Textos para Amigas
Ao acordarmos de madrugada com a tua beleza da voz extraordinária e bela como o universo, os pássaros e a natureza mãe embala com o acordar da Deusa Rainha do Fado Cuca Roseta, nos teus concertos inesquecíveis e eletrizantes te vendo toda rodeada de diamantes e Escaldante como um vulcão, tudo apreciar os seus decotes de rainha do fado, e aquecendo os céus pelo mundo fora.
O seu cheiro único como o amor e a paixão ardente do Adãoe Eva, a retocar os céus pela manhã com a sua rebeldia sexy e humilde no seu rolhar rebelde com os seus lábios carnudos a beijar o mundo com ternura.
Dizemos, que mulher, que mulher que nos entanta e nos fascina com a sua beleza.
Uma Tragédia, um Milagre, uma Existência
Dor crônica não é apenas uma condição; é uma consequência que, lentamente, rouba a vitalidade. Ela não mata de imediato, não é um algoz que desfere um único golpe fatal. É, antes, uma tortura persistente, cruel e implacável. A dor crônica não apunhala, mas enfraquece. Não canse a vida, mas subjuga. Ela invade o corpo, retira a autonomia e, muitas vezes, transforma a existência em uma luta contra a impotência.
Essa dor torna a vida uma batalha constante. A racionalidade tenta resistir encontrada, refúgio em pensamentos lógicos e esperanças cuidadosamente cultivadas. Mas a dor é astuta: desafiar a mente, entrar em um jogo psicológico no qual o sofrimento parece sempre levar vantagem. Nesse campo de batalha desigual, a fé surge como última fortaleza — uma fé de que a dor, um dia, cessará; de que um Deus misericordioso aliviará o peso insuportável e oferecerá descanso à alma.
A dor não apenas habita o corpo; ela o domina como um inquilino indesejado que recusa partir. E, assim, uma pessoa se sente à deriva, como estrangeira em seu próprio ser. A espiritualidade é testada em limites inimagináveis. A cada dia, o sofrimento desafia a esperança, esgota as forças e tenta apagar a luz da resistência.
Nesse contexto, surgem os questionamentos: Qual é o propósito de tudo isso? Se a dor não existe, que caminhos seriam trilhados? E se, por graça divina, a cura chegar, haverá uma segunda chance para corrigir erros e redescobrir o significado da vida? O medo da morte paira como uma sombra constante, acompanhada pelo peso da permissão e pelo anseio por redenção.
Ainda assim, o final dessa história permanece aberto. Cada dia é uma batalha, e cada despertar é um ato de coragem. Em meio à tempestade, a fé serve como alicerce, sustentando o espírito e iluminando até os momentos mais sombrios. Apesar do peso, viver é um milagre, e cada pequeno triunfo — mesmo o mais discreto — é uma prova de que Deus é fonte de força e renovação.
A dor, embora tirânica, não tem a última palavra. O Deus que realiza milagres é também o Deus que dá sentido à existência. E é Nele que corpo e alma encontram sustento. Por isso, a luta continua. Porque, entre tragédias e milagres, cada ato de resistência é uma declaração de fé. E assim, sustentados pela esperança de dias mais leves, seguimos em frente, certos de que, ao final, a fé será recompensada com a paz.
Vivemos num mundo de uma sociedade cheia de ilusões e mentiras, de hipocrisia, cinismo, os valores se perderam, relações e casamentos de fachada, só para aparência para não estarem sozinhas, pessoas já não sabem o que é o amor próprio, o respeito, a educação, já não sabem, preferem o mal e apoiar o mal, do que praticar o bem, preferem fazer mal do que fazer bem.
A sociedade prefere a mentira maldosa, porque a verdade é insuportável de se aceitar, a verdade dói como o inferno e o purgatório.
A verdade passa a ser mentira.
E a mentira passa a ser verdade.
Por isso Vivemos numa sociedade mentirosa, de ilusões, estragada, podre, doente, maldosa sem valores hipocrita, cínica e suja. O covid serviu para uma coisa, revelar o que as pessoas são na realidade,
Pessoas boas serão sempre pessoas boas
Pessoas más, diabólicos e maquiavélica, manipuladoras serão sempre pessoas más.
Não é o mundo que é uma MRD, São as pessoas. Mas felizmente ainda a gente boa neste mundo.
Para o mal não prevalecer o lado do bem tem que lutar contra o mal.
em um momento lúcido e desorientado, sem perceber as causas ou mascarar as verdades, tentamos progredir mais errando no mesmo desalinho continuo... Meio perdido diante de tudo e todos. O que sobra, o que resta, o que soluciona .. difícil explicação, e promissor a solução de algo que talvez não tenha mais saída.
