Textos sobre Felicidade
Sabedoria, coragem e compaixão…
A vida, essa jornada única, nos convida a mergulhar em um oceano de autoconhecimento e crescimento. Ao cruzarmos a linha dos 30 anos, descobrimos nuances que antes nos escapavam. Neste ponto, percebemos que o sucesso financeiro varia intensamente, e que sempre haverá alguém que ganha muito mais em um dia de trabalho. Isso, porém, não deve nos desencorajar, mas sim nos inspirar a buscar nosso próprio caminho de realização.
Os sonhos são joias preciosas, e precisamos protegê-los com zelo. Há forças que os ameaçam, e devemos ser vigilantes para não permitir que nossas aspirações sejam sufocadas por influências que desviam nossa atenção e energia. Escutar conselhos de quem não trilhou o caminho que desejamos seguir é desperdiçar nosso potencial. Nossa vida é responsabilidade nossa, e ninguém virá nos resgatar de nós mesmos. É essencial entender que a transformação começa de dentro, com o poder das nossas escolhas.
Ler um único livro pode ser mais valioso do que consumir cem sem reflexão. A sabedoria está em absorver e aplicar essas lições, continuamente, em ciclos de aprendizado e ação. Acreditar que somos o centro das preocupações alheias é um equívoco. Em vez disso, devemos nos libertar das amarras da tristeza e nos lançar na conquista de nossos objetivos.
Quando encontramos alguém mais sábio, devemos ter a humildade de aprender ao invés de competir. A colaboração é uma fonte inesgotável de crescimento. E quanto às tentações que prometem benefícios efêmeros, é vital lembrar que elas não nos levam a lugar algum, apenas desviam nosso curso.
Devemos sempre elevar nossas expectativas, pois são elas que nos impulsionam a lutar e crescer. Treinar para não levar as coisas para o lado pessoal nos poupa de desgastes desnecessários e nos permite focar no que realmente importa. A família que construímos é um pilar de amor e força, muitas vezes mais significativo do que aquela de onde viemos.
Para transformar nossa vida, precisamos reiniciar nossa mente. Em apenas alguns dias de foco e determinação, podemos resgatar nossa confiança e energia. Às vezes, é necessário se afastar por um tempo, desaparecer do mundo, para que possamos emergir renovados e prontos para abraçar a mudança.
A vida é um cântico de possibilidades, e cada dia é um convite para nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos. Que possamos sempre buscar a sabedoria, a coragem e a compaixão ao longo desse caminho.
Entregar-se ao Criador...
Na vastidão da existência humana, onde o efêmero e o eterno se entrelaçam, somos muitas vezes convocados a refletir sobre a essência de nossa jornada. Neste espaço de introspecção, surge a figura do Criador, cuja presença transcende o ordinário e se manifesta em cada pulsar da vida.
A gratidão ao Criador é um tema que transcende a mera contemplação passiva e nos convida a uma profunda reflexão sobre nossa existência e propósito. Iniciamos nossa jornada literária com o reconhecimento de que há uma força suprema, uma entidade divina cuja majestade ultrapassa nossa compreensão limitada. Este arquiteto do universo, fonte de toda vida e origem de tudo que conhecemos, é digno de nossa reverência e admiração. Sua presença se manifesta na harmonia do cosmos, na justiça que governa a moralidade e na bondade que permeia os corações humanos. Ao entregarmos nossa vida a esta força suprema, testemunhamos transformações que vão além do visível, pois Seu Espírito tem o poder de remodelar nossa essência.
O Criador, em Sua infinita sabedoria, rege cada aspecto da realidade. Nada escapa ao Seu controle, e todas as coisas acontecem sob Sua autorização. Esta verdade nos confere segurança e nos convida a confiar na divina providência, mesmo quando o tempo parece não corresponder aos nossos anseios. As Sagradas Escrituras nos ensinam, em Romanos 12:1-3, a oferecer nossos corpos como sacrifício vivo, a não nos conformarmos com este mundo, mas a sermos transformados pela renovação de nossas mentes. Este convite à metamorfose interior é um caminho seguro para descobrirmos a boa, agradável e perfeita vontade do Criador.
