Textos para Refletir sobre Paixão

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“O louco talvez acredite que possa extinguir, dissipar, desaparecer, ou até mesmo parar o sol, mas o homem jamais conseguirá fazer com que não reconheçamos a notoriedade da Glória de Deus, ele em tempo nenhum, mesmo renunciando ou rejeitando esta Glória, chegará a minimizá-la, encurtá-la, ou encolhê-la”.
Quando paro penso!

Inserida por WILLIAMPAIXAO

⁠Tento ser como o girassol
que busca o brilho do sol
mesmo nos dias nublados.
As incertezas são fato, mas
haverá sempre o brilho e
incentivo a cada luz que
surge em meu caminho.
Vou mais à frente encontrar
um campo de girassóis que
me chama para ver o brilho
mais uma vez!

Inserida por gal_paixao

Enxergarei flores
Onde são vistos espinhos
Transformarei as dores
E com elas abrirei caminhos

Intempéries que surgirem
Farei delas flamas de dragão
Combustível para os pés seguirem
Chamas que fortalecem o meu chão

No íntimo há temores
Que pelos olhos da alma
Cobertos pelas cores são

De pavores a amores
Aprender e agradecer
Eis os pilares da evolução

Inserida por erickpaixao

CONTO DE NINGUEM

Essa história poderia ser a minha, mas é conto de ninguém.

- Uai sinhá Ineizinha!
- Ninguém se não é nenhuma pessoa é quem?

- Uê!
- Poderia ser vosmecê ou alguém, mas é conto de ninguém.

- Ah! Sinhá! Alguém eu não identifico quem. É ninguém?

- É!
- É ninguém com alguém, como eu e vosmecê. Slave and mistress. Black and white.

Bem assim: num vocábulo do tempo da senzala em tempo de se cuidar do linguajar. Onde toda palavra que se diz tem outra interpretação e pela conotação reação mediática.

Num?

- É! No interior de... Tá tudo mudado.

- Tá, Sinhá?

- Alto lá, tá é tá e basta!

Pré conceito é agressão aos novos conceitos. E armar o povo, não é mais instruir e ofertar conhecimento. Voltou ser outro tempo. O tempo do Lord of slave! Até açoite tão dando. Outros mandando. Éh! Vosmecê precisa entender. Tão é tão.
E alguém evoluiu mesmo sem saber quem! E ninguém regrediu, só se descobriu!

- Sinhá, ninguém ficou nu com dorso de fora como outrora?

- Não!
- Ah! Sim! Parece bem assim.
E agora é hora de black on white como a sinhazinha que ouviu ser ninguém, e que chegou na idade que ela se dá ao direito de usar o suporte que lhe convier com a palheta da sua vivência e se colorir como quiser.

E hoje quer ser Black! Mas é white! E é Indigenous! E all the people of the land.

E a tal que ouviu ser ninguém, sabe. Criar é de graça. Só pode alguém que entende ser não a graça do nada que custa ninguém. E sim a graça da superioridade que dons lhe concedeu. E ninguém sabe o quanto estes dons muito lhe custa. Money não compra dom e money ninguém tem. E se money não têm para alguém é ninguém.

E se vosmecê ouve bem entenda, sinhá compreende que se tudo que alguém tem é money, não compra o saber de ninguém. E ninguém vale nesta vida mais que alguém!

E bom evitar contenda de alguém com ninguém por vintém. E conserva o money que é tudo que tem.

E ninguém, que money não tem, conquista com seus dons mais que vintém ou money de alguém.

Falo por falar, vosmecê deve saber, Conselho igual ninguém nada deve valer.

Autoral: Cleuta Paixão

Todos os direitos reservados a autora protegidos por lei específica até que alguém lhe tire esse direito também.

Inserida por CleuttaPaixao

⁠Jesus Cristo foi crucificado e suportou tudo em silêncio por nós, vamos agradecer amando-o e respeitando-o assim como Ele o fez, simplesmente por nos amar tanto.
Que possamos sentir o seu amor e a sua presença em nossos corações, trazendo segurança e equilíbrio em todos os dias vindouros.

Inserida por gal_paixao

A 12ª Casa

Que mundo é este
de aguas profundas
com cores indefiniveis
onde mergulho
sem querer...

Que mundo é este
que oprime minha alma
como garras
e angustia sufoca sem motivo...

