Textos sobre Felicidade

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Feitos de barro

Independente de tudo, não existe lugar que possamos viver livre de alguma “complicação”, famílias, igrejas, qualquer lugar que exista pessoas, teremos dificuldades, agora como vamos lidar?

Já ouvi dizer que “é melhor lidar com animais do que com humanos”, a quem essas palavras saltaram a boca esqueceu de aprender que também somos animais e certas vezes irracionais.

Atentemos para o olhar para outro como se tivéssemos olhando para o espelho, somos falhos, mas, não vemos essa imperfeição, somos imaturos, mas, não vemos essa criança ressentida, somos tolos, mas, é difícil enxergar um palmo a nossa frente.

Saber usar a empatia nos faz menos anti empáticos a vista do mundo que dizemos não servir, mas, estamos postos nele, do outro, que insistimos em subjugar, mas, somos tal como eles.

No final somos todos feitos do mesmo barro.

Vivendo para a glória de Deus.
Quero viver como alguém que entendeu a graça que recebeu.
Como eu poderia ler o livro de Atos e as cartas de Paulo sem desejar amar a Cristo como eles amaram?
Meu Deus, depois dos açoites, eles saíram agradecendo por se acharem dignos de sofrer por amor a Ti.
Senhor, faz de mim alguém digno de carregar Tuas marcas.

Como o escravo da orelha furada, meu caminho não tem retorno.
Se eu tivesse mil vidas, viveria todas assim.
Porque, se eu não ganho almas, é a minha que ainda precisa ser alcançada.

Preciso dizer à minha geração: temos apenas uma vida.
E 90% do que estamos fazendo não tem valor algum na eternidade.
Precisamos viver pelo que o céu celebra e aprova.

Oh Deus, só tenho uma vida — e não mil.
Então, recebe-me. Já que desejas me usar, usa-me como usaste aqueles homens que fizeram história.

Seja vivendo para Ti,
ou morrendo por Ti

Em algumas situações é preciso aprender a viver o sonho antes da realização...


Fé, trabalho e dedicação serão sempre os maiores combustíveis para alcançar metas.


Isaías 41:13
"Porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita, e te digo: Não temas, eu te ajudo."

Libertação



Tudo o que eu quero é viver agora.
Sei que será difícil deixar tudo para trás.
Na minha cidade vivi tantas coisas — boas e ruins.
Ir embora significa deixar lembranças com bons sentimentos
e memórias inesquecíveis: amores, família, raízes.


Mas é o que minha alma necessita.
Ir embora vai me fazer enxergar a beleza da mudança
e como a vida pode nos levar por muitos lados.


Quero terminar os estudos.
Quero juntar dinheiro.
Quero, nesse meio tempo, criar memórias.
Memórias que deixo com dor, mas levo com amor no peito.


Quero mudar para uma cidade com praia,
onde eu possa pôr meus pés na água quando ela estiver vazia.
Onde eu possa olhar para o infinito do mar
e saber que, diante dele, estão as minhas memórias.


Quero fazer minha alma feliz.
Quero renascer a cada dia,
sendo quem sou, quem posso ser e quem deixei de ser.


Quero trabalhar analisando o mar,
ajudando os seres que tanto se assemelham conosco.
Embora eu nunca o tenha visto de perto,
não sonho apenas:
sinto, no meu espírito, que algo está à minha espera —
e está longe.


Preciso ir em busca do que me pertence por natureza.
Quando eu partir desta terra,
quero deixar momentos inesquecíveis.
Quero deixar todo o amor que pude dar.


Quando eu partir, levarei comigo o melhor da vida,
que sempre me preparou para o fim: o viver.


Viverei a cada dia,
a cada suspiro,
do meu jeito,
mesmo com dificuldades.


Em 17 anos de vida,
aprendi mais que em uma vida inteira.
Por isso, a liberdade é tão esperada por mim.

