Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Textos que Falam de Pessoas

Cerca de 49229 frases e pensamentos: Textos que Falam de Pessoas

Onde foi parar nosso amor
Onde foi parar o carinho, o doce, o bom da vida.
As vezes penso:que nunca existiu...
Que nunca vivemos o que pensamos viver...

Onde foi parar aquela menina,
Onde foi parar você,
Em que caminho nos perdemos.
Em que lugar, partimos para mundos diferentes...

...Sinto falta de esperar pra te encontrar,
De sorrir ao te ver chegar.
Falta o beijo....
Sinto que falta...
Onde fomos parar?

Oscar.

Ideal

Aquela que eu adoro não é feita
de lírios nem de rosas purpurinas,
não tem as formas lânguidas, divinas,
da antiga Vênus de cintura estreita.

Não é a Circe, cuja mão suspeita
compõe filtros mortais entre ruínas,
nem a Amazona, que se agarra às crinas
dum corcel e combate satisfeita.

A mim mesmo pergunto, e não atino
com o nome que dê a essa visão
que ora amostra ora esconde o meu destino.

É como uma miragem que entrevejo
Ideal, que nasceu na solidão,
Nuvem, sonho impalpável do Desejo...

O Palácio da Ventura

Sonho que sou um cavaleiro andante.
Por desertos, por sóis, por noite escura,
Paladino do amor, busco anelante
O palácio encantado da Ventura!

Mas já desmaio, exausto e vacilante,
Quebrada a espada já, rota a armadura...
E eis que súbito o avisto, fulgurante
Na sua pompa e aérea formosura!

Com grandes golpes bato à porta e brado:
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado...
Abri-vos, portas de ouro, ante meus ais!

Abrem-se as portas d'ouro com fragor...
Mas dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão - e nada mais!

Se a graça de Deus não tivesse se derramado em nossos corações, sem dúvidas já teríamos sido consumidos pela maldade, engano e andaríamos como escravos em busca de uma liberdade dando lugar à carne e servindo ao senhor do pecado.

Graças ao Cristo na Cruz, somos livres da escravidão e não precisamos mais dar lugar à carne.

Ele foi gerado, se fez carne, habitou entre nós, se esvaziou da sua glória, morreu, ressuscitou e intercede por nós a direita de Deus! Ele é Jesus Cristo.

Feliz Natal!!!

"Reflexões". Resende, 24 de Dezembro de 2015.

Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.

⁠Eu deixo-me estar entre o poeta e o sábio.

Vinha a corrente de ar, que vence em eficácia o cálculo humano, e lá se ia tudo. Assim corre a sorte dos homens.

Durante algum tempo ficamos a olhar um para o outro, sem articular palavra. Quem diria? De dois grandes namorados, de duas paixões sem freio, nada mais havia ali, vinte anos depois; havia apenas dois corações murchos, devastados pela vida e saciados dela, não sei se em igual dose, mas enfim saciados.

Quem me pôs no coração esse amor de vida, senão tu?

A história do homem e da terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos.

Não há juventude sem meninice.

O marido era na Terra o seu deus.

Primeira comoção da minha juventude, que doce que me foste!

Vendera muita vez as aparências, mas a realidade, guardava-a para poucos.

Amei a outro; que importa, se acabou? Um dia, quando nos separarmos...

O capitão fingia não crer na morte próxima, talvez por enganar-se a si mesmo.

Preferi dormir, que é modo interino de morrer.

Confesso que foi uma diversão excelente à tempestade do meu coração.

Ninguém me negará sentimento, se não é que o próprio sentimento prejudicou a perfeição...

Explico-me: o diploma era uma carta de alforria; se me dava a liberdade, dava-me a responsabilidade.

Eu amava minha mãe; tinha ainda diante dos olhos as circunstâncias da última bênção que ela me dera, a bordo do navio.

A beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca.

O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte.

Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes.

Em verdade vos digo que toda a sabedoria humana não vale um par de botas curtas.

Eu, que levava ideias a respeito da pequena, fitei-a de certo modo; ela, que não sei se as tinha, não me fitou de modo diferente; e o nosso olhar primeiro foi pura e simplesmente conjugal.

