Textos sobre Deus

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⁠Com certeza você sabe se pode continuar, ou se prefere parar, O desânimo bate a porta todos os dias, a vontade de desistir muitas vezes fala bem mais alto, a solidão, o desespero, O desamor, falta de Vontade de continuar persiste, Mas não olhe para nada que não seja aquilo que você precisa fazer, que é persistir, continue! Você pode! você é capaz! você vai chegar lá!

Inserida por ruth_nely

⁠Por muito tempo andara em uma estrada conhecida, por vezes, esbarrava em algumas paisagens lindas. Entre idas e vindas, passeios e estadias, pensamentos e devaneios, me veio uma lembrança muito gostosa de sentir. Foi um momento nostálgico. Uma retrospectiva de um quinquênio passou em minha cabeça numa fração de segundos. Foi intenso, foi estarrecedor. Me pego pensando nesta nostalgia que me fez viajar em preciosas lembranças. Penso na dor que os nós causam quando não podemos expressar o sentimento vivido; talvez esse seja o real significado de viver um momento nostálgico, um retrato guardado no porão da memória: olhar pros nós da algia que você sente. De imaginar O nós que se foi um dia e, que, por um momento, virou uma dor sem medida. A nostalgia de hoje me fez lembrar de nós, dos nós, e de como esse nós foi feito e, consequentemente, como foi desfeito. A lembrança de hoje me fez lembrar dos nós, de nós, e de como doeu em mim quando o nó se desfez. O nó da algia que sinto hoje me traz O nós que vivi outrora. Nunca tinha parado para contemplar a paisagem da estrada que sempre passei, nela tinha uma estação; ali, passavam-se trens com várias locomotivas. O nós começou ali quando a porta se abriu, quando o coração se abriu. E não poderia ser diferente... no final da estação a porta se abriu, descemos, um nó se formou, a porta se fechou. Ficou a lembrança. Ficou a dor prazerosa de sentir a mesma sensação de quando O nós aconteceu. Ficou a dor do nó. Depois de tanto sentir, talvez tenha encontrado o verdadeiro significado da nostalgia: reviver a dor do nó que não consegui desatar e nem mesmo expressar.

Inserida por Robkenede

Talvez eu precisasse escrever, talvez não. A difícil façanha de descrever o nada, o tudo, o eu. Navegando neste emaranhado de palavras advindas de um lugar que não se pode ver, mas se pode sentir. Tornar o abstrato em algo concreto é uma tarefa que requer muita habilidade, diria que um pouco de maestria. A difícil arte do viver, do que é viver, de dar vida àquilo que apenas habita em seus pensamentos, em seus sentimentos. Outrora, tenho pensado sobre o que seria esse abstrato que tanto almejo tornar concreto. Não sei! Talvez não tenho uma resposta concreta para dizer. Não consigo nomear. E o fato de não conseguir nomear tal grandeza de sensações, de sentimentos, de vazios, de vácuos, de confusões... me faz uma pessoa capaz de ver a vida com os olhos que abarcam a utopia do que é viver. Mas, ainda não compreendo muito bem sobre a arte da vida, sou muito jovem ainda para ter essa tal de maturidade a ponto de compreendê-la! Talvez a maturidade nunca chegue. E se chegar, um sábio me tornarei, talvez já sou, mas não ouso arriscar em falar sobre essa sabedoria que jaz, creio que é uma responsabilidade a mais para se carregar e, eu não quero. Andei pensando, corri pensando, nadei pensando, viajei pensando, naveguei pensando... mergulhei! Mergulhei de cabeça! Fui à procura do tão utópico e sonhado abstrato; nessa parte, leia-se com expressão de estupefação, um neologismo, até! Será se viver não seria um neologismo a cada instante? A façanha caminhada à deriva no mundo do abstrato, à procura das tão temidas sensações que compõem os vácuos da vida, as lacunas impreenchíveis e, que, possivelmente, nunca serão! É preciso que o vácuo exista e se faça presente, para, só assim, você se reinventar e preenchê-lo sempre que desejar e da forma que achar plausível para sua breve existência de vivências e experiências. Nesta parte, é difícil falar do abstrato, pois o mesmo soa como algo indizível, e ressoa em você como algo intocável, pois as vivências são únicas e abstratas, ao seu modo. Aqui, cabe a mim dizer que o abstrato tem forma, tem vida, tem nome e sobrenome e, apesar de ter nome, não consigo nomeá-lo, por mais que eu queira. Será se esse nome não seria a junção de tudo aquilo que compõe o vazio? Aqui, você pode ler em tom de espanto com um misto de dúvida. Te dou a autorização para navegar no abstrato que paira em você. Continuo te autorizando a refletir sobre o quão imenso e vazio são os abstratos que te compõem. Ledo engano! Cá entre nós, da minha parte, você não precisa de autorização nenhuma. A única pessoa que, realmente, precisa te autorizar, é você mesma. Comecei escrevendo dizendo que precisava escrever. Escrevi, escrevi, escrevi... no final, ainda não consegui nomear o abstrato que habita em mim e que reflete em você. Talvez eu nunca conseguirei fazer tal descrição. Acho que a maior façanha é essa: tentar viver aquilo que não se pode prever.