- Felipe Loci..
Aquelas noites entrelaçando os nossos corpos até ao nascer do sol,
Sentirmos as nossas línguas juntas, o teu suor, o teu cheiro húmido, uma paixão ardente como um vulcão.
Verão Escaldante.
Ao acordarmos de manhã, os peixes, os pássaros embala com o teu cheiro único como o amor e a paixão, sentir o teu olhar doce e rebelde ao beijar-te pelo teu corpo todo. Dizemos que mulher, que mulher és tu meu Sol. És gostosa e fascinante.
Juntos como uma alma gémea até aos fins dos nossos dias a sentir-nos Duquesa
Tu és como uma poema cheio de letras a cair-te pelo teu todo nu belo e doce.
Acordei feliz.
Sonhei com você, tem tanto tempo que não nos falamos.
Sonhei que te procurava, que ia ao seu encontro.
Cheguei certinho onde estava, você parecia estar me esperando.
Estava meio sem graça, parecia que estava fazendo algo errado.
Você com um olhar meio crítico, me recebeu.
Passamos a noite juntos.
Acordei sem ar, mas feliz dessa noite eu poder te visitar.
Você tá sempre nos meus pensamentos, eu sinto grandemente no meu coração que eu te amo.
Ir a Xerém, sempre é torturante.
Do mar.
Exército de moscas
Poema infantil de Félix di Láscio
Uma mosca
Fez zumbido:
Zum, zum,
Zum, zum...
Uma outra ouviu
O zumbido
E repetiu o enredo.
Zum zum
Zum,zum..
Moscas. logo
Toda todas moscas
Escontaram o som
E partiram em em bando⁷.
Com tantas assim
Estaria formado
Um exército de
Poema Infantil
O Cavalo Caramelo.
Félix di Láscio.
Um cavalo
Foi resgatado,
Tinha a mão branca
E era manca.
O Cavalo Caramelo
Viveu o tempo,
Sem chinelo.
Divido as chuvas
Muitas pessoas
Ficaram desabrigadas,
Essa é parte malvada.
Coitado!
O Cavalo Caramelo
Passou horas
No telhado .
AMOR INVENTIVO
Em tempos de amor líquido acreditei no mito de buscar algo sólido, invertendo a ideia do óbvio finito.
Errei em querer demorar na era da velocidade, onde não há tempo para o amor crescer e haja o que houver, será pura vaidade.
Por medo da solidão aceitei várias vezes menos do que eu mereço, sofrendo com as consequências da minha própria ilusão.
A última vez que achei que me apaixonei o mundo gritou: "perdeu", e meu amor de repente desapareceu.
Riram das piadas sobre eu ser emocionado, hoje eu escondo meus sentimentos de quem não entende meu momento.
Minha contradição é ser razão quando quero ser alma, é viver uma louca paixão, quando no fundo queria acalmar o coração.
Insisto em seguir adiante, mesmo sabendo que num futuro distante estarei sozinho, por ter me apaixonado pelo que inventei de você.
Com amor, pro meu amor do seu amor.
Meu amor, ainda confuso e impactado pela força do que sinto, dedico a você esta música "i'll never love this way again"
Sempre sonhei em enviar a alguém esta canção, mas em conformidade com o que me foi ensinado pela minha mãe, haveria de tomar cuidado pois esta ação é irrevogável. E como diz a própria letra (Eu jamais amarei alguém assim). A materialização do que Deus escolheu pra mim é antes de tudo, prova de sua infinita misericórdia e justiça. Reconhecendo eu não ser merecedor de uma pessoa tão especial. Devoto a você meu LEAL E INCONDICIONAL amor. os dias mais felizes dos últimos 15 anos da minha vida são responsabilidade SUA, e com o desejo ardente de que estes se estendam para além da nossa compreensão. Pois tudo aquilo que compreendemos nos limita. Entenda que por eu não conseguir classificar o que sinto, torna-se incompreensível para mim não saber explicar algo maior que o amor... Você me entende??? Eu só sinto isso pelo meu filho e senti pelos meus pais.
Quero viver para sempre esta incompreensão que me coloca em reflexão na busca pelo entendimento de uma história que mesmo como coadjuvante faz-me sentir fora do espaço e tempo. Mas estes pormenores não cabem a mim compreender e somente viver todos os dias neste emaranhado de bons sentimentos. É como se minha vida começasse agora.
