Textos sobre Tempo

Cerca de 25293 textos sobre Tempo

‎"Jah faz algum tempo que não pronuncio as palavras te amo.
Na verdade para mim elas não tem muito peso, mas qual é o coração que não se sente aconchegado ao escutá-las não é mesmo ?!
Prometi para mim mesma que jamais pronunciaria estas palavras a não ser que houvesse sentimento suficiente para isso.
No fundo tenho medo que jamais consiga pronunciá-las novamente, não no sentido de família sabe, pois mãe, filhos e amigos tem meu te amo sincero em quase todos os momentos.
Me refiro aquele te amo de casal, aquele que quando você pronuncia aperta o coração, e quando ouve os olhos se enchem de lágrimas.
Não perco a esperança, não tenho pressa pois quero um te amo maduro, consistente, não esses que as pessoas usam como bom dia.
Espero que ele tenha força para amadurecer dentro de mim e dentro de alguém que também espera o mesmo....
E que quando for dito...que traga felicidade e sinceridade para ambas as partes.
Espero sempre"

Se for paixão, deixa fluir...
se for amor, deixa rolar...
suas duvidas com o tempo vou tirar;
Eu te adoro minha pikena e eh do fundo do coração,
pod crer ke no escuro, eu seguro a sua mão...
Não prescisa ignorar
ousa apenas o coração falar...
mas feche os olhos
que agora eu vou te guiar...

Essa distância ainda vai me matar! O tempo passa, a vida passa, o tempo não para e minha saudade por ti só aumenta. Ah, se eu pudesse te ver… esses problemas que enfrentamos hoje se transformariam em soluções. Posso dizer que são como pedras no nosso caminho, que um dia juntos construiremos o nosso castelo. Essa saudade que eu sinto é a prova de que eu te amo. Nunca duvide disso! Tudo que coloco aqui são as mais sinceras palavras!
Tudo bem que nem 1% do que eu sinto estão expressas aqui mas tudo bem!
E quer saber mais?
Se no futuro eu não for seu presente, no amanhã eu for o seu hoje, lembre-se, que no seu passado eu ja fui um pedacinho de você. Te amo, meu amor, te amo, te amarei sempre. ♥

BOULEVARD CAFÉ


Chove torrencialmente. Na rua transeuntes dispersam-se. O tempo mudou de humor, esbraveja trovoada. Chora, lava as ruas. O destempero temporal, chuva brava, silencia.
Mulher desce a ladeira, devagar para não cair. Leva nas costas o peso das preocupações impostas pela vida, ao encontro do Boulevard Café, pausa rotineira.
Molhada, no balcão faz seu pedido, na inquietude saborosa do desejo de degustar um mentolado café.
Engole como se fosse o último, prazer destilado aos poucos. Degusta também, algumas aflições inevitáveis, entre um e outro gole.
Olhares sutis despertam a cumplicidade. Homens de paladar apurado saboreiam a admiração.
Entre os olhares, insinuante aceno. Um breve olhar ensaia a resposta do adeus.
No Boulevard Café, o mesmo pedido, a mesma medida, os mesmos olhares e um salutar café.
Na rua a chuva silenciara. A mulher retoma seu trajeto, com o fardo mais leve, deixando as preocupações a mercê do destino.
O sol aparece tímido, alguns pássaros cantarolam, ensaiando um fim de tarde poético, de mornas inquietudes na passarela cotidiana da vida.

A vida me leva a cada segundo

A cada minuto o tempo tira um pouco da minha juventude

A cara hora a vida vai levando meu tempo restante

A cada dia minha inocência vai perdendo a graça

E então se passa os meses e vou ficando mais velho o que é inevitável, e minha vaidade já não é tão importante

E em fim os anos me colocam de fronte do meu fenecimento

E no meu eterno tempo olho dentro dos nos meus olhos e vejo que tudo é passageiro e que o mundo vai acabando a cada janeiro...

O tempo
Passa tão rápido.
O tempo deixa para trás, os momentos vividos, os bons e os sofridos, mas que jamais são esquecidos.
Dentro da lembrança guardo momentos que contigo vivi.
Cada palavra dita, cada gesto realizado, cada olhar trocado, os beijos calorosos, que persistem em permanecer em mim marcados, lembro-me de tudo, queria muito esquecer, mas o amor que ainda sinto, só me faz lembrar você!

