Textos sobre Tempo

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A vida é um sopro e não sabemos quando será o último suspiro, logo, Não perca tempo odiando, ganhe tempo amando; Não perca tempo chorando, ganhe tempo sorrindo; Não perca tempo criticando, ganhe tempo solucionando; Não perca tempo entristecendo, ganhe tempo alegrando; Não perca tempo acumulando mágoas, ganhe tempo liberando perdão; Não perca tempo lamentando o pouco que tem, ganhe tempo agradecendo tudo que tem. E assim o tempo que tens será de aproveitamento máximo com a certeza de que semeou e colheu o melhor dessa vida...

ela me pediu um tempo so que ela n tinha me falando quanto tempo, e nem que o tempo é uma ilusão o tempo não é de segunda a domingo de janeiro a dezembro esse é um rotulo que damos a ele esse, poque nos seres humanos somos acostumados a fazer isso com tudooooo tudo mesmo, o tempo so passa ele so faz o que tem que fazer o sol so nasce ele nao ta preocupado se são 5 horas da manhã ou se sao 7.

«Se um morto se inquieta tanto, a morte não é sossego, Não há sossego no mundo, nem para os mortos nem para os vivos, Então onde está a diferença entre uns e outros, A diferença é uma só, os vivos ainda têm tempo, mas o mesmo tempo lho vai acabando, para dizerem a palavra, para fazerem o gesto, Que gesto, que palavra, Não sei, morre-se de não a ter dito, morre-se de não o ter feito, é disso que se morre».

⁠Facebook, Snapchat, Twitter, Instagram, YouTube… o modelo de negócios de empresas desse tipo é manter as pessoas vidradas na tela. Vamos descobrir como conseguir o máximo possível de atenção dessa pessoa. Quanto tempo conseguimos fazer com que você gaste? Quanto da sua vida você vai nos oferecer?

⁠Ei, escuta aqui. Eu já vi muita gente trocando o certo pelo duvidoso. Abrindo mão de algo promissor em troca de aventuras. Literalmente, eu já vi gente trocando coisas grandiosas por um prato de lentilhas. Mas também já vi essas mesmas pessoas arrependendo-se, tempos depois, por decisões erradas que tomaram lá atrás. Custa muito refletir sobre suas decisões? Vale a pena chorar pelo leite derramado? De fato, o tempo não volta. Mas saiba que só quem deseja que ele volte é quem tomou, precipitadamente, decisões que conduziram a consequências não planejadas.✨

⁠Aí se pudéssemos voltar no tempo. Para fazermos dos nossos erros acertos, mas não é possível, ao invés disso nos remoemos e nos culpamos, nos martiliamos por algo que não tem como mudar. Então deixa de olhar para trás, para essa âncora que só puxa para baixo e olha para frente e se jogar para voar e viver o que precisa ser vivido e aproveitado, antes que a vontade de voltar no tempo não seja para consertar o erro e sim para aproveitar o tempo desperdiçado.

⁠Aprenda que o tempo esvai pelos dedos rápido demais e aproveite cada pessoa que ama, pois um dia a vida tira de ti e restaura somente lembranças e saudades, enfatizo aproveite cada momento com teu pai, mãe, irmão, irmã, filho, filha... quando menos espera a vida tira de ti e a dor fica até que o tempo ensina a lidar, a falta da presença física, ouvir a voz, abraço entre outras coisas jamais será curada e sim lhe digo no decorrer dos dias, meses, anos... o tempo te ensina amenizar esta dor. Se tem algo a dizer diga e não deixe para o amanhã o que pode ser dito hoje e jamais esqueça de dizer que os ama!

Eu fico aqui pensando no quanto perdemos tempo. Perdemos tempo buscando o que não trouxemos à esse mundo e que também não levaremos. Perdemos tempo por não valorizar as coisas pequenas, como dá um simples abraço. Perdemos tempo por achar que nunca acontecerá conosco. E perderemos tempo, pois daqui a pouco, dada a angustiante velocidade com que o tempo tem passado, não se falará mais na tragédia de hoje, assim como foi com a tragédia de ontem, daí a nossa vida voltará ao normal e continuaremos perdendo tempo.

Este é o problema da história: gostamos de pensar que ela é um livro – que podemos virar a página e seguir em frente com a porra da vida. Mas a história não é o papel em que está impressa. É a memória, e a memória é o tempo, as emoções e a música. A história é o que fica com você.