Que mundo é este que como um
vulcão
Jora com sua lava quente
queimando sentimentos
pensamentos...

Saudades insuportaveis de coisas
e de pessoas
que nao sei o que sao
que nem sei quem sao...

Cavernas escuras
com aguas profunadas
que escondem os medos

Abismos sem fim
envoltas em nuvens
tornados que me levam pelo ar
rumo a lugar nenhum

Que mundo é este
que nao se encontra em nenhuma
galaxia
a nao ser em
meu proprio coraçao

Inserida por kamilacosta

⁠A vida não é só risos, alegria, vitórias,sonhos e coisas boas,
A vida é tudo!
São as lágrimas,o desprezo,a angústia,a decepção,os pesadelos...
E quando chegar o meu dia de partir desse mundo,vou ter plena certeza em meu coração de que vivi,que eu senti cada sentimento profundamente da forma mais intensa possível, todos eles.
Segundos antes da minha morte eu direi: Bom,pelo menos eu vivi!

Inserida por YasmimPaixao

⁠Ingrata Melancolia

Oh ingrata melancolia!
Que vem,e me rouba toda felicidade que me tinha restado,
Não poderia ser ao menos emprestado?

Ingrata melancolia,que me deixa sem saber o que pensar,que tira de mim todo gosto de amar,

Ingrata melancolia,nessa manhã de quarta-feira,aqui me encontro em agonia, pensamentos perdidos, coração desnorteado,e corpo parado em puro desespero.

Ingrata melancolia,que me vem e rouba um beijo, enquanto minhas lágrimas chovem,meus olhos cegos,passam a enxergar que a felicidade é um pouco difícil de alcançar,
Mas eu continuo a tentar...

Inserida por YasmimPaixao

Fui até sua casa enquanto você dormia, andando atordoada com o vento gritando em minha mente vermelha, tentando achar um meio de escrever uma nota.
Não leve seu chuveiro pro trabalho.
Eu queria que estivesse chovendo , assim poderia colocar meu capuz.
Eu sempre fico feliz em te deixar, mesmo sua companhia sendo constante.
Gosto de quando me olha com seus tons de tristeza, procurando seus óculos, e achando eles em sua cara.
Eu não consigo escapar, desse abraço por trás, esse vapor controlador.
Esse estranho e pequeno arrependimento, procurando por chances de se redimir.
Queria não voltar, queria não ter gritado atoa, isso não significa que quero te agarrar e lhe manter próximo.
Mais eu sei muito bem como suas metas são.
Queria que fosse sol.
Queria que fosse noite de ano novo, em uma rua fria e vazia, só para poder te olhar com meus olhos pretos de terro, e poder sentir seus tons de tristeza refletir em mim.
Andando em círculos por você atordoada, eu não quero parar, amor deixe de ser você por um estante.
Não é fácil chegar onde você chegou, o mistério te atraí a mim, as curvas são as únicas coisas que eu sei, e talvez seja o lado interno do legal.

Inserida por Trixx33

⁠Não sei te explicar ao certo,me senti sozinha no meio do deserto,sem rumo,sem água,sem nada.Fiquei cega e muda durante a jornada,desnutrida e desidratada.Me perdoe por não saber a minha situação explicar,Apenas olhe para as paredes,chão e teto onde me encontro,veja,veja os rabiscos e arranhões em minha jaula,perceba que estou trancada,tenho voz mas não consigo gritar,e meus pensamentos continuam a me torturar,mas eu tento,eu tento escapar.Veja,não é necessário que você entenda o que sai da minha boca,mas veja,veja os meus rabiscos na minha jaula, e compreenda,o meu pedido de socorro,através deste poema...
VIVA,POIS EU CONTINUAREI A VIVER,E IREI ME LIBERTAR ASSIM COMO VOCÊ.

Inserida por YasmimPaixao

⁠Deus nos ensinou que o amor é generoso não se limita só em receber mas, em oferecer e se preocupar com o próximo.
Nos momentos difíceis é quando descobrimos a coragem para lidar com às divergências, forças para orar, cuidar e ouvir às críticas sem se sentir culpado.
O amor vai além do simples ato de receber e sim de se doar

Inserida por gal_paixao

⁠A vida é cheia de surpresas, o importante é ser fiel a mim mesmo. Não devo mudar a nem me prejudicar para agradar aos outros.
A felicidade surge em aceitar o que cada um tem de bom, sem a necessidade moldar o outro.
Mudança só devem acontecer em benefício do nosso próprio bem-estar. Mudar para agradar alguém seria suicídio a minha própria existência!

