Textos Sinto sua falta Amiga
Você estará para sempre em meu coração,
Seque sua lágrima
Segure firme em minha mão
Que te indicarei a direção
Você não está sozinha
Sempre estarei por aqui...
Dê uma olhada ao seu redor
Mesmo quebrada em mil partes
Sigo forte e te orientarei
Não se esqueça
Do laço entre nós
Não pode ser quebrado
Por isso, seque suas lágrimas
E olhe ao seu redor
Eu estou aqui e você...
Estará para sempre em meu coração.
Assim como o vento
balança a Palma Real
assim age no pensamento
a sua presença sem igual
Nas tuas mãos tens
o tempo e a urgência
apenas levo a inspiração
até a última consequência
Tem se erguido a cada
dia no destino a poesia
mansa com total sinestesia
Assim anda agindo o destino
combinador para unir
incansáveis passos no caminho.
Lúcifer é a figura central pra mim. Por vezes, sua face de luz. Por vezes, sua face rebelde de Samael, também conhecido como Satan. Lúcifer é o meu soberano, mas não como um mestre que manda nos meus passos, desejos e vontades, mas sim como um deus que me torna mestre de mim mesma.
Eu sou politeísta, tenho muitos deuses, acredito em praticamente todos, mesmo os que não cultuo pessoalmente, mas desde que me pactuei a Lúcifer e como o fruto proibido, me tornei igual a eles. Eu sou Deus, e também cultuo os deuses que desejo, que me identifico, que tenho o chamado, porque sou livre. Cultuo aqueles que foram demonizados, e muitos chamam de demônios. Cultuo porque sou como Belial, sem mestre, correntes ou amarras.
- Marcela Lobato
Beijo com zelo o seu olho esquerdo,
a sua testa e o seu olho direito,
E você retribui com seus lábios,
convidativos a beijá-lo com tudo
do nadir ao ao zênite, da cabeça aos pés,
com um erotismo efusivo e profundo,
fazendo vibrar em todos os seus hemisférios,
para a partir deles estabelecer perenes
a paixão e todo o amor sem mistérios.
Deste Hemisfério Celestial Sul
o sentimento de pertença
inabalável sempre orienta,
Nas suas auroras é indelével,
o inoxidável substantivo feminino
e a leveza de ser poetisa,
onde não permite fantasia.
O meu juízo é o que me guarda
antes do tempo desabrochar
da Quaresmeira desta terra,
A minha vocação navega
entre o recolhimento e festa,
E sem nenhuma hesitação
no mesmo lugar se desterra.
O meu mundo jamais haverá
de se tornar pequeno,
encaixes não me encaixam,
Entregar poemas austrais
mesmo que não devolvam,
faz parte da caminhada
em tempos que atordoam.
Porque o brilho e a magia
são revisitadas por mim,
A chave do que guardo não
entrego para nenhum fim,
É sobre altivez e continuidade
de tudo aquilo que eleva
o corolário do que é liberdade.
Sua mansuetude desperta
meus demônios e meus anjos,
e eu dou milhares de asas
para sua imaginação e seu coração,
Meu esporte favorito é fazer
todo tipo de provocação
para testar seus limites masculinos,
para por em ferveção
e da cabeça aos pés
brindar-te com flutuação.
Colher amorosas ramas
da Jurema branca no afã
de preparar um descanso
para a sua mente cansada,
Com certeza está no meu
romântico e doce plano ---
e dele não vou desistir
nem mesmo por engano.
Facilmente no futuro
próximo entenderás
que para me alcançar,
nunca será pela força,
e sim pela mansidão;
para que te retribua
com o meu coração,
e sermos a habitação.
Não há outra maneira
de alcançar e ser
alcançado que não
seja pela cortesia
que dá e se retribui
para fazer ainda
melhor o dia-a-dia,
e nos pôr em sintonia.
Quanto mais cortesia,
mais sintonia e sinergia
acordadas forem ---
Tempos ruins passarão
por nós sem
mesmo ser percebidos,
e serão abertos todos
os nossos caminhos.
Cercada por seculares
Sibipirunas busco
a inspiração para me tornar
a sua dama de ouro,
O amor é o prêmio
da vida e o nosso tesouro,
De mim você
não vai se desgarrar,
Trago o signos invencíveis
do nosso Folclore
para que o nosso amor
não quebre e ninguém dobre,
Porque se eu estou sentindo
e em mim você anda pensando,
Tudo aquilo que é de poesia,
é sobre realidade que estou falando.
Confissões embaladoras
com o afã de submergir,
e abrigar na sua respiração,
coração com o coração
no compartilhado silêncio.
Neste tempo talvez o mais
perigoso da nossa História,
que pede mel nas palavras
por mais que a realidade
flerte com o cruel e o covarde.
Deixar por conta os intentos
das quaresmeiras e as aleluias,
e encontrar sob a floração
da época os maiores motivos
para não apagar os sentidos.
À Catalina Giraldo
Conheci a história da sua travessia,
não nos poupe de ti nesta vida.
Se eu pudesse olhar nos teus olhos,
com certeza te diria:
- Transforme toda esta dor em arte
nesta vida que desafia.
