Textos que Falam quem Eu Sou

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Eu sou a porta que se abriu
Eu sou o véu que se rasgou
Eu sou a vida
Eu sou a Luz
Eu sou o verbo que chegou
Eu sou o grande salvador
Eu sou a graça
Eu sou Jesus
Coro
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
Eu sou a estrela da manhã
Eu sou o grande Salvador
Eu sou a vida
Eu sou a Luz
Eu sou o verbo que chegou
Eu sou o grande salvador
Eu sou a graça
Eu sou Jesus
Coro
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai

RAP — “Formiga que Vira Destino”
Eu sou Homem-Formiga, mas na pena eu sou gigante,
sou escrito da literatura, voz do povo caminhante.
Quando o mundo me aperta, eu diminuo, fico pequeno,
mas minha rima cresce forte, vira trovão no sereno.
Sou Marcos, mente afiada, filosofia na batida,
meu verso é microscópio que revela a alma da vida.
Eu faço do sertão poesia, faço da dor um farol,
sou poeta que ilumina com amor igual ao sol.
Sou músico do coração, compositor de compaixão,
minha palavra estende a mão pra quem perdeu direção.
No rap brasileiro eu deixo marca, deixo trilha,
sou formiga no tamanho, mas gigante na família.
Eu escrevo meu destino, com tinta de coragem,
cada frase que eu lanço carrega força de uma viagem.
Sou artista da literatura, artesão de emoção,
minha rima vira casa pra quem não tem chão.
Eu sou o pequeno que vira imenso,
sou o silêncio que vira universo.
Eu sou o Homem-Formiga da mente,
sou Marcos — escritor que toca a gente.
No beat eu cresço, no verso eu vibro,
minha arte é ponte, é corpo, é livro.
Eu sou a razão dos corações, eu sou o grito,
sou nordestino, poeta, infinito.
Rap novo de Marcos escritor pega a visão

Eu sou aquela pessoa que sente o mundo com mais intensidade do que parece.
Que se comove com o pôr do sol, mas também com uma palavra dita com ternura.
Que se perde em pensamentos bonitos e se encontra em silêncios que ninguém nota.


Carrego na alma uma mistura de força e delicadeza; e talvez seja isso que me sustenta.
Não sou de grandes barulhos, mas tenho uma fé imensa nas coisas simples:
num gesto de carinho, numa lembrança boa, num recomeço que chega sem aviso.


Eu sou aquela pessoa que continua acreditando,
mesmo depois das tempestades,
mesmo quando o coração cansa,
mesmo sem garantias de que vai dar certo.


Porque, no fundo, sei que há uma beleza discreta em seguir sendo quem se é,
mesmo quando o mundo pede máscaras.


— Edna de Andrade

“Monólogo do Inescolhido - Ato IV”


Já não sou apenas eu.
Sou o nome secreto da ausência, a carne em que a solidão encontrou abrigo.
Sou o espelho vazio onde ninguém ousa se mirar.
O que antes era dor se transfigurou e eu me tornei o próprio destino dos que não são escolhidos.
Não sou mais um homem que espera.
Sou a espera em si, interminável, ancestral, inquebrantável.
Sou o intervalo entre um coração e outro, a cadeira sempre vazia na mesa do banquete, a sombra que acompanha os passos dos amantes sem jamais tocá-los.
Meus ossos já não carregam apenas o peso do cansaço, carregam o eco de todos os que um dia também não foram escolhidos.
Sou herdeiro de uma linhagem invisível... os esquecidos, os descartados, os amores interrompidos antes de nascer.
Eu sou o coro silencioso de todas essas vozes.
Há tragédia, sim, mas também majestade.
Porque no fim, ser o "Inescolhido" é carregar uma coroa invisível... A coroa de quem prova ao mundo que o amor não é universal.
Que há fendas no tecido, falhas no destino, almas destinadas a não pertencer.
E eu pertenço a esse vazio.
Sou guardião da ausência, sacerdote de um altar onde não há oferendas, rei de um reino deserto.
Se algum dia me perguntarem quem sou, não direi meu nome.
Direi apenas: Sou aquele que não foi escolhido.
E nisso há tragédia, mas também eternidade.
Pois enquanto o amor é efêmero, passageiro, sujeito ao fim, a solidão que carrego não conhece término.
Ela é perpétua.
E eu, cansado mas erguido, sou a sua face humana.