Ao contemplarmos as maravilhas que Ele realiza em nossas vidas, somos levados a um estado de poesia, onde cada transformação é um verso da canção divina. Sua mão invisível opera milagres cotidianos, guiando-nos com paciência e amor. Ele nos oferece um fardo leve e uma paz que ultrapassa todo entendimento, mas, para isso, é necessário renunciar ao nosso antigo eu e nascer de novo, abraçando a transformação que Ele nos propõe, onde deixamos para trás velhos hábitos e crenças, para adentrarmos na plenitude das bênçãos e promessas do Rei dos Reis.
É imperativo que nos desapeguemos de práticas, pensamentos e ações que destoam da essência e caráter do Criador. Esta renúncia, profunda e transformadora, exige que abandonemos costumes e companhias que nos afastam da luz divina. Como delineado em Efésios 4:17, que nos adverte a não andarmos como os gentios, na vaidade de seus pensamentos, antes nos chamando a uma vida de renovação e santidade. É um chamado a não mais vivermos como outrora, em futilidade de pensamentos, mas a renovar o espírito do entendimento. Esse caminho de verdadeira entrega e sacrifício é um ato de amor e devoção, que nos alinha com a vontade celestial e nos abre as portas para uma existência plena, repleta da graça e sabedoria divinas.
A proposta do Criador é clara: uma vida de felicidade e serenidade, onde o impossível se torna possível. O amor incondicional que Ele nos dedica, mesmo em nossa imperfeição, é um testemunho de Sua bondade infinita. Ele nos abraça em nossa falibilidade, oferecendo redenção e nova vida. Sua palavra é viva e eficaz, penetrando até a divisão da alma e do espírito, e é apenas através de sua exposição diária que podemos experimentar uma transformação genuína.
Pode-se afirmar com propriedade e convicção que, ao confiar no Criador, experimentamos maravilhas que transformam todas as áreas de nossa vida. Louvor, adoração e oração tornam-se atos essenciais, e a busca por Seu reino e justiça se torna nossa prioridade máxima. Que possamos ser gratos a cada novo dia, não apenas pelo perdão e pela vida que Ele nos concede, mas por cada desafio que nos aproxima de Sua vontade. Que estas palavras inspire uma introspecção sincera e um comprometimento renovado com a essência divina que nos chama a viver plenamente, impulsionando-nos a agir com amor e determinação.
A verdadeira transformação começa no instante em que decidimos confiar, amar e servir ao Criador com todo o nosso coração.
Bússola…
Imagine que a vida é como um grande navio navegando em alto-mar. Cada um de nós tem uma bússola interna, calibrada com nossos valores e princípios, que nos guia através das tempestades e calmarias.
Se começarmos a seguir a direção indicada por bússolas de outros navios, que apontam para polos diferentes dos nossos, corremos o risco de nos perder em águas desconhecidas e perigosas.
Assim como um capitão que confia na sua própria bússola, devemos ouvir apenas aqueles cuja direção ressoe com a nossa essência. Afinal, não é sobre a rota que os outros traçam, mas sobre a jornada que escolhemos fazer.
É a vida, é o sonho, é o eterno amar…
No horizonte onde os sonhos se entrelaçam,
Caminha a força, que no peito se abraça.
É a fé que desponta, como aurora no céu,
E a determinação, firme, ergue o seu véu.
Nos passos que damos, há tijolos no chão,
Mas com eles ergue-se a muralha da ação.
Se o medo sussurra, o desejo é um brado,
E o sucesso é o prêmio por ter acreditado.
A gratidão é a chama que nunca se apaga,
E a resiliência, a força que nunca se esmaga.
Sonhar é grande, ousar é preciso,
Pois cada queda é um passo no piso.
A vingança não é o caminho a trilhar,
Mas o sucesso, a resposta a dar.
Ciente de que juntos, o todo se faz,
Pois sozinho, o talento não traz a paz.
Nos jogos da vida, o talento reluz,
Mas o time unido é que conduz.
E no labor, há uma regra a seguir:
Os grandes resultados vêm de ações a fluir.
Não são os anos a contar a estação,
Mas a vida em teus anos, a verdadeira lição.
Coração toca o céu, alma encontra o mar,
É a vida, é o sonho, é o eterno amar.
Estrelas em noites distantes…
Na senda estreita que o espírito escolheu, há sombras densas que o mundo semeou.A quem a luz do alto um dia acendeu, a treva zomba, pois não a conquistou.
