Textos sobre Felicidade
A vida nos ensina a dura lição de que o chão nem sempre estará firme sob os nossos pés quando mais precisarmos. Haverá momentos em que a queda será inevitável e o impacto contra a realidade parecerá definitivo e esmagador. O milagre não está em evitar a queda, mas na teimosia quase sagrada de se levantar e tentar mais uma vez.
- Tiago Scheimann
Uma amiga me disse que apareceu alguém em sua vida, fazendo ela se sentir especial e depois desapareceu. A questão é que tu é especial. Mas sabe...nem todo mundo tem o dom de regar uma flor. 💚
E ninguém te faz especial...você é.
A diferença é que você permitiu dividir tua essência com outra pessoa. E não percebe que você é puro amor e merece ser feliz com você mesma, ser perdidamente apaixonada por você, ser o amor da sua vida e ponto final.
É só Abrir os olhinhos de dentro e ver... você é tudo que precisa para ser feliz, o resto ou faz parte do espetáculo ou fica na platéia, sendo apenas figurantes solitários e egocêntricos.
OLHAR DO TEMPO
Não posso, e nem quero, olhar a vida alheia, muito menos julgá-la: afinal, também tenho meu teto de vidro!
Eu observo, isto sim, o tempo que corre velozmente e me expõe nu...
A fadiga que hoje me pesa nos ombros, eu a criei. E das sementes que plantei, busco regá-las. Mesmo que não colha os melhores frutos, estarei pronto para a colheita, no tempo certo!
O tempo é o próprio jogo da vida. Rebuscar o passado requer coragem, exige nobreza; é uma questão de honra!
Ensinaram-me valores tais que me perdi neles. Não por culpa de outrem, mas pela minha própria visão tacanha sobre o mundo.
Eu vivo as ilusões que me foram ensinadas e busco aperfeiçoá-las, de modo que tudo que vejo se torne belo. Não para mostrar aos outros o caminho da felicidade, mas para provar a mim mesmo que também erro quando falho em entender os porquês da vida!
Eu ouço o despertar do relógio, e são 6 horas...
Logo mais, ouço o badalar dos sinos, e são 18:00 horas. Comprazo-me com o tempo: ele foi ajeitado em compassos lentos nos ponteiros do relógio... mas a vida... a vida passa, dando sinais de que o tempo que me resta jaz confinado neste corpo. Um corpo pueril e condenado à dor; a dor que eu não queria sentir, mas que, por consequência das horas, se desfaz involuntariamente nas veladas marcas do tempo.
" Meu mundo...
Nosso mundo...
Minha vida...
Nossa vida...
Eu te amo...
Você me ama...
Eu confio...
Você confia...
Eu sorrio...
Você sorri...
Eu choro...
Você chora...
Eu jamais te deixarei...
Você jamais me deixará...
Por todo o sempre vou te amar...
E por todo o sempre vai me amar...
Na alegria e na tristeza...
Na tristeza e na alegria...
Por toda vida...
Até que a morte nos separe...
E que a eternidade nós una...
No brilho eterno das estrelas."💕✨💕🌟
O Capataz Querubim
Em alguns momentos da vida, cheguei perto de acreditar que a liberdade existia.
Não a liberdade vendida por filósofos, políticos ou vendedores de felicidade. Falo de uma liberdade absoluta. Daquelas que não deixam correntes, portas ou nomes para trás. Uma liberdade capaz de arrancar de um homem tudo aquilo que o prende à realidade que aprendeu a chamar de sua.
Durante muito tempo, pensei que meu maior inimigo fosse o sistema.
O trabalho.
O dinheiro.
As regras.
As expectativas.
Toda aquela arquitetura invisível que nos ensina, desde cedo, onde devemos estar, o que devemos desejar e até quando devemos chamar de sonho aquilo que alguém decidiu por nós.
Acreditei que liberdade fosse romper essas amarras.
Então passei anos tentando encontrar uma saída.
Até perceber que o sistema nunca foi o verdadeiro carcereiro.
Ele apenas administra a prisão.
O verdadeiro capataz é muito mais antigo.
Muito mais inteligente.
E, talvez, muito mais difícil de odiar.
O amor.
Demorei para entender isso.
Porque as correntes mais resistentes não fazem barulho.
Não enferrujam.