Somente a arte pode ser a ponte
interminável entre a vida e morte.
Não existe nada além da arte
com igual capacidade de conceder
a interminável sorte de morrer,
renascer e fazer-te viva permanecer.
Com a tua silente ternura
sua existência tem altura
muito maior que a de Wakhan,
montanha que desafia
o céu, o vento e as estações.
Reluz um Pulwar de ouro puro
nas tuas mãos que para mim
hão de ser absolutas em tudo,
Uma lâmina curva que não fere,
ilumina a escuridão adentro,
A sua mirada, cravou perene
no peito a Charay poética,
não como o aço frio e mortífero,
mas com verso afiado e doce.
Fez arder um fogo sem explicação,
sem dor, sem ferida, sem ardor
que nem médico ou clérigo
são capazes de fato dissolver;
Foi além do que eu ousava prever,
conquistou meu território
sem arsenal e com potência serena.
Não por beleza que ofusca,
nem por força bruta,
nem por poder que impõe
— mas por conhecer de cor
os "Noventa e Nove nomes de Allah",
um a um, como quem sussurra
segredos de Paraíso que foi
perdido revelando em meu ouvido.
Cada nome era uma flecha invisível,
cada sílaba um golpe indelével
e de graça no coração feminino.
E agora sou terra em rendição,
campos de trigo em floração,
onde esse ardor divino
permanece sem explicação.
Nascer potente em Vidal Ramos
e na sua foz em Itajaí encontrar
o meu Oceano Atlântico Sul,
É o curso do Rio Itajaí-Mirim
que enleva razões para mim:
borda sentidos e rega a vida.
Sem o nosso amado rio
é só partida, e logo garrida.
O Rio Itajaí-Mirim eu sou,
e ele obviamente é para mim,
que sou filha da Mata Atlântica
praticamente desaparecida.
Até quando a poesia azul
da amada Santa Catarina,
pelo Rio Itajaí-Mirim falo,
canto, reclamo e declamo,
Porque eu preciso mais dele,
do que ele precisa de mim,
Sabe-se que existe um tipo
de gente que não pense assim.
Há amigo que não apenas caminha ao lado,
mas faz morada dentro do coração.
Sua presença é como bálsamo suave,
seu abraço, um refúgio em meio à aflição.
Não é amizade de superfície,
é raiz plantada pelo próprio Deus,
que floresce em risos e lágrimas,
e aponta sempre para os céus.
O salmista Davi, após cometer adultério e homicídio, reconhece essa verdade em sua oração de arrependimento:
“Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista” (Salmos 51:4).
Aqui, Davi não está negando o mal que fez a outras pessoas, mas está declarando que o pecado, em sua essência mais profunda, é uma ofensa direta ao Criador, que é Santo, Justo e Soberano.
A vida segue sua linha do tempo, e vamos seguindo em frente construindo as nossas memórias, em cada sorriso e em cada lágrima fica um pedacinho de saudades.
Com sorrisos aprendemos como é bom ter e sentir a beleza da presença física, com lágrimas aprendemos como reflete a ideia de que a verdadeira beleza não reside apenas em características físicas imutáveis, mas na energia, no carisma, na conexão acolhedora e nos momentos agradáveis e inesquecíveis.
di matioli
Trabalha a sua mente contra o mal…
porque a batalha começa no pensamento,
antes mesmo de chegar nas atitudes.
Você aprende a filtrar:
o que edifica, você alimenta.
o que contamina, você rejeita.
o que é para o seu bem, guarde.
o que é para te fazer mal descarte.
Lixo fica no lixo.
E tudo que não vem de Deus… você rejeita.
miriamleal
Ajuste o seu tom, ouça a sua voz.
Ela cambia em timbre para nós.
Soprano, mezzo soprano, contralto as femininas...
Contra tenor, Tenor, Barítono são masculinas.
O tom de voz transmite vida e emoção!
Hidrate, alimente, repouse bem esse "galardão".
Pois a sua voz lhe identifica todo dia...
Comunique-se bem, celebre
Cante a sua canção preferida
Dê voz e vez essa amiga querida.
Hoje, homenageamos a voz pelo seu dia.
Ajuste o seu tom, ouça sua voz
Ela cambia em timbre para nós.
Soprano, mezzo soprano, contralto as femininas.
Contra tenor, Tenor, Barítono, são masculinas.
Sua voz lhe identifica todo dia
Comunique _se ,celebre
Cante sua canção preferida!
Dê voz e vez a sua amiga querida ,
a Sua voz!
Apontamentos de psicologia unitária
O Uno se dividiu para existir e criou os opostos. A sua consciência vaga entre um e outro numa tentativa de restaurar a união.
O OPOSTO
O oposto é concreto, é fixo, é material. Usa as palavras e a lógica. Apoia-se nas experiências e se orienta pela dor e pelo prazer.
O OPOSTO
O oposto é volátil, é atraído pelas ideias, pelas relações, pelo que é imaterial, pelos sentimentos, pela indiferença.
Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.
Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.
Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.
A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.
O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.
Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.
Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.
Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.
Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.
A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.
E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…
Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.
O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.
Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.
Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.
Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.
Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.
E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.
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