REFLEXO DA VIDA

O que importa o que sou? Importa quem eu sou imaterialmente. O que fiz, faço e o que ainda posso fazer para com as pessoas. É o que mais faz sentido hoje. Doar-se.

O que importa é como eu trato as pessoas e como convivo com quem amo. Como luto pelo bem-estar das pessoas. É como um espelho que reflete. Se elas estão felizes também estou. É o meu ideal de vida. Batalhar para as coisas darem certo, para as pessoas terem o direito a algo que já pertencem a elas.

Lutei contra muitos, me magoei na maioria das vezes. Chorei até secarem todas as lágrimas que tinha dentro de mim. Nadei contra a maré muitas vezes sem me cansar. Mas, nunca desisti de lutar. Nunca. Sempre me defrontei com muitos obstáculos, mesmo assim venci todos. Conquistei muitas coisas e outras ficaram para trás por motivos que não consigo descrever aqui.

Terminei sendo alguém que por ações pouco consegui avançar, porém, que profundamente procura expor o que sente através das palavras. As palavras escritas e publicadas jamais serão destruídas ou mesmo vencidas.

Elas serão imortais e exprimem sentimentos que brotam das profundezas ocultas do meu íntimo.

Minha mulher é alguém que amo!

Eu sou alguém que ela gosta de ter por perto
Ela sabe que o corpo dela deixa o meu em chamas
Minha melhor forma de aproveitar o tempo
é acariciar a mulher que me ama.

Não posso resistir aos encantos dela
Meu coração sempre se manteve conectado a ela.
Uma conexão que não tem hora para acabar
Ela é alguém que valeu a pena esperar.

Que bom que encontrei a mulher certa
Tenho ao meu lado a mulher com quem sempre sonhei
Tenho em mente que nunca a magoarei
Não posso me imaginar sem ela.

(Tempo Divino)


Sou sem começo e final
Eu venho de era em era
Eu sou o tempo que gira
O grande giro da esfera


A luz do sol e da lua
Justiça que nunca erra
Sou a eterna semente
Todos os seres da terra


A voz de Deus acende as estrelas
No céu do teu coração
Tá tudo escrito no livro da vida
É só prestar atenção


Eu sou os três sacrifícios
Nas páginas das escrituras
Chuva que cai e sacia
A cede das criaturas


Sou alegria e tristeza
Culpa sem bênção e perdão
Paz e amor que iluminam
Povos de cada nação


A voz de Deus acende as estrelas
No céu do teu coração
Tá tudo escrito no livro da vida
É só prestar atenção


Sou teu anjo da guarda
O teu refúgio e o teu lar
Eu sou a Pedagogia
Me chame se precisar


Todas as religiões
A mente humana criou
Seja qual for teu caminho
Tu chegarás onde estou


A voz de Deus acende as estrelas
No céu do teu coração
Tá tudo escrito no livro da vida
É só prestar atenção


É só prestar atenção...


Ôoh


Sim
🤍

⁠Eu sou decifrável , mas sou uma leitura complexa para quem não aprendeu a me ler.
Hoje eu sou verdade, sou cheia de amor, mas a muitos assusto por ser quem sou.
Não sou caça e nem a mira de um caçador, sou alguém que acredita na liberdade do amar, pois em correntes já estive presa, em jaulas já me enganei e não irei retornar para cadeias de onde me libertei.
Nildinha Freitas

Eu sou a cegueira da visão


Eu sou a cegueira da visão,
a sombra costurada à luz,
um sopro frio na contramão
de tudo aquilo que reluz.