O grande amor de Deus


Por muito tempo, caminhei buscando a grande felicidade, e por onde andei, somente encontrei escuridão,
Das coisas que busquei, eram apenas coisas materiais, que o tempo leva embora, não deixando marcas, apenas vestígios.
A felicidade que busquei trazia com ela um preço, preço alto para se pagar, e quando me dava por conta, já estava com grande dívida e ainda não havia encontrado o que queria.
O meu grande anseio, durante muito tempo, foi ir ao encontro desta grande felicidade, e por várias vezes deixei passar despercebidos os pequenos instantes, que trazem consigo as pequenas alegrias. Estas que talvez somadas, eu iria encontrar a verdadeira e grande felicidade.
Mas na teimosia, ainda continuei o meu caminho, ao encontro da grande felicidade, e quanto mais eu caminhava, nada encontrava e além de tudo, já estava cansada, e ao contrário da felicidade o que me preenchia eram as tristeza e as decepções.
Depois de muito caminhar, sempre olhando no horizonte, observei que a estrada, estava cada vez mais longa, e que era impossível enxergar a felicidade daquele local, então me sentei, pois, estava muito cansada e comecei a olhar o céu azul que cobria minha cabeça, no cansaço, vi algo diferente, achei que estava tendo alucinações, mas firmei meus olhos contra o sol e ante ao céu azul, e vi que realmente tinha algo lá. Era uma grande mão estendida, que vinha de uma grande nuvem, e que dizia em voz alta e em tom brado:
_Dá-me aqui sua mão, te mostrarei a grande felicidade! Sem hesitar ergui os meus braços o mais alto que pude, e esta grande mão me puxou forte, era a grande mão de Deus, que estava sempre ali estendida, mas eu sempre preocupada em procurar a felicidade, olhando sempre para o horizonte, não desviava meu olhar, para ver o que havia ao meu redor, que eram as pequenas alegrias, então percebi, que para ser feliz, eu precisava estar sempre de mãos dadas com Deus, e a partir daí, continuo seguindo meu caminho, segurando nas mãos de Deus com toda força possível, mas sempre olhando ao meu redor, observando as pequenas alegrias que somadas, me levam a grande felicidade...
O grande amor de Deus me preenche e me deixa livre para perceber as pequenas alegrias, que antes não via.

APOSTILA (11-4-1928)

Aproveitar o tempo!
Mas o que é o tempo, que eu o aproveite?
Aproveitar o tempo!
Nenhum dia sem linha...
O trabalho honesto e superior...
O trabalho à Virgílio, à Mílton...
Mas é tão difícil ser honesto ou superior!
É tão pouco provável ser Milton ou ser Virgílio!

Aproveitar o tempo!
Tirar da alma os bocados precisos - nem mais nem menos -
Para com eles juntar os cubos ajustados
Que fazem gravuras certas na história
(E estão certas também do lado de baixo que se não vê)...
Pôr as sensações em castelo de cartas, pobre China dos serões,
E os pensamentos em dominó, igual contra igual,
E a vontade em carambola difícil.
Imagens de jogos ou de paciências ou de passatempos -
Imagens da vida, imagens das vidas. Imagens da Vida.

Verbalismo...
Sim, verbalismo...
Aproveitar o tempo!
Não ter um minuto que o exame de consciência desconheça...
Não ter um acto indefinido nem factício...

Não ter um movimento desconforme com propósitos...
Boas maneiras da alma...
Elegância de persistir...

Aproveitar o tempo!
Meu coração está cansado como mendigo verdadeiro.
Meu cérebro está pronto como um fardo posto ao canto.
Meu canto (verbalismo!) está tal como está e é triste.
Aproveitar o tempo!
Desde que comecei a escrever passaram cinco minutos.
Aproveitei-os ou não?
Se não sei se os aproveitei, que saberei de outros minutos?!

(Passageira que viajaras tantas vezes no mesmo compartimento comigo
No comboio suburbano,
Chegaste a interessar-te por mim?
Aproveitei o tempo olhando para ti?
Qual foi o ritmo do nosso sossego no comboio andante?
Qual foi o entendimento que não chegámos a ter?
Qual foi a vida que houve nisto? Que foi isto a vida?)

Aproveitar o tempo!
Ah, deixem-me não aproveitar nada!
Nem tempo, nem ser, nem memórias de tempo ou de ser!...
Deixem-me ser uma folha de árvore, titilada por brisa,
A poeira de uma estrada involuntária e sozinha,
O vinco deixado na estrada pelas rodas enquanto não vêm outras,
O pião do garoto, que vai a parar,
E oscila, no mesmo movimento que o da alma,
E cai, como caem os deuses, no chão do Destino.