Verdade é que tinha a alma decrépita.

Talvez cinco beijos; mas dez que fossem não queria dizer coisa nenhuma.

Eram tantos os castelos que engenhara, tantos e tantíssimos os sonhos, que não podia vê-los assim esboroados, sem padecer um forte abalo no organismo.

De amor? Era impossível; não se ama duas vezes a mesma mulher, e eu, que tinha de amar aquela, tempos depois, não lhe estava agora preso por nenhum outro vínculo, além de uma fantasia passageira, alguma obediência e muita fatuidade.

Morreu sem lhe poder valer a ciência dos médicos, nem o nosso amor, nem os cuidados, que foram muitos, nem coisa nenhuma; tinha de morrer, morreu.

Mas, se além do aroma, quiseres outra coisa, fica-te com o desejo, porque eu não guardei retratos, nem cartas, nem memórias, a mesma comoção esvaiu-se, e só me ficaram as letras iniciais.

Se os narizes se contemplassem exclusivamente uns aos outros, o gênero humano não chegaria a durar dois séculos: extinguia-se como as primeiras tribos.

A conclusão, portanto, é que há duas forças capitais: o amor, que multiplica a espécie, e o nariz, que a subordina ao indivíduo. Procriação, equilíbrio.

A valsa é uma deliciosa coisa.

Ventilai as consciências!

Há umas plantas que nascem e crescem depressa;outras são tardias e pecas. O nosso amor era daquelas; brotou com tal ímpeto e tanta seiva, que, dentro em pouco, era a mais vasta, folhuda e exuberante criatura dos bosques.

Uniu-nos esse beijo único - breve como a ocasião, ardente como o amor, prólogo de uma vida de delicias, de terrores, de remorsos, de prazeres que rematavam em dor, de aflições que desabrochavam em alegria - uma hipocrisia paciente e sistemática, único freio de uma paixão sem freio.

Correm anos, torno a vê-la, damos três ou quatro giros de valsa, e eis-nos a amar um ao outro com delírio.

Não há amor possível sem a oportunidade dos sujeitos.

Contou-me que a vida política era um tecido de invejas, despeitos, intrigas, perfídias, interesses, vaidades.

Recordei aquele companheiro de colégio, as correrias nos morros, as alegrias e travessuras, e comparei o menino com o homem, e perguntei a mim mesmo por que não seria eu como ele.

Só as grandes paixões são capazes de grandes ações.

Vi que era impossível separar duas coisas que no espírito dela estavam inteiramente ligadas: o nosso amor e a consideração pública.

Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar...

A intensidade do amor era a mesma; a diferença e que a chama perdera o tresloucado dos primeiros dias para constituir-se um simples feixe de raios, tranquilo e constante, como nos casamentos.

- Repito, a minha felicidade está nas suas mãos - disse eu.

Continuei a pensar que, na verdade, era feliz.

A velhice ridícula é, porventura, a mais triste e derradeira surpresa da natureza humana.

O caso dos meus amores andava mais público do que eu podia supor.

Quem escapa a um perigo ama a vida com outra intensidade.

Esta era a minha preocupação exclusiva daquele tempo.

Verá que é deveras um monumento; e se alguma coisa há que possa fazer-me esquecer as amarguras da vida, é o gosto de haver enfim apanhado a verdade e a felicidade.

Não digo tanto; há coisas que se não podem reaver integralmente; mas enfim a regeneração não era impossível.

Você não merece os sacrifícios que lhe faço.

Eu não, eu abençoava interiormente essa tragédia, que me tirara uma pedrinha do sapato.

Saiu; eu fiquei a ruminar o sucesso e as consequências possíveis.

Meu coração tinha ainda que explorar; não me sentia incapaz de um amor casto, severo e puro.

Era medo e não era medo; era dó e não era dó; era vaidade e não era vaidade; enfim, era amor sem amor, isto é, sem delírio; e tudo isso dava uma combinação assaz complexa e vaga, uma coisa que não podereis entender, como eu não entendi.

Cuido que não nasci para situações complexas.

