Textos sobre Nascimento

Cerca de 2782 textos sobre Nascimento

Hipocrisia de uma espiritualidade deficitária, cuja as almas foram doutrinadas por intelectos deturpados.
Fanatismo pela matéria, onde os animais formaram vossas épocas.

E assim acreditam nas simpatias, cuja as oferendas são de verdadeira perda monetária.
Desesperos pela recuperação das energias despendidas,
mas o crônometro demonstra outras vidas.

Universo que se molda perante as ideologias,
e o planeta se mostra interligado aos pensamentos.
Futuro de incertezas,
onde as atitudes mal interpretadas,
só provocaram desgraças reveladas.

Esquecem das tentações superadas, mas acreditam nas ofertas inesperadas.
Críticas que julgam erroneamente os semelhantes, demonstrando as incapacidades das verdades de uma Bíblia primitiva.

Porém as almas não foram ensinadas a perceberem os tempos atuais, e passam a destruir à vida dos próximos.
Abusos e manipulações espirituais descritos na literatura específica, mas vivem na cegueira emotiva.

E assim repetem os atos espirituais, demonstrando uma incapacidade racional. Limite que influência as cabras, na infinita junção de um rebanho de Hades.

"Resolvi ler o significado daquelas palavras,
pois achava muito estranho o contexto de um livro. No começo não sabia ao certo como prosseguir, no entanto alguém me fez sorrir.

Peguei outros livros, cujo o conteúdo se assemelhava. Seguindo as indicações de uma bibliotecária, percebi que os(as) autores(as) demonstravam sinônimos reflexivos.

Entretanto surge uma ansiedade, onde os contextos desagradaram. Nisso ouço uma voz:

- Não se decepciona com esse livro, pois à vida acontece de diversas maneiras.

Olhei para o lado e visualizei Mr. Stevens, que segurava dois livros com suas mãos. Ele percebendo meu rosto de decepção, me disse novamente:

- Aqui estão dois livros com as definições detalhadas. Leve-os e sente-se naquela mesa, mas tenha paciência nas suas leituras. Pois você está na sessão de livros encantados.

Repentinamente senti uma emoção, cuja a origem não me passava pela mente. Mas agradecendo Mr. Stevens, percebi que algo estava diferente.

Peguei outros dois livros e fui para a mesa 26, sentei me na cadeira de madeira velha,
e tive uma mescla de sensações poucas vezes sentidas. Folheei as páginas do livro chamado "Sabedorias de um tempo esquecido" e és que encontro partes de um texto desagradável. Mas algo me chamava atenção, então peguei uma folha mais um lápis e copiei aquela frase:

"A hipocrisia dos seres humanos, nascem na ignorância de suas próprias vontades."

Então resolvi abrir um dos livros dado por Mr. Stevens, cujo o tema era "Dicionário Analítico das Palavras Transcritas". Folheei o mesmo até a página 86 e li a definição da palavra "Hipocrisia". Me fazendo raciocinar o verdadeiro significado daquela frase..."

By ADNC

"A rainha das fadas fala:

No mundo da humanidade, as marés de poder estão virando... Para mim, as estações dos homens passam em instantes, mas, de tempos em tempos, uma centelha atrai minha atenção.."

Livro de Marion Zimmer Bradley. A senhora de Avalon. São Paulo: Ed. Planeta, 2019. Pág.13.

Visualizações através dos feitos moldados por mãos calejadas. Mas as escutas não seguem uma crença passada?
Frequência que se altera no ar inapropriado, revelando as pressões de uma natureza devastada.

Musicalidade que expressa o fluxo de vossas funcionalidades, demonstrando a lama das barreiras impostas pela mente.
Sintonização de energias naturais, mas os robôs apresentam os próprios ideais.

Partimos para o cinema, pensando nas literaturas não contempladas.
Mas percebemos diferenças contextuais, e os(as) professores(as) pedem os jornais.

Classe escolar que comenta sobre os filmes, cuja as críticas não satisfazem o próprio clima. Braile nas adaptações de uma vida, e as imagens não foram percebidas.

