Textos Marcantes
Na vida, aprendi que nem sempre estarei feliz — e tudo bem. A felicidade vai e vem, mas a paz é o que permanece quando a gente aprende a aceitar, soltar e seguir.
Hoje, não quero controlar tudo, nem provar nada a ninguém. Quero apenas ter paz no coração, silêncio na mente e a consciência tranquila.
Porque, no fim, talvez a verdadeira felicidade seja justamente isso: estar em paz com quem somos e com aquilo que não podemos mudar.
Olho para o mundo e tenho medo dele. Acho que no fundo tenho medo da felicidade ou ela de mim. Sempre que estou muito feliz fico desconfiada. Desconfio secretamente e vou-me afastando para que ela não acabe por si só. Prefiro eu correr dela, assim não corro o risco da felicidade me deixar.
Fico em silêncio por um longo tempo e procuro saber o valor dele. Há tantas coisas que eu queria escrever, mas, não posso. As palavras me deixam com medo, por isso fico calada. Há tantas coisas que nunca escrevi e que morrerão comigo. Este silêncio é a minha garantia. Dentro dele está o meu EU gritante.
Quero explodir para que as palavras se libertem. Seria uma loucura as palavras soltas por aí. Ninguém entenderia nada, porque elas se misturariam. Às vezes quero a verdade outras vezes o oposto dela me alimenta. O cotidiano me mata de tédio, por isso me reservo e escrevo.
A vida é tão passageira! É como um sopro. Sopramos e ela se vai. Não entendemos nada da vida e isso me deixa angustiada. Pensar que a vida é um sopro, logo vem à minha mente uma bolha de sabão solta no ar. Tocamos nela e ela explode.
Ficam no ar apenas pedacinhos que vão se desintegrando um a um. Assim imagino o sopro da vida. Uma película muito fina, quase invisível, transparente, brilhante com multicores como se fosse um arco-íris. Duram apenas alguns segundos e explodem.
São os segundos mais belos que nossos olhos já fotografaram e guardaram na gaveta do tempo. Assim é o sopro da vida. Simples, intenso e belo. Se deixarmos passar em branco ele se vai sem deixar nenhum vestígio.
A Eterna Inquietude
"Toda satisfação, ou o que geralmente se chamade felicidade, é, na realidade e na sua essência, apenas negativa, e nunca positiva. Ela não é uma gratificação original que vem até nós por si mesma, mas deve ser sempre a satisfação de um desejo."
Arthur Schopenhauer
A Felicidade e o Agora
Sentei-me num banco ao pôr do sol,
Com a brisa a contar-me segredos do tempo.
Perguntei ao vento, perguntei à coruja:
"Por que a felicidade é só um momento?"
Com olhos profundos de noite estrelada,
Ela sorriu na sua quietude sã.
"Tu buscas no longe, esperas no tempo,
Mas a felicidade está onde estás amanhã."
Suspirei com o peso dos dias passados,
Dos sonhos guardados num frágil baú.
Sempre esperando o dia perfeito,
Enquanto o presente se esvaiu.
"Olha à tua volta," a coruja insistiu,
"O céu se incendeia, a terra respira.
A vida acontece no agora que pisas,
E a felicidade não é mentira."
Então compreendi, com alma serena,
Que a felicidade não é um destino final.
Ela mora no instante, no riso, no afeto,
No voo da coruja e no mundo real.
" 'O dinheiro não TRAZ felicidade' , dizem. Mas, digo eu, o dinheiro LEVA você a lugares incríveis, que o farão muito feliz! (Isso se você for alguém que acha que merece e se o dinheiro for honesto, claro!)."
Texto Meu 0948, Criado em 2019
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, ao ponto de quebrar todas as agruras e preocupações.
Porque, no fundo, é disso que todos precisamos: de um abraço que não seja apenas físico, mas na alma.
Um abraço capaz de silenciar o barulho das inquietações, de aliviar o peso das responsabilidades e de lembrar que a vida é muito maior do que os problemas que insistem em ocupar nossos pensamentos.
Vivemos cercados por cobranças, expectativas e pela falsa necessidade de controlar tudo.
Esquecemos que algumas das principais conquistas não podem ser compradas, planejadas ou antecipadas.
A paz nasce quando aceitamos que nem tudo depende de nós.
A felicidade floresce quando aprendemos a enxergar beleza nas pequenas coisas que o cotidiano oferece.
Talvez a verdadeira riqueza esteja em terminar o dia com o coração leve, em cultivar bons encontros, em agradecer pelo que já temos e em seguir confiando que o amanhã trará novas oportunidades.