Eis que o ódio, qual vento frio e feroz, não surge apenas por serdes errantes; mas, porque ouvistes do céu a doce voz,
sois como estrelas em noites distantes.
Se fostes terra, raiz ou comum chão, os homens vos tomariam por iguais; mas sois do alto, de etérea dimensão, e o mundo teme o que não possui jamais.
Não vos espante o rugir da multidão, nem o peso das pedras que vos lançam.Maior é Aquele que vos deu a mão, do que o abismo e as forças que avançam.
Escolhidos fostes, não pelo acaso, mas por amor que o tempo não apaga.
E quem caminha sob esse ardente abraço, provoca o ódio de quem na treva vaga.
O Cristo, antes de vós, foi rejeitado, a Ele cuspiram, cravaram madeiro.
E ainda assim, Seu amor imaculado triunfou sobre o mundo inteiro.
Portanto, erguei vossa alma ao infinito, não sois do barro que a turba venera.Sois chama viva, sois o inaudito, o céu vos chama, e o mundo vos espera.
Malandro, desce do teu altar de vaidade…
No palco escuro da vida, onde o orgulho é ator, dança o malandro, confiante, num delírio sedutor.
Crê que o sangue de sua linhagem carrega a centelha, que apenas na sua casa nasce a chama mais velha.
Mas o mundo, vasto, ri dessa pretensão miúda, pois a sabedoria não se prende à herança desnuda.
Não é o ventre solitário que molda o engenho, nem o berço dourado garante o desenho.
Há estrelas em vielas, há luz em becos sombrios, há mentes que florescem mesmo entre os desafios.
Quem se vê dono do gênio, numa vaidade tão vã, esquece que o universo cria mais do que uma manhã.
O vacilo é pensar que a sorte tem endereço certo, que o brilho só repousa no teto do mais esperto.
Mas o destino, astuto, tece fios imprevisíveis, e a inteligência floresce em terrenos impossíveis.
Assim, malandro, desce do teu altar de vaidade, o mundo é vasto, e a vida, cheia de diversidade.
Nem só tua mãe, entre todas, concebe a centelha, pois o cosmos gera gênios sob qualquer telha.
Yas...
Yas, teu nome ecoa como um sopro de vida, um lembrete sutil de que o tempo é um presente raro, um fluxo incessante que nos chama a vivê-lo em plenitude. Hoje, celebramos não apenas mais um ano que se soma à tua existência, mas a promessa de infinitas possibilidades que aguardam o teu toque, o teu olhar, a tua coragem. É o momento de estender as mãos ao que o futuro reserva, sem medo, mas com o coração firme, pois em ti habita uma força que talvez ainda desconheças em sua totalidade.
A vida, querida sobrinha, é um campo vasto e fértil, onde cada instante carrega sementes de aprendizado e descoberta. Que nunca te falte sensibilidade para reconhecer a beleza nos detalhes mais ínfimos, nem audácia para transformar desafios em degraus. Cada amanhecer é um convite para reinventar-se, para mergulhar mais fundo em tua própria essência e desvelar a imensidão do teu potencial. Tu és um universo em expansão, e a cada passo que deres em direção ao autoconhecimento, encontrarás em ti a resposta para os enigmas que o mundo apresenta.
Confia em tua intuição, pois ela é bússola que aponta para a verdade que pulsa dentro de ti. Confia em tua capacidade de superar adversidades, pois até nas tempestades mais árduas, tua luz brilha intensamente. E confia na vida, porque ela, com suas curvas imprevisíveis, te guia sempre para onde deves estar. Sob a proteção divina, teus caminhos serão iluminados, e nenhuma sombra será capaz de apagar o brilho que carregas.
Hoje, Yas, desejo que este seja apenas mais um capítulo de uma longa e magnífica história. Que teu existir seja sempre repleto de bênçãos, de energia positiva e de proteção que transcende o visível. Que teus sonhos sejam grandes, mas que tua determinação seja ainda maior. E que, ao longo dos anos, possas olhar para trás com orgulho e para frente com esperança.