"Zoológico que recebe um público variado, onde as atrações sobrevivem com ajuda. Análises comportamentais durante o dia, e percebemos as semelhanças com nossas rotinas. Mas os ativistas apresentam vossas críticas construtivistas, só pensando em prisões não contemplativas.

Manifestações pelas liberdades dos animais, mas não estão mais em vossos territórios de origem. E a natureza muda, nos mostrando as ações do tempo relativo. Ciclo da vida de interesse do biologista Gregor Mendel, mas chamam a medicina veterinária para intervir nas falácias. Nisso encontram doenças, cuja à cura se encontra na própria natureza.

Saudamos uma visitação ilustre, na qual os interesses são corroboristas. Mas os críticos manifestam seus lados emotivos, gerando discursos indesejáveis. No entanto geram imagens, espalhando boatos de verdadeira incompatibilidade.

Parte do público fica surpreso com as atitudes da ilustríssima Jane Goodall, que se oferece a dar uma palestra. Contentamento dos funcionários e os(as) médicos(as) se interessam pelas esplanações, e és que aparece um Etologista chamado Konrad Lorenz e se junta a Jane Goodall.

Sistemas sensoriais atentos e começa uma brilhante explanação, até os conceitos de evolucionismo. Nisso parte da plateia fica indignada e se manifestam de forma inadequada. Com isso Konrad Lorenz intervém, tentando demonstrar as reações instintivas com o auxílio de Spike (um dos animais do zoológico), mas parte do público continuam indignados e outros se comovem com os comportamentos de Spike.

Críticas surgem no outro lado do parque, chegando aos ouvidos de Charles Darwin. Inconformado com os dizeres escutados, ele pega suas pesquisas e parte para o local da apresentação. Assim acontece um dos maiores encontros da humanidade, chamando atenção dos ativistas no parque.

Então Charles Darwin pede que os eufóricos se acalmem e tentem ficar concentrados em seu discurso sobre as espécies, nisso parte da agitação cessa e o público na plateia fica em silêncio. Com o auxílio de Konrad Lorenz, ele chama Spike e um voluntário da platéia, fazendo com que ambos interajam.

Entretanto, Mark, o voluntário da platéia apresenta uma reação diferente da euforia prévia, demonstrando um pouco de medo do Spike. Mas o cuidador de Spike dá uma voz de comando para ele abraçar Mark, e Spike o faz conforme informações recebidas.

O público percebendo as intenções de tal cena, passam a se questionar. Nisso Jane Goodall vendo o público em silêncio mas com expressões de admiração, pede para Konrad Lorez continuar suas esplanações.

Porém Charles Darwin pede à Konrad Lorenz que aguarde mais alguns minutos, nisso ele pega seu material de pesquisa e mostra parte da teoria sobre as "Origens da Espécie" e relata que levou 20 anos para ter coragem e pública-la.

O público ainda desnorteado, percebem uma sensação diferente no ambiente, enquanto Charles Darwin esplana sobre a "Seleção Natural das Espécies". Vendo o público admirado e com aparências oscilativas, um dos funcionários resolve chamar o nutricionista do parque.

Recebendo o convite oral, Carl Trent se sente inspirado e vai até a horta do parque. Nisso o funcionário retorna até o local das palestras e chama Konrad Lorenz para acompanha-lo, enquanto Charles Darwin continua sua aula.

Chegando na cozinha do parque Konrad Lorenz visualiza algumas bandejas com vegetais e o funcionário lhe apresenta o nutricionista Carl Trent. Admirados, o funcionário repara em uma semelhança entre o etologo e nutricionista..."

Filosofia de dúvidas relacionadas ao sentido da existência da natureza e dos seres vivos, mas atravessamos por tempos de incertezas vividas pelos pensadores mais renomados. Cada estudo da sabedoria nos demonstrou uma interconectividade, entre os seres vivos e os espaços, em um tempo alternado.

Porém os caminhos de construtivismos do pensar, nos remontou as etapas de diversos pensares. Entretanto nos expressamos através de capacidades relativas ao nosso próprio desenvolvimento temporal. E assim nos inspiramos em um ambiente estimulante, seja através de uma simples observação até uma vivência prática na natureza revelada.