Certa vez me disseram que o homem nasce duas vezes, sendo a primeira através de seus genitores e a segunda quando em algum momento de sua vida algo ou alguém resignifica tudo aquilo que outrora foi vivido, tornando portanto a nascer e tornando-se a partir daquele momento um novo ser. DESEJARIA MUITO poder tê-la apresentado aos meus pais que iriam se sentir honrados por saber que seu filho ganhou de Deus um presente tão especial. Honrarei minha mãe e meu pai adotando os seus pais como conselheiros, nos momentos difíceis e estes certamente em algum momento de nossas vidas hão de ir embora. Te convido à aproveitarmos eles enquanto ainda estão "quentes" pois quando "esfriam" tornar-se-ão memórias. Irei honrar a confiança deles em mim, caso me outorguem o que eles tem de mais valioso nesta vida ( Fernanda, Gabi e Matheus ). Esteja a minha mãe onde estiver, ela também nos ajudará em nossa caminhada, e ainda que nossos pés estejam sangrando meu amor nós seguiremos juntos e com fé. Pois, não há castigo maior nesta vida do que a perda da fé em Deus, em nós e na vida e seguirmos vivendo. Isto é devastador. Guardarei vocês num cantinho bem especial que trago dentro de mim, é um cofre bem singelo, mais cheio de amor e histórias compartilhadas as quais seremos daqui pra frente RESPONSÁVEIS, por episódios alegres, amorosos, engraçados, felizes e sobre tudo claros, para que quando no final da nossa vida ao sermos convidados a lermos o nosso legado, que este faça sentido para nossa família, e que o maior presente deixado para os nossos filhos seja o EXEMPLO e a LEALDADE. Te entrego hoje meu amor a minha melhor metade e se em algum momento da nossa história esta metade não mais lhe servir, devolva-me com o mesmo amor e carinho que lhe foi entregue.
Com amor, pro meu amor, do seu amor.
Brainer Felipe França
Amor,
Você sabe porque os nossos abraços serão tão bonitos???
É porque o lado direito do seu corpo não tem um coração, portanto ele está vazio. Até que o momento em que o meu abraço preencherá o vazio que havia ali, e te fará sentir os nossos corações batendo juntos, pois o coração entende o que a língua não pode dizer e o que os ouvidos não podem sentir. Eu me perdi no seu sorriso, e você sequer sabia que em ti eu encontrei o meu lar, o meu grande amor... Mas eu já sabia!!
Tenho medo de te amar demais e te perder, e sofrer por isto.
Mas também temo não entregar todo o meu amor, tudo que tenho de melhor e por consequência perder a chance de viver este amor, e me arrepender depois que for tarde demais. Desde que te conheci Fê, eu vivo neste estado inebriante de desequilíbrio, e de forma geral minha vida vai muito bem, exceto pelo meu coração que está em um excitante estado de CAOS.
Sempre temo os finais, pois sofro muito ao perder aquilo que amo. Então por favor me diga, como posso te amar sem dor e como posso te amar sem arrependimentos? Porque sou um daqueles especialistas nos outros e estranho à mim mesmo. Depois do meu último relacionamento, pensei em não mais entregar meu coração a ninguém, pois queria que ele permanecesse intacto. Porém você resignificou a minha visão sobre um amor que nunca vivi. Confuso isso né amor??
Vou resumir....
Que possamos ser o coração no lado direito do peito um do outro, me entende?
Amo você!!!
Com amor, pro meu amor, do seu amor.
Brainer Felipe França
Inveja e Família
As pessoas falam de inveja como se ela fosse um monstro que devora. Como se só coubesse em carros, casas, viagens ou móveis planejados. Mas ninguém fala sobre a inveja mais silenciosa, aquela que não grita, só aperta. A inveja de quem tem o que o dinheiro nunca vai comprar.
Eu não invejo mansões. Eu invejo mesas cheias. Eu invejo quem almoça junto todos os dias, rindo, brigando, mas junto. Invejo a casa que nunca fica vazia, que tem vozes, discussões e reconciliações. Eu invejo os abraços dados sem motivo, as palavras ditas para consertar os cacos antes que eles cortem. Invejo a união de quem, mesmo nos piores dias, não solta a mão.
Eu tenho saudade de algo que nunca mais terei. Saudade do passado, do que eu chamava de lar. Daquele amor que era tão natural que nem parecia especial — até ele ir embora. Eu sinto falta de me sentir amado sem precisar merecer. Sinto falta do acolhimento que não cobrava nada em troca. Do cheiro de café no fim da tarde e das risadas que ecoavam sem esforço. Sinto falta dos olhares que me diziam “você pertence aqui”.
