Textos Reflexivos sobre a Vida
Mãe
Desde do dia em que se foi minha vida não é mais a mesma, tudo perdeu o sentindo, eu não sei como seguir, eu tô só vivendo, levando a vida como Deus quer.
Eu tô sozinha, sempre me sentia só, mas hj eu realmente tô sozinha.
Ninguém pergunta por mim, ninguém liga pra saber como eu tô, se estou bem o elo acabou.
Meu único motivo de está aqui ainda nesse mundo é a Laura é por ela que eu ainda insisto em viver.
Talvez só ela que me ame e por ela continuo aqui.
Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.
O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.
Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.
E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.
Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.
Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.
Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.
Eu passei toda a minha vida com medo.
Medo do que podia acontecer... e podia ou não acontecer.
Eu passei 50 anos assim.
Ficava acordado até três horas da manhã.
Mas quer saber?
Desde o meu diagnóstico, eu consigo dormir bem.
Eu percebi que esse medo era o pior de tudo.
O medo é o inimigo real.
Então levanta.
Vá pro mundo real.
E bata naquele desgraçado o mais forte que puder, bem nos dentes dele.
(Walter White)
Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo
Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.
Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.
Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.
Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.
Fiquei parado. Não consegui seguir andando.
Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?
Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.
Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.
Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.
A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.
E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.
Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?
Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.
E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?
Ysrael Soler
O amor também pode ser o pedreiro da vida.
Ele constrói barreiras para proteger ou barreiras para afastar — e, assim, transforma vidas.
Para muitos, essa frase pode soar como um clichê.
Mas feche os olhos e sinta o ar entrando em seus pulmões. Ouça a respiração do ser amado em você. A transformação no ar é evidente.
Amo o som das letras dessa frase: elas dançam, espalhando cores que não consigo reconhecer, imagens e sons que me fascinam. O amor transforma rostos feridos em sorrisos brilhantes e os conduz a um simples, porém poderoso:
“Por que não?”
Já caminhei por desertos de silêncio,
onde a esperança se escondeu nas sombras. A vida, em sua frieza, não me ofertou razões para permanecer. O amanhã parece distante, um horizonte que não chama pelo meu nome. E ainda assim, respiro, como quem desafia o vazio. Talvez não haja sentido, talvez nunca tenha havido. Mas sigo, porque até o desespero carrega uma semente de quem insiste em existir.
Não vejo sentido em continuar...
a vida, até aqui, tem sido um campo árido, onde minhas sementes nunca germinaram. As manhãs chegam frias, trazendo o mesmo silêncio de ontem, e meus passos ecoam vazios, como se não deixassem marcas na terra. A vida não me mostrou muitos motivos para seguir lutando por ela. Tudo o que encontrei foram paredes altas, portas fechadas, e um céu pesado que pouco se abre. E, ainda assim, permaneço. Não por esperança, não por promessas que nunca vieram, mas pela estranha teimosia do coração, que insiste em bater mesmo quando tudo desmorona. Talvez o sentido não esteja fora, nas conquistas ou nos caminhos claros, mas dentro, na chama pequena que resiste ao vento, na voz que, mesmo frágil, sussurra em mim:
“Ainda não é o fim."
Vida, corriqueira vida
Poeira ao vento
Velha avenida
Que era só pó
A corrida, a carreira
O aspirar , suspirar
Ouvir o rangido
Das portas do tempo
O estampido do tiro
Dos poetas
Os hipócritas desapareceram em meio
As cinzas num redemoinho
Enquanto os artistas
Que semeiam
A euforia
Vive seus delirios
Fascinantes
No Gan Éden
Chacrona, mariri
Cânhamo trágico,
Fruto que alucina
daime santo,
O manjar dos deuses.
Nada mudou
Na avenida da vida
O tempo não para
Há agora um deserto
Comumente de certo
surgiste do pó
Puro pó...
A insanidade
A desigualdade
Falácias, falácias, falácias
O buchicho, o bocejo, o nó
A célula, a cédula
A sensura
O desejo
Poeira só.
