Textos Reflexivos sobre Casamento
Eu queria mesmo, é que o mundo virasse, e você viesse me ver!
Eu queria mesmo, uma vez beijada ser tua amada, sem pensar em partir!
Eu queria mesmo, um amor verdadeiro, que fosse o primeiro a fazer a paixão explodir!
Eu queria mesmo, a palavra beijada, na boca mais amada, que pudesse existir!
Eu queria mesmo, o seu coração pulsante, no clamor ofegante do meu desejo por ti!
Eu queria mesmo, seu olhar reluzente, com cara de carente a amar-me aqui!
Eu queria mesmo, ser um leão corajoso, e o seu bravo amor sentir!
Eu queria mesmo, andar por aí sem nunca sentir ausência de ti!
Eu queria mesmo, cantar muitas vezes, por anos e meses, o amor que sinto por ti!
Eu queria mesmo, sem pensar duas vezes, que no teu corpo vivesse o amor que sinto por ti!
Eu queria mesmo, dançar ao luar a você me entregar e esse poema encerrar, para te amar loucamente sem nunca mais acabar!
Acreditem,o mal queria me dar tudo.Outra forma física, que eu mudasse a cor da pele,todo o cabelo, a cor dos olhos, a altura, Toda a estrutura corporal.O que eu disse a ele?Ei cara, eu não vou mudar para que aquele cara, ou quem quer que seja, se apaixone por mim.E disse mais.Quem tiver que gostar de mim,vai gostar de mim do jeito que eu sou.E ele insistiu. Dizendo:_Eu faço ele se apaixonar por você.Eu respondi:_Não quero que ninguém me ame porque,esteja sendo obrigado.No mas, eu disse com veemência FORA DA MINHA CASA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ah se Jesus foi realmente tentado no deserto pelo diabo. Acredita quem quer.Agora que a Geissis foi tentato pelo diabo dentro da própria casa e ainda mandou ela saí fora, CERTEZA.As testemunhas sabem de tudo, porque ouviram tudo, assistiram toda cena.
(A linda de fios castanhos)
Desde a primeira vez que a vir de cara sentir o meu coração sorrir.
Não tenho palavras para descrever a perfeição que enchergo em ti.
Seu rosto redondo que visualmente sentir uma das mais lindas que vir.
Ainda não a vir pessoalmente mas irá morar no coração até sempre.
Teus fios de castanhos loiros toma atenção dos meus olhos e vários outros.
Seu sorriso magnífico e perfeito cria em min um enorme e grande apego.
Você não imagina que é a sua personalidade e não corpo que me domina.
Tudo que te enchergo em você é bonito isso é uma verdade verdadeira e não um mito.
Faz meu coração bombear mais rápido oxigênio que pelos pulmões rapto.
Me faz eu não querer morrer rápido pra não ter que te perder fácil.
É uma mulher incrivelmente bonita bela que totalmente idolatro.
E que nunca vou esquecer pois no meu coração quente você guardo.
A Flor Flávia
Você é como as flores mais bonitas.
De todas varandas campos e vistas.
Você tem um sorriso e um jeito lindo.
Acredite nisso pois eu nunca minto.
É uma mulher incrível e admirável.
Com um jeito meigo inexplicável.
Uma personalidade que eu gostei muito.
Que quero ter nessa jornada no mundo.
Pelo pouco que te conheço já me apeguei.
Vou dizer um dia que no coração a guardei.
Um dia em breve sinto que vou te amar.
Quero um dia no meu coração te guardar.
Foi prazeroso receber você na minha vida.
Que disso nós dois um dia nunca desista.
Que nunca mais você esteja ausente.
Prometo te amar no futuro e no presente.
Muitas vezes, elevamos o pensamento até a reflexão. E ela nos alcança em lugares improváveis, até. Certa vez, estava eu em um ônibus vazio, avistei dois casais. Um era formado por dois jovens que pareciam ter brigado, e o outro era de dois idosos que pareciam estar juntos a décadas. Notava-se ali a voracidade do tempo. A beleza efêmera e passageira, em mãos um pouquinho enrugadas e cuidadosas que seguravam uma a outra, se dispuseram assim por todos os anos de suas vidas. Os jovens notaram aquilo, se olharam e mantiveram silêncio. E mesmo assim a mensagem parecia ter alcançado o coração.
As coisas de momento passam, mas sempre terminariam ali, como aquele casal de idosos que ainda se namoravam como na primeira vez.
Era uma mulher de revirar todos os pontos de equilíbrio existentes.
O abalava de tal forma, que se sentia nocauteado por um peso-pesado. Sua beleza era um disparate, seu intelecto descompassava um jovem coração inexperiente. Certa vez ela surgiu absolutamente do nada, dizendo: "ei, hoje eu tô em casa. Aviso que não vou aceitar um não como resposta, então seria sábio da sua parte se dissesse sim para o meu convite para o cinema."