⁠Hoje, ao acordar e me olhar no espelho, me deparei com algo inusitado. Fiquei ali imóvel por alguns segundos e extasiado tentando digerir aquela sensação que perpassou a minha existência. Estive de frente com o meu primeiro fio de cabelo branco. Aquela imagem no espelho ficou cravada em minha memória. Comecei a imaginar o que este simples cabelo branco representou para mim naquele instante, dei voltas ao mundo só de pensar nessa mudança repentina. Esse fio de cabelo branco representou um marco para mim em tenra idade, ele conseguiu dividir a minha idade biológica. É como se tivesse dividido a minha vida em dois tempos: a.C. (antes do cabelo branco) e d.C. (depois do cabelo branco)! O cabelo preto que tanto me acompanhou, que tanto me deu a jovialidade de ser, que tanto me mostrou que o bom da vida era viver a juventude com aquela cabeleira de fios pretos, agora, ele se mostra repentinamente de outra forma: um branco platinado reluzente. Esse fio de cabelo branco também carrega a minha história, e veio para mostrar que não há mais tempo para brincar de viver, que é hora de encarar a vida como ela é, de ter atitude. Ele sussurra em meu couro cabeludo e diz que a maturidade chegou. Essa transformação marca um tempo em que o cabelo branco representa a sabedoria, a maturidade e a velhice de uma pessoa com grandes histórias para contar. Agora carrego as minhas belas madeixas com alguns fios de cabelo branco. Estou gostando deste novo estilo que a vida me proporcionou. Quem diria que eu seria contemplado com essa obra prima da natureza. O seu cabelo branco tem história, alguém já parou para ouvi-la?

Sabe o tempo? É nele que desperta a nossa paciência, para encontarrmos as nossas respostas. Sabe Deus? Junto a ele, encontramos nossas forças, para sorrir, para nos mantermos fortes a cada resposta dada pelo tempo. Sabe os dois juntos? Posso dizer que a questão está em um só, que junto a nós nos dispões de suas mais belas bençãos, que basta na paciência saber esperar, pois, o que é nosso já está por vir, só nos resta aguardar!

"A vida é tão igual formulas de física ou matemática,complicamos quase sempre físicas, um pouco menos as matemáticas, ninguém poderá questionar seus resultados, diante de exatidão em obter respostas, Não querer quando pode e inversamente proporcional, dizer que quer quando não se poder mais"...

Olá sou eu o tempo ! Prazer ,acabei de saber que está esperando eu passar para se curar de uma grande dor .Bom ! Vim te dizer que não sou a cura ,sou a resposta pra suas dores ,eu vou passa e levarei comigo sua juventude ,suas oportunidades ,suas desventuras ,seus amigos ,tudo que pensas que tens ,tudo que pensa que tinha e se foi ,eu vou continuar levando ,não sou seu amigo.Lute contra a min.Enquanto a tempo J.k

Já perdemos muitas batalhas. Perdemos familiares. Gente de bem, tão querida e amada, que sua falta nos tirou o chão. Perdemos amigos, através das circunstâncias que a vida nos impõe ou diante de fatos consideravelmente relevantes que nos obrigaram a nos desprender. Ao longo da vida, independentemente do tamanho da estrada, deixamos muitas coisas para trás. E isso deve ter machucado muito pois, nem sempre, queremos nos soltar. De um abraço, de uma boa conversa, de uma cidade. De uma casa que abriga amor, compreensão, tolerância. De um lar que, com toda adversidade chamada família, era o ninho perfeito para curar qualquer aflição. Já perdemos prova. Perdemos o primeiro lugar. O segundo. Ás vezes, perdemos tanto, que nem ficamos entre os dez. Perdemos coisas. Aquela coisa que a gente achou que iria ter pra vida toda e seria a nossa referência de saudade e boas lembranças no futuro. Perdemos todos os dias. Perdemos chances de sermos justos, de sermos bons. Todo dia, alguém necessita de uma palavra amiga e nós, simplesmente, perdemos a oportunidade de sermos o portador dessa luz. A gente perde, sempre. E essas perdas angustiam. E os amores que perdemos? Por comodismo, por sermos infantis, imaturos, incompreensíveis. Por perdemos a capacidade de nos colocar no lugar de alguém, talvez. Amores que nos davam norte e era o nosso solo firme. Perdemos e choramos. Gritamos por dentro, de um lugar onde só a nossa alma era capaz de ouvir. Noites de desespero. Prantos e lamentações. Perder é muito ruim. Perder, talvez, seja a vida nos dizendo que não somos perfeitos. Não somos invencíveis. Nós somos pessoas simples, que podem perder ou ganhar a depender das escolhas que iremos fazer. Mas, também, perder é uma das maiores provas de resistência que temos. A maior prova de que somos fortes é que chegamos até aqui. Vivos e dispostos a ganhar.