Aquele homem era metido a intelectual.

sobrecarregado de tintas amarelas, por falta de tempo ou algo qualquer, vivia aquela vidinha medíocre de fim de tarde nublado e jornais rasgados. Ele tomava vinho as sete horas da manhã e olhava pela sua janela o tempo passar. Tentava fazer algo a respeito mais decidiu que iria só ficar ali vendo o tempo correr. Lendo páginas insignificantes de Einstein, e tento um complexo de inteligencia francesa. Suas músicas eram todas melancólicas ao ponto de não terem um sequer refrão. Corre o tempo lá fora e não se tem mais rimas, as rimas acabaram junto com o chá na cabeceira de sua cama, e seus pares de meias amarelas se desprenderam faz tempo do varal…Até que chegue uma visita e lhe chame para tomar um café lá na esquina e versar sobre a vida continuara ali, parado sem iniciativa de começar novamente. Enquanto seus discos antigos tocam, ele olha um retrato velho na parede e se lembra -era essa moça que me abraçava- E as pessoas vão embora do mundo, mas sempre ficam cravadas em nossa alma.

Com o tempo a gente não reconhece as pessoas...
Com o tempo a gente esquece de algumas pessoas...
Com o tempo a gente aprende a viver sem algumas pessoas...
Com o tempo a gente não quer dividir nossas vidas com algumas pessoas...

O problema não é a gente ou as pessoas.... o problema é o tempo...

"Não tenho tempo para odiar quem me odeia, não tenho tempo para brigar com
quem não me entende, não tenho tempo para me preocupar com quem não se
importa comigo, sabes porque? Porque estou ocupada a amar quem me ama,
falar com quem me entende e lutar por aqueles que ainda se importam
comigo! A vida é demasiado curta para dar importância a quem não merece.

Debaixo do tamarindo

No tempo de meu Pai, sob estes galhos,
Como uma vela fúnebre de cera,
Chorei bilhões de vezes com a canseira
De inexorabilíssimos trabalhos!

Hoje, esta árvore de amplos agasalhos
Guarda, como uma caixa derradeira,
O passado da flora brasileira
E a paleontologia dos Carvalhos!

Quando pararem todos os relógios
De minha vida, e a voz dos necrológios
Gritar nos noticiários que eu morri,

Voltando à pátria da homogeneidade,
Abraçada com a própria Eternidade,
A minha sombra há de ficar aqui!

TEMPO...

passa...
tempo chega...
tempo se vai...
tempo não para...
tempo de alegria...
tempo de tristeza...
tempo de riso...
tempo de choro...
tempo de esperança...
tempo de espera...
tempo no tempo

...é tempo que se vai ao ver o tempo passar
entre tempo de choros e tempos de alegrias e risos, e esse tempo se vai com o tempo que nao quis parar quando o tempo chegou e se foi...
mas é tempo de tempo novo...
aproveite o tempo novo...
que passara e nao terás tempo de chegar novamente...
então esta no tempo que se chama HOJE - APROVEITE O TEMPO AGORA e viva o melhor do seu tempo...
antes que o tempo se vá...

ROMÂNTICOS

Houve um tempo em que os poetas,
Ardiam de amor.
Catavam silenciosos, rimas,
Deliravam em febre e iam solitários,
Tudo em nome de qualquer amor.
Alguns escreviam deitados, e tomavam chá
De hora em hora, enquanto a amada chora,
Por desespero, por não amar,
Por não deixar-se amar.
A repulsiva sorte do pobre, a morte,
Ironicamente os inspiravam a falar de sorte.
Houve um tempo, tempo de delírios,
Dos moços, das tabernas infiltradas,
Das chuvas em mormaços,
De uma dor devastadora, que doía,
Uma dor que não suplantava
As mágoas do poeta em não ser amado.
Será que estar por vir esse mandamento,
Em que a poesia pede esse andamento,
Em vez de externar sua beleza, pureza,
Fica nas tranqueiras, no mal pensamento,
Viver só com a morte ao lado,
Morrer com a amada distante
Com a cama repleta de papéis cruzados,
De obras rimadas, de um corpo finado.
naenorocha

Saudosismo

Embora avante siga o tempo do universo, e que nossas vidas o acompanhem, existe um sentimento inverso, de que a constante busca de uma realização não se encontre no futuro incerto, mas sim, no passado glorioso em que já realizados estávamos. O fato é que não "ganhamos" experiência e sim vivemos "perdendo" experiências. A agonia inegável do tempo. A dúvida que se estabelece indagando-nos se podem ou não encontrar-se algum dia, desobedecendo a matemática dos anos, criando-nos a ilusão de que a felicidade de outrora era mais feliz que a que certamente me espera. Puro engano? O tempo dirá. Considero que este sentimento não se define, não se traduz, não se explica. Está escondido no mais fundo da intimidade humana, no baú solitário das emoções. Revirar esse baú tem conseqüências diversas, pode libertar um sorriso ou uma lágrima. Ou os dois. Caso você não tenha entendido nada do que falei, talvez você ainda sonhe com o pote de ouro no final do arco-íris, ou expressei-me mau. Refiro-me a Antológica Saudade.