Inserida por Robkenede

"E o abraço levou, levou... Quase que tudo... Ficaram apenas os melhores momentos. E o vento levou, soprou... E do seu sopro leve, deixou marcas contundentes. Marcas de inspiração, expiração. Sepultei um sentimento que não quero exumá-lo em um momento próximo – caso contrário, ele renasceria de uma forma indizível, plausível. Tentei viver um sentimento que não possuía evoluções – talvez até caráter. Vivê-lo de novo? Sim, mas jamais da mesma forma, da mesma intensidade! Arriscaria tudo. Tudo. E do abraço, quero apenas o sentimento que rolou no momento – só isso e nada mais. Espero um dia que esse tal de cupido lance e acerte uma flechada de reciprocidade, não de sentimentos e de pessoas, mas de ambos."

Inserida por Robkenede

"Sofri calado, no anonimato. Infelizmente, descobri na prática o que sempre estava na teoria: nunca troque suas verdadeiras amizades por pessoas que não se importam com você. Um verdadeiro amigo se descobre quando compartilhamos tudo, quando temos coisas pra falar um para o outro mesmo sem assunto. Vambora? Foi à primeira coisa que te perguntei. E você: para onde? Chamei apenas pra ir a um lugar em que o destino nos reservou, vamos seguir o vento, vamos sair sem destino, à deriva. Só assim não colocaremos pedras no caminho e, se vier pedras, que sejam preciosas e que sirvam para ladrilhar nossos caminhos – espero que essas pedras sejam novos amigos que surgirão em nossas vidas. Caso contrário, construirei um grande e belo castelo com essas pedras para nos proteger. E se ele cair? Jamais trabalhei com essa hipótese! Construirei o nosso castelo sobre ROCHAS. Rochas inabaláveis que resistirão as intempéries do tempo. Percebe-se... Percebe-se que somos GRANDES amigos."

Inserida por Robkenede

"O culpado sou eu. Sempre sou eu. Como querer um ser sem lutar? Conquistar sem tentar? Batalhar sem enfrentar? Como?... Tento procurar as respostas, mesmo sabendo que elas não existem. Talvez as perguntas sejam as respostas que procuro, as temidas perguntas que me sufocam, tira-me o fôlego dos sentimentos surreais, transcendentais, enfim... o abismo me espera, os grandes cânions dos meus sentimentos me esperam, mas ainda tenho uma leve impressão que existe uma lagoa azul no final disso tudo formada por minhas lágrimas que caíram em forma de gotas de sangue, lágrimas em gotas petrificadas no mais árduo âmago do meu ser. Indescritível sentimento que foi me matando aos poucos, sentimentalmente... emocionalmente... paulatinamente. Tirou-me a dignidade de dizer: “Agora sou homem por completo!” Lágrimas rolam em meu rosto no formato de diamante, acho que eles são sintéticos, pois se fossem verdadeiros teria encontrado as respostas para todas as perguntas que fizera outrora. Agora, tento lapidá-las mesmo sabendo que será impossível. Quero imaginar o inimaginável. Quero viver o que não foi vivido – se é que a vida me entende. Quero viver a vida vendo com os ouvidos e ouvindo com os olhos. Quero degustar sua fragrância, seu aroma... seu cheiro. Não quero mais colocar o meu coração nesses paradigmas, nesses desafios. Acho que ele não suportaria outro romance sem sentimentos. Por isso, EXPIRO..."