Consciência dividida em etapas, onde uma conjuntura de opiniões se unificam em papiros e vossos livros. Mas como não pensar nas origens de objetos que despertam sensações corporais em cada seres vivos? E entramos em um ciclo contínuo, mas outras dúvidas surgem em um círculo de transformações magníficas.

E por um instante optamos olhar para cima, onde os olhos não conseguem visualizar. Universo de imensa variabilidade, e indivíduos se arriscam para descobrir o que acontece nesse imenso espaço. Assim ressurge os pensares, onde não se sabe ao certo, as origens dos primeiros olhares. Mas o tempo nos contempla com seres vivos exemplares e tentamos entender as manifestações individuais, sendo estas à origem dos comportamentos coletivos em espaços detalhados. Seriam as células unicelulares e procariontes uma junção de poeira cósmica?

Invadem seus meios de comunicação, a fim de obterem informações. Porém à natureza mostra vossas mentalidades e tentamos relembrar dos gênios da humanidade. Mas continuamos à modificar uma vasta floresta, atrás de pedras inseridas nos próprios seres vivos e assim nos tornamos cegos intelectualmente, pois uma pedra modificada, nos apresenta uma folha descolorida.


Lembramos de Martin Cooper e sua invenção comunicativa, mas temos de pensar no descobrimento dos minerais, nos remetendo à mais de 3.000 anos atrás. Porém fatos inesperados levantam questionamentos, onde Sócrates nos faz ler seus pensamentos. Mas deixamos de acreditar no próximo, onde uma cultura expressa suas convicções Sofistas. Conflitos de interesses, e vamos atrás de Rudolf Steiner, mas "Quem mostrou pela primeira vez à espiritualidade no planeta?"


No passado precisaríamos ser Nômades, a fim de obter tal informação, mas nos tornamos sedentários. E assim obtemos novos aprendizados, uma parte usando uma linguagem simbólica e outros(as) usando uma linguagem consensual. Mas um grupo invade à biblioteca e resolvem escanear todas as obras literárias, informações que antes eram obtidas pela memorização pessoal, passam a ser memorizadas por um sistema de máquinas.
Nisso surgem as semelhanças de capacidades humanas, até que assemelham as imagens. E surge uma nova dúvida, "Seria Deus uma máquina?"

"Era uma manhã de outono na pacata cidade de Tyohre, onde residia a família White. Ao acordar em sua pequena mas aconchegante cama, Gyouk White parece intrigado com o que havia acontecido durante seu sono. No entanto, ele ouve o chamado de sua mãe, Miss White: - Gyouk venha tomar seu café da manhã! Não esqueça do seu compromisso com Kimberley.


Ao lembrar do compromisso, Gyouk se apressa para trocar de roupa, escovar os dentes e descer para seu desjejum. Enquanto desce pelas escadas, lembra-se de ter ouvido o nome Anderson em seu sonho.
Chegando na cozinha, sua mãe com um belo sorriso no rosto lhe diz: - Bom dia filho! Aqui estão seu suco de laranja com maçã, torradas com geleia de morango e seus ovos mexidos. Coma!


Gyouk agradece Miss White e por alguns segundos tem outras lembranças de seu sonho, mas prefere não comentar com sua mãe. És que aparece Sr. White dizendo: - Bom dia filho! Eu conversei com sua mãe e decidimos que você deve ir sozinho encontrar-se com Kimberley.


Um tanto surpreso, Gyouk olha para seu pai e diz: - Posso ir de bicicleta? Certamente Kimberley gostará de irmos até a Biblioteca Pública de bicicleta.


Seu pai sem êxitar, concorda e lhe dá um beijo na testa, mas Miss White percebe algo diferente em Gyouk, e o olha por alguns segundos, tentando achar um diferencial. És que ela o pergunta: - Gyouk, você dormiu bem na noite passada?


Com uma reação um pouco inusitada, ele levanta da mesa e com uma expressão facial de tristeza lhe responde: - Dormi, sim mãe!


Então Gyouk vai até ela, e lhe dá um beijo no rosto.Miss White um tanto íntrigada com a expressão facial de seu filho, prefere não abordar mais sobre o assunto e diz: - Vá encontrar Kimberley, pois o tempo passa rápido!