E agora? Agora o Natal é só mais um dia. O Ano Novo é só um relógio marcando um tempo que não traz nada de volta. Esses dias que deveriam ser feitos de alegria são só lembretes do que eu perdi. Sentado entre os poucos familiares que restam, eu me pergunto: é isso? É assim que se vive agora? Esse vazio que ninguém preenche, essas cadeiras vazias que gritam mais alto que qualquer música?
Eu queria que fosse diferente. Queria que minha família fosse como aquelas que vejo de longe, que enfrentam os problemas juntas, que comemoram vitórias como se fossem de todos. Mas não é.
E, enquanto todos olham para o futuro, eu me prendo ao passado. Às memórias que machucam porque são lindas demais para serem esquecidas. E talvez seja isso que rasga o peito: o contraste entre o que foi e o que é. Entre o lar que me amava e o silêncio que me resta.
Eu invejo famílias. Não as perfeitas — porque sei que elas não existem. Eu invejo as que têm coragem de tentar. As que não desistem. As que ainda são um lar. E essa inveja não é raiva. É só um buraco dentro de mim, onde a saudade mora e o amor antigo ainda respira, sufocado pelo tempo.
Poesia é…
Poesia é o farol que ilumina o mundo, é a estrela mais brilhante do céu noturno, é a paz dos mares, é o abraço carinhoso e caloroso de uma mãe no seu filho, é o reflexo da mente e do coração, é o alimento gostoso preparado com amor de vó para seu neto.
Poesia é a salvação do ser, sendo ou não sendo, estando ou não estando, parecendo ou não parecendo, pois poesia é a dor transformada em beleza, o sofrimento transformado em arte, é como uma pintura de Vincent Van Gogh.
Poesia é a transcrição de cada pulsar do coração do poeta para a folha, é o compartilhar de sentimentos e pensamentos com os leitores, é a revelação divina para a paz, é a deusa que rege as leis do universo.
Poesia é a mão invisível que mesmo a longas distâncias nos guia, é o cheiro do mar, é o gosto da infância, é a textura macia e fofinha da pelúcia, é o próprio universo, cada letra é uma partícula.
Poesia é amor, é dor, é sofrimento, é medo, é alegria, é o frio do inverno, é o desabrochar das rosas na primavera, é o sol escaldante do verão, é o suave cair das folhas no outono, é o soar da flauta de Pã, é o cheiro da manga rosa e é a canção da terra.
Poesia é a beleza dos feios e a feiura dos belos, é a loucura dos sãos e a sanidade dos loucos, é a honestidade dos mentirosos e a mentira dos honestos, é a união entre opostos e semelhantes de forma ordenada em meio ao caos do cotidiano.
Poesia é a força universal que existe em nosso meio, é a deusa que em nossas quimeras revela palavras que devem ser ditas e fazem do poeta seus porta-vozes, é o caminho para um nirvana interior.
Poesia é cada um, é cada coisa, é animal, é planta, é fungo, é bactéria, é vírus, é protozoário, é cada parte de tudo e todos, é você, sou eu e é até este poema.
Ao acordarmos de manhã com a tua beleza da voz extraordináriae bela como o universo, os pássaros e a natureza mãe embala com o acordar da Deusa Gabi Martins, nos teus concertos inesquecíveis e eletrizantes te vendo toda gostosa e Escaldante, tudo apreciar os seus decotes sexys, o seu calor corporal a transbordar pela natureza.
O seu cheiro gostoso e único como o amor e a paixão ardente, a retocar os céus pela manhã com a sua rebeldia sexy e humida no o seu rolhar rebelde com os seus lábios carnudos a beijar o mundo.
Dizemos, que mulher, que mulher que nos entanta e nos fascina com a sua beleza esta extraordinária cantora.
A alma deslumbrante de Londres
Londres, antiga cidade contrastante da idade de ouro
Às vezes pelas ruas de Londres, às vezes modernas e cheias de história
Sua beleza única como os jardins de Londres
Que tantos olhares atraem
Seus vários estilos únicos como o universo
Faz de você uma atração turística como Shakespeare que caminhou ao longo do rio Tâmisa que o corta ao meio cheio de paixão louca e ardente
A troca solene de soldados
Do Palácio de Buckingham para taças cheias de vinho
Big Ben que perpetua a pontualidade britânica e nos chama a ver tamanha beleza
A London Eye que não vê nada
E de onde muito pode ser visto até seus olhos
Aos domingos e segundas-feiras, tome um brunch na Portobello Road e aproveite o centro político
O jeito londrino de ser
Com as ruas dos sentidos em cabines telefônicas vermelhas
O táxi preto, formalidades
Faça compras em Camden Town
E finalmente,
Conheça pessoas de Covent Garden ao centro político.