Saibas, minha querida, que meu amor por ti é imenso, maior do que as palavras podem conter. Como teu tio, vejo em ti não apenas a beleza de quem tu és, mas a grandiosidade de quem ainda te tornarás. Estou aqui, sempre, para te lembrar que és capaz, que és forte, que és única. Hoje e sempre, celebro tua vida com gratidão e alegria.
Feliz aniversário, Yas. Que tua jornada seja tão luminosa quanto a tua alma.
Pessoas verdadeiramente poderosas…
Aqueles que verdadeiramente conhecem a si mesmos caminham pela Terra como presenças quase invisíveis, mas profundamente transformadoras. Seu poder não reside em títulos, riquezas ou estruturas externas; ele brota de um lugar íntimo, imutável, onde a essência transcende a soma das histórias acumuladas ao longo da vida. Eles não se definem pelos papéis que desempenham, nem pelas cicatrizes que carregam, mas pela vastidão silenciosa que testemunha tudo, o espaço interior que é ao mesmo tempo vazio e pleno.
Essas pessoas não precisam falar alto para serem ouvidas, nem se impor para serem respeitadas. Quando falam, suas palavras não vêm carregadas de ego, mas de uma clareza que dissolve barreiras e reconecta os fragmentos separados do mundo. Elas não têm nada a provar, porque já compreenderam que, no núcleo de todas as coisas, não há competição, apenas interconexão. As suas ações não buscam validação, mas emanam naturalmente de um estado de amor incondicional, como o rio que flui sem esperar aplausos pela sua generosidade.
O perdão é a sua linguagem nativa, não porque ignoram o sofrimento, mas porque compreendem que o peso do rancor corrói mais a quem o carrega do que a quem o causou. Superam os desafios não por serem invulneráveis, mas porque aprenderam a dançar com o caos, aceitando a impermanência como aliada. São como árvores que dobram ao vento, mas não quebram, pois suas raízes estão fincadas em algo que o tempo não pode corroer.
Agem com bondade e cuidado, não por obrigação moral, mas porque enxergam no outro a mesma centelha que habita dentro de si. Para elas, o bem-estar de um único ser é inseparável do bem-estar do todo. Não fazem distinções baseadas em raça, gênero, crença ou orientação, porque sabem que todas essas divisões são ilusórias, véus que escondem a unidade subjacente. Celebram o sucesso e a alegria do próximo como se fossem seus, porque, em seu olhar, não há "outro", apenas diferentes expressões do mesmo infinito.
Essas pessoas não têm medo de amar, porque entendem que o amor não é posse, mas um estado de ser. Não temem a vulnerabilidade, pois sabem que é nela que reside a verdadeira força. A positividade que carregam não é ingênua, mas uma escolha consciente de ver a luz mesmo nas sombras. São otimistas não porque neguem as dificuldades do mundo, mas porque acreditam no potencial inerente à vida de se renovar e florescer.
Defendem aquilo em que acreditam, mas sem violência ou imposição, apenas com a firmeza tranquila de quem está alinhado com algo maior do que o próprio eu. E, ao fazê-lo, não buscam mudar o mundo inteiro, mas honram a diferença que podem fazer, por menor que ela pareça. Pois sabem que o impacto de uma ação feita com intenção pura reverbera muito além do que os olhos podem ver.
Essas pessoas não vivem para si mesmas, mas como parte de um todo cósmico. Elas não são ilhas isoladas, mas ondas em um oceano compartilhado. O que as torna poderosas não é o que possuem ou conquistam, mas o que são. E o que são é algo tão vasto, tão livre, que nenhuma palavra pode conter. São, em última análise, expressão viva do próprio amor que dá forma ao universo — um amor que não exige, não separa, apenas é.
Os arquitetos do vazio…
Sob a luz pálida de um sol amortecido, um salão vasto e mal iluminado estendia-se como um campo de batalha velado. As mesas alinhadas eram cercadas por cadeiras que pareciam tronos de um reino que se sustentava em falsidades e segredos. Ali, onde o ar tinha o peso de um segredo mal guardado, seis figuras dominavam o espaço, cada uma com sua própria máscara, cada uma com suas ambições ocultas.
