Textos sobre Tempo
Almas inocentes
Olhando nos olhos de uma criança eu vejo muitas coisas, muito tempo perdido e vidas sem abrigo, Muitos falsos amigos maquinando a mente para mal, pouca educação e muito furto dos engravatados vivendo uma vida de luxo, tem gente achando que isso e normal! Olhos viram sangue que não pode ser esquecido, a eles foram mostrada o imprevisto. Morte, pobreza e fome em seu vocabulário está, mas além disso a foça, alegria e um suspiro de uma mãe a chorar. Talvez seja falta opção ou até mesmo querer, alguns dizem falta de carácter eu digo falta de poder.
O tempo se contorce como espiral de fumaça, e os ventos sussurram segredos que ninguém pediu. “Percebo ao fechar os olhos”
Talvez não seja loucura talvez seja só o cosmos.
Na galáxias tortas, dança com os sapatos trocados, rindo para não gritar. “Penso nos astros em movimento”,
dançando no cosmo
A algum tempo é sabido mas não compreendido com vontade e intento para realizar mudanças necessárias, que a base inicial crucial para qualquer reforma politica seria e eficiente no Brasil deve começar com uma reformulação dos processos investigativos e uma abrangência de foro mais eficaz nos Tribunais de Contas da União, dos Estados e dos Municípios.Sem uma contabilidade estatal justa e par não
existe responsabilidade fiscal, ética e moral dos representantes administradores e administrações da coisa publica perante os representados.
Depois de um tempo, a onda abaixa, o mar se acalma. A brisa do vento é leve, tranquiliza.
Pouco ou quase nada te faz falta. Tudo está completo. De dentro pra fora.
A paz reina no peito. Sentimentos bons florescem.
Ao acordar, luz. Ao dormir, plenitude.
Palavras são ditas bem baixinho, frases longas já não existem. Dai você aprende, que menos é sempre mais.
Aprende que as responsabilidades alheias são alheias, e não cabe a você mudar o mundo. Mas respeita o mundo que existe em você.
Entende que nem tudo que vai, volta. E tudo bem, e tudo bem. Tem coisas que não precisam voltar.
Aprende que silêncio também é resposta, e que pode haver muitas palavras em um suspirar baixinho.
E aprende a aprender, às vezes, até desaprendendo...
REFÚGIO DE MALÍCIAS
(Nepom Ridna)
Sinto saudade do tempo de ignorância plena;
Quando nos roubavam, e minha alma era ingênua!
Hoje, num refúgio cheio de malícias;
Escrevo poemas.
Sinto saudade do tempo encantado
Quando o que era roubado era só o passado
Minha alma ingênua acreditava na cena
Hoje só restam malícias em nossa arena
Escrevo poemas em linhas tortas
Versos que revelam as portas
De um refúgio de malícias tão meu
Onde o certo e o errado se perdeu
Nas noites vazias lembro com tristeza
Daquela ignorância que chamava de certeza
Os sorrisos fáceis e as promessas vãs
Agora são fragmentos em minhas mãos
Escrevo poemas em linhas tortas
Versos que revelam as portas
De um refúgio de malícias tão meu
Onde o certo e o errado se perdeu
O tempo mudou e mudou com ele
Minha alma vela um novo impasse
Um novo emblema
E nos versos soltos encontro meu abrigo
Entre a emoção e a razão tão antigo
Sinto saudade do tempo de ignorância plena;
Quando nos roubavam, e minha alma era ingênua!
Hoje, num refúgio cheio de malícias;
Escrevo poemas.
Escrevo poemas em linhas tortas
Versos que revelam as portas
De um refúgio de malícias tão meu
Onde o certo e o errado se perdeu
Sinto saudade do tempo de ignorância plena;
Quando nos roubavam, e minha alma era ingênua!
Hoje, num refúgio cheio de malícias;
Escrevo poemas.
Já é tempo de pararmos de agir com malandragem, já é hora de cada cidadão encarar e se conscientizar que o famoso e famigerado "JEITINHO BRASILEIRO" é falha de caráter, parar de ludibriar e exigir o mesmo, ao invés de usar o famoso e mal visto lá fora "jeitinho brasileiro". Sejamos éticos sempre!De uma forma que quando nossos filhos pensarem em honestidade, integridade e justiça, lembrem-se de nós.
