Textos sobre Medo
E isso é verdade.. Eu tenho medo...
Não temos nada (ainda).. Sei que tem muita coisa para acontecer... Você precisa se sentir confiante! Eu quero que vc confiei em mim..
Apenas estou lutando por você ! Estou em uma batalha! Só não sei se Irie vencer... Mais a guerra só termina quando o último soldado cair!
E esse soldado aqui ainda está de pé!
Medo, dúvida ou ilusão?
Muitos adiam a felicidade,
Obedecendo ao próprio orgulho,
Não por falta de humildade,
Mas por medo do futuro.
Muitos amam em segredo,
Cruzam-se e, fingem nem se conhecer,
Quando sentem na verdade um desejo,
De dizer “amo você”!
Muitos preferem disfarçar,
Com silêncio e pensamento,
É bem mais fácil do que falar,
E deixar fluir o sentimento.
Muitos escolhem sonhar,
Tentam contradizer a razão,
Vivem tristes a chorar,
E se entregam a solidão.
Muitos deixam a vida passar,
E com ela a realidade,
Esquecem a lógica de amar,
E vivem apenas de saudade.
Muitos evitam aquele olhar,
Mas se observam com paixão,
Discretos, sem deixar notar,
O amor guardado no coração.
A pior mentira!
É aquela que contamos para nós mesmos...
Aquela que, por medo ou comodismo, acreditamos realmente nela como se fosse a mais pura verdade!
A gente começa a achar que ela é o princípio maior de nossa existência e que não existe nada mais claro e tão definido nessa verdade mentirosa!
O tempo vai passando e junto com ele chega a nossa impotência em aceitarmos e admitirmos que estivemos nos enganando por muito tempo, que até mesmo, nós já não conhecemos mais a nossa verdade e o motivo de termos dado a ela uma tamanha proporção e enorme poder.
Neste exato momento em que já a consideramos nossa verdade, ela começa a se revelar, cada dia mais, como sendo a maior e a pior das mentiras que já contamos.
Quando chegamos a reconhecê-la ela se nega a mostrar a sua verdadeira face e começa a gerar uma confusão mental tamanha que é praticamente impossível você refletir sobre o que é certo ou errado nas consequências de sua mentira, agora tão verdade!
Começa então a briga interior e a cobrança que o nosso instinto maior de busca da felicidade real faz.
Tentamos procurar o início da criação da mentira e os porquês de termos criados tamanho monstro que agora ameaça nos devorar. Junto também vem a culpa por não termos enfrentado os nossos problemas como eles eram e de termos criado uma outra realidade totalmente incompatível com a que vivenciamos no presente!é a tomada de consciência falando mais alto, às vezes aos gritos, sem o menor temor de machucar a nossa integridade,
E queremos consertar o que, na maioria das vezes, não já não o podemos fazê-lo!
Essa é, sem dúvida, a trajetória da mentira perigosa e mais enganosa que todas as outras inventadas por nós:
A mentira que vira verdade!
É o medo e o desejo
É a desconfiança e a esperança
É o grito e o silêncio
É o gelo derretendo o fogo
Eu e você frente a frente é sempre tendo que me confrontar
Encarar os meus erros e meus acertos
As minhas verdades, as minhas ilusões o meu poder e a minha impotência
As minhas liberdades e meus limites
Quando estou na sua frente eu sinto toda minha dor, mas só na tua frente eu posso sentir todo o meu “AMOR”
Sou
Sou alguém que fala o que sente
Que não tem medo de amar
Que ama os cahorros da rua, os mendigos
Ama os velhos nos asilos
E seus restos de sonhos
Sorrio por tudo e por nada
Dou a mão a quem me ofende
E choro por aquele que me odeia
Não tenho inimigos, e nem os quero
Na terra, tesouros não guardo
Os quero no céu me aguardando
Apanhei muito na vida, de mãe, de irmão
Mas os amo incondicionalmente
Não sei direito quem sou até hoje...