Entretanto vem na mente de Gyouk à imagem de um edifício, que o deixa desnorteado por um instante. Mas para não alarmar seus pais, ele disfarça e vai para a garagem da casa, onde está sua bicicleta. Chegando na garagem escuta uma voz conhecida, que diz: - O dorminhoco está atrasado! risos.


Quando ele se vira, vê sua amiga Kimberley de bicicleta. Surpreso, Gyouk abre um sorriso e seus olhos brilhando vão em direção dos de Kimberley, que lhe sorri também. Então ele monta em sua bicicleta e os dois partem, rumo à Biblioteca Pública de Tyohre..."




By ADNC

"Emoções reprimidas,
de um tempo não vivenciado.
Saudades na mente,
decifrando alguns relatos.

Vejo uma rosa,
e o jardim mostra uma falta.
Seguimos um texto,
onde os espinhos machucam.

Continuamos emotivos,
na esperança conclusiva.
Mas o tempo passa,
no desenrolar de um filme.
Arte expressada em uma tela,
nos revelando as cores da Aquarela."

"Gritos que ecoam pelas telas,
mas as tintas expressam uma bela imagem.
Espantos na visualização de tal quadro, revelando determinados boatos.

Detalhes não percebidos no momento,
e os críticos se orientam no tempo.
Literatura semelhante no palco,
onde os sons não estão corroborando.

Simbologia errônea em uma palavra,
e não entendem à verdadeira imagem.
Linguística vivenciada em uma época antiga,
nos mostrando a contemporaneidade perdida."

"Justificamos nossas atitudes, mas não pensando no futuro das aves. Comportamentos introspectivos, nos trazendo um brilho nos ares.

Então busco uma verdade, esquecendo das malandragens.
Dou um tempo no raciocínio, mas sinto um vazio das partes.

Imagino um horizonte, onde se esconde à beleza estonteante.
Mas o vazio me consola, no momento de glória.

Batalha não disputada, mas foi perfeita à cavalgada.
Justas não disputada, na infinita inspiração de uma fada."

"Entrei na escola da vida, mas pensando nos livros indicados. Achei estranho o comportamento de uma senhora, que tricotava no pátio.


Nisso chega a diretora, com um cabo de vassoura. Forma-se uma fila, e não entendi à rima. Olho para o mastro, e de repente some o mastro.


Achei que estava perdido, mas fui hipnotizado. Cantaram uma música, e pensei nos livros passados. Contei minhas memórias, mas saí da escola.


Disseram que ainda não era o momento, e retornei para o parque. Revirei os livros, e vi uma árvore. Nisso caí uma maçã, e sinto saudades.


Dimensão de uma realidade vivida, e encontro o livro da minha vida. Mas aparece Santos Dummond, e o desespero toma conta dos ares. Ponteiros que se deslocam, nos jardins da falsidade.


Queria voltar naquela escola, onde disse algumas verdades. Porém Emmanuel não aprova e me expulsa do parque. Pareço estar perdido, mas ouço algumas vozes, não encontro os indivíduos, no ambiente desflorido.


Questiono tal acontecimento, e nisso aparece um senhor bem trajado. Mas o charuto é fedorento, e não gosto da fumaça. Escuto uma moça em uma sala, e o senhor está na mesa sentado. Olho para o papel e leio Sigmund Freud, achei estranho o nome e fiquei abismado.


És que aparece Joaquim, e meus olhos se enchem de lágrimas. Saudades dos ensinamentos, na velha morada. Corro para lhe abraçar, mas aparece Hyrten..."

"... Atordoado com as fotos nas mãos, Gerty escuta um barulho no lado de fora da loja. E ao se virar em direção da entrada, vê uma ambulância passar em alta velocidade.
Mr. Stress ainda sem entender o ocorrido, diz para Gerty: - Algo de grave deve ter acontecido, pois é difícil vermos ambulância em alta velocidade nesse bairro!.. Mas Gerty me responda, você conheceu o filho do Sr. White, oh dono da White's Education?


