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Textos Reflexivos sobre a Vida

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CAPÍTULO 4 – A PACIÊNCIA DAS SEMENTES E A SABEDORIA DO TEMPO

A vida não cresce no ritmo da nossa pressa.
Cresce no ritmo da verdade.

Cada sonho que você planta é como uma semente: invisível, pequena, discreta.
Ela não chama atenção.
Ela não faz barulho.
Ela não se mostra no primeiro dia.
Mas ali dentro, onde ninguém vê, já existe um movimento silencioso — um movimento de vida.

O tempo não atrasa.
O tempo prepara.

O problema é que a gente vive cercado de urgências e expectativas.
A gente quer colher antes de plantar.
Quer florescer antes de criar raiz.
Quer vitória antes de aprender a caminhar.

Mas nada que nasce rápido dura muito.
E tudo que nasce profundo cresce pra sempre.

A semente não luta contra a terra.
Ela confia.
Fica ali, escura, quieta, escondida…
mas cheia de fé.

Ela sabe que o sol virá.
Ela sabe que a chuva virá.
Ela sabe que a própria força a levantará quando chegar o momento.

Assim também é a alma humana.

Tem momentos da vida em que parece que nada está acontecendo.
Parece que os esforços não fazem diferença.
Parece que a mudança não chega.
Mas é justamente ali, nesse silêncio, nesse escuro, nesse espaço escondido…
que você está criando raiz.

Raiz que sustenta.
Raiz que protege.
Raiz que impede que qualquer vento te derrube.

O tempo não te rejeita.
O tempo te fortalece.

A vitória não gosta de quem tem pressa.
A vitória gosta de quem é persistente.

E persistir não é nunca falhar.
Persistir é falhar cem vezes… e levantar cento e uma.

Todo sonho é uma árvore esperando para nascer.
Depende de você regar.
Depende de você não arrancar do chão antes da hora.
Depende de você acreditar mesmo sem ver.

A fé é esse fio invisível que liga a semente ao céu.

E quando a colheita finalmente vem…
o mundo olha e chama de “milagre”.
Mas você sabe que não foi milagre.
Foi o tempo trabalhando junto com a sua coragem.


---

Trecho Final do Capítulo Sétimo — Irmãos Forjados na Vida, no Som e no Fogo da Amizade

Quando o protagonista respira fundo e mergulha nas memórias, percebe que sua história não foi escrita sozinho.
Foi escrita a muitas mãos, cada uma com sua marca, seu talento, sua loucura e sua luz.
E é lembrando desses irmãos que ele entende a dimensão do que viveu.

Daniel Thomazi — o Daniel Punk.
Irmão de alma.
Baterista de pedais duplos que parecem motores de avião, guerreiro de palco e da vida.
É aquele que não foge da batalha — entra nela junto.
Amigo que segura o escudo com uma mão e empurra o amigo com a outra, pra ninguém cair.
Com ele, o rock virou alicerce e o tempo virou evidência.

Erick Batista.
Artista de traços profundos, mãos que criam mundos.
Tatuador em evolução, professor de artes em gestação, músico escondido que um dia ainda vai subir num palco e surpreender até a própria sombra.
É o amigo sensível, inteligente, cheio de dons que vêm à tona quando a vida pede cor.
Um daqueles espíritos raros que enxergam além da superfície — e por isso, vira irmão sem esforço.

Vitor Santos.
Piloto de motos que vive o vento como se fosse oração.
Motorista de carro e ônibus com a mesma habilidade com que escuta o coração dos amigos.
Companheiro silencioso, presente, firme — daqueles que seguram a barra com naturalidade.
Um futuro brilhante caminhando ao lado deles.

Gustavo Melo.
Guitarrista em evolução, pai a caminho, mente afiada.
Esforçado, dedicado ao instrumento e à vida.
Um amigo leal que está crescendo, aprendendo, e preparando um mundo inteiro para receber seu filho.
Toda a roda vibra de alegria por ele.