Tenho dois nomes, um de sangue , um de cidadão
De criança adotada, virei a filha mais amada
A irmã mais requisitada
A Tia mais concorrida
E a mãe mais engraçada
Só sei chorar á toa
E rir á toa também
Prefiro sorrir, pra conservar a juventude
Mas quando choro é sempre por amor
Nos mais variados sentidos
Sou assim, com um pedaço de Deus na alma
E um coração sincero e encharcado de amor pra dar
Nas grandes cidades, no pequeno dia-a-dia
O medo nos leva tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia
Nas grandes cidades de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido
Deus, acalma o meu coração ansioso, tira o medo que me impede de avançar e o cansaço que me impede de lutar. Afasta de mim tudo o que me afasta de Ti para que em minha vida fique somente o que vier de sua vontade. Perdoa minhas fraquezas e minhas falhas e minhas promessas não cumpridas sou pequeno e falho, mas o Senhor é grande e misericordioso.
Que em minha vida cresça sua presença, sua graça e seu amor, eu aceito o que vier de Ti pois o Senhor sabe o que te peço, mas além disso, o Senhor sabe o que eu preciso e muito mais daquilo que preciso, sei que o Senhor poderá fazer.
Desabafo: O medo silencioso de ser vista
Eu sei o que é se sentir refém de uma construção que fizeram de mim. Uma construção que, por muito tempo, me prendeu a um medo constante de ser quem eu sou, de ocupar os espaços ao meu redor. O medo de ser vista, de ser notada, e de como, ao estar em ambientes cheios, os olhares parecem pesados demais para carregar.
Sinto que, em muitos momentos, a insegurança me paralisa. É como se toda minha essência fosse transformada em algo que precisa se esconder. Tento desviar os olhares, encontrar os cantos mais discretos, aqueles onde posso me perder sem ser observada. Onde a pressão de ser vista não me sufoca.
E quem, entre nós, nunca se sentiu assim? Quem, entre nós, nunca se desconfortou com o peso de ser mulher, de ser vista e julgada? O desconforto de estar em um espaço cheio e, mesmo assim, se sentir sozinha, impotente.
Eu sei que esse medo não é só meu. Sei que há outras mulheres que também preferem a invisibilidade, que também buscam lugares silenciosos e discretos, longe dos olhares que nos desconstroem, que nos fazem sentir pequenas. Mas o que me dá esperança é saber que, ao escrever isso, estou falando em voz alta o que tantas de nós guardam. E, ao fazer isso, me permito ser verdadeira, e quem sabe, dar espaço para que outras também possam se permitir.
O que quero agora não é mais me esconder. O que busco é entender esse medo, aceitar que ele existe e, aos poucos, me fortalecer para que ele não me defina mais. E, talvez, juntas, possamos construir um espaço onde todas nós possamos ser vistas sem medo, sem julgamentos, sem a pressão de sermos algo que não somos. O mundo precisa entender que ser mulher, com todas as nossas complexidades e inseguranças, é, sim, uma força.
Não adianta entreabrir a porta se o medo ainda impede os olhos de encarar a luz que insiste em entrar. A claridade não pede licença, ela apenas espera que você permita que ela invada e transforme.
Também não adianta convidar quem nunca teve a intenção de permanecer. Há pessoas que batem à porta apenas de passagem, como visitas que deixam rastros leves, mas não constroem morada. São presenças breves — e é preciso aprender a deixá-las partir, sem pesar, sem cobrança, apenas com a gratidão do instante que trouxeram.
Cada um tem seus próprios caminhos a trilhar. E, talvez um dia, alguém chegue não apenas para visitar, mas para ficar. Esse alguém trará consigo o tom da saudade, como se sempre tivesse pertencido àquele espaço, mesmo antes de chegar. Será presença que não pesa, que não se anuncia como novidade, mas como reencontro.
Porque há chegadas que são como retorno, e almas que parecem nunca ter estado ausentes.
Escondo o meu olhar
Com medo que me vejas chorar.
Transformo-me aos poucos num mundo
Sombrio e distante.
Navego por sonhos e ilusões,
Por caminhos incertos e destinos desconhecidos.
Mas, tu não vês meu sofrimento,
Já não olhas mais para a minha alma.
Já não sentes meus sentimentos.
Deixaste-te levar apenas por ti própria
E esqueceste-te de mim,
Apelo à minha poesia então,
Mas, meus versos não falam à tua alma,
Escondes-te nesse mundo,
De onde a luz não consegue emergir
E eu....
Acabo por deixar-me ficar.. assim...
Sem alma...
Até que a escuridão me domine completamente.
Eu sou aquela
Que ama, com medo de se arrepender.
Que enves de rir, quer chorar.
Que vai embora, quando quer ficar.
Que acredita em o que diz, mas nao tem certeza.
Que confia hoje, mas nao sabe o ontem.