Não deixam marcas nos pulsos.
São feitas de afeto.
Às vezes têm a forma de um abraço.
Às vezes, de uma promessa.
Às vezes, de um rosto que você não consegue abandonar.
E há correntes que parecem tão quentes contra a pele que passamos a acreditar que foram feitas para nos proteger do frio.
Foi então que dei um nome àquilo.
O Capataz Querubim.
Ele não empunha chicotes.
Não grita.
Não ameaça.
Não precisa.
Ele chega devagar.
Senta ao nosso lado.
Escuta nossos medos.
Conhece nossas fraquezas.
E, quando percebe que estamos prestes a partir, simplesmente segura nossa mão.
Nunca com força.
Apenas o suficiente.
Enquanto sorri, fecha uma porta.
Enquanto acaricia nossos cabelos, reforça uma grade.
Enquanto nos faz sentir necessários, nos convence de que ficar é uma escolha.
E talvez seja.
Esse é o seu maior poder.
O Capataz Querubim nunca nos obriga a permanecer.
Ele nos faz querer ficar.
Durante muito tempo, procurei uma porta.
Uma única passagem escondida entre a razão e a loucura.
Acreditei que, se conseguisse encontrá-la, tudo faria sentido. As ilusões desapareceriam. As correntes cairiam. Finalmente saberia o que existia do outro lado.
Mas comecei a desconfiar de que não existem portas.
Existem apenas corredores.
Cada resposta abre uma pergunta.
Cada verdade revela outra camada.
E, quando pensamos finalmente ter chegado ao fim, percebemos que apenas encontramos uma prisão menor dentro de uma maior.
Às vezes, no silêncio absoluto, chego perto da liberdade.
São momentos estranhos.
As vozes desaparecem.
Os desejos se calam.
As lembranças parecem distantes.
Por alguns segundos, resta apenas a consciência olhando para si mesma, sem passado para carregar e sem futuro para desejar.
Nesses momentos, penso que talvez seja isso.
Talvez liberdade seja não precisar de nada.
Então alguma coisa acontece.
Uma memória.
Uma saudade.
Um rosto.
E eu volto.
O Capataz Querubim nunca está longe.
Ele conhece todos os caminhos de volta.
Sabe exatamente qual lembrança tocar.
Qual ausência despertar.
Qual nome pronunciar dentro do silêncio.
E talvez esse seja o verdadeiro paradoxo:
não estou lutando contra um inimigo.
Estou lutando contra aquilo que dá sentido à minha existência.
Porque, se um dia eu conseguir romper todas as correntes, quem sabe o que sobrará de mim?
Talvez a liberdade absoluta exija uma coisa que não estamos dispostos a entregar:
a capacidade de amar.
E, se para ser completamente livre eu precisar deixar de amar, talvez a prisão seja um preço pequeno demais para reclamar.
Toda liberdade cobra alguma forma de solidão.
Todo amor cobra alguma forma de renúncia.
Talvez seja por isso que continuamos caminhando entre as grades.
Não porque não enxergamos as portas.
Mas porque algumas portas dão para lugares onde ninguém nos espera.
Enquanto não descubro a resposta, continuo observando.
Não contra o sistema.
Não contra o mundo.
Mas contra a necessidade de transformar qualquer dúvida em certeza.
Ainda assim, existe uma pergunta que não consigo abandonar.
E se o Capataz Querubim nunca tiver sido meu carcereiro?
E se todas as correntes que passei a vida tentando romper forem justamente aquilo que me impede de desaparecer?
Talvez eu passe a vida inteira chamando de prisão aquilo que me mantém vivo.
Porque, quanto mais observo minhas próprias correntes, mais percebo o segredo mais terrível de todos:
nunca fui capaz de descobrir onde termina o amor e começa a liberdade.
Talvez não exista uma fronteira.
Talvez ambos sejam feitos da mesma matéria.
Talvez a diferença esteja apenas no nome que damos às coisas que escolhemos não perder.
E talvez o dia em que eu finalmente vencer o Capataz Querubim…
seja justamente o dia em que não reste ninguém para atravessar os portões da prisão.
Ah, fala sério.
Você acredita mesmo nisso?