No entanto a conversa é interrompida por uma voz feminina, que diz: - Boa tarde senhores! Preciso de uma informação.
Então Gerty e Mr. Stress com uma expressão de apreensão, se viram em direção da voz e visualizam uma mulher de estatura baixa, cabelos longos e avermelhados, olhos verdes, pele clara brilhosa e vestindo uma calça jeans e blusa preta. Ao verem a mesma, suas expressões faciais mudaram naquele instante e gaguejando um pouco, Mr. Stress diz: - Bem vinda à Visual Magic! Em que posso lhe servir?


Então a mulher se aproxima do balcão, olha para Gerty e diz para Mr. Stress: - Me chamo Fyklen Hewt, sou paleontóloga e venho de Town Grewty. Queria saber o caminho exato até o museu de Paleontologia daqui.
Antes que Mr. Stress respondesse, Gerty diz à mulher: - Prazer Fyklen, me chamo Gerty e penso que consigo lhe ajudar. Eu vim do museu para revelar essas fotos, mas precisarei retornar até um ponto no lado externo do museu.
Então Fyklen abre um sorriso e lhe diz: - Ficarei bastante agradecida por sua cordialidade!.. E se virando na direção do homem atrás do balcão, lhe fala: - O senhor teria um pincel de limpeza e um pote de filme fotográfico trinta e seis poses?
Mr. Stress balança a cabeça de forma positiva e com os olhos brilhando responde à mulher: - Aguarde um instante Miss Hewt, vou pegar os itens no estoque!
E Fyklen Hewt lhe diz: - Obrigado!


Enquanto os dois interagiam, Gerty continuou olhando as fotos e com uma entonação de susto diz: - Como isso seria possível?
Nisso Mr. Stress indo para o estoque da loja, fala: - Eu te avisei meu velho amigo!.."

"...Depois de vinte minutos da conversa com Mr. Tyrke naquela tarde, Kimberley sente uma melhora em seu ânimo, mas que se altera novamente em poucos segundos. Pois de repente ela ouve as sirenes da ambulância que para no estacionamento em frente do museu. Nisto desce dois paramédicos e uma moça de cabelos escuros curtinho, pele um pouco bronzeada e trajando um jaleco verde com o logotipo do Hospital Público de Tyohre.


Enquanto os dois vão até à parte de trás da ambulância e pegam as coisas, aquela moça de jaleco vêm correndo em direção da bilheteria e ao se aproximar, a mesma diz: - Boa tarde moça, meu nome é Dra. Stewphn, eu sou a emergencista do hospital público e viemos atender o chamado.
Não sabendo sobre o chamado, Kimberley diz: - Prazer, meu nome é Kimberley! Entretanto, não estou sabendo desse chamado, mas podem se dirigir diretamente até a porta de entrada. Irei ligar para o meu supervisor avisando que vocês chegaram!


Ao ver a médica se virando, indo ao encontro dos paramédicos que se dirigiam para a entrada principal do museu. Kimberley pega o telefone, e liga para o Sr. Stevens. Então o Sr. Stevens atende a ligação e Kimberley lhe conta sobre à chegada dos emergêncistas.
Desligando o telefone, a mesma fica um tanto apreensiva, pensando no que poderia ter acontecido dentro do museu.


Passado dez minutos, ela escuta uma voz vindo de fora da bilheteria: - Kimberley, eu preciso que você entre em contato com a White's Education e os comunique sobre o mau súbito do professor Tyrke.
Então ela se vira e vê o Sr. Stevens próximo do guichê, enquanto os paramédicos saem do museu com o professor na maca, usando uma máscara de oxigênio e um monitor que mostra seus sinais vitais.
Nisto a Dra. Stephen se aproxima do Sr. Stevens e lhe diz: - Faremos de tudo para ele se recuperar!
No mesmo instante, Kimberley pega a lista de reservas para excursões e ao ver o número de contato da White's Education, liga para o centro educacional.