Apesar de jovem, não era tolo de recusar. Uma moça de olhos que devoravam a alma dos homens, cabelos selvagens como o fogo que incendiava florestas inteiras, e lábios brilhantes e de cor escarlate, intensos como a mais explosiva e ameaçadora das estrelas. "Claro que eu topo", disse ele.
Sábia palavras, garoto. Sábias palavras...
Sentados num banco de praça, surgiu uma pergunta intensa. "Por que as pessoas expressam o quanto estão felizes para as outras? Por que o mundo está radiante ao nosso redor, no momento em que vivemos em miséria? Quando o amor é sentido no ar, e a paixão pode ser vista em cada esquina e beco mas não nos alcança."
Uma pergunta tão bem fundamentada, precisaria de uma resposta à altura. Mas ele não tinha nenhuma para ela. Se sentia vivendo naquele enigma, que talvez nem a própria Esfinge seria capaz de responder.
"Não faça perguntas difíceis, garota. Quando o mundo cheirar a amor, sorria, quando cheirar a paixão, sorria mais ainda. Acho que se você consegue sentir esses sentimentos com tanta intensidade, talvez eles estejam mais próximos de você do que imagina."
Ela percebeu a indireta, segurou a mão dele, colocou o cabelo por trás da orelha e sorriu.
"Talvez tenha razão..." Disse a moça, percebeu que o mundo era cheio de surpresas.
"Meu maior erro foi oferecer uma vida que julgava perfeita, quando o perfeito na vida está nos erros, nas imperfeições. Ofereci algo sem o peso, sem consequências, e esqueci que são essas consequências que nos dão o medo e a coragem pra arriscar todas as boas cartas que temos na mão."
Ela pausou seu pensamento dito, olhou menos para o chão, como de costume, mais para os olhos. Decidiu que aquela mochila de arrependimentos não poderia ser o seu fardo e escolheu largar. Ele que nunca gostou de carregar peso, só se aproximou com mais um passo. "Perder tempo pra que né?". O beijo trouxe todas as palavras não ditas, antes mesmo da cerveja esquentar. Ganhariam e perderiam tempo juntos, nas filas, nas praças, no ônibus.
DE COR
Esse jogo de correr é sem fim
Você corre das contas,
Dos problemas,
De mim.
Foge de tudo
No início
Meio
Fim.
Sabe o que busca e tem medo
Sabe o que quer e não estende a mão.
Destrói tua prosa e teu verso
No medo de outra ingratidão.
Esquece que outrO risco é viável
Abre mão do que há de melhor.
Sozinhos são todos mais livres
Livres, infelizes e só.
Abre os braços e vá de encontro
Desencontro que ata esse nó.
Ser feliz é possível, é palpável
Eu prometo, disso eu sei de cor.
O Trem das Cinco e Quinze
Na Suíça, os trens são pontuais como o bater de um relógio de cuco. Foi às cinco e quinze da tarde, precisamente, que ela entrou no vagão carregando uma mala de rodinhas desengonçada e um livro sob o braço. Ele já estava lá, sentado próximo à janela, com os olhos perdidos nos Alpes que desfilavam como pinceladas brancas e cinzas. O sol de inverno, baixo e pálido, fazia o lago de Zurique cintilar à distância, como um espelho quebrado.
Ele a viu primeiro tropeçar no degrau do trem, recuperar o equilíbrio com uma risada abafada pelo cachecol vermelho. Ela se sentou diagonalmente a ele, dois assentos de distância. Entre eles, apenas o silêncio alpino e o leve rangido do trem nos trilhos. Até que, em algum momento após St. Gallen, ele perguntou, em um alemão hesitante, se ela sabia a que horas chegariam a Lucerna. Ela respondeu em inglês, com sotaque francês: "Você fala como quem decorou as frases de um manual ontem à noite". Ele riu, confessando que era brasileiro, um arquiteto em fuga de um projeto mal resolvido no Rio. Ela, por sua vez, era belga, pianista, voltando de um concerto em Viena onde havia tocado Chopin para uma plateia de casacos de pele e suspiros contidos.
No vagão-restaurante, dividiram uma garrafa de vinho branco suíço tão seco quanto o humor dela. Ele falou de linhas retas e concreto; ela, de escalas menores e metrônomo. Quando o trem atravessou um túnel, a escuridão os uniu mais do que a luz: naquele breu repentino, suas mãos se encontraram sobre a mesa de mármore, e nenhum dos dois soube dizer quem havia se movido primeiro.
