Textos sobre Mar
"O Mar dos Sentimentos"
Cada vez que eu navegava pelo mar, meu navio quebrava e eu não entendia o porquê...
Então olhei para as estrelas, e meu navio começou a afundar no mar profundo comigo dentro...
Meus olhos estavam se fechando...
Então percebi que quem afundou meu navio fui eu mesmo...
Pois percebi que minhas lágrimas afundaram ele, causando danos pouco a pouco quando eu ignorava as rachaduras das dores que sentia...E mesmo assim, mesmo afundando nas profundezas do desconhecido, uma chama de esperança permanecia acesa dentro de mim. Uma voz suave dentro do caos me sussurrava que, mesmo nos momentos mais sombrios, há uma luz que pode guiar o caminho de volta para a superfície. E com essa consciência, eu sabia que poderia encontrar a força para começar a reconstruir meu navio, pedaço por pedaço, e navegar novamente pelas águas turbulentas do mar dos sentimentos.
Escritor: Arthwr
Quem me dera
Quem me dera ser um peixe,
E no mar do teu amor poder navegar
Quem me dera te ter ao meu lado,
E a todo momento te fazer sonhar.
Quem me dera ouvir tua voz,
E te amar em meio ao caos lá fora
Quem me dera te fazer sorrir,
E sentir tua mão me tocando agora.
Quem me dera sentir teu respirar,
E não te sentir apenas em sonhos de fantasia
Quem me dera te fazer se sentir amada,
E ser o motivo da tua alegria.
Quem me dera te amar,
Nem que seja por segundos
Quem me dera parar de sonhar contigo,
E te ter aqui comigo,
Para sempre no meu mundo!!
O MAR E A POLUIÇÃO
Vosso tapete azul
Que varias espécies abriga
Eu não sinto mas eu vejo
A tua dor e sofrimento
Cheio de lixo e poluição
Vidas marinhas morrendo estão
É tão nobre tua beleza
É lindo contemplar você,o sol e a areia
Eu para sempre irei te amar
Oh,presente de Iemanjá
Você me inspira e me traz a inspiração
Teu som e tuas ondas me trazem a emoção
Oh,natureza bela
Se nós humanos soubéssemos te amar e valorizar
Com essa sujeira em ti iriamos para.
No vasto mar da mente a navegar,
Desbravando territórios sem igual,
A desterritorialização a nos guiar,
Libertando-nos do automatismo habitual.
Em cada verso, uma nova paisagem,
O pensamento se renova e se expande,
Rompendo fronteiras, sem amarragem,
Explorando horizontes além do que se entende.
Desconstruímos o que era previsível,
Para construir o inesperado, o incrível,
Na arte de pensar de forma criativa,
Encontramos caminhos de luz definitiva.
Que a desterritorialização nos conduza,
A novos mundos de ideias abundantes,
E que a liberdade de pensamento se difusa,
Em poesia, em prosa, em olhares importantes.
Até quando ficarei esperando a onda do mar?
Não sei o quanto vai demorar
E nem sei se vai chegar
Só sei que vou esperar
E quando ela chegar
Vou abrir os braços e deixar que ela me abrace
Me envolva em suas águas
Só não queira me afogar
E se ela não chegar
Só me resta esperar
Esperar com meus pés na água
Esperando a onda chegar
E vendo o dia acabar
E o sal das lágrimas se misturam ao sal do mar
E se a onda chegar?
E o sal das lágrimas se misturam ao sal do mar
No mar, calmo a passar
Apenas ele a me tranquilizar
Mas tão profundo, e lá eu estava
não pude reter, confiei até demais aponto de meus olhos vendar.
Por um tempo estive com eles, mas com rancor tiraram-me
A solidão me cercou tendo apenas ele aquele amigo fiel
Grande foi minha dificuldade, mas compreendi o meu lugar não era realmente alí
Apenas naquele lugar, o meu fracasso era conversa em primeiro lugar.
Muito pequeno, por muito tempo me senti
Como um grupo flores, e eu, uma flor a nunca se desabrochar
Estrela sem brilhar, era minha luz se apagar.
Uma criança dentro de mim a gritar uma parte em que a dor estava sempre piorar.
Era algo besta, mas percebi, estava acabando dentro de mim.
E só descobri quando o problema não havia solução para mim.
No compasso do meu interior.