Wandeson Franklim Real.
Baixista de alma pesada e coração manso.
Ex-integrante de banda de Black Metal, estrategista da vida, homem coerente, pai presente, parceiro de caminhada sólida.
Segue firme com o filho e a mulher — afinando a vida como afinava o baixo.

Márcio Motorhead.
O maluco beleza.
O andarilho das bikes, viajante de horizontes, visitante de eventos, colecionador de histórias.
Amigo de todos, sempre pronto pra ajudar, sempre com sorriso, sempre com estrada nos olhos.
Um espírito livre que dá cor ao grupo.

J.G.N — Netinho Tatuador.
Artista da pele, desenhista talentoso.
Trabalhador que constrói o futuro na base da persistência e da tinta.
Amigo fiel, de presença firme.

Diogo Oliveira.
Profissional da saúde, cuidador de idosos, maqueiro com alma enorme.
Um amigo que descobriu o valor dos verdadeiros e retribui sem falhar.
Luta diariamente pra construir um futuro honesto, humano e brilhante.

Raimundo Matos — o Raimundynho Nu Metal.
Guerreiro de verdade.
Um amigo que carrega o peso da família nos ombros sem reclamar, e ainda encontra forças pra apoiar todos desta lista.
Inteligente, esperto, resiliente.
Batalhador que busca evolução — emocional, espiritual e financeira.

Johnny Souza.
Coração gigante.
Queria abraçar todos os amigos de uma só vez se tivesse braços pra isso.
Sempre preocupado com os de verdade, sempre puxando o grupo pras reuniões, pros eventos, pro rock.
A bondade dele é o tipo de bondade que o mundo esqueceu que existe.

Maycon Lima.
Aço e alma.
Amante de academia, trabalhador dedicado, cabeça boa, espírito aberto.
Sente felicidade verdadeira quando está com os amigos do rock — e essa sinceridade é rara.

Anderson Yang — Flu Tattoo e Rock.
Artista completo: tatuador de mão firme, desenhista impecável, pintor de quadros, criador de letras perfeitas.
Tricolor apaixonado, amigo exemplar, presença marcante nas rodas de rock e nos encontros de gente que pensa e sente.

E então vem ele, o sangue da vida:

Estevão de Carvalho.
Sem número, sem ordem — porque irmão de verdade não entra em lista.
Desenhista de mão divina, capaz de criar qualquer arte em papel ou tinta.
Não é tatuador, mas quando pegou a máquina duas vezes, fez o grupo inteiro ficar sem palavras.
Companheiro, parceiro, presença indispensável.

O protagonista olha para todos esses nomes — não como uma lista, mas como constelações.
Cada um com seu brilho, seu talento, sua loucura, seu estilo.
Cada um afinando um pedaço diferente da vida dele.

E a verdade explode no peito dele como um solo de guitarra:

“Amizade verdadeira é banda.
Cada um toca um instrumento,
cada um tem seu ritmo,
mas quando toca junto…
até Deus para pra ouvir.”

——————————

"EM CADA VERSO, VANESSA — CONSTELAÇÃO VIVA"

Nos caminhos da vida, brota a leveza,
como jardim que desperta ao toque de Vanessa.
Cada passo que ela dá espalha beleza,
flor que abre ao dia, à noite encanta, canta e dança.
Gosta do chopp de vinho tinto que esquenta a conversa,
taça que dança na mão da radiante Vanessa.
O sabor do mundo nela nunca perde a nobreza,
é brinde à vida, é alegria que amadurece.

Tem carinho pelos bichos, tem alma que se expressa,
em cada gesto doce que o coração oferece, Vanessa.
É dessas pessoas raras que a natureza atravessa,
como quem fala a língua secreta da própria floresta.

E no amor pelo filho, o universo se enriquece —
porque toda a luz dela encontra ali sua maior promessa, Vanessa.
É um amor que guia, consola e fortalece,
é constelação inteira girando em pura ternura que cresce.

Brilha como estrela que o céu tece sem pressa,
como a lua que vigia a noite e nunca esmorece, Vanessa.
E quando passa por nós, vira estrela cadente que atravessa,
trazendo um desejo escondido que a vida sussurra e endereça.

