertilizando o jardim dos sentimentos.


Quero me expor assim,
Sem medo de ser julgada sem medo de falhar,
Porque é justamente aí que reside a beleza,
Da minha vulnerabilidade, da autenticidade.


Continuarei escrevendo pois escrever é meu tesouro, meu presente precioso. Palavras, como chaves, abrem portas, revelando ao mundo o meu eu verdadeiro. E em vida, que eu possa viver plenamente, e na minha lápide, um epitáfio simples, mas sincero: "... 'Viveu, amou,escreveu e foi feliz'. Leila Boás 09/12/2025

Acredito, sim.
Mas acredito também que ainda há tempo.
Tempo de resgatar o que nos foi roubado pela pressa, pela competição inútil, pela máscara que sufoca a essência.
Nos perdemos na vaidade, mas podemos nos reencontrar na humildade.
O orgulho nos afastou, mas a verdade pode nos unir.
Não precisamos de aplausos para existir.
Não precisamos de palco para sorrir.
A vida é feita de chão, de poeira, de mãos dadas sem contrato, de olhares que não cobram nada.
A grandeza está no simples, e o simples é o que nos salva.
Que tenhamos coragem de despir a arrogância,
de abandonar o peso das aparências,
e de voltar a rir como crianças — livres, sem medo de ser o que somos.

Parece que o tempo nos afastou, como se as horas tivessem o poder de apagar aquilo que um dia foi tão vivo entre nós. Mas, ainda que o silêncio nos envolva, você continua habitando dentro do meu peito — não como lembrança distante, mas como presença que arde e me consome.
Há uma dor infame que me provoca, como se fosse o eco dos seus passos fugindo de mim. E, mesmo assim, eu não consigo deixar de te buscar nas frestas da memória, nos instantes em que fecho os olhos e sinto o calor da sua voz.
Se o amor parece ter se perdido, eu insisto em acreditar que ele apenas se escondeu, esperando que a coragem nos devolva ao caminho. Porque, apesar da distância, ainda existe em mim a esperança de que nossos corações se reconheçam e se abracem novamente.
Volte, nem que seja em pensamento, para que eu possa descansar dessa saudade que me dilacera. Volte, porque mesmo na dor, eu ainda escolho você.

Acróstico para Lobato:


Já vai longe foi num tempo
Onde os bichos conversavam
Só quem curtia a infância
Entendia o que falavam.
Boneca de pano e retrós
Era assim como um Lobato
Não tinha papas na língua
Tinha os olhos de rapina,
Olho no peixe, olho no gato.
Memórias de dona Emília
O saci e a Dona Benta
No sítio do pica-pau
Tia Nastácia sempre atenta.
Entravam e saiam da casa
Ideias e muita prosa.
Reinações de Narizinho,
O Visconde Sabugosa.
Longe vão as águas claras,
Os frutos sobre o capim.
Bate o bolo Dona Benta!
Aquele de coco e aipim.
Tempo de Pedrinho, Rabicó e
O pó de pirlimpimpim.
Fim

Olhe na minha cara e diga
que a verdade nunca tremeu na sua boca,
que cada palavra foi limpa,
sem medo de ser vista à luz.

Olhe na minha cara e diga
que seus silêncios não esconderam escolhas,
que não houve jogo,
nem sombra disfarçada de cuidado.

Olhe na minha cara e diga
se você sustenta o que foi dito,
porque eu sustento o olhar —
e a verdade, quando é real, não desvia.

"Aprendi a Me Fazer Sozinho"




Acreditar foi o erro.
A hora exata em que eu achei
que amor podia ser casa.
Que família era abrigo.
Que amor seria mais forte
que o sangue frio.
Que talvez, só talvez,
alguém fosse me olhar
e me ver.




Mas tudo que vi foi silêncio.
Tudo que senti foi peso.
Tudo que me deram foi um nome que não era meu e um destino já marcado de dor. Eu era uma criança sem lar,
e me deram um teto.




Fui tratado como erro, como rascunho, como algo que precisava ser consertado.




Me olharam como problema,
me moldaram como boneco.




