Textos Reflexivos de Amor

Cerca de 70780 textos Reflexivos de Amor

Amor Cortês

Eu acho muito mais que perfeito
Deus ter caprichado tanto em ti!
Se eu viajo em obra de arte,
Então não iria viajar em alguém tão linda?

Com o tempo prometo que acostumar-me-ei
Com tamanha beleza
E abandonarei a práxis
De ficar com semblante de colossal veneração...

Minhas retinas
Não estão habituadas ao teu primor,
Admiro-te sem fim
Rogo-te, tenha paciência comigo...

Numa determinada ocasião aprenderei
A contemplar a sua venustidade e disfarçar!
Não me encantar, não jurarei...
Formosura igual a sua tem uma grande vicissitude:
Nunca será algo a passar desapercebido.

Amor.


Quero ser amado porém não sei amar, me pergunto por quanto tempo sozinho irei ficar. Ver todos felizes faz doer a ferida que não quer se tornar cicatriz.


Ó sofrimento que me faz querer deixar tudo de lado, me abandone por favor, quero sentir que a vida é bela e não apenas sofrimento e dor.




Alguns bons amigos agora dizem que faço falta, porém em vida, nunca haviam me convidado para fazer nada!.


Aos meus irmãos, peço perdão por não ter sido alguém melhor, principalmente não ser presente .

Ex amor.


Quando me recordo do seu sorriso separado, dos seus cabelos bagunçados e da sua linda boca, me sinto muito nostálgico, nesse tempo tudo que eu sentia era o fogo da paixão inocente de um adolescente.


Agora já adulto, tais memórias em minha mente passam como um simples vulto, algo que foi muito bom, mas agora virou historia.


Me lembro de quando você deixou de fazer algo que gostava muito só para passar um tempinho comigo, nesse dia descobri o que era amor, carinho e no mundo percebi que já não estava mais sozinho.


Você havia se tornado a pessoa mais especial da minha vida, agora já não era uma simples menina, era alma gêmea, o amor de uma eternidade, minha mulher e a paixão de várias vidas

Gotinhas de Amor que Revelam
João e Anita
Quando o Olhar Protege
O Olhar Atento
João e Anita chegaram à creche trazendo no corpo e no comportamento sinais de alerta. João, ainda pequeno, demonstrava um temperamento intenso: reagia com agressividade, mordidas e empurrões. Falava pouco, mas seu corpo falava muito — adoecia com frequência, apresentava feridas recorrentes e demonstrava constante estado de tensão.
Anita, mais velha, assumia uma postura de proteção que não condizia com sua idade. Observava tudo, cuidava do irmão e raramente se permitia ser criança. Seu comportamento revelava responsabilidade precoce e vigilância constante.
Os Sinais no Cotidiano Escolar
A observação diária revelou mudanças importantes: oscilações de humor, retraimento, descuidos incomuns e comportamentos que indicavam sofrimento emocional. Nada foi ignorado. A professora percebeu que algo não estava bem — não por um único episódio, mas pelo conjunto de sinais.
A Escuta e a Confiança
Em um ambiente de acolhimento e segurança, Anita encontrou espaço para falar. A escuta sensível da professora foi decisiva. Sem pressão, sem julgamento, apenas presença. A escola cumpriu seu papel ético: observou, acolheu e acionou a rede de proteção.
A Responsabilidade da Instituição
Diante dos sinais, a escola não se omitiu. Agiu conforme a lei e os princípios da proteção à infância. A denúncia não foi um ato de acusação, mas de cuidado. Foi a ponte para que João e Anita pudessem sair de um ambiente de risco e reconstruir suas trajetórias.
O Recomeço
Hoje, os irmãos vivem em um lar seguro. João segue em acompanhamento terapêutico, e sua transformação é visível: mais tranquilo, mais comunicativo, mais criança. Anita cresceu, tornou-se uma jovem forte e sensível. Carrega marcas emocionais, mas também carrega a prova de que a intervenção no tempo certo muda destinos.
Reflexão ao Educador
Ser professora de creche é muito mais do que ensinar rotinas.
É observar atentamente.
É acolher sem julgar.
É agir quando o silêncio pede ajuda.
A omissão também comunica — e nunca protege.

