Textos sobre palavras
Falar em principio, valores éticos e morais, vai muito além que palavras, oque demonstra são as atitudes.
Oque mais se vê hoje em dia são lobos vestido em pele de cordeiro.
Que semeiam o conservacionismo, mas que através de suas atitudes mostram que na verdade isso é apenas manipulação e argumentos mentirosos pra julgar o próximo e obter vantagem ilícitas para si mesmo e seu ego.
Depois do silêncio
Fiquei calada
por mais tempo do que devia.
Não por falta de palavras,
mas porque ninguém queria ouvir.
Engoli dores
para não incomodar.
Aprendi a sorrir
com o peito em ruínas.
Carreguei ausências
como quem carrega culpa
sem ter cometido crime.
O silêncio virou hábito.
A dor, rotina.
E eu segui
invisível,
mas viva.
Hoje escrevo
porque sobrevivi.
Porque tudo o que calei
não morreu em mim.
Escrevo para que saibam
que houve noites longas,
quedas silenciosas,
e uma força que ninguém viu.
Não escrevo por vingança.
Escrevo por verdade.
Para que entendam
que o silêncio não era vazio,
era peso demais.
Agora falo em versos
o que a vida tentou calar.
Não para ser entendida por todos,
mas para não me perder outra vez.
— Alexia Ava
Aos professores e professoras!
As palavras são poucas
Para poder expressar
O quanto significam
Vossos atos de educar
São muito mais que isso
Em tamanho e compromisso
De conhecer e partilhar.
Vocês são guias e exemplos
Faróis que iluminam mentes
Que tocam os corações
De crianças, adolescentes
De adultos esperançosos
Ou de jovens talentosos
Plantando boas sementes.
Cada lição compartilhada
Que por muito tempo cresce
São como um sonho florido
Que nasce e logo floresce
Conquistas dos estudantes
São deveras importantes
Que ao discente engrandece.
São muitos os desafios
E momentos de exaustão
Pesando em seus ombros
Essa tão nobre profissão
A paciência é bem testada
Mas cada batalha travada
Deixa mais viva a missão.
E quanto à tua persistência
Que é grande como a coragem
Levantando-se todo dia
Com aquela boa bagagem
Rumo ao conhecimento
Enfrenta chuva, sol e vento
Nessa forte e intensa viagem.
Acredita no imenso poder
Que só tem a educação
Ativando em seus alunos
O poder da transformação
Com suas ideias e valores
Carregando risos e dores
Em desistir nem pensa não.
Construindo o presente
Com confiança no futuro
Moldando os semelhantes
Com passo firme e puro
Incentivando à melhoria
Com muito amor, euforia
E olhar firme e seguro.
Ser professora é mais
Do que uma profissão
É ser útil por natureza
É uma sábia decisão
É buscar muito servir
Sem muitas vezes exigir
É grandiosa essa missão.
Vocês são a diferença
No nosso mundo cansado
E não desistam jamais
De deixar vosso legado
Descobrindo os talentos
Fazendo todos os momentos
Valerem o aprendizado.
Gratidão por existirem
Por todo o potencial
Por cultivarem a esperança
Por levarem um ideal
Que é de dar sabedoria
Aonde antes não se via
Isso é muito especial.
Aplaudo a vós, professores,
Pela vossa existência
Nós vos reverenciamos
Porque são uma referência
Eis nossa admiração
Façamos com o coração
A vocês, sempre reverência.
Aprendi a escrever o amor
Momentos de inspiração
me fazem colocar no papel palavras bonitas.
Uma coisa nova para mim, quem diria!
Pois a Stela antiga, num momento como esse,
nem se expressar saberia.
Mas o quê?
E quem faz saltar de meu coração
essas palavras que, se cantadas,
sim, seriam uma bela canção?
Um amor…
ah, é sempre um amor!
As grandes poetisas,
como Elizabeth Barrett e Alice Ruiz,
também se inspiravam
nessa bela iguaria.
Sim, sim, é claro:
como não se embriagar
com essa coisa
que transborda em meu coração
e o agita com tamanha euforia?
Mas eu, claro,
quando falo desse amor,
refiro-me ao que me traz alegria.
Recuso-me a escrever, em letras,
a parte feia a que amar pode levar:
a tal melancolia.
Prefiro a parte
que me faz ir até ti,
a parte que, ao olhar teus olhos,
me leva a sorrir.
Para que falar do amor que destrói?
Eu prefiro o amor que constrói,
o amor que não fere, não foge,
não promete o céu e depois destrói.
Prefiro o amor que fica,
que enfrenta o dia difícil,
que segura a mão com firmeza
quando o mundo parece impossível.
O amor que encanta a princesa,
sim, como um príncipe ou super-herói,
mas que, sem capa nem espada,
escolhe ficar
e um dia quando tudo parece perdido,
assim sem mera magia ou ilusionismo
nos reconstrói.
E diferente do outro, não, ele não dói.
04/01/26
Textos criados, espelhados e jogados por toda parte.