No centro de tudo, havia Lívia, a líder do lugar, embora o título parecesse um adorno mais do que uma verdade. Ela era jovem, mas sua postura encurvada e o olhar vazio faziam-na parecer mais velha, como se carregasse o fardo de uma vida que nunca aprendeu a viver. Sua presença era um paradoxo: uma figura que deveria inspirar, mas que transmitia uma inquietação quase palpável. Havia algo de sombrio em suas expressões, uma tristeza que parecia nascer de um vazio interno, como uma casa grande e rica, mas sem mobília. Ela nutria uma amizade peculiar com Clara, a outra mulher do grupo, uma relação que os olhos mais atentos poderiam chamar de genuína, mas que, nas sombras, era distorcida por interesses e manipulações.
Clara era uma especialista em disfarces. Seu sorriso largo e suas palavras doces escondiam uma mente afiada, acostumada a esquadrinhar as fragilidades alheias. Era como uma serpente, deslizando suavemente, mas pronta para atacar quando fosse conveniente. Enquanto fingia lealdade a Lívia, tecia em segredo uma trama venenosa, espalhando palavras como lâminas, afiadas pela raiva e pelo desprezo que sentia pela líder. Não era difícil perceber que Clara não tinha apreço por ninguém além de si mesma, e seu mundo girava em torno de benefícios que pudesse colher sem esforço.
Entre os homens, destacava-se Elias, vice-líder, o mais jovem da equipe. Sua juventude era marcada por uma habilidade peculiar: a mentira. Ele mentia com uma facilidade que quase parecia arte, moldando realidades paralelas que o favoreciam, como um espelho distorcido. Sua personalidade refletia a de Lívia, ambos unidos por uma escuridão que não admitiam em voz alta. Elias era astuto e sabia que, para sobreviver, precisava jogar um jogo perigoso, mesmo que isso significasse destruir quem estivesse em seu caminho.
Davi, o assistente que ocupava o quarto lugar em idade, era um homem de aparências e fantasias. Ele havia se construído em cima de histórias que não eram suas, pavimentando sua trajetória com mentiras que contava a si mesmo e aos outros. Era um parasita, sugando o que podia de Lívia, que, por motivos que ninguém compreendia, lhe dedicava uma atenção especial. Talvez fosse fascínio, talvez interesse compulsivo e carnal, mas o fato era que Davi sabia como aproveitar-se disso, alimentando as ilusões de Lívia enquanto construía sua própria rede de vantagens.
O restante da equipe era composto por Samuel, o segundo mais velho, um homem animado, de energia leve, mas que escondia inseguranças profundas e uma natureza dúbia, e Heitor, o veterano do grupo, cujo coração puro e espírito resiliente o tornavam um estranho naquele ninho de cobras. Heitor havia aprendido a sobreviver, não por malícia, mas por necessidade. Ele observava o caos ao seu redor com olhos atentos, sabendo que o único caminho seguro era aquele que o levaria para longe dali.
A trama começou a se desenrolar quando Lívia, Clara e Davi uniram forças em uma conspiração intrincada. Eles criaram uma aliança baseada em interesses mútuos, cada um trazendo suas habilidades para a mesa: Lívia, com sua manipulação e capacidade de distorcer a verdade; Clara, com sua falsidade; e Davi, com sua habilidade de se fazer indispensável. Juntos, começaram a trabalhar com um único objetivo: derrubar Elias e promover Davi em seu lugar, garantindo a vontade de Lívia e que Clara fosse muito bem recompensada.
Porém, Elias não era tolo. Ele percebia os movimentos sutis, os olhares trocados, as conversas sussurradas quando pensavam que ninguém estava ouvindo. Ele começou a contra-atacar, espalhando rumores e manipulando situações para parecer estar jogando no mesmo time de Lívia, quando na verdade ele queria o seu lugar. Era um jogo de xadrez sombrio, onde as peças eram movidas no silêncio, e as consequências eram reais.
Enquanto isso, Heitor observava. Ele não era parte do jogo, mas também não era cego ao que estava acontecendo. Ele via as máscaras caindo, os sorrisos falsos, os olhares carregados de intenções ocultas. Ele sabia que aquele lugar não era feito para ele, que sua bondade e honestidade eram qualidades que não tinham valor ali. Mas também sabia que precisava aprender a jogar, não para vencer, mas para sobreviver até que pudesse partir.