Que se sente sozinha, mesmo quando tah perto
Que decide, e depois volta tras.
Aquela que quer dizer nao, mais acaba dizendo sim.
Dizem que é o medo da morte, e do que vem depois
da morte, que leva os homens a voltar-se para a religião à medida que os anos se acumulam. Todavia, a experiência pessoal me trouxe a convicção de que, completamente à parte de tais temores e imaginações, o sentimento religioso tende a desenvolver-se quando envelhecemos; tende a desenvolver-se porque, à medida que as paixões se
acalmam, que a fantasia e a sensibilidade vão sendo menos excitadas e menos excitáveis, a razão é menos perturbada em seu exercício, menos obscurecida pelas imagens, desejos
e distrações que a absorviam; então, Deus emerge como se tivesse saído detrás de uma nuvem; nossa alma vê, sente a fonte de toda luz, volta-se natural e inevitavelmente para
ela; porque, tendo começado a esvair-se dentro de nós tudo aquilo que dava ao mundo das sensações sua vida e seu encanto, não sendo mais a existência material sustentada
por impressões externas e internas, sentimos a necessidade de nos apoiarmos em algo que permaneça, que nunca nos traia - uma realidade, uma verdade, absoluta e eterna.
Sim, voltamo-nos inevitavelmente para Deus; pois esse sentimento religioso é por natureza tão puro, tão delicioso para a alma que o experimenta, que compensa todas as nossas outras perdas".
Nas grandes cidades, no pequeno dia-a-dia
O medo nos leva tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia
Nas grandes cidades de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido
Um dia super, uma noite super, uma vida superficial
Entre as sombras, entre as sobras da nossa escassez
Um dia super, uma noite super, uma vida superficial
Entre cobras, entre escombros da nossa solidez
Nas grandes cidades de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal
Levamos uma vida que não nos leva a nada
Levamos muito tempo pra descobrir
Que não é por aí... não é por nada não
Não, não pode ser... é claro que não é, será?
Meninos de rua, delírios de ruínas
Violência nua e crua, verdade clandestina
Delírios de ruína, delitos e delícias
A violência travestida faz seu trottoir
Em armas de brinquedo, medo de brincar
Em anúncios luminosos, lâminas de barbear
(solidez)
Viver assim é um absurdo como outro qualquer
Como tentar o suicídio ou amar uma mulher
Viver assim é um absurdo como outro qualquer
Como lutar pelo poder
Lutar como puder
Faça seu coração parar de chorar
Segure-se
Segure-se
Não tenha medo
Você nunca mudará o que aconteceu e o que vai
acontecer
Talvez seu sorriso
Brilhe
Não tenha medo
Seu destino pode manter você aquecida
Porque todas as estrelas
Estão desaparecendo
Apenas tente não se preocupar
Você as verá algum dia
Pegue o que você precisa
E siga seu caminho
E faça seu coração parar de chorar
Levante
Venha
Por que você está assustada?
Você nunca mudará
O que aconteceu e o que vai acontecer
Porque todas as estrelas
Estão desaparecendo
Apenas tente não se preocupar
Você as verá algum dia
Pegue o que você precisa
E siga seu caminho
E faça seu coração parar de chorar
Nós somos todas as estrelas
Nós estamos desaparecendo
Apenas tente não se preocupar
Você nos verá algum dia
Apenas pegue o necessário
E siga seu caminho
E faça seu coração parar de chorar
Faça seu coração parar de chorar
Faça seu coração parar de chorar
Titulo: O medo de amar.
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Muitos buscam na religião, espiritualidade,
Preencher o vazio da solidão,
Outros buscam nos amigos,
Alegrar o coração,
É inegável, que na família, encontramos calor,
Mas falta algo no sentimento e no coração,
Para dar as nossas vidas, o amor e a sua cor...
O colorido da paixão.
Aquele abraço apertado,
E um beijo com ardor,
Abraço esse e beijo ardente,
Que somente um homem e uma mulher,
Que faz a alma ficar contente,
Pois, um sonho novo nasce, cuja flor tem sua cor,
A cor eterna do amor!
Mas muitos insistem, em ter medo de amar,
E aí procuram na fuga escondida,
Despistar a vontade louca de amar.
Mas enquanto o amor não chega...
Você insiste em fugir,
Com um louco medo de amar.
Esqueça o que passou,
O passado já morreu,
Abra seu coração,
Expulse o medo de amar outra vez,
E deixe um novo amor entrar!
