Textos Sinto sua falta Amiga
O meu nome há de ser a sua
música favorita quando menos esperar vai se pegar cantando
porque sei que o seu coração
está todos os dias embalando.
Entre Enfeitados e Mascarados
dançando com o Boi Calemba,
Sou eu a dama deste folguedo
vestida com este gentil poema.
Quando este folguedo for findado
a Lua estiver bem posta,
e sem precisar de aposta:
não me negue a serenata
amorosa de cavalheiro apaixonado.
Quando te fazem romper os teus laços afetivos com a família, com o teu relacionamento afetivo e suas relações sociais e de trabalho, se trata de um ardil para destruir você internamente e te fazer uma pessoa desinteressada pelo valor da vida.
Quando depreciam o seu apreço pela tua casa, rua, cidade, estado e nação, se trata do segundo engendro do ardil que faz com que você perca a sua autoestima.
Quando te induzem ao consumo exacerbado, desprezar a cultura, odiar a ciência e a natureza, se trata do terceiro passo para que você seja dominado e não encontre mais prazer em nenhum aspecto perene da sua vida.
Não importa o espaço territorial e o tempo que leve, mas estas são as táticas de dominação da individualidade do ser humano que no acumulado alcança como onda a coletividade resultando numa catastrófica convulsão social que por séculos é capaz de colocar países em estado de guerra.
Faça a sua parte e não ceda à essas más influências que concorrem para a sua destruição e a destruição de todos nós.
Se ame e espalhe amor por onde for possível mesmo que de forma tímida, mas não ceda de jeito nenhum para enredos de quem quer só a nossa destruição.
Não permita que ninguém precarize a qualidade humana do seu pensamento.
Sem me revelar
a sua identidade,
tu me enviaste
as rosas favoritas
para invadir de vez
estes dias cinzas
com a tua presença
sedução e magia.
O meu amor vai
ao seu encontro
onde a Lua Azul,
Júpiter e Saturno
se encontraram
fiéis em conjunção,
e o nascer laranja
dela se ergueu
tal como sentinela.
Da minha cesta
espalho pétalas
de papoulas brancas
para dizer não
a todas as guerras,
abraçando a missão
de ser a centelha
da pacificação,
de alma e coração
em poesia e oração.
O meu amor vai
pelas estradas
do mundo sem
ao teu encontro
com igual coragem
do destino de quem
provou que da onde
menos se espera
a História foi tecida,
pelas estrelas
e para as Nações.
Su'a doçura em minh’alma
Traz o mais santo e acalma
U’a luz que brota calma
Gravada está a su'a aura
De êxtase e súplica
Certeza prima
Razão última
Eloquente ternura
Provocada em mim
Somente por ti
Com aroma de sapoti
E saborosos beijos de pequi
Traze os dois hemisférios
E todos os mistérios
Das palavras e séculos
Embaladores dos cordões etéreos
A liberdade guia no escuro
Porque crês no augúrio
Que o nosso amor é puro
E que ele terá um lindo futuro.
Fecho os olhos
para o desfrutar
da sua sublime
e dourada aparição,
Beijo os teus lábios
de mel com paixão
sem que me veja.
Ainda está viva
na memória
a lembrança
das etéreas
rosas vermelhas.
Como não querer
estar contigo sob
a luz da Via Láctea?
O desejo se tornou
um voto constante
diante do teu
charme brilhante.
Entre nós não
há mais fronteira,
A minha presença
em ti já é motivo
de uma festa inteira.
O tempo cria a sua própria margem,
Ele constrói a sua própria ponte,
E concede ao amor a gentil passagem,
Colocando os destinos em ciranda,
E fazendo rimas com perfume de lavanda.
Na regente sinfonia, no ápice do amor,
E no pico da extâse - não me deixes,
Porque esse prazer não pode passar
- em branco -
[ele deve ser vivido nas fendas],
E saboreado nas [boas entrelinhas]...
Deixa-me escrever sobre nós em teu
Corpo, e não se pônha em fuga!...
Quero ser tocata na boa ré [maior],
E não me faço de rogada se como presa
Eu for executada em ré [menor]!...