O segredo da existência humana reside não só em viver, mas também em saber para que se vive.
Apenas por ter certeza de sua existência, continuei existindo...
Na natureza tudo passa. O traço característico da existência é a impermanência. Albert Einstein
O universo nos criou para sermos a espécie dominante, porém a espécie humana é desorganizada
Um formigueiro é mais unido do que os seres humanos
Uma paranóia do universo foi ter nós criado
Por isso eu falo pra mosi viver de acordo com as nossas vontades
Pois tudo é uma questão de tempo até o fim nesse plano chegar
Nesse universo ninguém certo e errado todo mundo está apenas existindo
A dualidade está em tudo mais devemos ter um equilíbrio sobre ela
Por isso eu vivo e deixo fluir esse movimento natural
A lei dos cosmos é única e objetiva perante os seres vivos
Por isso não podemos ter medo de morrer pelo que nois defende e acredita
Os inimigos também vão morrer não se esqueça disso
Quem domina o jogo é o universo nos somos meros produtos com prazo de validade inseridos aqui nesse plano carnal
Nessa vida Tudo pode ser feito porém existem as consequências de suas ações
Você pode plantar o mal e colher o bem vai depender da suas estratégias
Você pode plantar o bem e colher o mal vai depender das circunstâncias do jogo da vida
Então é assim que funciona
A nossa maior arma é a consciência


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SEJA UM REBELDE LÚCIDO


Estamos a viver numa era de escravatura política organizacional , um sistema onde poucos decidem por muitos, como bem alertou Noam Chomsky.


A democracia tem sido reduzida a um teatro, onde o povo assiste de longe às decisões que afectam o seu destino, sem poder real de intervenção. Em vez de servir o cidadão, as estruturas políticas servem-se a si mesmas, alimentando a obediência e sufocando o pensamento crítico.


Enquanto a voz do povo continuar silenciada por conveniências partidárias e interesses pessoais, não haverá verdadeira liberdade. É tempo de romper as correntes da submissão e devolver ao cidadão o poder que lhe pertence por direito.


➡️ Pensar diferente é o primeiro passo para libertar Angola.

Ser adolescente, dói.
E dói porque ainda não se aprendeu a viver num mundo que exige respostas rápidas para perguntas que o coração ainda nem formulou.


A escola… ah, a escola!
Lugar onde tudo acontece: o primeiro amor, a primeira vergonha, o primeiro medo, o primeiro sonho.
Mas também o primeiro cansaço.
A escola deveria ser um jardim, onde flores crescem em tempos diferentes.
Mas muitas vezes se parece mais com um campo de provas — onde se mede a vida com régua, sem perceber que o que realmente importa não cabe em nota nenhuma.


Os professores ensinam matemática, gramática, fórmulas e regras.
Mas quase nunca ensinam o que fazer com a tristeza.
Não porque não queiram — é porque também esqueceram.
A escola os ensinou a ensinar, mas não os ensinou a escutar.


E os alunos?
Os alunos são como passarinhos em gaiolas douradas: têm asas, mas o medo de errar é maior do que a vontade de voar.
São cobrados a todo instante — para tirar notas boas, para ter um futuro brilhante, para ser alguém na vida.
Mas ninguém pergunta se eles estão bem agora.


Há uma pressa cruel dentro das escolas.
Uma urgência de produzir resultados, como se a alma tivesse prazo de validade.
E nesse corre-corre, perde-se o essencial: o encanto, o espanto, a curiosidade — aquilo que faz o aprender ser alegria, e não sofrimento.


A escola deveria ensinar o prazer de descobrir.
Mas o que muitos adolescentes sentem é medo.
Medo de decepcionar.
Medo de não ser suficiente.
Medo de existir fora do padrão.


É por isso que tantos se calam.
Falam pouco, riem menos, choram escondidos.
A ansiedade e a depressão passeiam pelos corredores, silenciosas como sombras que ninguém quer ver.
E os adultos, tão preocupados em ensinar o conteúdo, esquecem que antes de alunos, ali existem pessoas — pequenas almas em construção.


Falta empatia.
Falta o olhar que escuta e o ouvido que acolhe.
Falta a coragem de parar a lição por um minuto e perguntar: “O que está doendo em você?”


Rubem Alves dizia que ensinar é um ato de amor, e que o amor só floresce onde há escuta.
Talvez devêssemos reaprender a ensinar — não com o giz, mas com o coração.
Porque no fundo, o que cura a dor de ser adolescente não é o sucesso, nem o diploma, mas o simples gesto de alguém que vê o invisível e diz:


“Você pode ser o que quiser. Inclusive, você mesmo.”