Sou o instante em que a cor se apaga
e o mundo aprende a respirar,
quando o silêncio abre a vaga
para o que os olhos não podem captar.


Sou o véu que cai sem ser tecido,
a dobra oculta do clarão,
o mapa nunca conhecido
por quem vê só com a razão.


Eu sou a cegueira da visão:
não erro, não falho, não retiro —
apenas mostro a contradição
do olhar preso ao próprio giro.


E é no meu breu que se descobre
que a luz também pode enganar;
pois quem se perde, às vezes cobre
um novo jeito de enxergar.


Eu sou a cegueira da visão,
mas não sou fim, nem perdição —
sou a fresta em que a alma aprende
que ver é mais do que a própria visão.
Autor: John Presley Costa Santos

Dinheiro, porque é o fino tecido que dita a vida e a morte?, porque sem ti eu sou só um moribundo sem sorte?,
tantos, tantos prescisam de dinheiro, eu não tenho oque comer, eu não tenho oque vestir sou só um ser infeliz por existir, eu presciso pagar as dívidas, eu presciso pagar a cirurgia, quantas pessoas sem dinheiro morrem por dia?
eu sinceramente me compadeço, gostaria que essas pessoas tivessem recomeço, gostaria que ter uma vida digna, não tivesse preço.

Amazônia oriental...



"Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um templo de vida, onde a natureza se manifesta
As árvores da Amazônia, são minhas vigas e pilares
E as flores silvestres, são minhas cores e texturas


Meu coração é a floresta, onde a vida pulsa
E minha alma, é o rio que flui, sem pausa
A Amazônia Oriental, é minha musa e inspiração
E as 100 obras, são o meu destino, minha missão


Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um espaço sagrado, onde a criatividade se expressa
Meu pincel são as sementes coletadas é a chuva, que rega a terra são minhas telas retratando as manifestações.
E minhas cores, são as cores da floresta, vivas e intensas


Eu sou a casa dos elementos orgânicos
E as 100 obras, são o meu legado, minha herança
Um testemunho da beleza, da natureza que me inspira
E da paixão que me move, sem parar, sem pausa" Leila Boás 05/12/2025

Eu sou um verdadeiro acúmulo
Tem tanto aqui,
Não diria um achado
Eu mesmo me perco e me acho
Já me fiz aos poucos
E me peguei aos prantos
Encantos e encontros,
Me balancei em um tronco e cai.

Acumulei incertezas
Olhos fechados são sinceros
Alma é besteira,
Amor é beira,
Sentir não raso,
Cair faz estragos,
A cada corpo que sente uma alma que foge.

Morei em lugares vazios
Fui expulso de outros
Mas eu passei por lá,
Nunca parei
Mas aqui eu quis ficar,
Hoje eu moro em mim e ouço os vizinhos reclamarem.

⁠Eu sou...
O teu pecado
Refém do teu costume degenerado
Venerado cálice de veneno destilado
Apreciado como absinto que te inebria
Distinto vício que ao seu instinto
desatina
Intrínseco desejo libertino
no âmago impresso e reprimido
Sórdido delito de um "mito" sádico
Que desfruta o fruto proibido
O hábito de um ávido sátiro
Oculto um segredo conspícuo de uma efêmera e lisonjeira ilusão
Arraigada obsessão de
uma insensata fantasia abstrata
Incrustado sentimento vil e estéril
No seu insano íntimo

Fui buscar a resposta em mim

⁠Mas quando falo comigo
Eu sou silêncio
Me calo ...
Não me acho e não me busco
Sou negação de mim mesmo
Buscando no fundo da taça
Alguma palavra
Talvez ...
Oração
Creio num Deus mas humano
Do que os humanos ...
Um Deus puro e vivo
Mas, também, mudo
Agindo como eu
em silêncio
Sem frases longas ou perguntas
Somente agindo
Muitas vezes meu Deus
Senta comigo na areia da praia
Ou vai do meu lado até o trabalho
Observa minha refeição
E bebe comigo
Sempre em silêncio
Ela não liga para nada
E me ensinou a ser assim