(Mário Luíz)
Fui abstraído de minha posição de poeta
Por ser altruísta demais para o meu tempo,
E reconhecer o altíssimo valor do contratempo
Para a preparação de um ser exegeta
Exegeta este que é interpretador e poeta
de textos há muito esquecidos pelo homem
Pois os tolos seguem o idealista super-homem
mas esquecem dos antigos eunucos ascetas
Pois por isso eu repudio este povo
povo este de falsos ídolos e estátuas
Buscam bens, trabalhando os promovo
sujando-se por aquilo que lhes convém
Poema - A Vida é um Sopro
A única certeza é a morte
Não é jogo de sorte
Nem de azar
O tempo vai passar
Vai mostrar
Preciso relatar.
A história se repete
É quando se perde
Que se valoriza
Na internet viraliza
Flores e postagens
Fazendo homenagens.
A vida é um sopro
Sofre em dobro
Quem fica
Não é crítica
É uma alerta
Na terra.
Ame para ser amado
Perdoe para ser perdoado
Antes do arrependimento
Ainda há tempo
Valorize em vida
Antes da partida.
Não se obrigue a nada! Elabore tudo com naturalidade. Vivemos pouco tempo neste mundo para nos obrigar a qualquer coisa, tente diferenciar obrigação com vontade de realizar:
Não se obrigue a fazer dieta, realize com calma
Não se obrigue a praticar exercícios físicos, realize com naturalidade e assim por diante.
A VIDA NÃO É UMA OBRIGAÇÃO, ELA É NATURAL, VIVA COM SABEDORIA!
VISÃO LEVIANA
O tempo passa e tudo muda.
Ele mostra tantas coisas:
Sofrimento, maldade, tristeza;
A loucura chega para todos !
Manigold não era tão leviano
Como dizia o mestre.
Seus olhos contemplaram tanto mal
Que tudo era escuridão.
Aos poucos tudo se torna banal,
Inclusive a morte.
FIM DO MUNDO - 5 BILHÕES DE ANOS -2024
No limiar do tempo, daqui a 5 bilhões de anos adiante, nossa saga cósmica, um desafio constante.
Explorar novas fronteiras, além do nosso lar inicial, como uma só humanidade, rumo ao espaço sideral.
Com audácia e engenho, forjaremos nosso destino, nos confins estelares, onde encontraremos nosso caminho.
Então, ergamos os olhos para nossa epopeia eternal, ecoando além do tempo e do que nos faz mortal.
Quando uma pessoa tenta fazer você questionar a realidade, você investe tempo de processamento mental para decifrar uma incongruência que poderia estar investindo do mesmo processamento em criatividade.
Esse processamento te custa caro para teu organismo. Esse padrão do gaslighting tá presente em vários níveis por aí. Mas a massa se tornou vaidosa, observe o comportamento no digital, os indicadores sociais. O vaidoso precisa de você, tu não precisa dele.
Inverno e tempo ruim;
Nuvens, Neblina, chuva.
Não importa, sempre sairei pra caçar.
Ursos da caverna , elefantes brancos, diabretes da montanha;
Mas logo no início de minha aventura me deparo, nas margens do rio Del Wine, com a maior e perplexa visão das ultimas caças.
Camponesa, mediana e com cara de perversa.
Lábios tendenciosos, vestido de linho, mas parecia vestir suas próprias veias;
Pele branca e macia como neve.
Corpo divino em curvas, mas perplexo e curioso que pista de rally dakar.
Aproximavam-se com olhos assassinos e aconchegantes, passos de sereia como se tivesse acabado de ganhar pernas, como se implorassem para eu cair de joelho de tanta força que me desprendia.
Malditos cabelos de fogo, arrancavam as nuvens do céu e a neblina do ar.
Ardia minha pele em reflexos pontiagudos como lamina;
Derrotaram-me em cada passo que se aproximava.
Afinal, contra o que estou lutando?
_Acorda desgraçado! Quem é esta tal de camponesa?
_ Eu acho que estava sonhando. Por que?
Reflete na gota o sorriso mais gentil que os olhos podem ver.
Perde no tempo a beleza mais pura que teus braços puderam trazer.
Corre para o abismo os sonhos que teus pais e amigos te desejaram viver.