Inserida por Robkenede

"Vou dar um tempo às ironias que a vida me ocasionou, pois só ele será o ego para conter minhas lamentações que tenho vivido outrora. Agora tenho a coragem de dizer: meu coração funciona a todo vapor, pulsa cada gota de sangue com o mais ímpeto do meu ser. Espero que esse tempo seja efêmero, senão esse belo coração pode parar de funcionar antes mesmo de chegar à próxima estação. E se parar... talvez fiquem lacunas para que sejam preenchidos com a reciprocidade dos sentimentos vindouros. Sentimentos que quero viver cada minuto intensamente, aproveitando o início e o... Ah! e no que diz respeito ao fim, tirá-lo-ei do meu vocabulário, para que eu não possa usar em nenhum momento sequer de minha existência. Uma existência breve que viverei a eternidade."

Inserida por Robkenede

Eu preciso, eu quero. Quero deitar-me, silenciar-me e talvez até gritar! Tenho medo, sim eu tenho medo. Vem, estou te esperando há dias; vou me levantar, erguer a cabeça e sair a sua procura. Espere-me, me escute, olhe-me com outro olhar, já posso sentir a ternura mais terna em seu olhar. Olhaste diferente desde o dia em que eu toquei-a com as minhas singelas palavras. Talvez não foram as minhas palavras que fizeram você ficar atraída por mim e sim o eco que grita em nossos corações desde vidas passadas e quem sabe essa não é a hora de fazer tudo valer a pena? Essa pergunta não pode ficar sem respostas, é claro que o destino vai se encarregar de respondê-la.

Inserida por Robkenede

Só em saber que tu serás o meu opióide, a minha morfina tão desejada; a dor irá se dissipar junto com você para lugares inimagináveis se bifurcando do mero devaneio para um passeio sem volta. Se lançando ao infinito tão esperado, desejado... Vamos gritar soltar berros bem baixinhos como se fosse um sussurro no coração um do outro, vamos chegar ao ápice, ah! esqueci, não existe ápice para isso, o horizonte é o que me sustenta. Olho para o horizonte e vejo que estás longe, ergo a cabeça vejo além do meu olhar e te toco, sinto o teu cheiro, ouço a tua voz sussurrando em meu ouvido como se fosse uma brisa da aurora. Quando desperto desse sonho ao raiar do sol percebo que estou ao seu lado e que estive ao seu lado o tempo todo.

Inserida por Robkenede

"O amor é um detalhe a parte e um pequeno detalhe em que eu não consigo viver sem senti-lo. É o amor que abre e reabre todas as portas, você passa a enxergar o mundo com os olhos sentimentais jamais visto por uma pessoa que tem medo de errar. Amar é ousar, é se jogar no abismo sem ter medo do que lhe espera lá embaixo e deixar que o amor te domine por completo mesmo sem querer. Não deixe que barreiras ocultas fluam de dentro de você. Dê um espaço a ela e elas te mostrarão que amar é desumano, é coisa de loucos, é estarrecedor.”

Inserida por Robkenede

Se eu pudesse gritar, gritaria para o mundo ouvir. Saltaria de tanta vontade de dizer o quanto é bom está em Tua presença. As dores virão, sim, elas virão, mas Deus irá tirar você de todos os vales e você irá passar por elas sem perceber, irás andar sobre o mar, voar sem possuir asas, voaremos nas asas do espírito, e que eu voe, me deixe voar, pular. Quão é bom estar na presença do mais impetuoso ser.

Inserida por Robkenede

"⁠O foco do Evangelho nunca foi você ou eu. Nunca foi nosso limite! Nunca foi até onde vou chegar, mas até onde Cristo foi para me substituir pela morte vicária... A partir daí você só precisa ver se tem como não amar Alguém como tanto amor por você. A Graça só acaba mediante a morte! O restante é inferno criado para nos manter cativos...

Inserida por NinaMorangaAzul

⁠Já falou com Jesus, hoje?Jesus se alegra do nosso diálogo com Ele - na terapia, na cura, na alegria... No silêncio, no falar... Dirigindo, indo, vindo... Decidindo, planejando, executando... Comemorando, festejando... Sorrindo, chorando... Vigiando - para moldar as nossas vontades e emoções, guardadas na mente.

Inserida por JulmarCaldeira51

não há como o compreender o sedento nem as sua ações, reduzido ao pó caído e desolado ao relento permanece aquele que um dia prometeu a luz ao mundo está em queda e apenas os seus resto aqui estão e é como a escória um peso sem valor. Aquele que prometeu ser forte acima de tudo e lutar até morrer caiu perante o primeiro de todos os rebeldes gritos desesperados ecoam de sua pobre alma procurando por um deus que não pode ouvi-ló em seu interior as chamas do inferno ardem um veneno chamado angústia corrompe cada vez sua inocência no mais profundo de todos os abismos lançado foi um lugar sujo úmido onde a luz do sol nunca ousou transpassar e as lágrimas da triste lua não pode cair onde as sombras prevalecem ali as horas e as semanas são iguais. Aquele cordeiro que um dia manchou a terra com o seu sangue hoje derrama o cálice da sua ira sobre min e o seu resplendor ofusca minha existência.