RECOMEÇOS
Já que a semana está em branco e um novo dia sorri, vamos escrever a vida. Sem medo. Sem aquela expectativa surreal de ter-que-fazer-perfeito. Sem aquela cobrança de fazer tudo o que queremos (e não o que precisamos).
Que tal pararmos de pular a primeira página pra treinar a letra ideal? Vamos escrever do jeito que for, afinando e desafinando, errando e acertando e - sempre - amando e aceitando o melhor e o pior que existe em nós. Afinal, cada dia é um novo ano. E a gente merece ser feliz e recomeçar sempre.
(Quantas vezes for preciso).
O Peso da Presença: Quando o Medo de Ser Incômoda Nos Faz Ausência
Ao meu medo de ser incômoda, atribuo meus afastamentos e ausências.
Já fui aquela pessoa extremamente presente, que ao menor sinal estava lá, de prontidão.
Ainda sou, mas hoje me blindo de informações — uma pausa do mundo para não exceder meus limites,
os quais já foram exaustivamente ultrapassados.
Se for realmente urgente, coloco minhas dores no bolso, me faço forte e estarei lá, presente.
Mas o receio de ser incômoda, de parecer forçar algo, inclusive a presença,
me faz recuar de imediato.
Ainda que meu desejo seja permanecer, escolho me afastar, recolher-me, curar-me.
De alguma maneira, encontro força na solidão escolhida,
para não me tornar um peso na vida de quem amo.
E assim, me torno ausência antes que me tornem excesso.
Queria contigo morar
Para realizar um grande desejo
Viver sem medo de amar
E em teus braços morrer no chamego.
Acordar e sentir o doce cheiro que exalas
Apertar-te e realmente certificar que não é um sonho,
Você realmente está ao meu lado!
E como um anjo
Dizer-te palavras doces e singelas
Numa fria e ainda escura manhã de outono.
Queria que todo dia
Pudéssemos nos tratar pelo que sentimos um pelo outro
Não pelas pequenas coisas que nos interferem
Numa apaixonada troca de olhares
Nos abraços apertados
Que deveriam ser
Acompanhados de beijos
E promessas de amor.
Ao teu lado
Sinto em demasiada alegria
Como um bebê no colo de sua mãe
Que sem ela
Ele nada seria.
Sinto também um fogo
Que queima sem parar.
Um coração que falta saltar
Através de uma simples troca de olhares
Ou de uma pequena briga
Ou de um simplesmente um acariciar sem malícia.
Um coração
Que mesmo quando amargurado
Sabe entender o que dizes
Não deixa criar raízes
De palavras ofensivas
Ditas da boca pra fora
Que logo
E sem demora
São substituídas por gestos de carinho.
A cada dia que passa
Meu coração sem saber
Bate por você
À espera de um novo reencontro
Como se um dia
Se resumisse
Em uma eternidade
Sem você.
Você pra mim
É essencial
E único
É por isso
Que EU TE AMO.
Dedicado a Givaldo Jr.
Decifra-me...
Um dia sou uma ‘‘menininha” que sonha
Entretanto, tem medo de acordar
E encarar a realidade...
No outro, sou incontestavelmente
Uma mulher sem medos.
Um dia sou como um forte vendaval
Que por onde passa
Deixa marcas...
No outro, sou como uma leve brisa
Branda e inofensiva.
Um dia sei exatamente o que sou
E no outro fico confusa
Em relação ao meu ser...
Fico perdida
Sem saber o que fazer ou até mesmo pensar.
Posso ser uma ‘‘menininha”
Ou uma linda mulher...
Um vendaval ou uma leve brisa
No entanto, se quer saber quem sou
Então decifra-me.
O desconhecido gera a insegurança,
Que por sua vez produz o medo,
Que cria o terror,
Gerando o caos.
O caos é o estado de coisas aparentemente fora da ordem,
Que provoca o aparecimento da racionalidade,
Que produz o surgimento de idéias,
Alimentando o sistema.
O sistema é algo organizado,
Que foi feito para te defender do mal,
Que tem o objetivo de te deixar seguro.
Formando uma ideologia.
Ideologia é um pensamento de alguns,
Que conforta a massa de acomodados,
Que retoma a aparência de harmonia ao mundo.
E faz o interesse de um grupo dominar.
E por fim, nada disso rima para te provar que na verdade nem tudo na vida combina, a não ser o que gente queira combinar.