Sob a luz prateada da lua
O mar dança em sussurros de maré
Vibrações energéticas fluem cruas
No compasso de um cantigo que é fé
No meu mundo interior, a música ecoa
Cada acorde ressoa como ondas no mar
É a essência que em mim sempre voa
Num balé de sentimentos a navegar
A lua, guardiã das marés e dos sonhos
Reflete em mim um cântico sem igual
As vibrações do mar, suaves ou risonhos
São melodias que me fazem ser real
Em cada nota, encontro o meu ser
Na harmonia do universo a pulsar
Meu canto interior, eterno florescer
É a minha sinfonia de viver e amar.
Sinfonia do Ser
Nos acordes do vento, encontro meu som
Na melodia do mar, sinto-me em casa
Cada nota um murmúrio, um desejo bom
Cada acorde, uma chama que se embasa
A vida é um ritmo, um verso em movimento
Nas cordas do tempo, traço minha história
Sem música, seria apenas um lamento
Com ela, navego em mares de memória
Nos acordes da alma, encontro meu eu
Na sinfonia do ser, me faço inteira
A música é o sonho que nunca morreu
É a linha tênue entre o agora e a fronteira.
BOLINHA DE SABÃO
Bolinha de sabão
No céu azul da cor do mar
Bolinha de sabão
Flutuando pelo ar.
Bolinha de sabão
No quintal de Dona Chica.
Bolinha de sabão
Pras crianças é alegria.
Bolinha de sabão
Caiu aqui na minha mão
Bolinha de sabão
Estoura ao tocar no chão.
Bolinha de sabão
Sem destino a flutuar
Bolinha de sabão
Sempre vem nós alegrar.
Bolinha de sabão
Pelos becos e vielas
Bolinha de sabão
É o vento que te leva.
Bolinha de sabão
No céu azul da cor do mar
Bolinha de sabão
Flutuando pelo ar.
Família é porto, amigos são mar,
Juntos, na vida, aprendemos a navegar.
Com eles, o riso e o abraço sincero,
São tesouros que guardo e tanto venero.
Família acolhe, amigos sustentam,
Nos dias difíceis, os dois me inventam.
São laços de vida, de amor e alegria,
Que enchem de luz minha rotina vazia.
“Meu amor calmo”
Amar você é navegar em águas serenas,
Um mar de calmaria, sem pressa, sem cenas.
Seu amor é pacato, tranquilo, sensato,
Um porto seguro, onde descanso de fato.
Você é cheio de sonhos, visão de futuro,
Fluente em palavras, inglês tão seguro.
Carinhoso e atento, me faz sorrir,
Mas quando é manhoso, só quer me atrair.
Briga com deboche, me tira do sério,
E ainda assim, você é o meu mistério.
Marcas do passado te deixam parado,
Preso em memórias, num tempo guardado.
Mas o seu amor é descanso e rotina,
Com você, a vida é simples, fina.
Uma massagem certa, a comida servida,
E vez ou outra, o cigarro na vida.
Com você, tudo é leve, tudo é paz,
Sem grandes loucuras, mas amor que me traz
A certeza tranquila de ser e estar,
Na calma dos dias, a gente a amar.
"O mar está tão distante da vista e mesmo assim vivo sonhando com garota dos meus sonhos, e pra mim viver sonhando já não basta. Quero me apaixonar pelo primeiro sorriso, quero me perde e tropeçar na saudade quero mergulhar os olhos em lágrimas, e me afogar nos talvez que o tempo pode trazer., Quero sentir tudo aquilo que descongela o coração e faz bater mais forte. Sobreviver já não basta quero o amor e cometer todos os pecados possível para que no fim quando voltar a ver o mar e sentir toda imensidão, eu possa partir sorrindo com aquela certeza que vivi."
PauloRockCesar
Nostalgia
Conta pra tua tristeza
Que ela é um rio,
Que deságua, em alto mar,
E, por vez, parece forte,
Como se fosse zarpar,
Entremeando a brisa fria,
Em busca do horizonte.
Meia noite, meio dia,
Sol que nasce atrás do monte
Neblina turva e brilhante
Cai na madrugada fria,
Lua cheia, lá no céu
E em meu peito nostalgia.
Pensa que não sei lhe esquecer
E acha que ainda sofro por você
Mas não vê que eu
Não estou ligando
E ficou até me perguntando,
Como eu pude perder tanto!
Tempo com você?
Que não sabe o que é querer
Que não sabe dar valor.
mar
Lentamente me afundo, no profundo mar de espinhos.
