Textos que Falam quem Eu Sou

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Quando penso na minha vida e em quem eu sou, acho que luto pra acreditar, que coisas boas acontecem a pessoas boas, que tudo vai dar certo, que vai melhorar. Todos lutamos. É parte da vida. É parte de viver. E a pior parte é a solidão, uma solidão negra e forte que te faz sentir como se não existisse mais magica no mundo. Sei que o futuro é assustador, sei que o mundo pode intimidar, mais você precisa saber que as vezes quando tudo fica desesperador, as pessoas te acham. A ajuda esta lá fora e você não esta só.

Eu sou uma menininha que cresce em três tempos, se me provocarem. Eu tenho um pé na loucura. Um não, dois. Vivo uma vidinha espremida entre dois atos, controvertida e sem entregar de bandeja meus humores. Quem gostar de mim que me adivinhe, cansei de ser camarada. Hoje amarro minha sensibilidade num pavio...bem curto. E quando saio na porrada até os malandros me respeitam. Descobri que tenho corpo fechado.

Eu sou insuportável, às vezes nem eu mesma aguento ser eu. Eu mudo de humor assim como minhas conhecidas de atuais, e olha que eu daria tudo para ser ao contrário: queria desencanar na mesma velocidade que passo do alegre para o triste ou irritada. Se nem eu mesma me entendo, não me surpreende você não me entender. Eu realmente não sei o que eu quero da minha vida e não posso exigir que você pare a sua por isso. Estar mal realmente não me dá o direito de te tratar mal, concordo com você, mas tente entender que ser eu não é fácil. Tudo isso para mim é um grande desafio. Gostar de novo, me entregar de novo, matar o meu passado e exorcizar os meus fantasmas na velocidade da luz é doloroso, é reviver toda aquela agonia de novo. Seria mais fácil se eu estivesse sozinha para não pensar em simplesmente mais nada além de mim mesma, além do meu próprio bem estar, mas estar com você, muda todo o percurso. Eu sou pequena demais para carregar a responsabilidade de uma vida.

Eu sou o tipo de pessoa que é fechada demais. Que não conta seus problemas, que guarda pra si. Que tenta compreender os outros, mas que não se compreende. Que busca algo na vida, mas não sabe o que é. Que é feliz e triste ao mesmo tempo. Que sente tudo, mas não demonstra nada. Que segura às lágrimas o máximo possível. Que não gosta de ajuda. Que quer o impossível. Prazer essa sou eu.

Eu sou o que ninguém pode enxergar. Sou o que errei, o que aprendi, o que lutei, o que perdi, o que venci. Já tentei mudar meu jeito de ser pra agradar e percebi o quanto da errado... Já sorri pra esconder a lágrima que me atormentava em sair dos olhos, mas fechei e ela escorreu pela minha alma. Já sofri por amor, Fiz alguém sofrer por mim. Tive medo de me entregar ao amor, Tive coragem de dar um conselho pra um amigo que serviu pra mim também. Tenho o brilho do sol, mas as vezes sou como a lua, que precisa do brilho de alguém para funcionar. Já menti, fui enganada e me arrependi. Já disse que amava da boca pra fora, já disse que não amava com o coração apertado. Já tentei esquecer e não consegui. Tentei gostar de outro alguém, para substituir e vi que deu errado... Já me pensei sem um amigo e quase morri. Já me pensei sem aquele amigo e me senti mais feliz... Amei e fui amado, mas também fui enganado. Já chorei lembrando de alguém antes de dormir. Já disse que não viveria sem alguém e realmente vivo sem qualquer pessoa, porque hoje eu tenho amor próprio. Já me arrependi das palavras que falei e também me arrependi porque um dia fiquei com silêncio quando queria falar, Já senti a dor da solidão mesmo estando entre mil pessoas, Já me senti completa com apenas uma pessoa ao meu lado! Já tive vários amigos que mesmo o destino nos separando eu vou amar eternamente. Já quis ter uma pessoa para sempre e percebi que o “para sempre” sempre... acaba! Tive medo da escuridão, mas percebi que o claro não é tão seguro também. Sigo hoje guardando tudo em meu coração, porque é difícil esquecer o inesquecível .