E eu gritei — por dentro.
Eu chorei — sem som.
Eu vivi — escondido.
Porque se eu mostrasse quem eu era,
eles iam me quebrar mais ainda.




Deus?
Se tá ouvindo, sabe:
eu não pedi isso.




Eu só queria um canto no mundo
que não doesse tanto.




Mas o mundo me deu aço.
Então eu virei lâmina.




Se me chamam de frio,
é porque não sabem
o quanto eu aguentei
queimando por dentro.




Talvez aquele lugar
nunca fosse onde eu deveria estar.
E agora… sou eu que construo meu próprio nome.




Meu próprio chão.
Meu próprio inferno
e minha própria saída.

⁠Escrever sobre você sempre foi a tarefa mais difícil, era como se a imensidão de palavras existentes fugissem do meu alcance e tudo bem porque naqueles pequenos momentos nos quais eu te admirava, sei que nenhuma delas descreveria tamanha beleza com a precisão necessária.
Sua beleza sempre estará além de qualquer descrição e por isso sinto toda minha poesia vazia mesmo estando repleta de sentimentos, confusos e profundos sentimentos.

Querido Deus,

Então é Natal, mas onde foi parar o verdadeiro espírito natalino? Infelizmente o que se vê nos dias atuais é um consumismo desenfreado, onde as lojas e os shoppings estão lotados, mas o coração vazio, ninguém tem mais tempo de parar e ouvir o outro, usar de empatia para com seu próximo, muitas vezes um pequeno gesto de carinho ou uma palavra amiga aquece o coração e tira um sorriso onde só existe dor. Muitos só lembram de ser solidários e bondosos nessa data, esquecem que Natal é o ano todo, onde se deve amar, ajudar e fazer sempre o bem, sem olhar a quem.
As luzes, os presentes, a mesa farta não tem nenhum significado se o aniversariante Jesus não for o centro da festa. Enfeitamos a casa, a árvore, mas e o coração?
Que neste Natal a família reunida e o amor que nos une seja nosso melhor presente.

ENTREGA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Foi assédio afetivo; confesso que foi;
um afeto sem asas pra voos escusos,
para os fusos empenhos ou atos avessos
ao exato sentido que tinha que ter...
Foram idas desnudas de planos a mais,
depois vindas serenas, de plena leveza,
com a branda certeza do mesmo desvelo
sem apelos, cobranças, anúncios de assaltos...
O carinho assedia e se deixa tomar
de cuidados, descuidos, entregas fluentes;
é a forma de amar que se rende sem peso...
Querer bem nos desarma, nos livra por dentro
e nos torna indefesos com quem se defende
como centro de todos os mísseis do mundo...

LUA NO MAR

Demétrio Sena, Magé - RJ.

A missão se cumpriu em quem foi verdadeiro;
quem traçou sua meta sem ferir princípios;
teve o cheiro sincero do sabor que deu
a quem foi sorteado com sua presença...
O sentido da vida se fez inconteste
na leveza dos passos de quem se levou
entre os testes e provas de sua existência,
sem pesar seu amor distribuído aos seus...
Foi o dom de ser simples que te fez enorme
sem a fútil soberba dos que julgam ser;
sem tecer a quimera das grandezas vãs...
Pela tua missão enriqueceste vidas
que jamais se deixaram desaguar da tua;
foste lua no mar que desaguou no céu...

DIA DE AMAR

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Hoje é dia de amar eternamente;
se foi ontem, conforme o calendário,
sou lendário; folclórico; antiquado;
teimo e amo apesar da contramão...
Amarei amanhã, depois de maio,
amei ontem, no dia do soldado,
no desmaio de abril, no carnaval,
sem saber o que o mundo festejava...
Talvez seja natal, mas não dezembro,
ou setembro e não seja primavera,
minha era do gelo em fevereiro...
Coração que não para de chorar
com saudade; com fé; com fantasia;
hoje é dia das mães; da minha, é.

⁠PELA SIMBIOSE DAS DIFERENÇAS

Demétrio Sena - Magé

Ontem foi dia do orgulho gay. Isso ainda incomoda meio mundo. Para não dizer quase todo mundo. Como também incomodam meio mundo o movimento negro, as manifestações feministas, pela democracia e muitas outras causas em constante conflito.