Não deixe o tempo levar
Aquilo que se pode guardar
Dentro do seu coração

Se arrependa e recomeçe
Nada é o que parece
Mas façais por merecer
Sem deixar que o amanhecer
Apague todo o seu querer

Se o passado é presente
Não lamente o que passou,
Vá em busca e persistente
Do que um dia lhe escapou.

Aproveite o momento
E faça a coisa acontecer.
Vá além do pensamento,
A vida é para se viver!

Deixo livre, meu amor para amar

Não me lembro ao certo como tudo começou, mal tive tempo, foi tão de repente, tão mágico, e eu já tinha a certeza que era “amor” . Poderia acontecer qualquer coisa, que nada iria mudar. Sabe quando voce não se da conta do presente, e quando percebe começa a sonhar com o futuro? Então... vai entender como me sentia .

Tinha tanto medo que fosse sonho, e em um piscar de cílios, eu viesse a acordar, e tivera que enfrentar minha realidade. O amor em si, nunca tinha sentido, tampouco pensava nele, demorou muito, mas meu dia chegou. Eu começava a amar, mas a dúvida era freqüente: Será que ele sente o mesmo, ou... um pouco que seja?

Enfim, tomei uma decisão, não iria querer saber “tudo na hora” achei melhor cuida como uma flor. Para que assim, crescesse forte e a cada dia, vende o crescimento da flor virando “amor” . Mas, a vida nos testa, ela joga com nossa mente, o tempo passou... e nada mudou, era eu com meu amor, sem o amor de quem dei, o amor que ainda tinha.

Não há amor que suporte viver, sem o amor de alguém, para cuidar de ti. Essa fora minha maior atitude, deixa livre quem amava, para cuida de mim mesma, e o resultado... foi que “ele” não me procurou, seguiu seu caminho, e eu? Bem, eu, sigo o meu ...

Mesmo colando meu coração, as vezes até falta pedaços, mas, mesmo assim, olho pra frente. Acreditando que além de dor, haja em algum tempo, algum lugar, algum dia... alguém que vai me encontrar. Não sei seu nome, não sei como é, mas sei que há um menino encantado, estranho, porém mágico a me esperar. Porque a vida vai além de chorar, ela quer amar .

Evito gastar meu tempo com coisas inúteis. E existem coisas que faço com a justificativa do prazer imediato, sem medo do futuro.
A vida passa rápido, muito rápido. Não consigo desperdiçar meu tempo em bobagens ou com coisas que não me façam feliz. A vida é um chamado a responsabilidade consigo mesmo e com o nosso destino. Somos capitães e timoneiros no nosso próprio destino.

Minha mesmice

O tempo passou,
Tudo mudou,
Mas eu não mudei!
Continuo na minha mesmice...
Olhem pra mim:
O mesmo WALLACE de sempre,
O mesmo cabelo,
O mesmo corpo,
O mesmo olhar,
Os mesmos motivos,
Mesmas lágrimas,
O mesmo sorriso,
A mesma voz,
Os mesmos sentimentos,
A mesma agenda telefônica,
A mesma vida...
Enfim,
O mesmo velho WALLACE!
E eu me julgando extremamente
diferente de mim mesmo,
Tão cheio de mim...
-PAREMOS JÁ!
Afinal, sou eu o responsável!

E EU QUE ACREDITEI NA NOSSA AMIZADE!!!
SEDENDO MEU TEMPO TÃO PRECISSO EM VÃO
Ñ TENHO MAIS PQ ALIMENTAR ESSA MA FÉ...
TE DESEJO A SOLIDÃO E TE DOU O MEU DESPREZO...
SO ASSIM ENXERGARÁS O REAL VALOR DE UMA AMIZADE
SE Ñ VALORIZAR PERDE E VC ME PERDEU...
SE ENCONTRAREM ALGM COMO EU ...
VERÁS O ERRO Q VC COMETEU...