100126
O Trem da vida
Todos somos passageiros de um trem ,chamado vida !!!
Todos teremos que deixar esse trem !!!!
Então ..... Aproveite , cada momento ... Esqueça , os solavancos , as desdenhas , ... Curta muito as paisagens , os momentos , que são únicos, as alegrias ....
Jogue no lixo ,as tristezas , os momentos de pessimismo e desilusão !!
A única coisa que temos certeza nessa viagem ..É QUE A NOSSA PARADA ......NINGUÉM SABE !!
Amigos o basquete é o esporte da vida moderna
Os motivos
1- nunca podemos ganhar uma partida sem o grupo
2- times melhores ,são aqueles ,que todo o grupo pontua ( faz pontos )
3- o time tem que fazer cesta em 23 segundos . Isso é a vida moderna
A- temos que decidir em grupo
B-temos que ser rápidos no raciocínio para decidir o rumo do jogo ( nossa vida)
4- não dá para ficar no blalablablá Temos 23 segundos Para essa decisão
5- todos trabalhamos atacando e defendendo ao mesmo tempo
6- um esporte altamente dinâmico
7- não é atoa que é o esporte favorito da 1 nação do mundo !!
Equilibrio
Use tudo em equilíbrio ,nesse grande bolo da vida que todos temos que saber fazer e distribuir A única coisa que é difícil dosar , , o coração pesa.... , e a consciência perde o controle da mão .....,É na TAL pitada do amor ....
REPAREM BEM ,QUE QUANTO MAIS NÓS ADICIONAMOS , melhor o bolo fica!!!!!
Crônica do Retorno à Vida: Do Abraço à Semente
O meu desejo não é um lamento pelo fim, mas um anseio pela dignidade final que o mundo moderno, com toda a sua tecnologia, muitas vezes nos rouba. Eu não peço a ausência da morte, mas sim a minha humanidade no momento derradeiro. E nisto reside a beleza e a verdade da vida que vivi.
É assim que eu sonho e exijo a minha partida.
Quero que seja em uma tarde tranquila. Não uma tempestade dramática, mas um entardecer suave, onde o sol entre pela janela do meu quarto, pintando a colcha com tons de pêssego e ouro. O ar não deve ter o cheiro frio de desinfetante e medicamentos, mas sim o aroma familiar de café fresco , aquele que o meu pai me ensinou a fazer todos os dias, quando eu acordava às 4h00 da manhã, e, talvez, o toque nostálgico , é um maravilhoso quindão que só a minha filha sabe fazer.
Eu quero estar na minha cama, aquela que conhece o formato do meu corpo e a sinfonia dos meus sonos. Não deve haver pressa, nem o bipe incessante de máquinas que marcam o tempo com crueldade eletrônica. O tempo deve ser medido por toques. Ao meu redor, os meus entes mais queridos. Eu me recuso à solidão fria dos hospitais. Eu quero o carinho totalmente diferenciado que sempre recebi em casa.
O que deve falar é o afeto. Eu quero a mão que afaga a minha testa, não para medir febre, mas para me dar calor. Quero o olhar que me encontra, não para checar a dilatação da pupila, mas para dizer: "Eu te vejo. Você está aqui. E eu te amo."
Eu sentirei, profundamente, que aquele não é um adeus frio, mas uma transição embalada. Cada carinho e cada sussurro serão as injeções de ternura que preciso. O meu espírito, ao se preparar para a jornada, estará aquecido, nutrido, cheio. E quando chegar o momento, não será um alarme, mas apenas um silêncio mais profundo, um expirar final enquanto o sol se põe.
A minha alma terá a certeza de que a última paisagem que senti não foi a frieza estéril de um hospital, mas sim o calor inconfundível de casa. E é esse afeto que irá comigo, como o mapa estelar mais precioso, quando ela partir para o espaço.
A Continuidade: Do Pó à Mesa
Mas a minha vontade vai além do último abraço. Eu não quero ser encerrado numa lápide fria. Eu não quero um túmulo. Eu quero ser posto numa fogueira, eu quero voltar ao pó para continuar a minha vida no espírito que irá retornar. A minha matéria não deve ser desperdiçada, mas sim distribuída pela Terra.