O teu olhar rapino encontrou a vítima
perfeita [em pleno desamparo],
Talvez eu não alcance as vielas estreitas
Do teu coração [altar oculto],
Derramada diante dos teu olhos escuros,
Faço de tudo e desfaço-me de tudo,
Arrisco-me nesses versos vadios
Para um dia ser tua - e serva desse amor,
Despudorado que é o dono desses versos desnudos.
A Independência de uma
Nação é uma aliança que
deve ser sempre renovada
com a sua própria História.
Por isso peço encontro,
diálogo e reconciliação
com o General e toda a tropa.
A Independência de uma
Nação pelo mundo
afora sempre deixa alguma
questão pendente
ou até mesmo implícitas
mais de uma que pedem
união cívico-militar
sempre que for preciso.
Jamais país algum deve
desistir de proteger e até
mesmo deixar de reinvindicar
por aquilo que o pertence:
A recuperação
do Esequibo Venezuelano
deve ser tratado
com interesse realmente.
Aprenda a entender
que para uma Nação
subsistir a sua doação
não pode ser miserável,
É claro que o oxigênio
no sentido figurado
que é a liberdade em todas
as formas deve ser essencial.
Só que a liberdade para ser
o suficiente deve vir unida
com o real sentimento de amor,
E amparo em relação ao velho
tupamaro em ato revolucionário
de autoprivação diante
de tanta tamanha agressão.
Aí onde poucos se sentem
sem liberdade, sem amor
e todos assistem uma tropa
e um General que estão
presos sem perspectiva
de diálogo, encontro e reconciliação.
E tudo que você me deu (subjetivamente),
e objetivamente
para a sua Nação,
Crendo nas leis da vida ainda
me esperanço no celeste índigo
que você vai corrigir o rumo
de tudo e espalhar
o Mapa com o Esequibo incluso.
Dona dos meus sentidos
aliados a memória e a criticidade,
a sua prepotência, displicência
e ironia fizeram entre nós
mais de uma vez uma
nova ponte ser explodida.
Quando não há mais pontes,
não existem mais diálogos,
sem diálogos só há chance
para a total distância
e sem deixar nada sobrando.
Convicta disso avancei
cem passos na frente
sem olhar para trás
e sem com que percebesse
escapei silente e para sempre.
Escapei para sempre
para salvar-me de ti,
para ficar viva por dentro
e sem deixar nenhum poder
teu vigente sobre o meu peito.
Rodeio Coroada
O entardecer enfeita
Rodeio com a sua
coroa de ouro a altura
devotando toda a ternura.
Os laços de afeto entre
ancestralidade
e a brasilidade
escrevem a História
da nossa cidade.
O poema dança solto
com malemolência
pelo Médio Vale do Itajaí
e a linha deu por reverência.
Decretando que nada
e ninguém terá poder
sobre a nossa paz,
porque todos nós
amamos aqui demais.
Rodeio Entardeceu
Rodeio entardeceu linda
com a sua mais nobre
veste multicor celeste,
Não existe final do dia
em toda a Santa Catarina
que alcance tal poesia.
Rodeio entardeceu suave
como o Rio Itajaí-Açu beija
o nosso Médio Vale
despertando o verde por
todos os nossos lugares.
Rodeio entardeceu poeta
nas nuvens escrevendo
o recado para que teu olhar
amoroso se fixe perene
para esta terra catarinense.
Rodeio entardeceu romântica
com o ir e vir das folhas
da nossa Mata Atlântica:
um convite gentil e amoroso
ao teu amor me entregar.
Rodeio Pairando
Este anoitecer em Rodeio
pairando dourado e quente,
carrega um pouco da sua
pele e do desejo da gente.
O prelúdio do Ano Novo
nestes dias trazem
o augúrio verde e a beleza
do Médio Vale do Itajaí
que carrega tudo de ti.
Por toda a cidade
floresço poemas que
os pressente e uns
guardo para te dar de presente.
Pensando numa maneira
de virar a sua cabeça,
a todo o momento
para tudo o quê ando
escrevendo como
poetisa romântica
por você seja venerado,
todo poema seja sentido,
nada em mim seja resistido
e tudo o torne a cada dia
apaixonado e mais convicto.
(Falar de amor será
a cada dia mais explícito).
#poetisabrasileira
Rodeio sob os efeitos
O tempo ainda
me preocupa,
as flores do céu
deram a sua
trégua azul:
Eu sou poeta
e moro no sul.