Quando o confronto final aconteceu, foi como uma tempestade que há muito se anunciava. As alianças desmoronaram, as verdades vieram à tona, e os segredos que sustentavam o equilíbrio precário daquele reino de falsidades foram expostos. Clara tentou culpar Elias, que, por sua vez, acusou Davi, que tentou se esconder atrás de Lívia. Mas, no final, todos saíram perdendo, exceto Heitor, que, com sua paciência e resiliência, conseguiu escapar ileso.
Quando Heitor finalmente deixou aquele lugar, sentiu-se como um prisioneiro libertado. Ele sabia que nunca mais voltaria, que aquele capítulo de sua vida havia terminado. E enquanto caminhava para fora, sob a luz de um sol que finalmente parecia brilhar, ele sorriu. Não porque havia vencido, mas porque havia sobrevivido. E, às vezes, isso era tudo o que importava.
A melhor pespectiva sempre é a otimista. Quem duvida?
Nossa vida se assemelha a um barco, que desliza diariamente a outra margem. Mesmo sem perceber, algo sempre nos escapa. Eu pergunto: posso sair da rota?
Vai acontecer algo?
Prepare seu barco, com confiança, a vida nem sempre é boa e rosa, e aceite que nem sempre estamos certos, e a razão, ah a razão ( in ) felizmente não vive ao nosso lado.
A rota pode (deve) ser mudada com cuidado e atenção.
O universo conspira.
Não desafie acreditar.
Bom recomeço
Desejei por dias aprisionar-te
sonhei, delirei, desvaneci.
Acreditei no que aspirei não acreditar.
Projetei na ignorância de que podia controlar.
E por certo a natureza quis me avisar
que uma borboleta não se pode aprisionar,
pois até em seus ciclos metamorfoses há.
Como hei de controlar ? Sufoquei-me por não aceitar.
Mas, resgatei no verbo esperançar
quando livre entendi o seu voar,
e agora sei que o céu é teu lar.
Talvez um dia na minha vida possa pousar.
O Véu de Lete
Antes do alvorecer, fui tudo.
Rei e réptil, mãe e mártir,
ferro e flor.
Fui punhal e promessa,
fui incêndio e oração.
Mas ao nascer, bebi do rio.
E esqueci.
O nome da lâmina que me cortou.
O rosto da alma que me amou.
Os juramentos murmurados entre dentes
na última noite de outra vida.
Tudo se perdeu.
Como areia entre os dedos do tempo.
E no silêncio do não saber,
floresceu o saber maior.
Não o saber das lembranças,
mas o saber do instinto,
da escolha que pulsa sem porquê,
do medo que avisa, da paixão que chama,
do erro que retorna como mestre.
Esquecer foi meu pacto.
Minha chance de ser novo
sem me ferir do antigo.
Pois se eu lembrasse…
ah, se eu lembrasse!
Perdoar seria impossível.
E amar, um risco repetido.
Cada gesto se tornaria prisão.
Cada encontro, um julgamento.
Mas neste esquecimento sagrado,
a alma dança.
Livre de correntes de glória ou culpa,
ela ousa errar de novo.
E ao errar, aprende —
não com a mente, mas com a essência.
No final, quando o corpo dormir
e o véu se erguer,
voltarei à margem do rio.
E saberei.
Mas por ora, bendito seja o esquecimento.
Ele é o ventre onde renasço.
É o chão fértil do esquecimento
que guarda a semente da eterna sabedoria.
O que é a vida...
A vida é o óleo que joga na panela
É a cebola que corta enquanto chora
É o simples olhar do cachorro que te acompanha
É o sentimento que a música do ambiente te que toca
É o olhar para o céu sem um propósito
É o arroz que queimou durante sua reflexão
Mas mais que isso, a vida mesmo é muito mais sobre o arroz queimado, ou você o joga fora ou aproveita as partes boas e o saboreia como uma vitória!
Meu tempo
Talvez eu, Filipe, curta minha vida em bem menos tempo que a sua.
Quanto tempo leva? Essa é a pergunta que fazemos para quase tudo antes de começar, não é? Inclusive quando nos deparamos com um textão como este ou mesmo antes de ir, arrumar ou melhorar alguma coisa. A pergunta é sempre a mesma: será que vale o meu tempo?