Gotinhas de Amor que Relatam
Ariana
Quando o Silêncio Também Fala
O Olhar Atento
Durante o período de estágio, a observação diária revelou algo que os registros formais não mostravam. Ariel, uma criança do maternal, era carinhoso, tranquilo e despertava afeto em todos. No entanto, não falava. Seu silêncio não era desinteresse. Seus olhos brilhavam ao observar a lua, como se ali houvesse um lugar seguro para existir.
Ariana, sua irmã mais velha, demonstrava maturidade incomum para a idade. Sua personagem favorita era Alecrina — uma figura forte, determinada, quase protetora. Suas escolhas simbólicas diziam muito sobre o que ela precisava ser naquele momento.
Os Sinais no Desenvolvimento
A ausência da fala em Ariel e a postura defensiva e adulta de Ariana chamavam atenção. Não como diagnóstico, mas como sinais. A observação sensível permitiu compreender que o comportamento das crianças era uma forma de comunicação — uma resposta a vivências que ultrapassavam a infância.
A Rede de Proteção
Com o tempo, a escola tomou conhecimento de que as crianças haviam sido vítimas de violência intrafamiliar. A mãe perdeu a guarda, e Ariel passou a viver sob os cuidados da avó. A atuação da rede de proteção foi fundamental para garantir segurança, estabilidade e acompanhamento.
O Papel da Escola
A instituição não questionou, não expôs, não pressionou. Respeitou o tempo. Criou rotinas previsíveis, ambientes acolhedores e vínculos seguros. A escola foi espaço de reconstrução silenciosa — onde o cuidado veio antes da palavra.
Reflexão ao Educador
Nem toda criança consegue contar o que viveu.
Mas toda criança mostra.
Observar é um ato de proteção.
E, muitas vezes, é o primeiro passo para salvar uma infância.

Gotinhas de Amor:
Oceanos da Diversidade
A Aventura Tátil da Lu
Brasil,2026


Lu era uma menina curiosa e criativa.
Ela não enxergava como os outros colegas, mas isso
nunca impediu seu sorriso de brilhar.
Com as mãos, Lu descobria o mundo: sentia as formas,
as texturas, os caminhos… e com os ouvidos,
guardava sons como pequenos tesouros.
Na escola, porém, nem tudo era fácil. Algumas brincadeiras dependiam muito dos olhos, e Lu, às vezes,
ficava sem saber como
participar. Enquanto os colegas corriam ou
apontavam coisas, ela esperava, imaginando como poderia brincar junto.
A professora percebeu isso com carinho.
Então, junto com as crianças, decidiu mudar algumas coisas.
— Vamos brincar de um jeito que todo mundo
possa participar! — disse ela.
Os amigos começaram a descrever as brincadeiras para Lu, usando palavras cheias de cuidado.
Criaram jogos com objetos de diferentes
texturas, sons e cheiros.
Também inventaram os passeios sensoriais,
onde Lu explorava a sala tocando, ouvindo e
sentindo cada cantinho. Lu se sentiu acolhida.
Fez amigos, riu alto e descobriu que aprender podia ser uma aventura incrível — do jeitinho dela.
Um dia, a professora teve uma ideia especial:
— Que tal uma caça ao tesouro pela escola?
Os olhos das crianças brilharam.
Mas logo alguém perguntou:
— E a Lu? Como ela vai brincar?
Os amigos não pensaram duas vezes.
Adaptaram o jogo com amor.
Em vez de procurar pistas com os olhos, Lu usaria o tato e a audição. As pistas seriam
objetos com texturas diferentes,
sininhos, caixinhas que faziam barulho. Enquanto
caminhavam, os amigos
descreviam cada passo, cada curva do caminho.
Lu levava uma caneta de cheiro e marcava o
percurso, rindo a cada nova descoberta.
— Está quente… agora macio… escuta esse som! — diziam eles.
No final do caminho, encontraram o tesouro:
um saco cheio de
brinquedos sensoriais — bolas texturizadas,
chocalhos, tecidos e objetos curiosos.
Lu ficou tão feliz que teve outra ideia.
— Agora é minha vez! — disse ela, animada. — Vou criar uma
caça ao tesouro tátil para vocês!
E assim, naquele dia, os amigos aprenderam que existem muitas formas de explorar o mundo.
Algumas com os olhos, outras com as mãos, os ouvidos…
E todas cheias de descobertas.
Porque quando a escola acolhe, todo mundo aprende junto.
Fim

Aí de morte por amor
Me apaixonei por alguém que não tinha nenhum valor
Aí de morte por amor
Ele era branco, sem alma e sem amor
Aí de morte por amor
Quem diria velejar por uma brisa do mar e um coração vazio encontrar
Aí de morte por amor
As mentiras dele me fizeram ama-lo sem pudor
Aí de morte por amor
Gonsalves dias, Castro Alves e Álvares de Azevedo poderiam dizer: ( " a morte é amiga e o amor é faca cega, mata mas que mil espadas em meio a uma guerra")
Aí de morte por amor
Virei poeta por causa de um escritor
Aí de morte por amor
Amei um homem mais novo que no fim no meu coração só pisoteou
Aí de morte por amor
Será que o William Shakespeare está certo quando matou Romeu e Julieta?
Aí de morte por amor
Van Gogh foi mais um apaixonado desvalorizado que morreu por amor
Aí de morte por amor
O seu nome é tudo o que preciso dizer
Aí de morte por amor...