Voa para o azul, voa para o sul, só não deixa a tristeza te deixar se perder.
Perder, o sorriso mais lindo, a beleza mais pura, o sonho mais lindo, que já pude ter.
O tempo passa organizando os acontecimentos,
marcando datas, definindo épocas.
Passa de forma diferentes pra todas as pessoas,
Passa diferente pra mim.
Dizem que é relativo.
O vento eu nunca vi, apenas senti.
Nunca soube de onde veio, nem tampouco pra onde foi.
Mas veio, e foi. Mudando as coisas a cada instante
de uma forma diferente.
Foi, e nunca mais vi!
A água do mar, De lá eu vim!
Tantas ondas se passaram.
Mas nenhuma era como a outra: umas frias, outras geladas, ou nem tanto.
Pareciam todas iguais mas não eram!
Eu conheci todas!
E todas passaram.
O tempo, o vento e a água do mar todos marcaram tudo, ao mesmo tempo, de uma forma diferente.
Diferente pra mim do que para todos os outros.
Não sei como, nem porque.
Apenas lembro. Lembro de algumas coisas
que foram marcadas e deixaram saudade!
O meu entanto, no tempo, a fundo.
Nem por um segundo deixei de Amar;
Eu sou só isso. É o que mais tenho,
talvez a alguém: seja nada.
De um profundo encanto, me contento,
entendo que o Amor é minha Escolha.
Momento de paz para quem sabe Amar.
Eu sou só isso. É o que mais tenho,
talvez a alguém: seja nada.
Novos tempos
Não estamos mais no tempo dos coronéis
Naquele tempo que o homem tudo podia
Em que as mulheres escravizadas
Aceitavam as regras por intimidação,
As pobres Amélias consumidas.
Ainda existe por aí, homens coronéis,
Que vivem no passado
Achando que indo aos bordéis
Ainda serão reverenciados.
Pobres ignorantes do planeta
Irão ficar somente embriagados.
Embaixo do Equador
No Brasil é assim
Três meses de bom tempo
Nove meses de inferno
Porém, colonizadores aqui chegaram
Inteligentes como eram
Ao invés de tirarem os agasalhos
Vestiram os Tupiniquins
Fomos ul-trajados a rigor
Brasileiro que se preze
Não camufla a sua beleza
Mantém a sua frescura e pureza
Embaixo desse hemisfério
é povo que anda nu.
Eu queria ter vivido
Eu queria ter vivido
quando o tempo era manso
e as palavras não corriam
numa tela sem trato.
Quando o vento escrevia
nas janelas abertas,
e o silêncio trazia
respostas concretas.
Eu queria ter vivido
onde o olhar era carta,
onde o encontro não era
só um nome sem face.
Quando a praça era o mundo,
o degrau era escola,
e a verdade não vinha
mastigada em retórica.
Eu queria ter vivido
num instante sem pressa,
onde a vida pulsava
no compasso das eras.
Mas vivo no ruído
de um tempo sem tato,
onde o toque é um vulto
e a alma, um contrato.
A dança dos extremos
Na praça do tempo, a extrema direita grita,
Faz da espada seu verbo, da fúria sua escrita.
É um vendaval que ruge entre os campos de dor,
Plantando espinhos onde o trigo já foi amor.
Lá vem o cavaleiro, com bandeiras rasgadas,
Ecoando promessas de glórias passadas.
Mas são sombras de reis que nunca existiram,
Fantasmas de um poder que tantos sucumbiram.
E do outro lado, suave, a esquerda caminha,
Com pés descalços sobre a terra que alinha.
É o sopro da aurora no campo semeado,
O canto das mãos que constroem o legado.
Dos livros nascem pontes, dos sonhos, revoluções,
É o abraço do povo contra as prisões.
Mas a bonança tem curvas, também seus tropeços,
Pois no campo das ideias, há espinhos nos começos.
A história é mestra, nos sussurra ao ouvido:
Já vimos extremos ferirem o perdido.
Mas também vimos florescer, em terreno infértil,
A coragem de lutar, ainda que em solo hostil.
Que não nos guie o ódio, que não nos cegue o temor,
Que a mão que aperta o punho também saiba dar flor.
E que na dança dos extremos, o equilíbrio seja o fim,
Para que a história cante o melhor de seu jardim.
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