Textos sobre Deus
"Religião de verdade não usa o nome de Deus como cabo eleitoral.Se a sua fé serve apenas para justificar o interesse político do momento e garantir privilégios, você não está seguindo um dogma sagrado; está apenas terceirizando a marca divina para abrir uma filial de partido no altar."
Tem pessoas que não cabem no propósito que Deus estabeleceu para nossa vida. Pois essas pessoas podem atrapalhar e comprometer o que Deus preparou para você, elas não podem impedir o que Deus determinou para sua vida, mas podem te trazer muitos aborrecimentos desnecessários. Lembre-se de Lô e Abraão (Gênesis 13.5-14), de Noemi, Rute e Orfa (Rute 1.7-14). Não fique insistindo com quem Deus que tirar e com quem não quer ficar.
Se Deus preordena tudo como dizem os calvinistas e, portanto, preordena também o pecado e o mal, então os seres humanos unicamente são culpados por fazer aquilo que não podem evitar? Isso é advogar uma posição teológica ilógica, ridícula, insensata e tola. No Filho do Abba, que ama a TODOS e morreu por TODOS.
Livre-arbítrio e soberania de Deus transcendem as nossas percepções finitas e limitadas ao espaço-tempo (Filipenses 2.12-13). Aqui estamos diante do paradoxo da graça, tanto sinergistas como monergistas utilizam a passagem para defender seus argumentos. No Verbo Vivo, que é O Único interprete oficial da palavra.
Romanos 12.1: Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e AGRADÁVEL a Deus, que é o vosso culto racional. O que muita gente ainda não entendeu é que o culto é para Deus, e tem o objetivo de AGRADAR a Deus e não ao homem! O culto não é para o homem! Não é o homem que tem que se agradar ou gostar, mas Deus! Em alguns ambientes não se tem mais adoradores, mas consumidores. Gente que vem assistir um culto e não prestar um culto. Gente que não que vem buscar comunhão com Deus, mas fazer barganha com Deus. Estão atrás do dom e não do doador, estão atrás da benção e não do abençoador.
Romanos 12.1-2: Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que APRESENTEIS o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos CONFORMEIS com este século, mas TRANSFORMAI-VOS pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. A vontade de Deus precisa ser CONHECIDA e FEITA para podermos experimentá-la. São esmagadoras as referências bíblicas que afirmam que a FAZER a vontade de Deus, OBEDECER a Deus, está acima de apenas CONHECER a Sua vontade (Mateus 21.28-32). Não basta CONHECER a vontade de Deus é preciso OBEDECER e PRATICAR!
O que os calvinistas ainda não entenderam é que os atributos de Deus não estão desequilibrados, desordenados, como se um fosse maior que o outro ou agisse em detrimento dos outros. Soberania, liberdade, amor, justiça e todos os outros atributos comunicáveis e incomunicáveis de Deus operam em perfeito equilíbrio. Se a justiça de Deus fosse aplicada sem o Seu amor seriamos condenados sumariamente; se a Sua santidade fosse aplicada sem a Sua graça seriamos consumidos imediatamente e se a Sua soberania fosse aplicada sem a Sua liberdade, nosso livre arbítrio seria revogado, nos tornando escravos de um “deus” déspota; mas como Jesus disse: conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (João 8.32) e Paulo fazendo eco às palavras de Jesus disse: Para liberdade foi que Cristo nos chamou (Gálatas 5.1-13). Então entendam, por favor: Não fomos condenados por sua justiça por causa do Seu amor, não fomos consumidos por Sua santidade por causa da Sua graça e não fomos criados sem o livre arbítrio por causa da Sua soberania.
A religião gosta de guardar e preservar o que Deus recusa; Marcos 7.7-9: E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, GUARDAIS a tradição dos homens. E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para GUARDARDES a vossa própria tradição.
Deus não cabe em pacotes de filosofias, não cabe em dogmas humanos, não cabe em nenhuma sistematização teológica. Deus tem que ser experimentado. Somente se relacionando com o Eterno, se entregando em fé, que poderemos experimentar essa intimidade. Mas o que se tem visto no meio evangélico é “Deus como uma doutrina, um dogma”, e não como experiência e relação em amor. Os sistematizadores de Deus não conseguem apreender a verdade de modo existencial e relacional, mas apenas lógico e racional.
