Textos sobre como Curtir a Vida
Não se chame de "crítica construtiva" uma opinião não solicitada que se apresente como condição para o resultado acontecer. Por definição, “crítica” é a análise de um feito com o intuito de contribuir com sua melhoria. Mas quando exercida sobre o momento da execução arrogando-se o direito de alterar a concepção de seu criador e subtrair-lhe a autonomia, deixa de ser contribuição e passa a ser censura.
Confiança é como gravidez: não existe “meia confiança”. Sempre que precisamos avaliar previamente um resultado a ser produzido por outrem, invariavelmente a confiança já não se faz presente. A culpa será do outro, certamente, quando seu histórico nos aponta para o motivo; mas quando não existe tal fato gerador, claro está que o problema se deve a nossa própria insegurança. Isso irá requerer uma auto-análise sobre a natureza do poder que desejamos exercer sobre o que nos cerca. E se houver uma intenção real de entendê-lo, pode ser que descubramos que tudo não passa de arrogância, necessidade de dominação ou, no mínimo, soberba disfarçada de “gestão participativa”.
As relações humanas são como edificações que dependem de alicerces confiáveis que lhes garantam a sustentação: por mais atraente a aparência externa, impossível mantê-las de pé sobre estruturas já condenadas, sendo o desabamento uma questão de tempo. Até palácios levantados sobre pilares mal construídos se transformam em pó quantas vezes se tente reerguê-los. Consolidem-se as fundações, e a construção se mostrará perene.
Diante do intenso sofrimento proporcionado pelo primeiro contato com a ingratidão descobri como estou distante daquele ser melhor que pensava ter-me tornado. Se houvesse atingido tal estágio não sofreria por não obter o retorno esperado como provedor do bem levado a outrem, pois que tal sentimento vem revestido de vaidade - alimento do ego - e estaria feliz, independente do reconhecimento do beneficiado. Saber-se escada para que alguém suba deve ser, por si só, o maior dos retornos para nossos feitos.
Ela voltou a janela da conversa e notou o quão inútil é amar... E como Deus brilhosnos olhos se apagaram cada vez que suas mensagens eram rejeitadas, apagadas e ignoradas ... então ela decidiu beber toda dor de um só gole... passar a noite no porre de suas lagrimas... e se libertar de vez desse vicio que correi, fere e dói...
Levantou mais uma vez da cama, como quem quer se livrar do cheironpteso em seu corpo e se banhou com óleo... E percebeu que quanto mais pensava mais o cheiro exalava de sua pulsação e esvottia pelo seu corpo em meio a sua transpiração... E percebeu que enqto não matasse denteo de si... deitaria, sentaria, c aminharia e não adiantaria correr... pq correria o risco de esbarrar no suor e lembrar com êxtase do prazer... então deitou, aceitou, E se convenceu sem aceitar... que precisaria vomitar tudo de de si em si mesma... até não mais lembrar...
A saudade é como um moinho que gira lentamente dentro do peito, movido pelo tempo que insiste em passar, enquanto a chuva fina lá fora derrama gotas serenas sobre as flores do jardim que antes vimos juntos. Cada instante agora é um suspiro, uma recordação suave e persistente, como o som cadenciado da água que bate nas pedras, chamando-me de volta para o silêncio dos dias em que sua presença preenchia o ar.No ritmado murmúrio do moinho, sinto o tempo corroer a distância, mas não o espaço que você ocupa em mim. A chuva, serena e constante, é o abraço frio que lembra a ausência e ao mesmo tempo rega as flores da memória, fazendo brotar esperança em meio à espera. Saudade não é só dor; é o perfume das flores que você deixou e que nunca deixarei de sentir.
Essa reflexão nos convida a contemplar o céu não apenas como um lugar físico futuro, mas como a verdadeira habitação espiritual que desejamos: estar em comunhão eterna com Deus. O ponto central é que, embora o céu seja o destino final de paz e morada, Deus já habita em nós, pois somos o Seu templo. Assim, viver com Deus não é apenas uma esperança distante, mas uma realidade presente que nos convida a cultivar essa paz interior e espiritual enquanto caminhamos na vida.Essa ideia nos inspira a valorizar a presença divina em nosso ser e a reconhecer que o céu, como um estado de paz plena com Deus, já é acessível por meio da fé e da conexão espiritual. Portanto, nosso verdadeiro lar celestial começa aqui e agora, na intimidade com Deus que habita em nós.
A porta está fechada, e teus passos encontram obstáculos no caminho. Tudo parece confuso, como se o céu silenciasse diante das tuas aflições. Mas não te desesperes: o sol há de nascer novamente, iluminando tua jornada e dissipando a névoa da dúvida. A porta se abrirá, e com ela virão novas possibilidades de alegria. O Criador nunca abandona quem caminha com fé, buscando dias melhores na estrada da vida...