A vida te mostrou tantas diferenças.Te jogou em outros ambientes, te apresentou gente linda. Gente que dança sob a chuva, que ri sem motivo, que abraça o dia com os braços abertos. Gente que ama a vida com uma fome que assusta, que bebe o sol e coleciona histórias.
..., fala sério!
Depois de ter visto cores tão vibrantes,como pode seu mundo ainda caber no preto e branco de um só pensamento? A vida não é um argumento que se vence, é um espetáculo que se vive. E ele está cheio de música, de gente que te mostrou que é possível existir de outro jeito.
As cobranças da vida adulta evidentemente nunca descansam, são persistentes e inoportunas, colocam a fé à prova, mas deve ser ainda mais difícil para o adulto que não tem no seu interior, o espírito de criança vivo, cuja importância é bastante notável,
Existência indispensável que faz imaginar uma realidade onde o impossível é questionável com mais frequência e em pouco tempo, pode ser real em um universo seguro e renovador, sem a forte influência do mal, destruída por um poderoso esplendor.
Essa imaginação construída na infância certamente é um tipo de bênção do Senhor que contribui na essencialidade da resiliência, talvez, uma loucura sadia para preservar a sanidade, a consciência de que a vida adulta não precisa ser feita apenas de responsabilidades.
A Expansão de Dois Universos
Há pessoas que atravessam a vida umas das outras como quem visita um lugar. Eu não.
Sempre acreditei que existem pessoas extraordinárias. Pessoas que carregam dentro de si universos inteiros. Com constelações ainda sem nome, galáxias jamais exploradas, oceanos profundos e infinitos esperando alguém suficientemente curioso para permanecer.
Talvez seja por isso que nunca consegui amar pela superfície. Porque a superfície nunca foi capaz de sustentar aquilo que eu procurava. O extraordinário é raro. E, quando dois universos raros se encontram, o desejo deixa de ser apenas estar ao lado. Passa a ser descobrir.
Descobrir os continentes escondidos nas palavras não ditas, decifrar as estrelas por trás dos medos, encontrar vida onde ninguém antes teve paciência para procurar. E, enquanto isso, permitir que alguém também percorra o meu pequeno universo. Não apenas para me possuir, mas para me conhecer. Porque universos não se conquistam. Universos se desvendam.
Existe algo extraordinário quando duas imensidões deixam de apenas se observar e escolhem explorar uma à outra. Não para que uma complete a outra, mas para que ambas se expandam. Cada descoberta amplia a seguinte. Cada pergunta abre espaço para novas galáxias. Cada vulnerabilidade ilumina uma parte que ainda permanecia invisível.
É como se dois infinitos, ao se encontrarem, não diminuíssem um ao outro. Ao contrário. Expandissem. Porque conhecer profundamente alguém nunca reduz o mistério. Apenas revela que o infinito sempre foi maior do que imaginávamos.
Talvez seja esse o encontro que sempre procurei. Não alguém que apenas me olhasse, mas alguém disposto a passar uma vida inteira descobrindo os infinitos que habitam em mim, enquanto eu faria o mesmo pelos infinitos que habitam nele.
E talvez seja por isso que, um dia, escolhi entregar o meu universo. Não em partes. Não apenas o que era bonito ou fácil de compreender. Entreguei também os silêncios, as cicatrizes, as galáxias ainda sem nome e os lugares onde quase ninguém teve coragem de permanecer. Porque um universo só pode ser verdadeiramente entregue quando alguém confia ao outro até aquilo que ainda não foi completamente descoberto.
Talvez poucos compreendam o peso dessa entrega. Mas quem compreende sabe que receber um universo nunca foi um privilégio comum. Foi um convite para uma jornada sem fim.
O Universo que Me Habita
Há quem passe pela vida colecionando encontros. Eu prefiro colecionar profundidades.
Nunca soube amar pela metade, conversar pela metade ou sentir pela metade. Talvez por isso o mundo, tantas vezes, pareça apressado demais para quem aprendeu que as coisas mais importantes não nascem da velocidade, mas da permanência.
Carrego valores que o tempo insiste em chamar de antigos. Eu os chamo de eternos.
Ainda acredito na palavra que vale mais que uma assinatura. Na presença que não precisa disputar espaço com distrações. No respeito que permanece mesmo quando ninguém está olhando. Na delicadeza que nunca perdeu a força. Na obediência a Deus, não por medo, mas porque descobri que Sua vontade sempre enxerga mais longe do que os meus desejos.