Eu não sou essa menina quietinha que as pessoas veem andando na rua, eu sou é louca, exagerada em tudo, sou escandalosa, adoro um drama, sempre falo o que penso, sou simples, não tenho frescura com nada, não sou de mudar meu jeito ou minhas atitudes quando estou com outras pessoas, trato todas sempre da mesma maneira.A maioria das pessoas não gostam de mim pelo fato de eu ser simples, pelo modo de me vestir(não ando mal vestido, mas também não ando com roupa e calçado de marca), pelo modo de me portar, de conversar e tratar as pessoas.Podem ficarem incomodados o quando quiserem por eu ser do jeito que eu sou, mas eu não vou mudar pelo fato das pessoas não gostarem do meu jeito.Eu gosto de ser assim, ser assim me da certa leveza na alma…

(...) gosto de refletir sobre a vida e eu sou isso: Um reflexo de tudo aquilo que a vida depositou em mim. Mas de tudo mesmo, seja bom ou ruim, porque sou de uma humanidade superlativa. E não gosto de gente que agride a sua humanidade, separando as sensações e os desejos, daquilo que dizem os outros, ser bom ou ruim para a sua existência. Não há nada mais insosso do que viver com a alma fora do corpo. Com o corpo seco e a alma desbotada, esperando a oportunidade do reencontro…

E daí se eu sou magra. Se não tenho peitão, bundão e nem pernão. Se meu cabelo é tingido. Se minhas unhas não estão feitas. Se eu não sou alta ou se eu sou mais alta do que você. E daí se eu quiser rir bem alto dentro do cinema, ou chorar dentro do ônibus ouvindo uma música no meu fone de ouvido. E se eu quiser correr pra chegar mais rápido, ou for muito devagar para me atrasar propositadamente. E daí se me falta inteligência e me sobra criatividade. E se eu quiser dançar na chuva ou simplesmente querer que a chuva dance para mim. E se eu quiser agir com o coração e deixar de lado a razão. E daí se de repente eu te paro e pergunto que horas são, tendo um relógio que não funciona em meu pulso, eu não tenho pressa, apenas uso porque acho bonito. E daí se você me acha louca ou paranoica, é uma concepção sua. Tenho defeitos e manias, e quem não tem?

⁠Sozinha eu sou melhor, porque eu me entendo. Sozinha eu sou melhor, porque eu me conheço bem. Eu não fico me julgando, apontando os meus defeitos e minhas diversas falhas. Conviver com a sociedade é complicado, por isso eu prefiro me distanciar e ficar sozinha no meu canto. Assim eu evito aborrecimentos e ainda me poupo de ter que conviver com a hipocrisia de algumas pessoas.

(...) Eu sou um homem ridículo. No momento dizem que estou louco. Seria um título excelente, se para eles eu não permanecesse nada mais que ridículo. Mas de ora em diante eu não me zango mais, todo mundo é assas e gentil pra comigo, mesmo quando caçoa de mim, e, dir-se-ia, mas gentil ainda naquele momento. Eu riria de bom grado com eles, não tanto de mim mesmo quanto para lhes ser agradável, se não sentisse tal tristeza ao contemplá-los.

Fiódor Dostoiévski
O Sonho de um Homem Ridículo

“Não é fácil explicar. Eu sou assim, meio morto por dentro. Faço as coisas por empolgação e no outro dia, sei lá. Sou dessas pessoas que ficam procurando as canções no rádio até achar um clássico, algo perfeito para aquele horário do dia, aquele semáforo. A música acaba e eu troco de estação.”

É que eu tenho essa idéia de que em algum mundo paralelo você é o meu Chuck Bass e eu sou a sua Blair Waldorf. É que eu tenho essa coisa fixa na minha cabeça de que esse tanto de merda que a gente faz é amor. É que eu espero que no fundo você perceba que eu mereço alguém muito melhor mas que eu não poderia ser tão feliz com nenhuma outra pessoa além de você.

Porque eu sou fiel aos meus sentimentos. Vou estar com você quando eu realmente quiser estar. Vou te ligar quando eu quiser falar com você. Porque eu não passo vontade. E nem vou passar vontade de você. Não vou fazer joguinho. Eu me entrego mesmo. Assim. Na lata. Eu abro meu coração. Rasgo o verbo. Me dou em prosa. E se te disser que não te quero, meu olhar vai me desmentir na tua frente. Porque eu falo antes de pensar. Eu falo até sem sequer pensar. Eu penso falando. E se estou com você, aí, não penso duas vezes. Não penso em nada. Não quero mais nada.

Estes argumentos são inconsistentes: “Eu sou mais rico do que tu, logo sou superior a ti”; “Eu sou mais eloquente do que tu, logo sou superior a ti”. Mas, antes, estes são consistentes: “Eu sou mais rico do que tu, logo minhas posses são maiores do que as tuas”; “Eu sou mais eloquente do que tu, logo minha eloquência é maior do que a tua”. Pois tu não és nem as posses, nem a eloquência.

Desconsiderando o fato de que eu sou um décadent, sou também o seu contrário. Minha prova para isso é, entre outras coisas, o fato de eu sempre ter escolhido institivamente os meios corretos contra as situações graves: enquanto o decadent costuma escolher sempre os meios prejudiciais a si mesmo.