Enquanto existirem grupos excluídos, discriminados, vítimas de fobia, preconceito e, sistemas justos não reconhecidos, haverá movimentos, protestos e manifestações. O gay, o negro, a mulher e o cidadão reprimidos sociopoliticamente lutam pela mesma causa: O reconhecimento como ser humano, social, semelhante, merecedor dos mesmos direitos, espaços e acessos legais.

E todo protesto incomoda, porque é para incomodar; chamar à atenção; impor presença e respeito; expor as mazelas de uma sociedade repressora, tradicionalista, preconceituosa e um poder público parcial; sempre tentado a criar leis favoráveis para grupos especificos. Dificultar ou proibir leis para quem não atende aos padrões calcificados; às crenças majoritárias; classes econômicas dominantes.

No dia em que todos forem, de fato e direito, reconhecidos e tratados como iguais perante a lei e a sociedade, não haverá movimentos e protestos. Quando ninguém se incomodar com a existência individual ou coletiva do outro, não haverá presença corporativa imposta. Exclusão, repressão, desigualdade, fome e dominio só se combate com a união barulhenta dos desfavorecidos. União pacífica e civilizada, mas barulhenta.

Meu reconhecimento a todo ser humano do bem, não importam gênero, classe, cor, ideologia, condição social nem preferência de qualquer natureza. O crime, a desonestidade, a ausência de ética, humanismo, bom senso e respeito é que não podem perdurar entre os grupos, povos, tribos ou sociedades. Assim, cada indivíduo tem direito a estabelecer os próprios critérios existenciais.

Parabéns à comunidade LGBT+. Seu grito pela liberdade, o direito à vida e o respeito social vem alcançando, ainda que lentamente, corações e consciências em todo o mundo. A igualdade, pela simbiose das diferenças, ainda será bandeira universal.

O difícil nunca foi me reconhecer, foi sustentar. Autenticidade cobra caro. Ela retira aplausos fáceis, desmonta personagens bem avaliados, afasta quem só se aproximava enquanto eu me moldava.

Ser eu exigiu cortes precisos. Abandonei negociações afetivas, rasguei expectativas alheias, aceitei que nem todo vínculo sobrevive quando a gente para de pedir permissão para existir.

Hoje sou mais direto, menos explicável. Não tento convencer, sustento. E isso, curiosamente, é o gesto mais delicado e mais ácido que já aprendi.

Porque nada desconcerta mais o mundo do que alguém que decidiu ficar inteiro.

Ontem foi um hoje que passou sem pedir licença.
Hoje é o único lugar onde o futuro respira.
Amanhã é promessa — nunca morada.
O futuro não vem de longe,
ele chega disfarçado de agora.
Bate à porta como instante,
entra como escolha,
e sai como lembrança.
No hoje de ontem, eu adiei.
No hoje de agora, eu decido.
E no hoje que chamam de amanhã,
colherei o peso do que fiz
ou o vazio do que temi.
Pergunto: que futuro é esse
que só reconheço quando já partiu?
Talvez não seja cego o futuro,
mas distraído o olhar
que insiste em procurá-lo adiante
quando ele sempre esteve aqui.
O futuro não se vê —
se constrói.
Não se espera —
se vive.
Ele nunca mora no depois,
apenas atravessa o presente
e cobra silêncio ou coragem.
Porque o futuro vem sempre hoje.
E quem não vive o hoje
assiste o amanhã
indo embora
sem sequer dizer adeus.

Você foi a flecha,
eu nem sabia que era alvo,
mas quando teu amor veio,
meu coração já estava marcado.


Não foi acaso nem impulso,
foi mira firme, foi intenção,
me atravessou com cuidado
sem destruir meu coração.


Teu olhar fez a promessa
antes mesmo da palavra sair:
“não vim pra ferir teus medos,
vim pra ficar aqui”.


E desde então carrego em mim
essa marca que não se apaga,
não sangra dor, sangra amor,
é ferida que nunca se fecha.


Se eu sou o alvo, eu aceito,
se você é a flecha, eu confio.
Que a promessa seja eterna
no ponto exato onde você me atingiu.