O tempo caleja a sensibilidade e oblitera a memória das coisas.

Não a vi partir; mas à hora marcada senti alguma coisa que não era dor nem prazer, uma coisa mista, alívio e saudade, tudo misturado, em iguais doses.

Era-me preciso enterrar magnificamente os meus amores.

Era tudo: saudades, ambições, um pouco de tédio, e muito devaneio solto.

Morriam uns, nasciam outros: eu continuava às moscas.

A evolução, porém, é tão profunda, que mal se lhe podem assinar alguns milhares de anos.

Crê em ti; mas nem sempre duvides dos outros.

A vida elegante e polida atraí-a, principalmente porque lhe parecia o meio mais seguro de ajustar as nossas pessoas.

Esse sentimento pareceu-me de grande elevação; era uma afinidade mais entre nós.

Em suma, poderia dever algumas atenções, mas não devia um real a ninguém.

O leitor, entretanto, não se refugia no livro senão para escapar à vida.

Concluí que talvez não a amasse deveras.

Grande coisa é haver recebido do céu uma partícula da sabedoria, o dom de achar as relações das coisas, a faculdade de as comparar e o talento de concluir!

Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente.

Nunca me há de esquecer o benefício desse passeio, que me restituiu o sossego e a força. A palavra daquele grande homem era o cordial da sabedoria.

Vida é luta. Vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.

Não havendo nada que perdure, é natural que a memória se esvaeça, porque ela não é uma planta aérea, precisa de chão.

Por que é que uma mulher bonita olha muitas vezes para o espelho, senão porque se acha bonita, e porque isso lhe dá certa superioridade sobre uma multidão de outras mulheres menos bonitas ou absolutamente feias?

De modo que, se eu disser que a vida humana nutre de si mesma outras vidas, mais ou menos efêmeras, como o corpo alimenta os seus parasitas, creio não dizer uma coisa inteiramente absurda.

Com efeito, era impossível crer que um homem tão profundo chegasse à demência.

Afirmo somente que foi a fase mais brilhante da minha vida.

Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento.

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1881.

Nota: Trechos do livro.

...Mais

Vós, Trindade eterna, sois meu Criador e eu, vossa criatura.
De novo me criastes no Sangue de vosso Filho.
Nesta nova criação conheci que vos enamorastes
da beleza de vossa criatura.

Ó abismo, ó eterna divindade, ó mar profundo!
E que mais poderíeis dar-me que dar-vos a mim?
Sois fogo que sempre arde e não consome.
Sois fogo que consome todo o amor-próprio da alma.
Sois fogo que destrói toda a frieza.

Iluminais... e, em vossa luz, conheço-vos e vos
represento em mim como sumo e infinito Bem,
acima de todo bem;
Bem incom­preensível, feliz, inestimável!
Beleza acima de toda beleza,
Sabedoria acima de toda sabedoria,
antes, sois a própria Sabedoria.
Vós, ali­mento dos Anjos,
vos destes aos homens com fogo de Amor.
Sois veste que cobre toda nudez,
com vossa doçura alimentais os famintos.
Doçura sois, sem amargura alguma.

Ó Trindade eterna, na vossa luz que me destes ...
conheci ... o caminho da maior perfeição,
a fim de que na luz e não em trevas vos sirva,
seja espelho de boa e santa vida,
e me tireis da minha miserável vida, pois,
sempre, por meus defeitos, vos servi nas trevas ...
E vós, Trindade eterna,
com vossa luz destruístes minhas trevas.

Escolher é sempre tocar o invisível. Não se trata apenas de optar entre um caminho e outro, mas de aceitar que, ao avançar, algo fica para trás. É como colher uma flor e, ao mesmo tempo, renunciar ao jardim inteiro. Há doçura nisso, mas também uma pontada de dor.

A angústia nasce nesse intervalo: no espaço em que os possíveis se multiplicam, mas só um deles se torna destino. A angústia não é inimiga — é sinal de abundância. Só sofre quem percebe que poderia ser muitos, e, no entanto, precisa se limitar a um.