Inserida por gal_paixao

⁠Tire-se o número e o mês
e o ano
a este clarão diário.

Tire-se a manhã
que o arremessa
- parábola no olho,

as horas fogem de si mesmas.

Sem as paredes noturnas
onde as tardes se acomodam
vencidas.

Sem o impulso de ontem e amanhã
a girar-lhe o eixo:

Tire-se o número e o mês
e o ano
ao que é vertente

Sempre

_________ agora.

Inserida por viviane_1

⁠Á mesa do jantar ele se cala.

Que outros falem demasiado
remoendo os chocalhos das próprias ideias
não o incomoda tanto.
Conheceu muitas borras de palavras
e teve de discernir a sós
os afetos que lhe serviram de caminho
ao lado de Dora, sempre.
Tantos jantares gastos em torno a
opiniões
essa esgrima imaginativa
a sentenciosa: ele já o sabia.

Os outros falam
e ele basta um aceno de cabeça.

Inserida por viviane_1

⁠Adultos e crianças vão guiados
por um andor branco e comovente.
Formam
duas fileiras de mãos atenciosas.

A céu aberto arremessam as vozes
contra a linha dos montes.
A lentidão dos passos
imita o arco dos antepassados.

Até que o vente apaga
o dedo em luz.
Soluço. Desamparo.

Como um segredo
a avó me repassa o fogo.

Inserida por viviane_1

⁠No chão de terra seca e sofrida,
No Nordeste a luta é diária, tão sentida.
A pobreza bate à porta com vigor,
Mas o orgulho nordestino floresce, com amor.
Erguemos nossas mãos calejadas,
Na busca de um novo amanhecer, cheias de esperanças renovadas.
Nossos passos firmes nas estradas áridas,
No peito, a força que não se intimida.
Entre canaviais e mandacarus,
Resiste o povo com garra, mesmo nas agruras.
No sertão, a seca que castiga e desafia,
Mas o sorriso nordestino transborda de alegria.
Nosso forró é a dança que contagia,
Embala corações e traz melodia.
No arrasta-pé, esquecemos as agruras,
Celebrando a vida com festa e doçuras.
Somos cordelistas, contadores de histórias,
Versadores da vida, da graça e das glórias.
Nas rimas e nos versos, a expressão sincera,
Do amor pelo Nordeste que nos espera.
Pois mesmo com dificuldades, jamais nosemos,
Somos destemidos, guerre que não tememos.
Alegria e resistência são nossas bandeiras,
Somos nordestinos com toda a fidalguia.
Nordeste é sinônimo de superação,
De um povo valente, de persistência e ação.
Apesar da luta, somos felizes e vaidosos,
Orgulho pulsante em nossos corações amorosos.
Do sertão ao litoral, nossa cultura reluz,
No batuque do maracatu e no frevo que nos conduz.
Somos nordestinos, da poesia à culinária,
Resplandecendo em cada gesto e artesania.
Então brilhe, nordestino querido,
Com esperança e fé, em seu caminho atrevido.
Lute pela sua terra, com amor e fervor,
Seja feliz e orgulhoso, meu nordestino, com todo ardor.

Inserida por Juniorpaixao0

⁠Dois corações unidos, promessa de eterno,
Amaram-se intensamente, sem medo ou inverno.
Mas o destino cruel, traiçoeiro e impiedoso,
Separou-os abruptamente, num adeus doloroso.
Lágrimas escorrem, em rios de saudade,
O tempo não apaga essa trágica realidade.
Seus sonhos desfeitos, como pássaros sem asas,
Deixando apenas lembranças, em memórias embaçadas.
Um amor tão forte, partido ao meio,
Um adeus não esperado, doloroso e feio.
Eles agora vagam, separados e sós,
Com o coração quebrado, em destinos atrozes.
E assim a história se encerra, numa dor sem fim,
Um final trágico de amor, que ninguém previu assim.
Que essa lição nos lembre, com pesar e ardor,
Que nem todo amor tem um final com sabor de amor.