Esses que as palavras escritas jamais ecoaram através de seus lábios.
Textos escritos somente para você, tais carregados de amor.
Estes que jamais verão o brilho dos seus olhos castanho-claros.
Escrevo isto em uma tarde ensolarada para que veja meu anseio por ti sempre, não somente na calada da madrugada.
Em Três palavras fez-se Luz
Mulher, sabes o poder que carregas?
Teu ventre é sagrado.
Valoriza-te, és princípio criador, observa o teu corpo como um Templo, realiza no mundo a tua vontade.
Ah! O amor! Foste tu oriunda de Vênus, é chegada a hora, permitas que teu amor se faça presente por toda a humanidade, Mãe.
Homens, abram seus corações para o novo.
O não merecimento
Amar é para os fortes
Não se iluda com palavras bonitas, elas podem partir de um coração sujo
Foi você quem me ensinou isso
Não vale render-se ao amor de alguém que mente
Não vale a pena dar frutos a algo que está podre
Melhor é servir ao Senhor
Este é sempre justo e perfeito.
Ontem
Ontem mexi no livro,
fiz das palavras abrigo,
encontrei em cada página
um pedaço perdido de mim.
Ontem mexi num logo —
era pra minha filha, meu orgulho,
desenhei sonhos em vetor,
coloquei cor no futuro.
Ontem limpei a casa,
varri lembranças,
espanei silêncios
que dormiam nos cantos.
Ontem brinquei com a Nyx,
ela ronronava esperança,
e eu ria com a leveza
que só uma gata entende.
Ontem cozinhei lembranças,
aromatizei o tempo,
fiz do tempero consolo,
do prato, um afago quente.
Ontem bebi.
Bebi comigo, bebi do mundo,
bebi do tempo que escorre,
e fiquei de pileque —
rindo para as paredes,
como se fossem velhos amigos.
Ontem eu fui.
Fui alegre, fui feliz,
fui triste, fui silêncio,
fui tudo, fui nada,
fiquei…
Preso entre risos e ausências,
entre a bagunça do vivido
e a poesia do que não se diz.
Entre Palavras e Ventos -Gêmeos
Gêmeos nasce com dois rostos,
duas almas num só corpo leve,
feito vento que muda de rumo
mas nunca esquece o que escreve.
É verbo, é riso, é pensamento,
é curiosidade em movimento,
mente ágil, sempre alerta,
porta aberta a todo momento.
Virtudes pulsam sem descanso:
inteligente, comunicador,
versátil como poucos sabem,
leva conversa onde for.
É criativo, entusiasmado,
tem sede por aprender,
com olhos que brilham fácil
ao ver o mundo acontecer.
Mas também traz seus espinhos
instável, disperso, inquieto,
seu afeto pode ser brisa
ou sumir no próximo teto.
Inconstante no sentir,
impreciso no prometer,
às vezes fala demais
sem pensar no que dizer.
Foge do tédio como da dor,
pode parecer sem direção,
vive em mil mundos ao mesmo tempo,
mas nem sempre cabe em um coração.
Gêmeos: alma em dualidade,
magia feita de contradição.
Encanta, confunde, provoca
é poema em construção.
Eu não demonstro sentimento com excesso de palavras.
Demonstro com presença, com cuidado, com atitudes silenciosas.
Quando eu gosto, eu facilito o dia, ajudo, penso no detalhe, apareço do jeito que sei. É assim que digo “eu tô aqui”. Não sou do tipo que puxa assunto sem motivo.
Não sei sustentar conversas vazias só para marcar presença.
Mas se me chamar, eu fico.
Se precisar, eu faço.
Se for de verdade, eu cuido.
Tenho me descoberto mais reservada, mais seletiva, mais fiel à minha essência. E isso não me entristece. Porque não é frieza é maturidade. Não é indiferença, é profundidade. Deus tem colocado no meu caminho pessoas que entendem isso. Que não me criticam, não me pressionam, não confundem silêncio com jogo ou diferença com charme. Pessoas que acolhem quem eu sou, sem tentar me moldar.
Eu não amo alto. Eu amo firme.
E quem sabe sentir, entende.
“Ler não é apenas consumir palavras, mas habitar o tempo com presença, refletir, interpretar e amadurecer o olhar sobre si e sobre o mundo.” — Leonardo Azevedo.
Hoje, 7 de janeiro, celebra-se o Dia do Leitor, data dedicada à valorização da leitura como ato de consciência, interiorização e construção de sentido.
O peso das palavras é sutil. E o peso de ser a peça-chave, também. Sinto: ter nada é bom, mas não ter nada é corrosivo. O nada. Ele corrói a casca da nossa frágil harmonia.
A culpa é da globalização, sim. Ela vem, e remove. Enriquece uns, empobrece outros até o osso. Até o respirar custa, e para pagar, é preciso pagar com o próprio ser. Esta globalização: é corrosiva, dificulta o simples viver.