“Temer a morte não deve impedir de viver.
Cada instante é uma chama única que não volta,
cada respiração, um presente que insiste em existir.
Não é na fuga do fim que encontramos sentido,
mas na coragem de sentir, sorrir, errar e amar.
Viver é aceitar que o tempo passa,
e, mesmo sabendo do seu fim, dançar na luz do agora.”


Altair M.da Silva

A dor não me afundou — me ensinou a respirar.
Até o naufrágio me mostrou que é possível viver debaixo da dor sem morrer nela.
Não perdi paz, ganhei forma.
Porque a alma só se entende depois de se despedaçar.
E a dor… não me apagou.
Ela me acendeu — e fez da ferida, luz.
Fez das sombras, o lugar onde aprendi a brilhar.


—Purificação

Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

Do que se trata viver?


Viver trata-se de entender a própria dor, para que assim não se atinge os males e socos que o mundo nos dá.


Se trata de viver sabendo que valerá cada segundo o dedicado no que estamos fazendo.


Saber que, de uma hora ou outra não veremos os rostos que estamos assimilarizados


Morrer, sabendo o que foi viver.

ontem, um pensamento fulgaz me ocorreu
"eu não quero mais viver nesse mundo"
tão rápido quanto um piscar de olhos
quanto a velocidade da luz
e uma queda de energia repentina
de fundo, cinematograficamente
um céu azul com grandes nuvens
pessoas dormindo nas ruas, fumaça, grandes prédios
carros, uma praia ensolarada
lágrimas silenciosas
a sensação de ausência e o sentimento de vazio
hoje, pensei o mesmo

Devemos acreditar, porque é isso que nós faz viver.
Ter fé é ter atitude, atitude de quem se decide mesmo em meio ao caos.
Um dia vamos observar o ontem e vê que nele teve apenas o outro, o beijo do outro o abraço do outro o carinho do outro. A vida não é sobre nós é sobre o Ser, o ser humano.

Nós decidimos

Qual o sentido em viver um relacionamento se for pra pensar no seu fim, principalmente sabendo o motivo pelo qual se iniciou.

Tá certo que às vezes é necessário ter o pé no chão, viver um dia de cada vez. Mas, é errado sonhar e fazer planos para um futuro ao lado de uma pessoa?

Um relacionamento é uma construção, exige tempo, dedicação, cumplicidade, companheirismo e principalmente de amor, que é a sua essência.

Outro ponto importante é a transparência, ou seja, ser quem você é e ser aceito pelo próximo. É natural que no início você se mostre alguém maravilhoso que esbanja qualidades, e também é natural que com o tempo seus defeitos vão surgindo gradativamente.

Isso faz parte do "conhecer o outro", e é nesses momentos que o amor e companheirismo devem se sobressair. Não compensa mascarar desejos e características pessoais, você antes de mais nada deve ter autoconhecimento; deve ser sincero consigo e com quem está ao seu lado. Isso se chama autenticidade.

Todas essas observações são feitas a partir de uma experiência pessoal. Não posso adotar uma visão universal acerca de relações afetivas, tendo em vista que o nosso relacionamento tem uma história única e diferente do comum.

São tantos momentos pra recordar sobre um relacionamento, que, talvez tenha faltado acima de tudo o caráter de “amizade”... É tão difícil lembrar dos nossos sonhos interrompidos e imaginar o que ainda estaria por vir.

Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e nunca fim.

Aos 18 Percebi...


Aos 18 percebi que tive o privilégio de viver, de ser, de sentir.
De errar acertar e perdoar.
Tive o privilégio de aprender e conhecer.
Tive o privilégio de sorrir, chorar, cantar, dançar e escutar.


Tive o privilégio de amar.
As pessoas, as coisas, os momentos e as memórias.
Pelo caminho as colecionei. As histórias, as vidas e as risadas.
Tive o privilégio de ver o chegar, mas também ver o partir. As primeiras palavras aos cabelos embranquecidos.


Tive o privilégio de melhorar, concertar e de estar.
Aos 18, percebi, me conheci, amadureci, me entendi.
E descobri, o que me torna feliz!

Há dias em que eu penso que viver é um ofício delicado.
Não um trabalho de esforço, mas de escuta.
A vida não se revela no barulho das conquistas, mas nas frestas pequenas do tempo —
num olhar demorado, no cheiro do café, num pôr do sol que insiste em ser bonito,
mesmo depois que tudo parece cansado demais.