Inserida por Juniorpaixao0

⁠No horizonte do destino entrelaçado,
Uma história de amor e tragédia é pintada.
Entre uma mulher e um homem, corações unidos,
Mas inveja e raiva dançam em seus ouvidos.
Ela, uma rosa de beleza rara e encanto,
Ele, um leão corajoso, imponente e brando.
Juntos, construíram um castelo de emoções,
Mas a maldade oculta tramava suas traições.
A inveja, serpente sorrateira e traiçoeira,
Sussurrava mentiras, causava desespero na atmosfera.
Amigos falsos, olhares repletos de veneno,
Desejando roubar o amor, o mais pleno.
A raiva, uma tempestade implacável que se formou,
Nuvens negras pairando, corações dilacerados.
Palavras ferinas, gestos destrutivos, mágoas profundas,
A tragédia se aproximava, envolta em sombras.
Mas o amor, oh, o amor, bravamente resistiu,
Como uma chama acesa, reluzindo no breu.
Eles se abraçaram, enfrentando a tempestade,
Juntos, encontraram força para superar a adversidade.
A inveja e a raiva, enfim, foram derrotadas,
A luz do amor prevaleceu, almas libertadas.
Eles aprenderam que o verdadeiro amor é resiliente,
Capaz de enfrentar qualquer desafio, qualquer tormento.
Que essa história de amor e tragédia possa servir,
Como lembrete de que o amor verdadeiro irá persistir.
Apesar das sombras que a inveja e a raiva trazem,
O amor é a força que prevalece, que jamais se esvai.
Então, que esses corações, unidos contra a adversidade,
Continuem a escrever sua história com amor e integridade.
Que a inveja e a raiva sejam apenas ventos passageiros,
E que seu amor brilhe eternamente, forte e verdadeiro.

Inserida por Juniorpaixao0

⁠Sob o céu cinzento, a chuva cai incessante,
Um enredo sombrio se desenrola adiante.
O destino cruel tece sua trama trágica,
Onde armas e lágrimas marcam essa epopeia triste e dramática.

Dois amantes, outrora unidos pelo amor,
Agora envoltos em ódio e dor.
Gotas de chuva caem como lágrimas do céu,
Testemunhas silenciosas desse desfecho cruel.

Palavras afiadas como lâminas, cortam o ar,
O amor outrora intenso agora é dilacerado, sem reparar.
Em um turbilhão de emoções violentas,
As armas são erguidas, lançando sombras macilentas.

No momento fatídico, o tempo se congela,
A chuva, testemunha muda, não revela.
O som do disparo rasga a atmosfera úmida,
A tragédia culmina, a vida é subtraída.

As armas caem, impotentes e inertes,
Enquanto a chuva persiste, testemunha destruída e inerte.
Dois corações que uma vez bateram em uníssono,
Agora silenciam, abraçados pelo destino desumano.

E assim, o enredo trágico se conclui,
A chuva continua a cair, como uma melodia de adeus.
Nas páginas deste poema sombrio e triste,
Uma história de amor e dor que jamais será esquecida.

Que essa tragédia nos lembre da fragilidade da vida,
E das consequências de escolhas impensadas e perdidas.
Que a chuva lave nossas almas, trazendo redenção,
Para que jamais repitamos essa triste canção.

Inserida por Juniorpaixao0

⁠Nas auras gélidas de dias turbulentos,
Lágrimas quentes vertem, aflitivas,
Numa coreografia que se desvela,
Em meio ao compasso das horas furtivas.

Reflexos prateados no olhar oculto,
Segredos profundos, mares de dor,
Cintilam, tremulam, sob o céu sereno,
Enquanto o mundo segue seu labor.

Percorro o terreno dos sonhos perdidos,
No âmago frio das noites sombrias,
Exegese intricada da alma em lamentos,
Em ânsias infindas, melancolias.

As lágrimas dançam, suntuosas quimeras,
Traços etéreos de uma dor abstrata,
Resgatam histórias, murmúrios dispersos,
Vestígios tênues de dor que se retrata.

E sob o véu noturno, brilham constelações,
Cosmos de sofrimento, vasto e sublime,
No palco efêmero de um tempo desolado,
As lágrimas, testemunhas do sublime crime.

No búzio do tempo, segredos esculpidos,
São revelados no choro solene,
A harmonia das lágrimas, versos inscritos,
Numa sinfonia de dor e melancolia plena.

Assim se encerra o ciclo das estações,
No poético silêncio das lágrimas quentes,
E o vento sussurra as dores vividas,
Em dias frios e turbulentos.

Inserida por Juniorpaixao0