A verdadeira verdade sobre mim é que eu sou péssima pra conquistar ou ser conquistada. Modéstia à parte, se eu não estiver apaixonada, sou divertida, decidida, orgulhosa, auto-estima nas alturas. Por outro lado, quando encontro alguém, que dispara o meu coração, me faz tremer na base, aí sim dá zebra. Aí ferrou TUDO. Lá se vai aquela mulher decidida, orgulhosa, divertida e de autoestima nas alturas. Eu perco a fala, meto os pés pelas mãos, passo a marcha errada, gaguejo e esqueço até o final da piada... Estranho, mas é exatamente assim que acontece, eu me perco de mim mesma. Eu não me reconheço, é estranho pra mim também. Eu mesma me sinto chata, me sinto outra pessoa. E o pior é que eu já conheço todas as regras: "Não pode ser chata, não pode reclamar, e nem rolar tudo na primeira noite. Não pode cobrar nada, não pode questionar nada e nem fica ligando o tempo todo. Não pode dizer que ta gostando se não ele se assusta, e nem pode fingir que não está porque ele percebe." E tem mais: "Humor sempre nas alturas, tem que ser sexy sem ser vulgar, inteligente e saber se expressar. Tem que ter opinião, ser vaidosa, carinhosa na medida, não encostar o dente, evitar perguntas como: "No que você está pensando agora". Pode isso, aquilo não, quer saber isso tudo é um saco. Por isso optei por ficar sozinha, ou então não me prender radicalmente a ninguém, até que eu me encontre, e não surte literalmente quando sentir aquele velho sinalzinho de paixonite aguda. Eu não sei dá em cima, dar mole, me insinuar, e se sei, não acho que faço isso muito bem. Quisera eu, conseguir me apaixonar e conquistar com a mesma intensidade, acertar o alvo, e sentir que é reciproco. Eu não sei, fingir nada, nada mesmo. Se estou chateada você vai saber, se estou feliz vai saber também. Por isso acho complicado demais me apaixonar sabe? Exige muito de mim, eu tenho que ficar me policiando o tempo todo. Eu me sufoco pra não sufocar a outra pessoa. E por isso decidi, só me interessar de verdade, quando eu estiver pronta, sem cobranças, sem forçação de barra. To meia na retranca, meia traumatizada com algumas experiência, mas isso é normal, depois passa. Entre uma bebida e outra, entre uma diversão e outra, entre um carinho e outro eu vou indo, eu vou me descobrindo, me arrisco a dizer que até já até dei uma melhorada. Mas quer saber? Ainda tem muita coisa pra mudar, ainda tenho que aprender muito. E eu não estou disposta a passar a minha vida, os meus deliciosos dias, apenas pra aprender a ter alguém do meu lado. Se eu aprender bem, se não aprender amém. Um dia as coisas se ajeitam como tem que se ajeitar!

Eu sou sozinha, mesmo não estando sozinha. Entende o que eu quero dizer? Sou extremamente individual e me acomodo na minha solidão. Não é questão de não ter ninguém. Ter, eu tenho, mas não quero. Me sinto bem no meu silêncio. Também não é questão de ser antissocial, depressiva e mal humorada. Sou alegre, me divirto e saio com meus amigos. Mas não dependo disso, da alegria meio forçada, dessas pessoas, desses lugares, de ninguém. Sei ser só e gosto de ser só. Sei ser minha e gosto de ser minha. Essa solidão que eu falo é meio que um estado de espírito, sabe?

Eu sou do tipo de pessoa que sabe a hora de se retirar. Sou extremamente sensitiva e sinto medo das minhas intuições. Sei quando não sou bem recebida em algum lugar, mesmo que a pessoa insista pra eu ficar, sei que faz por educação. Sinto quando o ambiente é pesado, me dá sono e tira minhas energias. Pessoas que só falam das outras e tem o dom de fuzilar com ofensas os outros, além de esbanjar mentiras, eu prefiro ficar distante mesmo tendo um carinho muito grande por elas. Meu sexto sentido me assusta às vezes e procuro não andar mais com a teimosia, assim me machuco menos.

Eu sou intensa. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos.

Eu sou idiota. Chata. Louca. Dramática. Esquisita. Uma hora rindo, outra chorando. Amo atrapalhar o sono das pessoas. Tenho brincadeiras insuportaveis. Perco o controle, xingo, bato, esperneio. Adoro irritar. Falo muita bobagem, até você não aguentar mais. Tento fazer graças, e quando ninguém ri fico magoada. Sou viciada, detalhista, paranóica… Desculpa, mas é essa imperfeita aqui que te ama como ninguém nunca vai ser capaz de amar…