E, sim, acredito que o tempo é apenas uma questão de contexto. Sua vida passa em um ritmo bem diferente do meu. Vou te explicar:
Quando falamos sobre tempo, podemos pensar em duas dimensões:
O primeiro você já conhece bem: é o tempo físico, o espaço-tempo. Ele é baseado no movimento da Terra em relação ao Sol e divide nossas vidas em horas, dias e anos. Apesar de parecer uma regra absoluta e inquebrável, não é tão linear assim. A física já mostrou que ele pode se curvar, desacelerar ou acelerar dependendo de fatores como gravidade e velocidade.
O segundo é o que faz meu tempo passar diferente do seu. Ele altera a velocidade de forma inconsciente, inconstante e, eu diria, fascinante.
Esse “tempo” diferente é mais sutil. Talvez nem devesse ser chamado de “tempo”, mas vamos chamá-lo de tempo subjetivo. Ele é baseado na percepção de cada pessoa, na forma como vivemos e sentimos os momentos.
Em uma competição, por exemplo, os segundos que antecedem a largada podem parecer intermináveis. Já em uma boa conversa, daquelas que não acontecem há muito tempo, o tempo simplesmente desaparece. Uma hora parece vinte minutos?
Esses dois tipos de tempo — o físico e o subjetivo — coexistem e se cruzam o tempo todo. Enquanto o tempo físico nos dá estrutura, o tempo subjetivo nos dá profundidade.
Ok, eu sei que você já percebeu isso em alguns momentos. Mas já se perguntou como seria se isso acontecesse o tempo todo? E se sua vida inteira fosse assim?
Deixe-me te alertar: ela já é.
Começa no trabalho, passa pelo tempo que você gasta no celular, no convívio com suas companhias, e até na criação deste texto aqui. Tudo isso acontece no tempo real, mas é vivido no tempo subjetivo.
Esse tempo subjetivo muda de pessoa para pessoa, de dia para dia. Ele é afetado pelo que vivemos, pelas nossas emoções e até pela repetição da rotina.
A qualidade do seu tempo e a forma como ele passa podem ser moldadas, podem ser aprimoradas. O segredo é criar um “algoritmo” orgânico na sua mente, que torne sua visão das coisas mais interessante e profunda.
A verdade é que viver é contextual. O tempo não é apenas uma contagem universal, mas também uma experiência única, que se molda ao significado que damos aos momentos.
No fim, não importa quanto tempo passou no relógio. Geralmente, a felicidade está inversamente ligada a isso.
E, se ao olhar para trás você sentir que a vida está passando rápido demais, talvez — só talvez — você esteja vivendo.
Maneiras de \/iver a \/ida
#Viajando!
Conhecendo e entendendo que a vida é muito mais do que nos parece.
Que é magnifica e infinitamente interessante.
A vivência te faz ser mais forte.
Te faz vê o outro,
te faz olhar pra dentro.
Te leva pro norte,
te leva a lugares incríveis.
E inevitavelmente você #VIVE.
"Pensamentos soltos... Ciclo da vida"
Estou eu aqui, neste meu pensamento solto,
divagando entre o que vai e o que volta,
sentindo que a vida é um fio que se entrelaça
entre o que somos, o que damos e o que recebemos.
Nesse ciclo de ida e retorno,
talvez o sentido esteja em apenas sentir —
e confiar que tudo encontra seu lugar no tempo.
E de pensar que, em um só instante, tudo pode florescer ou desabar...
Neste ciclo sutil da vida, o que damos volta,
como eco no tempo, como semente que espera o sol.
Nada se perde — amor, dor, gesto ou palavra —
tudo gira, renasce, e nos encontra de novo.
Somos sementes ao vento do tempo,
plantamos gestos, colhemos destinos.
Na terra onde pisamos, deixamos marcas —
que o amor seja rastro, e a empatia, caminho.
Pois a vida é ciclo que retorna,
e o que damos, um dia, nos visita de volta.
E de pensar que o que me conforta nesta vida
é saber que o mundo gira, silencioso e certeiro,
e que tudo o que se planta — seja dor ou ternura —
um dia retorna, com o peso ou a leveza do que foi.
Nada se perde no ciclo sagrado do tempo.
E sendo assim, encerro meu pensamento solto,
nessa brisa leve de reflexão,
sobre o ciclo da vida e o que dela faz sentido:
não os grandes feitos, mas os pequenos gestos,
não o que levamos, mas o que deixamos.