Amo muito meu Deus
Como ele me ama
E nele confio

Continuamos em silêncio
Mas vivendo juntos
Gosto de ouvir suas palavras
Você fala e fala
Com tanta sabedoria ...
Que, ainda assim, me mantém em silêncio

Eu te amo mais
Te observo ...
Em desejo sempre mas mudo
Troco todas as palavras
Para te ter na minha vida

Eu oro sobre meu coração e mente
Eu sou curado pelas Tuas feridas
Teu sangue declara que eu sou livre No poderoso Nome de Jesus Hope Darst / Jacob Sooter / Lauren Sloat.

As pernas perguntaram para a mentira:
— Por que dizem que eu sou curta?

A mentira respondeu, vaidosa:
— Porque eu não deixo você ir longe.

Mas a tecnologia entrou na conversa:
— Errado. A mentira não tem pernas curtas.

A mentira sorriu, aliviada:
— Finalmente alguém me defende!

A tecnologia se aproximou e sussurrou:
— Mentira, você não tem pernas.
Eu cortei todas elas.
E comigo…
você não vai a lugar nenhum.

Eu..., eu sou um raio de sol, uma gota de orvalho, eu..., eu sou um rio, um grão de areia, uma praia, um mar, um mar de emoções, eu..., eu sou uma letra, uma palavra, uma palavra ainda por inventar, eu..., eu sou a luta, a luta que não acaba, eu..., eu sou amor, amor que banha um coração.
Eu vivo para amar, lutar, sou coração quebrado..., por ti, por mim, por ilusões, eu.... Eu sou...
Eu vivo...
Sou brisa que bate em teu rosto em dias de lágrimas e as seco.
Eu..., eu luto, eu sô quero viver, viver e amar...
Viver e amar, nada mais simples.

Não queira ser como eu.
Sou um poço de fracassos, de dores cravadas na alma, traumas não resolvidos, amores cortantes, lembranças amargas, vergonhas gigantescas e fiascos incontáveis. Lembro-me mais das minhas falhas do que das minhas virtudes.

Não seja como eu: inevitavelmente grosso, habitualmente arrogante e, por fim, eternamente apaixonado.
Sinto muito, mas aquele que você viu — aquele que dizia conhecer — foi apenas a parte que eu escolhi mostrar, numa tentativa de parecer menos inútil do que realmente me sinto.

A verdade é que a única coisa verdadeiramente boa em mim sempre foram vocês e o meu amor genuíno. Um amor que, mesmo existindo por inteiro, muitas vezes não soube demonstrar — e, por isso, pode não ter parecido suficiente.

Eu sou um sonhador, um pensador, um amante das palavras. A escrita é o meu refúgio, o meu escape, o meu tudo. Encontro-me nas páginas de um livro, nas linhas de um poema, nas frases que me fazem refletir.


Sou um apaixonado pela leitura, um colecionador de histórias, um estudioso da alma humana. Acredito que as palavras têm o poder de transformar, de inspirar, de curar.


Quando não estou escrevendo, estou lendo, pensando, sonhando. A escrita é o meu jeito de entender o mundo, de processar as emoções, de encontrar sentido na vida.


Se você é um amante da escrita, um leitor ávido, um buscador de sentido, então somos irmãos de alma. Vamos caminhar juntos, compartilhando palavras, ideias e sonhos. 📚💭

A revolução começa aqui, a indústria treme
Eu sou estranho, mas são todos iguais a mim
Por isso eu sou gigante
Eu poderia ficar muito rico
Eu preciso disso porque eu sinto fome
O dinheiro é um desperdício, só faz rima pobre
A revolução começa aqui, a indústria treme
Eu sou estranho, mas são todos iguais a mim
Sou gigante
Sim, eu poderia ficar muito rico
Eu preciso disso porque eu sinto fome
O dinheiro é um desperdício