Em Lucerna, desceram juntos, embora ela devesse seguir para Bruxelas e ele para Milão. Na plataforma número 3, sob o relógio que marcava sete e quarenta e três, ele lhe deu um cartão de visita rabiscado com o número de um hotel em Veneza. Ela lhe entregou uma partitura improvisada no verso de um mapa de trem, com notas que subiam e desciam como os trilhos que os haviam levado até ali. Prometeram escrever, ligar, encontrar-se na primavera. O beijo foi breve — um sopro de vapor no ar gelado —, mas suficiente para que, anos depois, ambos ainda se perguntassem se o gosto daquele momento havia sido de vinho, neve derretida ou simplesmente de *quase*.
Ele seguiu para o sul, onde o concreto de seus projetos ganharia raízes. Ela voltou ao norte, onde as teclas do piano a esperavam, frias e pacientes. Escreveram-se por um tempo, cartas que levavam semanas para cruzar a Europa, até que uma delas se perdeu no correio de Berna, e a outra, por orgulho ou cansaço, nunca foi reenviada.
Anos mais tarde, numa estação em Genebra, ele reconheceria uma melodia ao piano distante — *Nocturne op. 9 nº 2* — tocada por mãos que já não usavam anel. Sentado num banco, deixaria o trem das cinco e quinze partir sem ele, paralisado pela doce crueldade de um destino que os reunia apenas em segundas estrelas, estações erradas, e em todas as versões não vividas daquela tarde nos Alpes, onde o amor foi tão preciso quanto um horário de trem, e tão fugaz quanto o vapor de seu hálito misturando-se ao frio.
"A Chuva que Trouxe Você"
O Rio de Janeiro acordou coberto por um véu de nuvens cinzentas. A chuva fina, persistente, descia sem pressa, transformando as calçadas em espelhos que refletiam os contornos da cidade. Era um dia que parecia pedir café quente, janelas embaçadas e histórias para contar. Foi assim, entre pingos e esquivas, que Clara e Mateus se encontraram — ou reencontraram — na esquina da Rua do Ouvidor, no Centro.
Clara, de guarda-chuva vermelho desbotado e tênis encharcados, corria para escapar do aguaceiro quando tropeçou em uma poça. A bolsa escorregou de seu ombro, derramando livros e um caderno de esboços no asfalto. Antes que pudesse se lamentar, uma mão firme apareceu em seu campo de visão.
— Deixa eu ajudar — disse o dono da mão, um rapaz de cabelos cacheados e óculos respingados de chuva. Ele usava um casaco azul-claro, já manchado pela umidade, e um sorriso que parecia desafiar o tempo ruim.
Ela o reconheceu na hora. Mateus. Aquele colega de faculdade que sempre sentava no fundo da sala, desenhando nos cantos das folhas durante as aulas. Nunca haviam trocado mais que um "bom dia" tímido.
— Você... faz Arquitetura, né? — perguntou Clara, recolhendo um livro sobre Gaudí que ele entregou.
— E você desenha melhor do que qualquer um do curso — respondeu ele, apontando para o caderno aberto no chão, onde um esboço do Bondinho de Santa Teresa dominava a página.
A chuva insistia, mas eles pararam no meio da calçada, rindo da situação. Mateus sugeriu um café ali perto, no Largo das Artes, e ela aceitou antes mesmo que ele oferecesse dividir o guarda-chuva.
O lugar era pequeno, cheio de mesas de madeira riscada e o cheiro do expresso fresco. Enquanto secavam as mangas, a conversa fluiu como a água escorrendo pelas vidraças. Descobriram que ambos tinham o hábito de caminhar pela cidade nos dias chuvosos, colecionando detalhes invisíveis sob o sol: grafites escondidos em becos, o brilho das pedras portuguesas molhadas, o silêncio incomum da Praça XV.
— Acho que te vi uma vez desenhando no VLT — confessou Clara.
— Era eu! — ele riu, surpreso. — Você passou correndo com um casaco amarelo. Até tentei te chamar, mas o bonde fechou a porta.
O tempo lá fora parecia ter parado, assim como o relógio dentro do café. Quando perceberam, já era tarde, e a chuva diminuíra para um mormaço. Mateus acompanhou Clara até o ponto de ônibus, sob o guarda-chuva agora compartilhado sem cerimônia.
— A gente podia... fazer isso de novo — ele sugeriu, as pontas dos dedos roçando os dela ao devolver o caderno.
— Ficar encharcado e perder o ônibus? — ela brincou, mas seus olhos não disfarçavam a esperança.
— Não. Descobrir o Rio devagar, como se fosse a primeira vez.
Quando o ônibus chegou, Clara subiu os degraus sem saber se o calor no rosto vinha do café ou do aperto de mão prolongado que deixaram para trás. Na janela, viu Mateus acenando, até que a neblina e o trânsito o levaram para fora de sua vista.