Lucas 17.20-21: ...Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós. O Reino de Deus está dentro de nós, dentro das pessoas e não em dogmas ou estruturas de templos. Somos filhos do Abba chamados para manifestar o Reino de Deus.
2ª Timóteo 2.15: Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da VERDADE. Manejar bem a palavra da VERDADE é não distorcer o texto para proveito próprio, é não violentar o texto para enganar o povo, é não interpretar o texto para manipular a fé do povo, é não fazer uma exegese demoníaca para tomar o dinheiro do povo, isso é manejar bem a palavra da VERDADE!
Uma teoria pela qual Deus é considerado, necessariamente, o autor do pecado deve ser repudiada por todos os cristãos e, na verdade, por todos os homens, pois nenhum homem pensa que o ser a quem considera divino é mau- no entanto, segundo a teoria de Calvino e Beza, Deus é, necessariamente, considerado o autor do pecado- portanto, essa teoria deve ser repudiada.
Deus já sabia pelo Seu pré-conhecimento que Faraó resistiria a Sua voz (Êxodo 3.19), mas mesmo assim deu oportunidade para Faraó libertar o povo, porém ele "escolheu" desobedecer à ordem que foi enviada através de Moisés (Êxodo 5.2)! Deus não interfere em nosso livre-arbítrio, mas age de acordo com Seu pré-conhecimento, pois o fato dEle saber o que vai acontecer em qualquer contingência humana mesmo antes de nascermos (Jeremias 1:5), não significa que Ele passa por cima da escolha humana ou que fomos predestinados para tal fim; vemos isso claramente em Gênesis 3.
Você acredita que Deus criou o homem e arbitrariamente, soberanamente – que a mesma coisa – criou esse homem sem nenhuma outra intenção a não ser a de condená-lo? O fez, e ainda, por nenhuma outra razão a não ser a de destruí-lo para sempre? Ora, se você pode crer nisso eu tenho pena de você, é tudo que posso dizer: Você é digno de pena, de você poder pensar tão mesquinhamente sobre Deus, cuja misericórdia dura para sempre.
O Autor da santificação é Deus, o próprio Santo Pai, em seu Filho que é o Santo dos santos, através do Espírito de santidade. O instrumento externo é a Palavra de Deus, o interno é a rendição da fé a Palavra pregada. A Palavra não santificará, somente por ser pregada, a não ser que a fé lhe seja adicionada e assim através dela os corações dos homens sejam purificados.
A predestinação bíblica e ortodoxa fundamenta-se na escolha de uma ordem na qual, Deus pré-conhece, quais os agentes livres alcançam a salvação e outros não. Aqui não se trata da predestinação calvinista, onde Deus escolhe arbitrariamente uns para a salvação e outros para a condenação, mas, sim, da predestinação da ordem na qual é exercido o livre-arbítrio do agente.
Somente a Graça! Todas as bênçãos que Deus concedeu ao homem são de Sua mera graça, generosidade ou favor. Seu livre e imerecido favor, favor completamente não merecido, o homem não tendo reivindicação a menor de Suas misericórdias. Foi graça livre que formou o homem do pó da terra, e soprou nele uma alma vivente e estampou naquela alma a imagem de Deus.
Quando me pedem provas da existência de Deus minha resposta é: Para o coração blindado pela incredulidade, até os milagres mais retumbantes viram mera coincidência. Nenhuma prova convence a carne. Por outro lado, para alguém que foi vivificado pelo Evangelho, a busca por provas perde o sentido. Quem tem o testemunho do Espírito em si mesmo dispensa os silogismos dos homens.
Do gesto inaugural da criação ao desfecho último da história, a revelação de Deus se desdobra como vida em movimento: não fragmentada, mas contínua e orgânica. Nesse fluxo sagrado, a Escritura nos conduz por seus grandes eixos: a criação como expressão do desígnio soberano de Deus; a queda como ruptura que desordena o humano; a aliança como insistência graciosa de Deus em permanecer com o Seu povo; a redenção como ápice da entrega divina em Cristo; e a consumação como a convergência final entre justiça, misericórdia e esperança — quando tudo encontra seu sentido n’Ele.
A espiritualidade não aceita procuradores. O teu caminhar com Deus é uma trilha estritamente pessoal, onde ninguém pode respirar, discernir ou amar a Deus em teu lugar. A intimidade com Ele nasce na solitude do seu secreto, na constância diária da oração que rasga a alma e na leitura viva da Palavra. Não terceirize o teu encontro com Deus.
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