Eu morri por você
Adoeci de amor, seus beijos me embriagou e de overdose me matou
Eu morri por você
Estava em depressão e você vazio sem emoção
Eu morri por você
Notei que poemas ao meu respeito escreveu e para que eu não entendesse o meu nome você não o escreveu
Eu morri por você
Cansei de te esperar em um jardim onde você terminou e devastou
Eu adoro você
Eu adoro você que morri por você, me vi sozinha e descalça, sem seu abraço e seu olhar que me acalma, éramos eletricidade e o amor foi só meu
Eu adoro você
Os planetas se alinharam pra nós unir, você me deixou e nem me explicou
Eu adoro você
Eu adoro você , repito várias vezes se preciso for, o meu amor por você não deixarei morrer
Eu adoro você
Mas você me magoou, resolveu fugir do que tinha solução e eu tinha pedido perdão
Eu adoro você
Por que te fiz feliz por um momento curto, não prolonguei, cada sorriso seu era combustível para minha melhora
Meu pequeno príncipe
Eu acordei com febre, lembrei dos momentos curtos que tivemos
Meu pequeno príncipe
Eu engasguei com um grito do eu te amo, que não falei
Meu pequeno príncipe
Eu tô cansada de lutar e entreguei meu coração pra você cuidar, a esperança era te tornar meu ciclo final
Meu pequeno príncipe
Eu dancei sozinha na chuva e sem poder sentir minhas pernas, eu rir sem ter som de voz, dormir sem ter olhos e quando acordei e não te vi suas mensagens percebi que era deficiente visual me dei conta que também era surda por não escutava mais sua voz, os sentidos do meu corpo são seus sentidos e se você não está aqui eu não sei sentir .

Não te esqueças, meu amor
Que quem mais te amou, fui eu
Sempre foi o teu calor
Que minha alma aqueceu
E num sonho para dois ( a criação)
Viveremos a cantar
A cantar o amor, Diana
Nos teus braços, sem querer
Quase sempre vou parar
Não consigo te esquecer
Oh, Diana, vem sonhar
E eu te quero, meu amor
Vem trazer-me o teu calor
Vem viver pra mim, Diana
Carlos Gonzaga
Diana

Lp
Você prometeu voltar diana
Que bom seria ter
seu amor outra vez
Você me fez sonhar
Trouxe a fé que eu perdi
E nem eu mesma sei porque
Eu só quero amar você
Tudo que eu tenho meu bem é você
Sem seu carinho eu não sei viver
Tudo que eu tenho meu bem é você
Volte logo meu amor
Eu tento esquecer
Que você ja foi meu
Nunca mais eu vou achar um outro amor
Tudo que eu tenho
Diana
-
Tudo o que tenho, São palavras pra você, espalhadas pela criação


São só palavras pra você
Te peço, tente escrever
Sobre o que você nunca viu, uô uô
Tente transformar em canção
O que há no seu coração
Se é que já não está vazio
Se pra você não é nada, são só palavras
Esteja aqui, esteja aqui


Fiz esse reggae pra você
Pra nunca mais se esquecer
Que eu ainda tô aqui
E que não tem por que fugir
E quando ouvir cê vai saber
Que nada foi em vão
Foi tudo por você
Deixa acontecer!

Tantas fases do amor, tantas versões de mim, o amor mais raro é o amor incondicional, mesmo quando a outra pessoa já não serve mais a ti, ela permanece sendo receptáculo da sua cura, da sua bondade e do seu amor.
Mas claro, para amar alguém completamente, de forma divina, todas as fases do amor devem existir e estarem ativas.

Sinto falta do amor que só nós fazíamos. Horas e horas, sem parar, uma energia fora do normal que sempre estava em seu pico, depois conversas e conversas infinitas
Os dois contemplando as estrelas da consciência no mesmo colchão, e então eu tentava convencê-la a pegar algo para comermos ou bebermos e você não se rendia a mim, até me forçar buscar para gente, após diversos minutos de discussões amorosas, estar com você é valorizar cada segundo da vida.

PARAGENS
Boa noite, amor!
Se a noite for boa pra você...
Se for noite nas suas paragens
Não sei por onde você anda
Nunca mais um olá, uma mensagem...