Após dois minutos atendem à ligação dizendo: - White's Education.. Aqui é Kelvy, boa tarde!
Então Kimberley diz: - Boa tarde Kelvy! Me chamo Kimberley e estou te ligando do museu de paleontologia, para lhe comunicar que o professor Tyrke teve um mau súbita e precisou ser levado para o Hospital Público da cidade. Porém a turma com vinte e sete alunos e alunas permanecem na área de visitação... Vocês poderiam enviar alguém aqui?... és que Kimberley ouve um barulho estranho no telefone...
Mas Kelvy com uma voz de surpreso, lhe responde: - Estarei entrando em contato com o diretor para lhe comunicar o ocorrido e tomaremos uma atitude o mais breve possível. Obrigado Kimberley! Até breve!


Nisto Kimberley desliga o telefone e chama Sr. Stevens para lhe comunicar à respeito da ligação. E de repente vêm em sua mente, parte da conversa que teve com Gyouk na Biblioteca Pública no período da manhã.

..."Visualizando o rosto de espanto de Gerty, a senhorita Hewt lhe pergunta: - Desculpa, mas você está bem?
Sem ouvir a pergunta, Gerty continua com o olhar fixo na fotografia e por alguns segundos lembra-se de um fato estranho que ocorreu no lado externo do museu. És que reaparece Mr. Stress trazendo os materiais pedidos por Fyklen e os coloca sobre o balcão. No entanto ao ver o olhar fixo de Andrew, Mr. Stress estende o braço e lhe toca no ombro, dizendo: - Aceita um copo d'água meu amigo? E me responda, o que achou do filho do senhor e senhora White?...Gyouk é um rapaz incrível.
Recuperando se do susto, Andrew olha para Mr. Stress com os olhos arregalados e lhe fala: - Isso é impossível, Mr. Stress!


Sem entender o que ocorrerá com aquelas fotos, a senhorita Hewt diz: - É melhor o senhor trazer um copo de água para Gerty... E ao se virar para Gerty, lhe pergunta: -Desculpa, mas posso olhar suas fotos?
Então Andrew entrega as fotografias para Fyklen que pega as mesmas, e com um olhar analítico foca sua atenção. Nisto Mr. Stress retorna com um copo d'água e entrega para Andrew, que bebe à água naquele instante. Com o semblante um pouco melhor, Andrew gagueja um pouco e diz: - Impossível ter acontecido isso, meu amigo! Eu visitei o museu, fiz uma compra no shopping do próprio museu e saí. Foi quando eu conheci Hyrten e Yikhj, mas não
havia esse rapaz da fotografia!
Mr. Stress: - Como não tinha esse rapaz? Tem certeza disso?
Andrew: - Sim! Só estávamos nos três naquele espaço! Ainda achei estranho, que na hora da foto com Hyrten, eu não consegui me mexer.


Ouvindo a conversa de ambos e analisando as fotos, Fyklen diz: - Parece que esse rapaz de camisa branca estava te segurando. Mas pelo seu relato, não aparenta ser uma sobreposição de imagem... Veja essa nítidez da mão dele em seu ombro esquerdo. Já que o outro rapaz não lhe segura.
Enquanto a senhorita Hewt mostrava os detalhes nas fotografias para Andrew. O Mr. Stress começou a lembrar de alguns momentos que esteve com Gyouk e após alguns segundos, decide ligar para a casa dos White's. Porém ao telefoner, não atendem à ligação. Preocupado, Mr. Stress pergunta: - Qual era o horário que você tirou essas fotos, Andrew?
Andrew lhe responde: - Eram uma e quarenta e dois da tarde, Mr. Stress!


Lembrando dos produtos, Fyklen se vira para Mr. Stress e lhe pergunta: - Senhor, quanto lhe devo pelos materiais?
Nisto entrega as fotos para Gerty, e pega o dinheiro em seu bolso. Ela retira uma nota de cem e entrega a mesma para Mr. Stress.
Mr. Stress pega a nota e lhe diz: - Aguarde um instante, que vou pegar o seu troco no caixa.
Então ele se afasta um pouco, enquanto Andrew coloca as fotos de volta no envelope e as guarda em sua bolsa dizendo: - Posso deixar minha câmera Polaroid para consertar, Mr. Stress?