Com o tempo aprendi que as escolhas não são decisões definitivas, mas conversas íntimas com a vida. Algumas falam alto, exigem coragem; outras sussurram tão baixinho que, se não estou atento, passam despercebidas. E mesmo assim, todas me transformam.

Escolher é também confiar: no acaso, no tempo, no mistério. Porque não há como saber aonde cada decisão levará. Há apenas o coração que pulsa e, nele, um delicado chamado que me pede para seguir.

E talvez seja isso o mais belo: perceber que não há escolha perfeita, mas há escolhas que me aproximam de quem realmente sou. A angústia, então, deixa de ser peso e se torna claridade: uma luz suave que me lembra que viver é, antes de tudo, arriscar.

As palavras carregam um poder imenso. Elas podem ser abrigo em dias difíceis, mas também podem se tornar lâminas invisíveis, capazes de ferir profundamente. Uma palavra dita com carinho tem força para acalmar um coração cansado, devolver esperança e lembrar alguém de que ainda vale a pena continuar. Já uma palavra cruel, lançada no impulso ou na indiferença, pode abrir cicatrizes silenciosas que permanecem por muito tempo.
No cotidiano, muitas vezes não percebemos o peso daquilo que dizemos. Um elogio sincero pode mudar o dia de uma pessoa. Um julgamento duro pode alimentar inseguranças que ela já carrega em silêncio. Por isso, falar exige responsabilidade, sensibilidade e empatia.
As palavras não são apenas sons; elas são sementes. Quando bem colocadas, florescem em afeto, confiança e cura. Quando mal usadas, espalham dor, medo e distância. Ser humano também é aprender a usar a própria voz para acolher, e não para destruir. Porque, no fim, o que dizemos sempre deixa alguma marca.

Destino incerto

⁠Uma casa perdida na floresta escondida pela sombra das grandes árvores,
a chaminé acesa dando a posição do nada no meio sereno da solidão,
entre as belezas e as dúvidas do silêncio o charme do barulho do pequeno rio e dos pássaros chamavam a atenção,

escurece lá fora, a lenha queima, o cheiro de chá forte é percebido e comentado pô os animais uivantes,
o frio da selva noturna chega acompanhado da saudade e pedem para se sentar,
mesmo sem plateia as lembranças de um passado próximo começam a dar um show,

olhar parado no tempo, lágrimas secadas pelos ventos, surra bem dada pelos sentimentos, a necessidade e a dor dançando juntas ao relento,
fogueira baixa, chaminé acesa, porta fechada, uma decisão é tomada,

ao amanhecer, mochila nas costas, muitas incertezas, porém muita coragem para caminhar na estrada sem destino.

Até o casamento

Trocamos olhares e partir daí, nos conhecemos e fomos dando valor a cada dia juntos como se fosse o último de nossas vidas; a paixão sempre se manteve acesa em nossos corações, com o tempo veio um pacote de verdades, emoções, carinhos, respeito, responsabilidades, então; descobrimos que o amor convivia conosco todos os dias; se passaram anos e veio o nosso entendimento sobre a vida a dois, já era hora de nos apresentarmos para os nossos familiares, amigos e toda a sociedade. Esse dia maravilhoso chegou e nós dois tivemos o prazer de dizer, sim!!!

Ciclo de terror

Sofro, por me ver agora;
Choro, com o gosto amargo da derrota;
Minha mente oferece cenas repetitivas e impiedosas, sem pedir permissão;
Grito com meu coração, por ser tão teimoso;
Me debato na cama com a dor da saudade;
Abraço o cansaço, que neste momento é o único remédio que tenho para dormir por alguns minutos, evitando todo este ciclo.