Mas assim é a vida,
Uns passam, outros ficam...
Acho que fiquei
E aqui nessa periferia
Município de Melancolia,
Distrito de Saudade...
Passava um sorriso doce
Um olhar tão meigo que me fazia sonhar
Com tudo e muito mais
Com um lugar tão doce
Que tinha a meiguice de felicidade
Agora eu moro no estado do nunca
Que faz fronteira com quiçá,
Muito próximo das cercanias do jamais

OUTONOS


Às vezes o amor parece belo
Às vezes é um elo com a dor
Às vezes tudo perece
E fica só uma flor
Marcando juras de um amor eterno
Presa entre as páginas
De um caderno perdendo a cor

Às vezes nada disso acontece
E a noite fica vazia

Às frases bonitas se calam
Se perdem na monotonia


Então os poemas não acontecem
As canções se perdem na nostalgia

As flores murcham entre espinhos

Nos outonos das nossas utopias

⁠Amo você


Nossos destinos se desencontraram mas sempre habitastes em mim
O amor é assim, encontros e desencontros, acertos e erros
Talvez esteja aquém de suas expectativas; afinal não sou assim tão perfeito; mas saiba: quero você! aqui dentro de mim, dentro dos meus pensamentos...
Lembro de cada detalhe do seu belo sorriso, nos bares, nas ruas, nas igrejas, nos louvores.
Nos sonhos sempre a encontro, simples, plena e muito amada, entenda querida o tempo passa rápido
Espero que nossa chama não apague, faria tudo para compartilhar minha vida ao seu lado
Tentei esquecê-la mas o amor é assim...
Quando me afasto penso em você, em meus sonhos habito no calor dos teus braços... amo-te, só peço que não me esqueça

Entre o amor e a desconfiança
Amamos com culpa nas mãos,
e medo nos olhos.
O amor veio torto,
nasceu de um erro
e quis se endireitar no caminho.
Eu pedi paz,
ela pediu confiança.
Mas o silêncio gritava
mais alto que as promessas
e os gestos desmentiam as palavras.
Carregamos passados como sombras,
seguindo a gente mesmo ao meio-dia.
Ciúmes não eram falta de amor,
eram excesso de insegurança,
era o pavor de ser trocado
do mesmo jeito que um dia alguém foi.
Ela dizia “confia”,
mas não largava as portas abertas.
Eu dizia “fico”,
mas já estava cansado de vigiar.
Nos amamos…
mas amor sem credibilidade
vira dúvida,
vira nó no peito,
vira guerra fria entre dois corações cansados.
Talvez não tenha faltado sentimento.
Talvez tenha faltado coragem
de ser inteiro,
de ser claro,
ou de admitir que amar
não é suficiente quando não há paz.
E assim seguimos
não por falta de amor,
mas por excesso de medo
de ficar
ou de partir.

"É preciso amar um Amor Ágape. Ele não é um somente sentimento. É um verbo em ação, você precisa respirar, usando todos teus sentidos até transpirar este amor. Você age este verbo em ação e estará exercendo o Amor perfeito incondicional pelo bem estar do outro sem se preocupar consigo. RESPIRANDO E EXALANDO o Primeiro amor."

—By Coelhinha

"Tudo é possível àquele que crer no amor do Pai.
Se nada mudar, mantenha a fé, e quando mudar, entenda: Se ficar difícil, aprenda a não saltar as etapas do ensino(Deus sempre terá algo pra nos edificar e nos tornar maduros nEle). Quando ficar fácil, aprenda a romper muralhas. Se a tristeza rondar, alegre-se em Cristo, e quando estiver alegre, contagie teu próximo. Quando recomeçar, toma ánimo, acredite; Você pode tudo, porque Deus renovará suas forças. Tudo é possível pelo amor, e pela fé que você tem em Deus! E mesmo assim se você não conseguir! Lembre-se de ficar debaixo das asas do Abba, até que você aprenda a caminhar maturidade de Deus."

—By Coelhinha

⁠"Bem vindo, OUTUBRO. Que seja um mês abençoado, acolhedor, vitorioso e cheio de amor! Que esse mês traga em nossos corações coisas boas como: união, paz, amor, saúde, prosperidade. Que nos encha de alegria pela graça de mais um mês que se inicia na presença do nosso Deus, nosso Senhor!
Vem com tudo, Outubro!"

—By Coelhinha

Entre Mensagens, Nasceu o Amor


É estranho a sensação de se apaixonar por alguém que ainda não conheci pessoalmente, mas que nasceu virtualmente. A internet cria grandes possibilidades, inclusive a de amar. Conhecer você há apenas 55 dias fez com que eu me apaixonasse, e essa paixão cresce a cada dia de conversa.


Quando converso com você, Karen, tudo fica mais leve. Foi assim que me entreguei a um amor que não é físico, mas é real, sincero e presente. Um amor que, a cada dia, me dá mais coragem para atravessar minhas fronteiras até Goiânia, que hoje se tornou a cidade da minha paixão.


Você me fez entender, mais uma vez, que o amor não escolhe pessoa nem cidade. E quando somos predestinados a encontrá-lo, ele chega com paz, leveza e calmaria, sem pressa, sem medo. Não é turbulento como a turbina de um avião, nem caótico como uma destruição.


Ele é calmo como o vento e leve como o arco-íris. Esse é o amor que eu sinto quando converso com você, Karen. Você me fez enxergar novamente a dádiva do que é amar.