Retornando para o balcão com o troco da senhorita Hewt, ele o entrega... e olhando para Andrew diz: - Pode sim, meu amigo! A sua câmera deve ser consertada em até três dias. Vou lhe fazer uma nota de entrada do produto quebrado e lhe dou uma cópia para retirada.
Enquanto aguardava o comprovante para conserto de sua máquina fotográfica, Gerty se vira para Fyklen e lhe diz: - Você apareceu em um momento totalmente inusitado para mim. Mas vamos até o museu? Eu lhe mostro o caminho, e assim posso lhe retribuir o favor por ter me mostrado os detalhes nas fotografias.
Então Fyklen demonstra um interesse por Gerty e lhe responde: - Vamos, sim! Será um prazer ter sua companhia e você pode me mostrar onde tirou essas fotos. Quem sabe não encontramos as respostas certas para essa sua preocupação?..."

"Agricultura sofrida,
e adaptações não entendidas.
Irrigação deficitária,
e as famílias se desgraçam.

Esperança em novos tempos,
onde o coletivo se motiva.
Clima de extremos,
e a população perde seu apresso.

Deslocamento cultural,
e percebemos as escassez estruturais.
Desejos de tempos perdidos,
onde acreditam na ausência de impecílios."

"Elogios momentâneos,
mas esquecem dos espelhos.
Incentivos que elevam a autoestima,
mas não acreditam nas próprias vidas.
Dificuldades sensoriais,
onde as percepções se perdem com o tempo.

Horizonte estremecido,
nas voltas de um instinto.
Lágrimas que brotam,
nos olhos de quem tem história.
Transformações corporais,
nos campos floridos de um ideal.

Pensamentos entrelaçados,
onde buscam os potenciais.
Cronômetro ativado,
e seguimos com os fatos."

Amor incondicional??? Não.
O meu amor é mais egoísta, do tipo que quero vc só pra mim.
Do tipo que não há condições; onde a condição é essa: você só pra mim, se não for assim, eu não quero.
Incondicional é só o de mãe, que te aceita e te ama mais a cada dia, com todos os teus erros, com todos os nãos que você dá pra ela.
Eu quero "sims", quero você na hora que eu quiser, disponível, me amando, me querendo. Eu sou mesmo egoísta. Eu não ligo para os outros, só pra mim. Mas só faço uma pergunta: Quem não é assim??

Inserida por carolcrazy

Nestes últimos dias mil coisas têm inundado meus pensamentos. E num destes momentos de intensa reflexão me percebi atenta as minhas unhas rubras. E me dei conta de que elas são características do amadurecimento balzaquiano. Para tantas outras milhares de mulheres é só uma opção de cor para unha. No entanto, para mim há muito mais significado. Por muitos anos minhas ansiedades, angústias e medos me tornaram refém de um péssimo hábito: roer unhas. Não que hoje estes sentimentos não existam mais em minha vida, mas hoje sei com muito mais precisão que não há nada, nem roer unhas, que vai evitá-los ou resolvê-los. E isso certamente é porque estou mais madura, com meus sentimentos, e afinal balzaquiana já era hora de estar.
Fico pensando: será que amadurecer significa enfim compreender que, feliz ou infelizmente, a vida é feita de incertezas e inconstâncias? Que não importa a quantidade de planos que façamos aos 20 anos, muitos deles serão inelutavelmente impossíveis de ser alcançados - ou sequer serão desejados anos à frente-, e que, ao contrário do que pensávamos, isso não é nem um pouco ruim? Enfim, será que amadurecer é –finalmente- entender que não podemos tudo, que devemos aceitar derrotas com dignidade, aprender a ver o lado bom das coisas e viver o que a vida nos dá? E que, se tivermos bom humor, errar não vai ser algo tão terrível assim, porque no fim das contas, não somos tão importantes como julgávamos ser aos 20 anos e, portanto, tampouco aquelas besteiras que fizemos serão vistas como algo terrível? Será que é isso?
Provavelmente - amadurecer talvez seja não se levar tão a sério, aliado ao fato de termos uma visão mais clara de quem somos e o que queremos para nossa vida.
Os esmaltes vermelhos colorem muito mais que minhas unhas, são sim uma cobertura de muito significado para o meus viveres!!!

Inserida por analuisanascimento