Naquela noite, enquanto a cidade secava sob um céu estrelado, Clara abriu o caderno. Na última página, um desenho novo: ela, de guarda-chuva vermelho, sorrindo sob a chuva do Rio. E no canto, um número de telefone e uma frase: "Amanhã promete sol. Mas podemos torcer por outra tempestade."
A amizade (da minha parte)
Miséria de amores que um dia foram radiantes,
Intensos e satisfeitos.
E um repouso lento…
Tão lento que, dos amores, formou-se amizade.
Amizades — da minha parte.
Parte de quando finalizei na sexta,
E, em outra sexta, veio o recomeço.
E o ciclo se repete.
Miséria de amores que um dia foram radiantes,
Ardentes, ásperos, cortantes.
Agora, um repouso lento…
Tão lento que, de colegas, tornaram-se desconhecidos.
E o ciclo, inevitável, se repete.
"Esperou-se tanto o melhor dia, o momento certo... Esperou-se tanto, um sinal divino que viesse de fora...
Que não ficaram juntos, não houve história, não se teve tempo... Um esperava o outro, mas os dias seguiam, indo embora...
Esperou-se tanto que passou uma vida inteira, porque para eles, nunca chegou a hora..."
Transcendência
Andamos todo delirantes
Ofegados pelo cansaço
Numa busca sem fim
Estamos todos neste confim
Que na verdade é só início
Para esta raça de sobreviventes,
Ai da minha alma;
Que será do meu espírito!
Se no final eu não estiver contigo
Por causa deste atrito
Que apoquenta o meu espírito
Definhando minha alma,
Meus pensamentos de ti
Levam-me a pureza
A sábia ingenuidade
Conduz-me a lugar de fortaleza
Em controversa felicidade
Tudo em mim desafia-ti
Uns respiram
Enquanto os outros vivem;
Da grande parte dos que morrem
Só alguns transcendem;
Somos todos especiais
Até descobrirmos que somos iguais.
Se você está esperando, não está criando. E se não está criando, então não está fazendo nada de novo. É tudo uma questão de entrar naquele estado fluido e amoroso em que você sente que já tem o que procura, porque uma vez que você sente que já tem, por que procuraria?
Aprenda a reorganizar sua assinatura energética.
De modo que a eletricidade mudou o mundo exterior, quando aprendermos a aproveitar o verdadeiro poder e a inteligência do coração, o uso adequado das frequências, a constante construção com objetivos claros e a aplicação diária disso, tudo mudará sobre como pensamos, sentimos e como nos relacionamos.
Um novo entendimento de corpo, alma e “coração” está surgindo e se faz tão necessário durante este período importante da história, por isso, aprender a utilizar essa sintonia fina refletirá no melhor que você receberá e poderá viver nesse mundo. Busque e encontrará!
Zaika Capita
O pensamento é uma forma de energia que é captado pela mente, nossa mente não é o nosso cérebro, nosso cérebro é o instrumento pelo qual a mente capta e transmite pensamentos. Use sua mente para construir amor e bons serviços.
Fale bem do próximo. Os pensamentos viajam através de frequências, para você sintonizar um pensamento é necessário sua mente estar na mesma frequência de vibração desse pensamento. Assim a vida ganha mais saúde, felicidade, paz e oportunidades de prosperidade.
Sua vida está onde sua conexão faz sintonia.
Data linda com um poder muito maior…
Todos os dias devem ser comemorados e valorizados na sua oportunidade do agora!
As datas pontuais na minha visão são uma forma de sinalizar e despertar o amor ainda não enxergado na sua integralidade de ser. Comemorar é sempre importante. Vivenciar esse amor no cotidiano é essencial!
Por isso: Feliz dia do comemorar O dia da Mulher.
Um dia que resenha como símbolo de amor, busca de crescimento, paixão, compromisso e acima de tudo união.
Parabenizar todas as mulheres e lembrar que todos nascemos de um útero que precisou ser somado nessa energia de encontro entre o feminino e o masculino.
É honrar a ancestralidade e a sucessão! É amor os laços energéticos, de frequências e vibração.
É a soma e a construção perfeita da integralidade do ser na figura geradora, fecundadora e evolutiva.
E Lembre-se: O seu querer e realizar está dentro de você.
A vida é mágica!
Somos como dutos limpos de passagem de Água Divina à favor do Criador quando nós colocamos à disposição desse Amor.
As maravilhas passam por nossos corações e circuito elétrico para o campo físico. Nossa missão maior é ser essa ligação entre a vontade do Criador e a manifestação dela. Tudo é Deus.
Abrindo portas interiores.
Exercite suas escolhas na consciência do presente e na conexão com a consciência do Amor.
Exercite a presença e tudo ganhará outra ótica.
O ser livre escolhe sentir e agir e o ser aprisionado apenas reage.
Sintonizar com a infinita fonte criadora da luz é escolher fazer o seu melhor sempre no aqui e no Agora.