Que o que resta de mim sirva de estrume e adubo. Que eu seja misturado ao solo para que a vida nasça e brote. Que as minhas cinzas se transformem em alimento para que a colheita seja farta e possa nutrir essa população que passa fome no nosso mundo. Eu vim do pó, e ao pó retorno, mas não para o esquecimento, e sim para a utilidade. Que a minha última função seja a de alimentar e gerar, provando que o ciclo da vida é ininterrupto e que até o fim se pode ser generoso.
Que este desejo seja atendido, mas não tenham pressa, pois quero acumular ainda mais desses afetos que valem mais que qualquer fortuna.
O tempo.
A vida.
Às vezes não consigo entender,
Como passam tão rápido, sem nem ao menos dar-nos chance de perceber.
Ontem mesmo,
Tremia ao trocar o lápis pela caneta.
Hoje, sou poeta, e não sei mais o que fazer.
Já tenho de tomar um caminho, fazer escolhas.. Mas tenho medo de crescer.
Só queria pedir ao tempo,
que fosse um pouco mais indolente.
Que andasse mais devagar,
E me desse espaço para respirar.
Que não me arrancasse da infância, mas que comigo, deixasse ela caminhar.
Que não insistisse em colocar relógios sobre meus ombros.. que não me desse datas, expectativas.. e chamasse isso de futuro.
Mas lá no fundo
Não acho o tempo algo tão ruim assim.
Já que tenho alguém que me acompanha.
Que me lembra
Que eu não preciso carregar tudo sozinha
Que não preciso seguir sempre na linha.
É ela que me lembra
De ás vezes
Ver as coisas como criança
E pensar que talvez, crescer não seja perder.
Talvez seja aprender
E carregar ela pela mão.
Que se tudo parece pesado..
Que eu não pese sozinha.
E ela é quem eu, todos os dias, vejo no espelho.
aquela criança
que um dia fui.
E que ainda em mim, descansa.
No silêncio da noite eu penso em ti,
Nos passos que dei, nos que ainda darei.
A vida é um rio que nunca para,
Leva dores, memórias e tudo o que amei.
Há dias de sol, há dias de chuva,
Mas o coração insiste em continuar.
Mesmo ferido, aprende a ser forte,
E nos pedaços encontra um jeito de amar.
Se o mundo pesa e cansa a alma,
Respiro fundo e sigo em frente.
Pois quem sonha, mesmo caindo,
Levanta sempre… diferente. ✨
Um breve relato da minha vida depois que fui diagnosticado com o transtorno de ansiedade.
Não tenho mais calma, e, muito menos paciência em certos momentos da minha vida, mas uma coisa é certa, tenho dentro do meu ser, uma coisa que é fora do normal, que é o meu discernimento em fazer as coisas da melhor forma possível, as quais eu não abro mão.
A minha adrenalina esta de forma tão acelerada e com isso aumentando a minha pressão cardíaca de tal forma que posso ter um AVC ou uma parada cardíaca a qualquer momento, a última bateu 19x9 no último dia 02 de janeiro, o qual fui parar no hospital.
A minha ansiedade é algo que me faz pensar no amanhã, por maior que ele ainda seja inexistente em minha vida.
Vivo com tremores musculares corretamente, os quais eu sinto e não sai como controlar de tamanha esta sendo a minha ansiedade.
São formigamento no meu corpo os quais me tiram a paciência constantemente.
São ânsias de vomitar o tempo todo.
São lágrimas que escorrerem pelo meu rosto sem pelo menos eu saber o porquê.
Se perguntem ai!
Será que você sabe o que eu estou passando?
Acho que não.
Vocês sabem o que passar dias sem dormir?
Pois eu fiquei 3 dias sem dormir, e mesmo assim eu fui trabalhar e cumprir a minha missão da melhor forma possível, e, isso eu faço todos os dias por mais por mais difíceis que eu esteja passando.