Engraçado né você é um cara legal leva cremosa para sair,leva para jantar trata a cremosa que nem uma princesa para depois a cremosa fica te pisando , ai chega um zé droguinha trata ela que nem lixo, nem motel paga porque zé droguinha só pode fica no morro esses são os limites deles, muitas vezes eu vejo garotas se sujeitando a sair com o cara e fica com ele na rua ou até pior aonde eu moro já vi garotas ficarem com o cara dentro da lixeira do prédio ai tu pensa que viagem é essa rs

Inserida por eder_dias

Não fui o tipo de pessoa que fica sentado falando que pretendem fazer isso e aquilo. Nunca fui de falar, mas sim de fazer. Quando quero, eu vou fazer e pronto. O futuro é uma espécie de incerteza com nostalgia. Não creio que eu vá viver muito com esse meu gênio, mais cedo ou mais tarde, irão me calar ou me calarei perante minhas atitudes. Para mim a vida é e sempre será um labirinto tão complexo quanto lindo, e nele seguimos perdidos, pensando em como um dia conseguiremos enfim alçar nossa liberdade. Pensando bem, essa sempre foi a questão. Assim como um pássaro não nasci para viver em cativeiro, enquanto meu corpo quer voar, senti o vento no rosto. Regras? Ah sim, essas são primordiais para uma vida em sociedade, no entanto, até onde seu dever começa e o meu termina? Quem decide quem vive e quem morre? Nunca almejei tal poder. E lamento por quem as toma. Clamo por uma sociedade mais justa e igualitária, mas a quem estou enganado, tudo isso não passa de um sonho. Mas o que nos resta, se não sonhar? Afinal a esperança é o que nos move. Permita-se!

Inserida por palladino

Sempre tive visão de raio x, não sei como ou porque, mas desde de menino já tinha uma percepção aprofundada das pessoas. Quase como se vise sua áurea interior, como aquela da intensa tristeza escondida atras daquele singelo sorriso. Sempre soube como as pessoas eram apenas de olhar para eles um dom ao qual sou grato, pois o mesmo me salvou de varias enrascadas e pessoas vazias de interesses mesquinhos.

Inserida por palladino

sempre haverá o ultimo suspiro,o ultimo sorriso ao lembrar de uma pessoa..., o ultimo EU TE AMO..., o ultimo abraço..., o ultimo aperto de mão..., o ultimo sorvete..., o ultimo aniversario..., e ate a ultima discussão..., o ultimo beijo da pessoa que você ama..., o ultimo olhar..., a ultima gargalhada..., cada pessoa com seu dever a cumprir na terra, e qual será meu ultimo pensamento.....E o seu?

Inserida por sthe123

Quando a tristeza bate em mim, quando tudo descarrega sobre mim, olho pra frente e me vejo aonde eu quero está, com quem eu quero está, estou passando momentos difíceis e nenhum amigo veio me procurar, ninguém me mandou mensagem, o que fiz pra merecer isso? A verdade que só tenho amigos sugadores!!!!

Inserida por Lil_AndersonPensador

⁠ Eu só quero que ela seja feliz, eu tentei fazer ela feliz mas não adiantou. Porque a felicidade dela não estava comigo, nunca esteve. Na verdade eu era o que impedia ela de ser feliz. Realmente machuca quando a pessoa que você mais ama no mundo não pode ser feliz com você. O que me resta é deixar que ela vá embora. Eu espero que ela seja feliz, espero que ela encontre a felicidade, mesmo que eu nunca mais a veja, mesmo que isso me parta o coração e me destrua em pedaços, mesmo que me leve ao pó, eu quero que ela seja feliz, porque ela merece, merece mais do que qualquer pessoa nesse mundo.

Inserida por Alguem_que-se-perdeu

Observar como a dor se molda em poesias puras e dolorosas é algo de se admirar, ver que a transformação encanta seres que respiram a mesma angústia é a pós calmaria do agito de um oceano, também obtemos a percepção da facilidade de como sentimentos se cruzam e encontram semelhanças por palavras tão expressivas e tão guardadas. A beleza da arte é tanta que esquecemos o por traz de cada palavra cantada, as lagrimas escondidas. Esse é o fascínio da arte.

Inserida por serquerespira

⁠O aspecto mais devastador da Depressão é que, ainda que haja o entendimento de que trata-se de uma patologia, como um quadro de diabetes ou de hipertensão, que precisa ser medicado e levado a sério, como qualquer doença precisa, ela não afeta somente o ser humano acometido, mas arrasta a todos que com ele convivem.

Inserida por joice_lemos_1