Assim segue o universo, em infinita festa,
sempre que a presença luminosa da Vanessa aparece.
Porque pessoas assim, com alma que resplandece,
são milagres silenciosos que a própria luz reconhece a clareza,
sempre que a vida cruzar com a luz da Vanessa.
Porque pessoas raras carregam essa leve realeza,
essa magia discreta que silenciosamente acontece.

DESABAFO

“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.

Para mim o Ciclismo MTB é vida.



Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio, e não importa a velocidade, o importante é aproveitar a jornada, siga sempre enfrente, pois a vista do topo vai valer muito a pena, não duvide de sua capacidade, acredite, por que a
persistência leva-nos ao sucesso do bem estar.

O movimento em vida
Fui peixe em águas claras, meu doce refúgio,
Ali a piscina era o mundo, o silêncio era o estudo.
Mas o mar, imenso e mestre, me ensinou a lição:
Diante de sua grandeza, curva-se a arrogância e o coração.
Pequena na estatura, mas gigante na quadra,
O basquete era o palco onde a alma bailava.
Convites surgiram, o talento brilhou,
Mas o medo no caminho, em um rastro, me parou.
Então veio a dança, o ritmo, o chão que flutua,
Piruetas no ar, a arte que a vida acentua.
No compasso do pagode, o show era a nossa história,
Passos difíceis gravados na pele e na memória.
Mas o tempo é operário e a distância é um muro,
A dança cedeu lugar ao trabalho e ao futuro.
Nas rodas da bicicleta, encontrei meu novo vento,
A liberdade de guiar o próprio destino e o momento.
Mas a vida prega peças em um passo descuidado,
Um tombo bobo de chinelo deixou meu braço paralisado.
A dor virou rotina, a fisioterapia, o deserto,
Mas a fé era a bússola que me mantinha no rumo certo.
Aprendi a ser canhota por força da necessidade,
O corpo é sábio e se molda em meio à adversidade.
Cada movimento de volta era uma joia, um tesouro:
Escovar os dentes, pentear-se, escrever valia como ouro.
A mente comanda a matéria, a disciplina é o guia,
Voltei à lida, ao trabalho, com toda a minha energia.
Escolhi o desafio do frio, onde a dor me testava,
Em um dia de choro escondido, a alma quase parava.
Mas enxuguei o rosto, disse ao espelho: "Eu consigo!"
Pois o meu maior inimigo já não morava comigo.
E quando veio o prêmio, o reconhecimento enfim,
Ouvi o eco da vitória dentro e fora de mim.
"Você conseguiu", disseram as vozes da vida,
Para a mulher que renasceu de cada queda e ferida. Disse: obrigada! Deus!
Roseli Ribeiro

Amor eterno


Nossa vida é movida pelo teu amor,
Sem ti, seríamos sombra, inércia e dor.
Contigo, o mundo desperta e se move,
É tua presença que nos faz ir além.
A motivação renasce a cada amanhecer,
No zelo de cuidar e em ti se reconhecer.
Saber que ainda precisas do nosso cais,
Dá sentido aos dias e paz aos nossos ais.
O amor que sentimos não impõe condição,
É entrega absoluta de alma e coração.
Pois, se um dia o teu brilho se apagar,
Tudo o que resta em cinzas irá se tornar.
— Roseli Ribeiro

Ano novo, vida nova…
mas, a saudade e a tristeza, continuam as mesmas.
O tempo muda o calendário, não o vazio que ficou.
Meu pai segue presente em cada lembrança,
em cada silêncio, que dói mais forte.
A vida até tenta recomeçar,
mas o coração aprende apenas a seguir,
carregando o amor e a saudade juntos.