Sinto a falta de um simples abraço, ou, de uma boa conversa, as quais eu mais preciso neste momento para aliviar a minha dor e sofrimento, pois a ansiedade causa isso.
São lágrimas que vem no meu rosto a escorrerem sem motivo algum, e o pior do nada, é ai, que eu fico mais triste ainda não entendendo o motivo delas escorrerem em meu rosto, justamente comigo que sempre fui uma pessoa ativa e alegre.
Peço a Deus todos os dias que me liberte desta tempestade, me trazendo a tranquilidade e minha paz interior novamente.
Termino o meu texto com essa frase.
Ansiedade não é frescura e sim uma doença mental que nos leva ao desespero constante.
Fiquem com Deus.
Fábio Solla.
A vida é cheia de altos e baixos, alegrias e tristezas, risos e lagrimas, e por ser desse modo, torna-se uma sequencia de encontros e desencontros e todos nós seguimos à deriva como um barco a vela levado pelo vento em meio a tempestades e calmarias...Errando e acertando, sempre buscando aprendizado...
Eu não sou perfeita, e acho que não existe nenhum ser perfeito. Todos erramos...E como não sou diferente de ninguém, também erro.
Mas, o que seria da vida se tudo fosse só alegria? Se não tivéssemos problemas, amores, paixões nem dores? Dá pra imaginar?
Seria o que talvez você chame de perfeição, mas, felizmente isso não existe!
Então, esqueçamos o ontem, vivamos o hoje e deixemos que Deus tome conta do nosso amanhã.Pra chegarmos em algum lugar, o primeiro passo é você decidir ir.
Decole e siga em frente!
Muitas perguntas que fazemos a nós mesmos nos deixam confusos acerca da vida...Algumas delas, difíceis de responder e outras, de forma alguma poderão ser respondidas.
Porém elas estão aí como incógnitas, nos confundindo, nos provocando...
Porque não agradamos sempre a todo mundo? Porque nascemos? Porque crescemos? Porque estamos aqui? Porque muitas vezes o coração dispara quando estamos diante de quem amamos? Porque para um apaixonado essa é a melhor sensação do mundo? Porque somos conduzidos a amar sem saber a quem vamos amar? Enfim, porque morremos? Porque meu Deus tantas perguntas?
A vida é como um labirinto...É na verdade mais uma pergunta sem resposta. O que sei é que ela nem sempre se baseia nas respostas que recebemos, mais também nas perguntas que fazemos.
Quem nesta vida não tem ou teve um segredo guardado no fundo do peito?
Segredo de um amor ou de uma grande paixão...
Segredo da alma, segredo do coração...
Segredo de uma paixão que corrói, que causa ansiedade, nos faz perder o chão e acelera o coração...
Segredo!
Como toda mulher, tenho meus medos, segredos e desejos... E vou dizer: meu segredo é você!
Os sentimentos são bastante variáveis. Há quem durante a vida se apaixone com facilidade, mas há também alguns que afirmam nunca se apaixonou...
Pode se dizer que a paixão é como todos os sentimentos - bastante pessoal, tanto no modo de interpretar, sentir e de demonstrar.
Angústia, ansiedade, confusão, bem estar, alegria e tantas outras são as sensações causadas por essa avalanche de sentimentos...
E o tempo é o único que poderá determinar sua durabilidade, podendo diminuir ou até mesmo se transformar, muitas vezes em nada ou em amor...
A vida é uma sucessão de convites com validade para hoje. Não viveu o ontem? Deixou simplesmente ele passar? Não conseguiu fazer o que queria?
Saiba duas verdades:
Primeira- Lamentavelmente, você perdeu o ontem. Não poderá mais vivê-lo, portanto, esqueça!
Segunda- Para sua alegria você tem um convite para viver o hoje...Saia então do imaginário, e caia na real. Seja feliz agora, pois amanhã você poderá não ter novamente a oportunidade de dar um passo adiante e reiniciar um novo processo de amadurecimento.
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