As dificuldades continuarão existindo, mas elas deixam de ser gigantes quando a serenidade ocupa o lugar do medo.
Que nunca nos falte a coragem de sorrir mesmo em dias nublados, a esperança para recomeçar sempre que necessário e a sabedoria para compreender que a paz não é a ausência de tempestades, mas a certeza de que nenhuma delas é eterna.
E que, quando a vida insistir em apertar, a Paz e a Felicidade consigam apertar ainda mais forte, até que todas as agruras e preocupações se desfaçam diante da força de um coração que escolheu viver com fé, gratidão e esperança.
A Dor da Saudade que sentimos hoje é o recibo exato da Felicidade que tivemos a graça e a coragem de viver ontem.
Há dores que não nascem daquilo que nos faltou, mas daquilo que, um dia, tivemos por inteiro.
São dores que não denunciam apenas uma ausência; revelam a dimensão de uma presença que, em algum momento, fez morada em nós e transformou a nossa visão de mundo.
A Saudade é esse paradoxo da existência: dói porque foi bom, aperta porque foi verdadeiro, silencia porque certas experiências são tão profundas que nenhuma palavra consegue traduzi-las por completo.
É a vida nos lembrando de que algumas coisas não precisam permanecer para sempre em nossa companhia para permanecerem eternamente em nossa essência.
Talvez um dos maiores equívocos humanos seja acreditar que a felicidade só pode ser considerada plena quando dura indefinidamente.
Como se o valor de um abraço dependesse de nunca mais precisarmos soltá-lo.
Como se a beleza de um encontro estivesse condicionada à promessa de que nenhuma despedida viria.
Como se o amor só tivesse valido a pena quando o destino nos permitisse conservar, intacto, tudo aquilo que um dia nos fez felizes.
Mas a vida não nos oferece garantias de permanência.
Oferece instantes.
E, muitas vezes, são justamente os instantes que julgávamos comuns, aqueles que atravessávamos sem imaginar sua importância, que mais tarde se tornam os capítulos mais preciosos da nossa história.
Um café compartilhado, uma conversa sem pressa, uma risada espontânea, uma voz que já não podemos ouvir com a mesma frequência, um lugar que deixou de ser apenas um lugar porque alguém esteve ali conosco.
O tempo passa, as circunstâncias mudam, as pessoas seguem caminhos diferentes, vão embora, e aquilo que antes parecia parte natural dos nossos dias transforma-se em memória.
Só então compreendemos que, enquanto vivíamos, também estávamos construindo aquilo de que um dia sentiríamos saudade.
E há uma beleza quase cruel nessa descoberta: raramente reconhecemos a plenitude de um momento enquanto estamos dentro dele.
A felicidade costuma ser bem discreta enquanto acontece.
Não anuncia sua chegada, não assina contratos de permanência, não nos avisa que determinada tarde será lembrada por anos.
Ela simplesmente acontece, misturada à rotina, escondida nos pequenos gestos, sem exigir que percebamos sua grandeza.
É depois, quando a ausência redesenha os contornos daquilo que vivemos, que aprendemos a enxergar.
Por isso, a Saudade talvez seja muito mais do que a dor de não ter.
Talvez seja também a consciência tardia de ter tido.
E, embora essa consciência venha acompanhada de lágrimas, ela carrega consigo uma verdade que merece ser acolhida: nem todos têm a oportunidade de viver aquilo cuja ausência hoje nos comove.
Nem todos encontram um amor que lhes transforme a alma, uma amizade que lhes ofereça abrigo, uma experiência que lhes modifique o olhar ou um instante tão luminoso que continue aquecendo os dias mais escuros.
Sentir Saudade é reconhecer que algo ultrapassou a superfície da nossa existência.
É admitir que fomos tocados, que nos permitimos sentir, que tivemos a coragem de nos vincular ao mundo mesmo sabendo, ainda que inconscientemente, que tudo o que é humano está sujeito à impermanência.
E talvez seja justamente aí que resida a coragem de viver: na disposição de amar sem possuir, de construir sem tentar controlar o futuro, de desfrutar sem exigir eternidade e de nos entregarmos aos encontros sem a ilusão de que podemos impedir todas as despedidas.
Porque viver verdadeiramente exige aceitar um risco inevitável: aquilo que hoje nos faz sorrir poderá, amanhã, fazer nossos olhos transbordarem.
Mas evitar a Dor a qualquer custo também pode significar renunciar à profundidade da experiência humana.