Porque viver, talvez, seja isso —
fluir, sentir, e deixar um pouco de luz por onde se passa.
Todo dia eu sabia
Que a tua Alma viria
Me encontrar quando o sol saía
E a noite caia
A lua me visitava
E eu dizia que te amava
Cada vez que eu falava
Uma estrela passava
Em noite de lua cheia
A chuva acompanhava
O rumo da estrela
E do poema que eu recitava
Os versos do vento
E as rimas da brisa
Chamavam a sua Alma
Para a leve dança da vida
A Igreja é um Hospital.
E sendo hospital, tem muitas pessoas feridas, machucadas, à beira da morte, aguardando atendimento médico, querendo uma solução para a sua dor.
Alguns na UTI, outros na emergência, outros na sala de cirurgia, outros na fila de espera, enfim...todos buscando vida, uma melhora, um milagre, uma cura, um alívio...
Assim, são as pessoas na Igreja, em busca de uma cura do Dr. Jesus, Médico por Excelência!
Se estamos no Hospital é em busca de algum propósito.
Os médicos representam Jesus, realizando o melhor sempre, atendendo a todos que vão até a ele, em busca de algo.
Os enfermeiros representam os Anjos. São os mensageiros de Jesus, cuidando, auxiliando, preparando tudo...
Existe uma equipe trabalhando...
Equipe da segurança, de apoio, da limpeza, da cozinha, enfim...
Pessoas dispostas à servir...
Pessoas curadas para curar...
Pessoas saradas para sarar...
Exatamente como funciona no Hospital, assim na Igreja.
Se estamos na Igreja, temos uma posição, um serviço à cumprir e ou estamos em busca de algo, seja uma melhora, uma cura, salvação, um milagre...
Então... Igreja é Hospital!
Independente da posição, se estamos lá é porque acreditamos em algo melhor, numa vida melhor, acreditamos no Milagre da Vida!
Hospital e Igreja!
Em ambos, são pessoas realizando seus papéis, dons e talentos...
Muitos guardam suas dores em casa, para ajudar outras vidas...
Muitos usam a máscara da alegria, mesmo por dentro chorando, para amenizar a dor do outro e arrancar um sorriso.
Alguns, com tantos problemas, que acabam desabafando, enquanto realizam seus deveres.
Sendo no Hospital ou na Igreja, somos seres humanos imperfeitos, em busca de sarar e sermos sarados...
E o mais importante, é que todos estão num só PROPÓSITO...
BUSCAR VIDA!
Cris Nunes
PSICOTERAPEUTA
O quanto a gente não tem nutrido mais o amor e a tolerância familiar.
Nenhuma família é perfeita!
Não é porque seus pais erraram com você, mesmo tentando acertar, te contrariaram, que eles são tóxicos, abusivos e ou narcisistas.
Parem com isso!
Já imaginou, quantas vezes, nós somos tóxicos para com nossos pais? A gente não agradece, somos abusivos, não ajudamos, damos desgostos, decepcionamos e trazemos preocupações para eles.
Quantas vezes somos negligentes com nossos pais?
Quantas vezes controlamos eles?
Inúmeras vezes, erramos...
Mesmo assim, os nossos pais sempre estavam ali, dispostos a conciliação e ao perdão.
Que tenhamos mais amor e compaixão!
Ame mais, julgue menos!
Ser mãe é, acima de tudo, abraçar a mais bela missão que a vida oferece!
É ter paciência imensurável, mesmo quando a jornada é desafiadora.
É adivinhar cada gesto, cada olhar, entendendo uma linguagem de amor silenciosa.
É saborear a doçura de um cheirinho de bebê que parece sempre fresco e reconfortante.
Ser mãe é colocar as necessidades do filho em primeiro lugar, sem deixar de se cuidar.
É viver em harmonia com outro ser, aprendendo e crescendo juntos.
Ser mãe é testemunhar os milagres divinos de perto, recebendo a semente que germina e floresce dentro de você com amor.
Deus confiou em você a missão mais sagrada e bela de todas: ser mãe! E com cada batida do seu coração, você cumpre essa tarefa com amor incondicional e dedicação sem fim.
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Poesia Felicidade de Fernando Pessoa
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