Lentamente me afogo, em um rio de decepções.
Estou presa no imóvel, imersivo, irreal.
Estou perdida nas águas, nadando em um vazio dentro da própria alma.
Eu não irei amar.
Eu não irei dormir.
Não irei apreciar.
Tudo o que amei, destruí
Tudo que mais admirei, já se foi.
Minha vida é como um lago, cheio de crocodilos, obstáculos.
Ao Professor, com Gratidão
Professor é farol em mar aberto,
Luz que acende o saber mais certo.
Com gestos firmes e olhar profundo,
Semeia ideias, desbrava o mundo.
Cada palavra que nasce em sua voz
Desperta mentes, nos guia a sós.
Explica, repete, escuta e ensina,
Trazendo ao simples o que nos fascina.
Nos olhos do aluno vê o amanhã,
Enxerga o brilho que ainda é manhã.
Na sala de aula, constrói o caminho,
Cada lição é amor e carinho.
É mais que ensino, é pura paixão,
Professor é vida, é dedicação.
É a força discreta que o tempo não apaga,
É o mestre, a guia que a vida afaga.
Para ela, é azul,
Para ele, cor de mar,
- Para mim, cor de vinho,
Ele, ele não descreve o que vê.
Até o momento, não sei por quê,
E ele também não sabe dizer.
- Oras, é azul!
- Oras, é cor de mar!
- Não, é cor de vinho!
Que costume mais mesquinho, de a tudo nome dar!
Para ela, é azul.
Para ele, cor de mar.
Para você, cor de vinho.
E para ele, bem, para ele tudo pode ser.
Mar de São Luís
Em São Luís, onde o sol repousa,
o mar se estende em azul sem fim,
e canta a brisa, leve e formosa,
o velho encanto que existe ali.
As ondas dançam num vai e vem,
em harmonia com o céu dourado,
bordando a areia como um refém
de um horizonte sempre encantado.
E a maresia é sopro e abraço,
cheiro de sal, perfume ao vento,
contando histórias que o tempo traço
em cada pedra, em cada momento.
Oh, mar que abraça São Luís,
com tua calma e tua imensidão,
és o espelho onde a ilha diz
sua beleza, sua oração.
Como um rio que corre para o mar,
Todos os momentos me fazem pensar em você
E me levam ao seu amor, ao meu lar.
Cada estrada que eu sigo
Cada curva que eu passo
Cada passo que eu do,
Me leva mais perto de você.
No meio da noite escura,
Quando as estrelas brilham forte
Eu sinto seu brilho em mim
E sei que estou no caminho certo.
Em cada esquina, a mesma direção
Eu vejo seu rosto, seu sorriso
E sei que estou indo para você
Para o lugar onde meu coração é feliz.
Como um pássaro que voa para o ninho
Você é meu refúgio, meu lar
O lugar onde meu coração é livre.
Eu não preciso de mapas
Não preciso de direções,
Poís meu coração me guia
Para o lugar onde você está.
Todos os caminhos me levam a você
E eu sei que estou em casa
Eu estou onde devo estar
Dentro do seu coração e dos nossos sentimentos.
Horizonte
No limite do olhar, onde o céu beija o mar,
Um risco de luz se desfaz devagar.
O sol despede, em rubro e alaranjado,
Pincela o oceano em tom delicado.
As gaivotas, em voos serenos e leves,
Deslizam no ar, como quem nada deve.
O vento murmura canções ancestrais,
Segredos guardados nas ondas e cais.
Horizonte distante, promessa e mistério,
Esconde no fim o eterno refrigério.
E o mar, sereno, abraça a saudade,
Emoldura a beleza e a imensidade.
Saudades de São Luís
Lá longe, onde o vento é brisa e maresia,
No coração guardo o cheiro do mar,
As ruas de pedra, histórias que guiam,
E o canto sereno das ondas a dançar.
Oh, São Luís, cidade amada,
Minha alma vagueia nas tuas ladeiras,
Dos casarões às esquinas enluaradas,
Sinto o calor das noites inteiras.
Teus sons e cores me chegam distantes,
Como um sussurro da infância perdida,
Em cada esquina há lembranças errantes,
Rios de saudade que escorrem na vida.
Ah, como queria pisar teu chão,
Soprar meu amor em cada recanto,
Lá onde o céu abraça o Maranhão,
E a saudade não se mistura ao pranto.