„Agora deve ficar claro que" maravilha "e filosofar estão conectados um ao outro em um sentido mais essencial do que pode parecer à primeira vista na afirmação" Filosofia começa com admiração ". Pois a maravilha não é apenas o começo, no sentido de inicio, do primeiro estágio ou fase da filosofia. Antes, a maravilha é o começo no sentido do "princípio" (principium), a origem permanente e sempre intrínseca da filosofia. Não é verdade dizer que o filósofo, na medida em que filosofa, "emerge da sua maravilha".

Acreditar em certos fatos porque a fonte é confiável é “religião”? Quem fez mais coisas extraordinárias pelo bem da espécie humana do que Nosso Senhor Jesus Cristo? Você conhece alguém mais confiável? Se Ele diz que é o Filho de Deus, quem sou eu para duvidar? Se Ele manda fazer tais ou quais coisas, não devo pelo menos tentar fazê-las, na medida das minhas forças modestíssimas, na esperança de um dia conhecê-Lo e estar com Ele na eternidade, conforme Ele prometeu? Isso é “religião”? Para mim é simples bom senso.

⁠"Páscoa é ressurreição, recomeço... É fé, amor, esperança... Tempo de alimentar novos sonhos, de (re) começar novos caminhos, de lutar por novas conquistas... É um novo tempo, deixando às mágoas, tristezas, incertezas, angústias, medos, inseguranças no passado... Páscoa é renovar-se no amor de Cristo, no amor ao próximo, no amor à si mesmo!"

⁠Não existe remédio para uma alma ferida, o que nos faz sofrer está nas muitas palavras, por vezes, palavras hipócritas e mentirosas. Como pode um homem morto viver? E se ele vive, porque e por quem vive? Dizer que morreu para o mundo é muito mais que um ato religioso, é uma decisão, decisão que muitos abrem mão, e a cada nascer de um novo dia, encontram no mundo o pão que alimenta a carne e ignoram o pão que alimenta a vida. Eu estou cansado, não quero ser mais um na multidão, as palavras precisam sair do papel, eu busco um sentido para viver.

Confesso que sou uma criança mesmo com minha idade, uma criança da descrença e do ceticismo e, provavelmente (no fundo, sei disso), serei assim até o fim da minha vida. Quando tudo isso tem me atormentado (e até hoje perturba) – essa nostalgia da fé, que é ainda maior por conta das provas que tenho contra ela; ainda assim, Deus me dá por vezes momentos de perfeita paz. Nesses momentos, tenho construído meu credo, no qual tudo é claro e sagrado para mim. Esse credo é extremamente simples: creio que não há nada mais adorável, profundo, compassivo, racional, viril e perfeito que o Salvador; digo a mim mesmo, com amor enciumado, que não só não há ninguém como Ele, mas que não poderia haver ninguém. Diria até mais: se alguém pudesse me provar que o Cristo está fora da verdade, e se a verdade realmente excluísse o Cristo, eu preferiria estar com o Cristo e não com a verdade.

Fiódor Dostoiévski
Dostoiévski Correspondências 1838 -1880. Porto Alegre: 8Inverso, 2009.

Nota: Trecho de carta a Natália Fonvizina, escrita em fevereiro de 1854.

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Nesta época de natal recordamos a sabedoria dos mais velhos diante a generosidade humana. Fomos ensinado a dar, aos menos favorecidos o mais simples, o mais barato, o mais reaproveitável, por que tínhamos muito pouco. Dentro desta antiga pratica reconheci em vida uma valorosa sabedoria, pois tudo que se oferece aos menos afortunados de novo, de primeira qualidade, de boa marca infelizmente é desviado por miseráveis de espirito que se valem imoralmente desta oportunidade. Geralmente os verdadeiros pobres e necessitados não veem nem a sobra do que foi generosamente e inocentemente, dado. Diante disto, aconselho ofertarem, arroz quebrado e não parafinado, muito fubá, macarrão do mais barato, sacos que fazem panos de chão, cobertores bem baratos, e roupinhas também. E que Deus proteja os humildes da maldade dos lobos covardes que se transvestem de cordeiros nestas datas festivas para oportunidades imorais, distante do justo afloramento só do bem para toda humanidade.