ORAÇÃO AOS NECESSITADOS
Senhor, agradeço o alimento que colocou na minha mesa no ano que passou, agradeço a minha saúde e daqueles me são caros e peço para que no próximo ano não permita que crianças inocentes sejam assassinadas por vingança ou qualquer outro motivo, Que não falte comida a nenhum ser vivo e que nossos governantes aprendam e realmente cuidar daqueles que são governados. Obrigado Senhor.
@antoniofelippo
Os enigmas da vida que veio e há de vir, juntamente com minha limitação racional expõe minha pequenez e ignorância para minha consciência.
Com minha nudez combato o orgulho, com a bondade combato a morte, assim como o sangue percorre o corpo e deixa vida em seus caminhos, assim seja meus passos sobre a Terra, carregados de amor e sabedoria de paz, sendo as flores e seus campos verdes o conforto diante o cinza.
Pai, ò Pai, quando me faltar forças, Tu serás cálcio em meus ossos, seja Tu meu pilar, me sustenta e proteja quando a vaidade e a cegueira do poder tentar me assolar, amém!
O peso de ser
Na vida calma e sem graça,
O tempo se arrasta em monotonia,
Onde as pessoas só cobram
E a hipocrisia encontra moradia.
As cores do mundo parecem desbotadas,
E o riso se torna um eco distante,
Enquanto as cobranças incessantes
Transformam sonhos em frustração constante.
Na dança da vida, falta a música,
E os passos se perdem na descrença,
Enquanto a hipocrisia reina suprema,
Sufocando a verdade com sua presença.
Mas em meio ao vazio e à desilusão,
Ainda há uma esperança acesa,
Que clama por uma mudança,
Por uma vida plena e verdadeira, sem surpresa.
Quebrar as correntes da hipocrisia,
E deixar a autenticidade florescer,
É o caminho para uma vida que pulsa,
Com a verdadeira essência do ser.
Então que possamos erguer-nos,
E buscar a verdade com bravura,
Para transformar a vida sem graça,
Em uma jornada cheia de ternura.
Uma ilusão de 2 lados
Nos olhos cegos do amor, ela se perde,
Em um mundo onde a razão se esconde,
Atraída pela luz de um sonho incerto,
Que a leva por caminhos de deserto.
Ela não vê quem está ao seu lado,
O coração preso num laço apertado,
Por alguém que apenas em seus pensamentos reside,
Enquanto quem a ama, silencioso, desliza.
Vendada pela paixão, ela não percebe,
A presença sutil de quem a quer e a tece,
Em cada gesto, em cada olhar afetuoso,
Que implora por um espaço, tão amoroso.
Mas o amor a cega, a envolve num véu,
Ela busca algo além do que é real,
Perdida num labirinto de ilusão,
Ignora a verdadeira emoção.
Assim, ela segue, na sombra do amor sem visão,
Enquanto o verdadeiro amor, em silêncio, espera,
Que um dia ela remova a venda dos olhos,
E enxergue a felicidade ao seu lado, sem emaranhados.
LABIRINTO QUE HABITA EM NÓS
Na paleta sombria da vida em preto e branco,
Caminhamos nós, em loop infinito,
Onde o riso é efêmero e a tristeza é constante,
E a felicidade, apenas um breve aflito.
Ansiedade e cansaço, amarras que nos prendem,
Em meio a uma sociedade de máscaras e mentiras,
Nos sentimos como naufrágios solitários,
Em uma ilha deserta de almas vazias.
Cada passo é uma dança na corda bamba da existência,
Onde o sol se põe em tons cinzentos de resignação,
E a lua brilha com um brilho melancólico,
Sobre os destroços dos sonhos sem direção.
Somos peões em um tabuleiro de ilusões fugazes,
Onde o amor é um espelho quebrado de desilusão,
E a esperança se dissolve como areia entre os dedos,
Neste teatro de sombras, sem redenção.
No eco dos dias, ecoam vozes de silêncio,
Entre a multidão, nos sentimos estranhamente sós,
Como um quadro em branco, esperando a cor que não vem,
Somos poemas inacabados, em versos sem voz.
Não há final feliz nesta sinfonia de desencanto,
Apenas a melodia triste de corações desencontrados,
Onde o tempo se arrasta em um ciclo impiedoso,
E o vazio preenche os espaços, sombrios e deixados.
Assim seguimos, entre sombras e clarões passageiros,
Na dança eterna da busca por algo que se perdeu,
No labirinto de nós mesmos, nos encontramos perdidos,
E a vida em preto e branco, continua, sem adeus.
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