Sou romântica, mas não apenas no amor entre duas pessoas. Sou romântica diante da vida.
Vejo beleza no café servido com calma, nas cartas escritas à mão, no silêncio compartilhado, nas orações que ninguém ouviu, nos gestos que jamais serão fotografados e, justamente por isso, pertencem ao que há de mais verdadeiro.
Aprendi que caráter é aquilo que continua existindo quando desaparecem os aplausos. Que integridade é permanecer a mesma pessoa, ainda que ninguém reconheça o esforço. E que existem princípios que não foram feitos para serem negociados, porque, quando os vendemos, perdemos partes de nós.
Às vezes sinto que faço parte do universo. Outras vezes, tenho a impressão de que um universo inteiro vive dentro de mim.
Um oceano silencioso, profundo e quase inexplorado.
Nele existem perguntas que ainda não encontrei coragem para fazer. Sonhos que Deus conhece antes mesmo de eu lhes dar um nome. Memórias, esperanças e uma fé que insiste em florescer até nas estações mais secas da alma.
Não tenho pressa de chegar à superfície.
Algumas riquezas só existem nas grandes profundidades.
E talvez seja esse o meu jeito de existir: mergulhando.
Porque quem vive apenas na superfície conhece as ondas.
Mas quem aprende a descer encontra o silêncio, a verdade e Deus.
E é lá, onde poucos se aventuram, que a minha alma se sente em casa.
A Espera Inventada.
"A crença de que a vida de verdade só vai começar quando alcançarmos a próxima etapa, o próximo projeto ou o fim de semana."
Passamos boa parte da vida esperando por uma etapa futura em que as coisas finalmente se ajeitarão.
"Quando este projeto terminar", "quando as férias chegarem", "quando o fim de semana se aproximar", "quando os filhos crescerem". Tratamos o presente como um rascunho, um corredor que precisamos atravessar para chegar à vida de verdade.
Ao projetar nossa atenção sempre para a frente, transformamos a rotina em um ensaio geral.
Mas a vida acontece no intervalo das nossas expectativas. Não haverá um momento mágico no futuro em que tudo estará perfeitamente sob controle e livre de ruídos.
Pousar a atenção no agora não significa renunciar aos planos.
Significa perceber que o presente é o único lugar onde podemos efetivamente existir, sentir e fazer escolhas reais.
Ubuntu: uma lição de vida
Um antropólogo propôs uma brincadeira para algumas crianças de uma tribo africana. Colocou um cesto de frutas perto de uma árvore e falou que quem chegasse primeiro ficaria com elas.
Quando ele deu o sinal todas as crianças deram as mãos e correram juntas, chegando ao local elas sentaram e compartilharam as frutas entre si!
Quando perguntaram às crianças porque quiseram correr todas juntas quando apenas um poderia chegar e ganhar o prêmio, elas responderam: "ubuntu: como pode um ser feliz enquanto todos os outros estão tristes?"
Ubuntu na cultura africana subsaariana quer dizer: "eu sou, porque nós somos".
DESABAFO
“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.
E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.
"Mas que tipo de gente é essa que passa a vida vendendo a ideia de que Deus castiga alguém? Se assim fosse, Deus já teria castigado justamente esse tipo de gente, Oxente, Hum e AiAiAi."
0793 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Sou o sorriso do palhaço a alegria da criança a euforia da primeira dança.
Sou o acidente que sobrevivi, o amor que vivi o amigo que perdi.
Sou feito do desespero do momento, da caricia na hora certa e da alegria de um aumento.
Sou um pedaço de todos que por mim passaram, dos que me entristeceram e dos que me alegraram.
Sou o primeiro beijo que eu roubei, sou o machucado que curei, sou a frase engasgada que não falei.
Sou feito de amigos, metade mocinho, metade bandido.
Sou o gol que fez meu time campeão, sou as páginas do livro que mudaram minha vida, sou a notícia que quase me matou do coração.
Sou a saudade que tenho da infância, sou a falta que sinto de casa, sou metade paciência, metade intolerância.
Sou aquele amor perdido, sou o amor encontrado, sou tudo aquilo que deu certo e um pouco mais do que deu de errado.
Sou cada lagrima que derrubei, cada sorriso que eu dei e cada abraço apertado que eu ganhei.