Você não faz ideia do que é. E isso é exatamente como deve ser. Não é para se ter ideia — porque o que não é ideia, permanece fora do alcance da compreensão. É uma ausência que se disfarça de conceito, uma sombra que se projeta sobre o pensamento sem jamais se revelar. Aquilo que não é ideia continuará sendo apenas uma ideia — uma ideia que não sabe o que é, que não se reconhece, que existe apenas como possibilidade, como ruído no fundo da consciência. É uma ideia sem ideia de si mesma, e talvez por isso, a mais pura de todas...
O universo permanece como um enigma insondável: mesmo diante dos prodígios da ciência, seguimos como aprendizes diante do infinito, buscando compreender a origem do cosmos, a dança oculta entre matéria e energia escura, o sopro de possíveis existências além da nossa e a essência profunda do espaço-tempo.
Recebi um convite de um amigo e achei que iria encontrar o tempo como fui teimoso hoje 06/12/2025, depois de 17 anos retornei e realmente não o encontrei, a nossa busca está no presente... O silêncio dos corredores me perturbou, sem alunos no intervalo aquele corre corre das crianças aproveitando os 30 min eternos, professores a caminho sala descanso, não vi sorrisos, gritos, travessuras, sirene com toque recolher me perdoe por não ouvir seus conselhos "Rubens Alves". 🥹
👉 'A angústia, diferentemente da ansiedade, nos põe na contra mão da história, de como temos sido. Apesar do risco de uma queda iminente, afinal, as nossas conhecidas referências se desarticulam, é ela um cair-em-si ainda que confuso, mas a possibilidade de um mergulho no esquecido mundo de mim mesmo. A ansiedade é barulhenta e tagarela, enquanto a angústia nos coloca face a face, no silêncio'. 😢
Assim como o livre arbítrio têm limites no contexto ao qual estou inserido, no quanto de conhecimentos e criatividades me cabem, também temos limites neste viver plenamente. Para quem não sabe, qualquer aprendizado engrandece e para quem não tem, o pouco quase sempre basta. Portanto, como a tua liberdade, a tua plenitude está fadada aos limites da tua fome.
No silêncio onde o medo floresce, vivem os loucos; como o Cazuza exagerado, que rompeu limites em busca de verdades maiores. Essas flores não são fraqueza, mas pontes para a profundidade do ser. Jonas, engolido pela grande baleia, simboliza o mergulho no abismo necessário para a transformação. A esperança de um amanhã melhor é mais que desejo; é a coragem de enfrentar o medo e deixar que as flores da alma cresçam. A verdadeira libertação nasce quando a loucura do exagero encontra o amor e a consciência.
Melhor você ser conhecido como mão de vaca, mesquinho, que ser conhecido como otario que ajuda todos “bonzinho” , ser bom e ajudar apenas quando há necessidade na área da fome e saúde, o bonzinho ajuda em todos os momentos e é taxado como otario! Cuidado ater para ser uma boa pessoa precisa ter sabedoria!
Os sete pecados tem tudo a ver com a felicidade e natureza humana, mas para a igreja é visto como transgressão. Os sete pecados para o cristianismo são mais importantes que as sete virtudes. Esses pecados são a sobrevivência da igreja e da charlatanaria sobre o desprovido. Há homens para classificar, julgar e condenar perante um suposto Onipotente.
Eu reli nossas conversas como quem volta a uma casa antiga e encontra poeira nos cantos que nunca havia percebido. Ali, nas entrelinhas que me escaparam, o sozinho estava presente. E eu não vi. O mundo me desabou no peito e a culpa aprendeu meu nome, como se amar fosse sinônimo de falhar no momento exato em que alguém precisava de mim. Agora, caminhamos lado a lado, mas algo em mim tropeça, um silêncio, um cuidado exagerado, uma duvida se arrasta no chão, será que agora sou um peso? Será que te incomodo do mesmo jeito que incomodo a mim mesma? E choro. Não por fraqueza, mas porque doí amar com medo, doí sentir que estou ocupando um lugar que talvez não não mereça. Ainda assim, fico frágil, tentando acertar, tentando aprender a não me punir pelo que não consegui enxergar. E talvez, eu ainda encontre um jeito de te alcançar sem feri-lo.
Cada vez que olhar pra si mesma, veja bem, saiba perceber suas qualidades, como você é incrível, inteligente e amável, saiba que tudo que nos acontece é pra nos fortalecer. E apesar de tudo não desista de amar, de acreditar que em algum lugar desse mundo há alguém que te complete perfeitamente, que torne o que já é em você em algo ainda melhor.
O ser humano moderno arde na ânsia de ser extraordinário, como se o comum fosse uma falha e não a própria teia do mundo. Esquece-se de que a vida não opera por hierarquias nem medalhas; ela apenas pulsa, indiferente aos delírios de grandeza. E é justamente aí que se revela o paradoxo: ser comum já é uma forma secreta de singularidade, pois nada mais raro do que existir sem precisar provar brilho algum.
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