Se a vida te jogou no chão, tentou te ver quebrado
Catando os pedaços, visão reta, foco alinhado
Não dá pra rebobinar o filme que já passou
Mas dá pra editar o final, foi isso que aprendi com a dor
Erro virou aula, queda virou direção
Hoje eu piso mais firme, blindado de evolução
- música Você é mais forte do dj gato amarelo

A vida é um falso livre-arbítrio.
A gente cresce acreditando que escolhemos... mas, na verdade, nada está em nossas mãos.
Não há escolhas ao nascer, nem ao partir.
Não escolhemos nossas dores, nossas perdas que ficam, tudo é um teatro onde os papéis já foram escritos. A realidade é dura, fria, crua.
As marcas ficam, e são elas que nos moldam.
Entre a vida e a morte, o único poder real que temos, é o que fazemos com as cicatrizes que carregamos.

Uma vida pela metade ou uma vida por inteiro, qual é a diferença?
Te pergunto, companheiro...
A reposta é simples, não é sobre viver, mas como viver, a vida é uma plenitude, escolha bem sobre como quer sobreviver, pra viver, e sobre sentir, sobre sonhar, sobre perder e se achar, sobre conquistar e vangloriar, mas saber o momento de parar, nesse jornada traiçoeira, saiba que no fim somos e seremos apenas um grão de poeira, logo sabia onde trilhar, por fim, pense pra viver, mas não pense em limites pra sonhar!

Quando somos privilegiados em conseguir brindar a vida com mais de 70 anos,

a convivência diária com os jovens exige cuidado e uma profunda aceitaçao da realidade.
Dizem muitos, que idosos acumulam sabedoria! Sem dúvida, quase sempre esta é uma verdade. Mas será este o real sentimentos da maioria da juventude ao encarar um idoso?
Não acredito nesta verdade!
Talvez até por uma questão de educação ou exigência do momento, os jovens expressem
respeito e até carinho, para com um idoso em determinado encontro ou pequeno espaço de tempo .
Mas a verdade chega a ser cruel para aqueles que já experimentam o viver dos 70 ou 80!
Jovens não gostam de conviver com velhos! E, se por algum motivo, precisam fazê-lo, procuram uma maneira de, sutilmente, sair da incômoda situação, com a maior rapidez possível! Isto independente do status social ou grau de conhecimento que venha a ter o idoso.
Esta é a verdade crua que pode doer apesar de tantos belos discursos enaltecendo a terceira idade.
Portanto, o melhor é procurar amenizar os problemas da terceira idade, juntando-se a amigos desta mesma faixa etária.

Filho
Pedaço doado de mim
Parte do meu ser
Amor explicado, rasgado, puro
Por ti dou minha vida
Por ti corrijo, amo, esbravejo, abraço e beijo
Por ti sou feliz e choro
Tudo sinto e aprendo e desaprendo
Me faz melhorar, ser pai
Me doi sua dor, me alegra sua alegria
Me dói as dores que sei terá que passar para ser um ser independente
Mas choro escondido para não te desanimar
Olho e vejo cada dia um filho, homem que vai crescendo
Se tornando homem
Meu melhor feito, meu maior amor
Estou sempre contigo, ligação eterna
Estou sempre aqui para você
Não sou perfeito, mas minha imperfeição é em busca de acertar
E se na imperfeição de seu pai perceberes que tu também não precisa ser perfeito, eu já fico grato
Grato pelo maravilhoso acontecimento que tive o privilégio de vivenciar
Ser seu pai
Pai de você, ser especial, meu filho.
Te amo
Seu Pai

o abandono de um pai é uma consequência que levamos para a vida toda,
por não receber um amor paterno achamos que o tratamento mais básico de um homem é aquele que nos faz sentir "a mulher mais sortuda do mundo"
e até a gente saber de verdade oque é ser a mulher mais sortuda do mundo,levamos muita porrada da vida,por culpa do amor paterno que jamais foi nos dado.