Sou um pedaço da razão e 80% da emoção, sou toda a saudade, bondade e sonhos que ainda vive em meu coração.
A alegria é moça fina e educada.
Só entra em uma casa quando é convidada.
Por isso, não espere encontrar a alegria sentada na porta da sua casa.
Esperando você abrir a porta para invadir a sua morada.
A alegria é livre e só procura quem a deseja.
Então, movimente o dia para buscar pela alegria.
Distribua elogios sinceros, palavras gentis para todos.
Ofereça o seu melhor para cada um,
e quando uma pessoa estúpida devolver-lhe "falta de educação",
imagine um jumento ou uma égua pastando, e sorria.
Cada um realmente só pode oferecer o que possui.
E olha que tem muita gente que não possui um pingo de educação.
Vai!
Convide a alegria para um almoço tranquilo,
ou um jantar romântico a luz de velas,
você, a pessoa amada, a família querida,
ou apenas você que é uma companhia tão agradável.
A alegria só é recatada até ser convidada.
Depois que entra na sua vida fica íntima.
Ri das decepções e te dá a maior força.
Sabe que tudo é passageiro, e que até ônibus atrasado uma hora vem.
E já que já vem, não se espante com uma vontade louca de rir.
A alegria, quando aceita o nosso convite de visita,
manda sempre o seu cartão pessoal,
uma vontade louca de ser feliz.
Convide a alegria para visitar a sua vida.
E quando ela entrar, não a deixe mais sair.
Case-se com ela e seja feliz!
Eu acredito em você
Existe um presente deixado por Deus
para o casal, que nos proporciona muita
alegria, muito prazer, muito contentamento,
e muita realização, este presente é chamado
de "intimidade conjugal"... Descubra qual é
o plano perfeito de Deus na expressão: "E
serão os dois uma só carne".
Nicotina
Antes
Os olhos dele
Refletiam alegria e emoção,
Hoje
Os olhos dele transmitem
Depressão e escuridão.
Antes
As mãos dele
Nas minhas tocavam,
Hoje
As mãos dele
Só tocam no cigarro.
Antes
Ele exalava
Os aromas dos mais deliciosos perfumes,
Hoje
Quem diria...
Ele
Tem cheiro de nicotina.
É por isso
Que eu estou
Aqui sozinha,
Ele prefere o vício
Do que a minha companhia.
Lamento,
Eu gostaria
De estar dizendo
Palavras de alegria
Mas no momento
Eu só consigo
Dizer palavras de agonia.
Que paguem por esse genocídio
As empresas de cigarro
Que matam todo dia
As pobres almas sem luz!
Malditas sejam para sempre
A Marlboro,a Hollywood e a Souza Cruz!
Paz e Alegria
Planta, por onde fores,
Uma flor de bondade.
Irradia a esperança
Nas palavras de fé.
Veste de paz e amor
O ambiente em que estejas.
Se algum mal aparece,
Olvida e faze o bem.
Suprime quanto possas
Os problemas que encontres.
Pelo Sol, Deus nos guarda
No esplendor da alegria.
RECEITA DE PÁSCOA
Ingredientes
Alegria
Fé
Paciência
Paz
Perdão
Perseverança
Vontade de ser feliz
Modo de fazer
Misture no recipiente bem lavado da sua alma, chocolate,mais perdão e alegria.
Deixe calmamente em banho-maria até que todas as mágoas e rancores sejam depurados.
Espere esfriar um pouco, salpicando perseverança e paciência e despeje nos dois lados do coração.
Prepare o seu bombom predileto com recheios de paz e vontade de ser feliz.
Desenforme as duas partes moldadas no coração, coloque dentro os bombons, embrulhe com um papel transparente de amizade verdejante e luzente de esperança.
Amarre com fitas prateadas de carinho e mande muitos,muitos para quem não te entende também...
É tempo de redenção.
ETERNO CARNAVAL
Sidney Santos
Meu Carnaval tem samba
O ponto é alegria
Tem surdo e pandeiro de bamba
Confetes e fantasia
Carnaval de circo e marmelada
De bonde que não tem trilho
Carona da molecada
Na fachada, só brilho
Do Sol até o Luar
Alegria do povo
Se na terça-feira terminar.....
Na quarta, começa ... de novo
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