A existência é uma travessia.
Nascemos com o coração limpo, e ao longo do caminho vamos colecionando memórias,
feridas, amores, ausências e fé.
É assim que a alma aprende a ter forma —
como um vaso moldado por tudo o que nos toca e, ao mesmo tempo, nos parte.


Há quem diga que o tempo cura.
Eu acho que ele apenas ensina.
Ensina que crescer é se despedir com mais ternura,
que envelhecer é aprender a deixar os dias passarem sem tanto medo de perdê-los,
porque o que realmente fica não é o que vivemos,
mas o modo como fomos tocados pelas coisas simples.


A efemeridade é uma professora exigente.
Ela sussurra, com voz mansa e firme: “Nada é para sempre, e é justamente por isso que vale.”
E então percebemos que o amor, a dor e a saudade são da mesma família —
todos nascem daquilo que um dia foi vivo e, por isso mesmo, nos deixou marcas.


Viver, no fundo, é aceitar ser passagem.
É entender que o corpo se cansa, mas a alma não.
A alma é o que sobra quando o tempo se recolhe —
é o que permanece quando tudo o que é visível já partiu.


Talvez o sentido da vida não esteja em buscá-lo,
mas em permitir que a vida nos encontre
nos instantes em que deixamos de correr atrás dela.

Eu não posso mais
Não posso mais fazer isso comigo
Não posso mais viver assim


Quem eu vou ser se continuar assim
Nem mesmo depois de tanto tempo;
Tanta dor;
Tando cansaço;
Eu não consegui apaguar o passado
Ainda sinto ele pairando sobre mim
Como se fosse o maior dos karmas


Porque eu não consigo mudar?
Oque me prende?
Oque eu vejo no sofrimento? Que inconscientemente me faz ficar?
Oque eu ganho revivendo memorias;
Questionado o passado;
Imaginando o irreal;
Porque? Porque? Porque?


Não tem como continuar assim
Eu não posso fadar minha vida desse jeito
Eu sou tão jovem, mas já parece que é tão tarde


Mimira(^-^)
(Hii little disclaimer: eu queria escrever sobre oque eu estava sentido então eu não revisei o textoe e eu estou com sono vcs entendem né)

O que existe de melhor do que ser criança?

A inocência, o riso fácil, a leveza de viver sem os medos que o mundo insiste em ensinar. Ser criança é o primeiro passo rumo à liberdade.

É descobrir o mundo com curiosidade, transformar o simples em mágico e enxergar beleza até nas pequenas coisas. É ser feliz com o que já nasce dentro da gente.

Quem dera pudéssemos guardar um pedacinho dessa fase pra sempre, pra lembrar que a vida pode ser leve, colorida e cheia de encantos, mesmo depois que a gente cresce

O que me inspira hoje


Eu gosto de escrever
Quando escrevo me lembro
De como é bom viver
E que a escrita é boa para o desenvolvimento


Sou poeta amador
Escrevo alguns, nem tantos poemas de amor
Sempre com respeito pelo leitor
E pela poesia que me fez ser escritor


A escrita está sempre no meu pensamento
Seja quando de dia acordo, seja quando de noite durmo
Ela é mais do que um passatempo
Ela é minha vida, ela é meu mundo


Espero encontrar uma poetisa
Que partilhe o prazer da escrita
Que da nossa partilha nasça uma filha
E que ela se chame a mestra poesia

A ansiedade é uma dor que não se vê, mas que corrói por dentro. É viver em constante guerra com pensamentos que não param, com o coração que dispara sem motivo, com o corpo cansado de tanto lutar contra inimigos invisíveis. Sofrer com ansiedade é carregar um peso que ninguém enxerga, é sorrir por fora e gritar em silêncio por dentro.
O sofrimento se manifesta em noites mal dormidas, em medos sem razão, em lágrimas que caem sem explicação. É sentir que o chão pode sumir a qualquer momento, que o futuro é uma ameaça e que o presente é sufocante.
Mas, mesmo em meio a tanta dor, a ansiedade também ensina: mostra que somos sensíveis, que sentimos o mundo com intensidade. E, ainda que doa, é possível aprender a respirar em meio ao caos, a encontrar pequenos respiros de paz e a transformar a luta em força.