A tempestade
de terça para
quarta deixou
muitos danos
na parte urbana
por nossa cidade
aqui no belo
Médio do Itajaí.
O barro ainda
está marcando
o paralelepípedo
romântico,
A dor por quem
partiu também
me pertence.
Mais de um
coração partido
mesmo em clima
de reconstrução
e em busca
dos pertences,
uns estão esperançosos
e também tristes.
Sinto por quem
tudo na vida
perdeu da noite
para o dia,
e isso não tem
nada de poesia;
estamos entre
a nostalgia
e a melancolia.
De olhar para
o alto nunca
me canso,
e de saudar
até a mais
miúda capoeira
do barranco.
Rodeio está
sob os efeitos
da tempestade,
das marcas
que na alma
que talvez
nem mesmo
o tempo sare
e o olhar com atenção.
Poesia da loucura de amor
represada que todos os dias
têm feito a sua alma cativada,
e a cada dia a minha capturada
por tuas virtudes heróicas
capazes de reunir e unir
em festa o Ocidente e o Oriente
com invencibilidade e paixão
que iluminam a escuridão
convertendo a numa constelação.
Divina ambição de poetisa
que pouco a pouco
entrou no jogo da conquista
para abalar a sua estrutura
para que caia nos meus braços;
e ao amor romântico fazer
você na vida se render sem temer
contratempos ou embaraços,
Não quero viver entre nós ou laços,
o meu desejo mesmo desde que
seja acompanhado contigo é flutuar.
Por tuas mãos amorosas
e sua força o mastro
foi erguido com as fitas
coloridas amarradas
pelas minhas mão devotas.
Para juntinhos a dança
do Pau de Fitas ensaiar
coloquei a minha saia
enfeitada para te cativar,
e para fazer você se apaixonar.
Eu sou poetisa brasileira,
quem te disse que não sei dançar,
não me viu no Tramadinho
e no Trenzinho em pleno desenrolar.
Eu sei dançar o folclore,
quem te disse que não sei escrever,
não me viu sendo poetisa
no Zigue-Zague e no Zigue-Zague
a dois do amanhecer ao anoitecer.
Eu sou poetisa, dançarina, feiticeira,
e também sei o quê é seduzir,
mesmo que não me perceba ando dando pistas para você de amor cair.
Como poetisa, dançarina e feiticeira,
ultimamente ando virando sereia
para escapar da sua Rede de Pescador,
porque além de dançar e conheço
essa sua mania de brincar de amor.
O lenço girando na sua mão,
as esporas tocando o chão,
Você sabe que eu quero
ouvir a batida do seu coração,
Nesta valsa do lenço
vamos rodopiando pelo salão,
O quê eu tanto nessa
vida desejo é te cobrir dos pés
a cabeça com os meus beijos,
Embarcados não somos passageiros,
e nem nunca na vida seremos.
A madrugada abriu
a sua primícia,
No firmamento
a Lua ainda brilha,
As minha veias
do coração
estão abertas,
E vocês sabem
mais de mim
do que eu mesma.
A História natural
em carne e ossos
entre trópicos:
Eis me aqui direto
da América Latina
tentando buscar
uma mão estendida
para a Caxemira.
Mais de mil terços
pedindo justiça
e libertação
para a tropa e o General,
E os meus aguayos
de lágrimas pelo
duro golpe dado
aos indígenas na Bolívia.
Não podendo fazer
nada a não ser
me queixar
por esta Humanidade
que urge ser socorrida.
Envio poemas
em doses
homeopáticas
para a sua
irrazoabilidade
sacodir
e não te deixar
nem por
um segundo
descansar
até o nó cego
do autoritarismo
você desfazer,
Há muitas baixas
de indígenas
neste continente
para investigar,
E garimpos
para expulsar.
Estamos perto
do Ano Novo,
Houve uma
promessa
por uma mesa
de diálogo
nacional
antes do Natal,
e ela não
foi cumprida:
Não soltaram
a tropa,
o General
e outros tantos
que estão
enterrados em vida;
Em qualquer lugar
quando falta
o diálogo
sempre faz lembrar
da diplomacia da Bolívia.
- Relacionados
- Textos de Amor
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Decepção: frases para mostrar sua insatisfação com certas atitudes
- Frases de escritores famosos que vão despertar sua inspiração
- Textos de Fernando Pessoa
- Textos Reflexivos