Aproveitar a vida


Am G
A vida é agora
Am G
Não deixe o tempo ir embora
Am G
Olhe La fora
Fm
O sol já se pois
G
O sol já se pois


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas


Am G
Todo dia um roteiro
Am G
Nossa vida é arte
Am G
Cada um com sua parte
Fm
E vão levando assim
G
E vão levando assim


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas


Am G
Não perca um só instante
Am G
Do que é relevante
Am G
O tempo é constante
Fm
Quando vê já se foi
G
Quando vê já se foi


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas


Am G
Já chega de holofotes
Am G
Não quero essas curtidas
Am G
Quero viver a vida
Fm
e ser o melhor de mim
G
o melhor de mim


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.

Vida
A vida não vem com manual,
vem com dias claros e noites longas,
com risos que nascem do nada
e silêncios que pesam toneladas.
Ela não pede permissão para mudar,
nem avisa quando vai doer.
A vida ensina enquanto caminha,
às vezes com carinho,
às vezes com quedas.
E quase sempre aprendemos
depois de errar,
depois de perder,
depois de chorar escondido.
Há momentos em que a vida floresce,
mesmo em solos improváveis.
E há dias em que tudo parece seco,
como se o tempo tivesse esquecido de passar.
Mas até na espera,
a vida trabalha em silêncio.
A vida não é só vencer.
É levantar quando ninguém aplaude.
É continuar quando o coração pede pausa.
É respirar fundo
e dar mais um passo
mesmo sem entender o caminho inteiro.
Ela é feita de encontros breves
que mudam tudo
e despedidas longas
que deixam marcas.
De sonhos que morrem
para que outros, mais maduros, nasçam.
A vida machuca,
mas também cura.
Ela tira,
mas devolve de outra forma.
Nada se perde totalmente —
tudo se transforma.
Viver é aceitar que não teremos controle,
mas ainda assim escolher tentar.
É aprender que força não é dureza,
é resistência.
Que coragem não é ausência de medo,
é fidelidade ao que vale a pena.
A vida passa rápido,
mas ensina devagar.
E quem aprende a observá-la
descobre beleza nos detalhes:
no café quente,
no pôr do sol inesperado,
num abraço que chega na hora certa.
No fim, a vida não pergunta
quantas vezes caímos,
mas quantas vezes amamos.
Não mede conquistas,
mede significado.
E talvez viver seja isso:
seguir mesmo sem garantias,
amar mesmo com riscos,
esperar mesmo cansado,
e agradecer
porque, apesar de tudo,
a vida ainda pulsa.
E enquanto ela pulsa,
há chance.
Há recomeço.
Há sentido.

1 -Na corrida pela a vida no ato da fecundação você fui um vencedor. Venceu milhões de espermatozóides.
2 -Deus projetou um projeto lindo pra você executar, você não está aqui por acaso.
3 – Existe alguém que se inspira em você, por isso não desista, a tua trajetória está sendo motivo para alguém ir em frente.

" Eu tinha a vida toda pela frente
e de repente, não a tenho mais
foi o tempo, sempre ele
impiedoso tempo
e como a maçã que depois da fase bela, cai
a vida esvai num segundo
eu tinha a vida toda pela frente
e de repente tenho a esperança
de dias melhores
de novas emoções
de sobreviver em meio ao meu caos particular
até quando dará certo esse futuro
não sei,
mas seja como for, tentarei chegar lá...

⁠No turbilhão da vida, muitas vezes nos esquecemos do poder transformador que o amor possui. Ele é uma força capaz de mudar tudo ao nosso redor, desde que saibamos colocá-lo em nossas ações diárias.

Ao carregarmos o amor em nossas ações, a energia positiva se espalha como uma onda, alcançando os corações daqueles que cruzam o nosso caminho. Pequenos gestos de bondade podem fazer toda a diferença na vida de alguém. Uma palavra de conforto, um abraço sincero, um gesto de generosidade podem despertar uma luz de esperança em meio às trevas.

Não espere pelo amor. Seja você mesmo o agente da mudança. Põe amor nas tuas mãos, envolva cada ação com delicadeza e compaixão. Deixe que esse sentimento transborde de você e alcance todos ao seu redor. E assim, pouco a pouco, veremos um reflexo desse amor em tudo o que nos cerca.

- Edna Andrade