Então escrevo. Escrevo para rasgar as culpas que nem são minhas, para soltar a palavra que não pôde ser ouvida. É duro pensar, é duro ser. É tudo. Sim, as palavras são sutis. Mas enfrentar o peso é o risco. E o sonho de vencer a barreira que o mundo traz esse sonho, é maior.
Um dia ofendi-me com as minhas próprias palavras.
Escrevi-as movido por uma satisfação aparente da vida, mas aquilo que foi dito não se casou com o ouvido que escutou, nem, muito menos, com o sentido que foi interpretado.
As palavras saíram, mas perderam-se no caminho entre a intenção e a compreensão.
Furucuto, 2026
“Deus, eu te peço misericórdia pelos meus atos.
Que minhas palavras não sejam armas, mas pontes.
Livra-me da mentira que nasce do ego e do silêncio que foge da verdade.
Que eu fale quando for para curar,
cale quando for para não ferir,
e que a verdade que sair da minha boca venha temperada com amor.
Não permita que eu use a fé para julgar,
nem a razão para machucar.
Endireita meus caminhos, corrige minhas intenções
e faz de mim alguém que reflita a Tua luz
não só no que diz, mas principalmente no que vive. Amém.”
Escrever é arte que dança no coração,
Trazendo luz suave, acalma a solidão.
Palavras são abraços que a alma acolhe,
Transformam a tristeza, e o vazio se recolhe.
Cada letra um suspiro, cada verso um alento,
No papel se desfaz o frio do sofrimento.
Escrever é magia, é cura, é canção,
É calor que invade e cura o coração.
As páginas da vida
Cada dia que nasce é uma página em branco, esperando pelas palavras que escolhemos escrever. Algumas páginas se enchem de conquistas, outras de silêncios, mas todas guardam a essência de quem somos.
Não importa quantas páginas já tenham sido viradas, o que dá sentido ao livro da existência é a coragem de escrever com autenticidade, a sabedoria de aprender com cada capítulo e a liberdade de imaginar novos finais.
A vida é um manuscrito único: não pode ser reeditado, mas pode ser vivido com intensidade. E quando nossas páginas se encontram com as de outros leitores, nasce a verdadeira eternidade das histórias.
Roberto Ikeda autor
Quando o diálogo não consegue se fazer entender…
O silêncio fala na prática o que as palavras não conseguem…
A distância encurta caminhos…
Nos faz refletir sobre o valor da presença de alguém em nossa vida…
Reciprocidade na indiferença ou no partilhar…
É hora de decidir amar ou apenas seguir…
Patrícia Feijó
Eu engoli as palavras
Na minha barriga fez um nó
Se eu não nasci para isso, não sei quem foi
Olha, eu vejo bem esses olhos
Sei que estão chegando ao fim
Olha eu não sou daqui, também não sei de onde vim
Consegui uma casa, um trabalho, um amor
E posso me orgulhar
Mas minha alma, mesmo grata, as noites quer voar
Eu amo você, não teria para onde de ir
Além de onde a mente pode me levar
E a loucura que é viver a vida
Como um do sonho
Por um sonho
Eu vi em cada poro a gota de suor
Eu senti nas curvas do seu rosto cada milagre
Mas não há nada que se possa provar
Como eu não vou enlouquecer?
Como eu não vou enlouquecer?
Me dê forças ao menos para parecer normal
Pois já demoli os muros do que pode ser real
Não tenho mais nada que se possa provar
Eu não sou nada que se possa provar
Nem mesmo minha fé, nem mesmo eu
Eu nem sei o que sou
Ou se existo
Nem sei o gosto do meu lábio
Eu só sei que vou seguir em frente
Custe o que custar
E camuflar minha loucura
Que me consome
Que me mata e me dá vida
Enquanto eu respirar.
Pelas palavras o homem sonha
Pelas palavras é possível alcançar
Pelas palavras se deixa pra lá
Pelas palavras se chora
Pelas palavras alguém encontra.
Pelas palavras volta-se a sorrir
Pelas palavras lembramos
Pelas palavras não julgo
Pelas palavras vou a tantos lugares
Pelas palavras fui lembrado
Pelas palavras formou opinião
Pelas palavras se pegou na passado
Pelas palavras chegou ao destino
Pelas palavras levou a mais
Pelas palavras não voltou a trás
Pelas palavras pensou bem
Pelas palavras foi necessário
Pelas palavras matou a charada
Pelas palavras entregou tudo
Pelas palavras fossou a barra
Pelas palavras tá bem quisto
Pelas palavras precisa desabafar
Pelas palavras esperava mais
Pelas palavras comprou a ideia
Pelas palavras não vai
Pelas palavras está tranquilo
Pelas palavras prestou atenção
Pelas palavras olhou...
Pelas palavras se ouve o que a boca cala
A poesia precisa do poeta para pega-la
com palavras
como a água precisa de algo
para conte-la,
se não fosse a tinta da caneta
a poesia seria desperdiçada
despalavrada no não
e não declamada
saciando o imaginar
que pede conclusão
contida em cada letra
preciosa em um poema
é só vim e pegar um declamar
e ser
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