Ah o tempo... Esse muda caminhos; historias; pessoas. Nos transforma no melhor que podemos nos tornar ou no pior que podemos ser, No mais sábio; talvez no mais tolo dos tolos, ele leva e traz paixões, o que ele não leva e nunca levará é o amor verdadeiro, esse tempo do qual falo ele parece ingrato, cruel, irônico... Nesse mesmo tempo em que escrevo está passando milhões de pensamentos em minha cabeça, os quais ele acaba levando noventa e nove por cento deixando apenas aquele um por cento. Ah esse um por cento conhecido por vagabundo, Mas que em meus pensamentos ele é mesmo um cruel amor que se foi e deixou apenas as lembranças para que com elas eu pudesse começar a escrever e alcançar o sucesso ao lançar um livro, sim lançar um livro porque não? A única coisa boa que esse amor me deixou foi as lembranças de quem eu tanto amei e tanto ainda pelos séculos dos séculos irei amar, e a tristeza, sim, a tristeza foi uma coisa boa que esse amor me deixou, parece irônico mas não é, é ela que me faz escrever grandes frases, que me fez começar um livro cujo qual tem trinta ou cem páginas escritas, Mas que quando lançar terá toda uma vida resumida em todo um amor que por si, iniciou-se naquela pracinha, sentados naquele banco, em baixo daquela árvores, o lugar que se passou essa história? Minas Gerais, por onde anda os personagens? Bom... Ela foi viver em São Paulo ( Piracicaba), Eu mudei-me para o Rio de Janeiro (Barra da Tijuca) entre nossos caminhos 496 KM me separa do grande amor da minha vida. Repararam que comecei falando do tempo? E termino falando do amor que esse tempo não levou

Ser humano retrógrado, sempre construindo e demolindo fantasias, colocando as peças erradas no tabuleiro. Você ama quem não te ama, mas ignora quem te dá atenção. Cai de peito aberto num obelisco por alguém, mas não consegue se reerguer das próprias quedas. Chora por coisas bobas, mas não sorri por motivos óbvios. Acredita ser algo que não é, para conquistar pessoas que não são você. Tem medo de perder, mas nunca diz a tempo o quanto alguém é especial. Espera para possuir certezas, mas vive inconsciente sem chegar a lugar algum. Dói-se pela verdade, mas se cega pelas mentiras. Envolve o mundo, embora se sente só num quarto escuro. Quer ver, mas não enxerga. É engraçado, as pessoas procuram atitudes que nem elas possuem.

Não se prenda a um rosto bonito, não se iluda com palavras gentis, não se deixe levar pela simpatia do momento. Por trás de um lindo rosto talvez esteja escondido uma alma vazia, as palavras às vezes são arremessadas ao vento se perdendo no tempo quando não validadas pela atitude, portanto, conheça a essência, o sabor, o cheiro porque é necessário provar do caráter para ter a certeza se vale a pena.

Mudanças, exigem posicionamento, o tempo com certeza se encarregará do resto, a vida promoverá novas oportunidades, seguirá seu fluxo, reaprenderemos sorrir, voltaremos a sonhar, enxergaremos novos caminhos, o futuro tornar-se-á desejável outra vez. Tudo recomeça... A frequência do coração acelera anunciando novo amor, a fé renasce, o olhar volta a brilhar, a alma reanima em ritmo de festa, almejando dançar, pular e cantar! Então você reconhece que o tempo é mesmo o melhor aliado, leva consigo dor e desamor, traz vida em forma de melodia carregada de alegria, substitui desilusões por fortes emoções, enche todos os vazios com paz e esperança, espalha suavidade no ar, faz brotar uma vontade enorme de viver e viver sem reservas...

Haverá dias em que será preciso desprender-se dos limites impostos pelos anos que passam sem pena, atropelando a leveza da nossa história. Haverá dias em que será preciso voltar-se para si e ver-se criança. De novo. Sob uma nova perspectiva. E pular. Gargalhar. Falar bobagens além daquelas que já dizemos quase sempre, sobre assuntos que defendemos apenas por interesses pessoais. Haverá dias em que será necessário perder o interesse do resultado. No jogo, na vitória. E apenas vivenciar a partida com entusiasmo, vontade e perseverança. Dias em que desejaremos, de todo o nosso coração, um colo para nos dobrarmos e chorarmos. Nos despindo de toda a força e felicidade obrigatória dessa gigante roda torturante de parecer sempre bem. O pula-pula. O pega-pega. O pique-esconde. A amarelinha solta pintada no chão da rua. A bola passando entre os dois chinelos de dedo. O grito de gol. O abraço apertado. O amor que não tem beijo - e nem precisa. Apenas uma contemplação e admiração de uma beleza percebível aos olhos da alma. Sem escudos. Haverá dias em que precisaremos ter medo. Do escuro, do trovão. Do monstro debaixo da cama, de dentro do armário. Ou de nós mesmos. Para lembrar que nem sempre seremos fortes o suficiente como quando éramos crianças.

Hoje é dia do meu médico preferido. Meu médico especialista em cura de feridas do tempo e da alma. Ele, que cura as dores do meu passado toda vez que os sintomas dos meus erros se tornam presentes; que escuta as reclamações do meu espírito teimoso; que diagnostica e remedia minha dependência em jamais querer cometer erros novamente; que recomenda doses de ponderação para meus rompantes emocionais; que me proíbe de tomar comprimidos de autopiedade; que nos mostra que a receita para se viver tanto é aprender a voar com os pés no chão, sem sabotar a própria vida. Parabéns, meu velho, pelos 75 anos diagnosticando a paz, o bem e celebrando a vida como ela deve ser vivida! Feliz aniversário!