Quem nunca se permite amar para não sofrer, talvez preserve o coração de algumas feridas, mas corre o risco de privá-lo das marcas mais bonitas e profundas da existência.
Não se trata de romantizar o sofrimento, tampouco de fingir que toda ausência é suportável ou que toda perda encontra uma compensação.
Há Saudades que pesam, despedidas que nos desorganizam e vazios que não desaparecem nem com o tempo.
Algumas dores não pedem explicações; pedem acolhimento, paciência e o direito de serem sentidas.
Ainda assim, podemos aprender a olhar para elas sem enxergar apenas aquilo que nos foi retirado.
Podemos compreender que a Saudade não precisa ser uma prisão ao passado.
Ela pode ser uma ponte entre quem fomos e quem nos tornamos.
Pode nos ensinar a reconhecer, no presente, aquilo que um dia deixamos passar despercebido.
Pode nos tornar mais atentos aos abraços que ainda podemos oferecer, às palavras que ainda podemos dizer e às pessoas que ainda caminham ao nosso lado.
Afinal, se ontem tivemos a graça de viver algo que hoje nos faz falta, talvez a melhor maneira de honrar essa experiência não seja tentar reconstruí-la exatamente como era, mas permitir que sua existência continue produzindo sentido em nós.
Que o amor vivido nos ensine a amar melhor!
Que as alegrias recordadas nos tornem mais sensíveis às pequenas felicidades de agora!
Que as despedidas nos lembrem da importância de estar verdadeiramente presentes enquanto ainda há tempo!
E que as lágrimas da Saudade não nos façam esquecer a gratidão pelo privilégio de termos uma história que merece ser lembrada.
No fim, talvez a maturidade não consista em deixar de sentir Saudade, mas em aprender a conviver com ela sem permitir que a ausência apague a beleza daquilo que existiu.
Porque há coisas que o tempo leva da nossa convivência, mas não consegue apagar da nossa formação.
Há pessoas que deixam de estar ao alcance das nossas mãos, mas continuam presentes na maneira como pensamos, sentimos e escolhemos viver.
Há momentos que nunca mais se repetirão, mas que permanecem vivos naquilo que despertaram em nós.
E então compreendemos, com a delicadeza e a dureza que a vida nos cobra, que a Saudade é também uma forma de permanência.
Não a permanência daquilo que podemos tocar, mas daquela parte de nós que foi transformada pelo encontro.
Se hoje dói, talvez seja porque ontem houve algo que valeu a pena.
Se hoje os olhos se enchem de lágrimas, talvez seja porque, em algum momento, a vida nos ofereceu motivos sinceros para sorrir.
E se a Saudade é, de fato, o recibo da Felicidade que tivemos a graça e a coragem de viver, que saibamos recebê-lo sem revolta, ainda que com os olhos marejados.
Não como uma cobrança do passado, mas como a prova de que estivemos vivos, de que nos permitimos sentir e de que, por algum tempo — breve ou longo, simples ou extraordinário —, fomos verdadeiramente felizes.
Que a Saudade não nos faça desejar ter vivido menos, mas nos ensine a viver de tal maneira que, no futuro, as nossas lembranças também tenham motivos para abraçar alguém.
Porque a vida não se mede apenas pelo tempo que conseguimos conservar as coisas, mas também pela profundidade com que elas nos atravessam.
E, talvez, a mais bonita reconciliação que possamos fazer com o tempo seja esta: aceitar que nem tudo o que é precioso permanece ao nosso lado, mas tudo aquilo que verdadeiramente nos transforma encontra uma maneira de continuar conosco.
Ditadura da Felicidade
Foi esse o tema de uma da exibições do programa “Na Moral”, comandado por Pedro Bial, na Rede Globo. Atraída pelo assunto, fiz questão de ficar acordada até tarde para acompanhar e saborear a discussão.
Além de instigante, o título escolhido foi bastante pertinente. De fato, embora muitas vezes não tenhamos consciência disso, vivemos, sim, submetidos à ditadura da felicidade. Basta olhar ao redor. É ela (a felicidade) quem nos governa, quem dita as regras a serem seguidas. É ela, enfim, quem está no comando.
Dia desses, em meio a uma conversa descontraída com um amigo, fui surpreendida com a seguinte pergunta: “Qual é, pra você, o sentido da vida?”.
Ingenuamente, respondi que aqui estamos, todos nós, em busca de amadurecimento, na esperança e com o objetivo de crescermos e evoluirmos, tornando-nos seres humanos melhores.
Percebi que o amigo me olhou torto e a impressão que tive foi de que, lá no fundo, ele se sentira injuriado com a minha resposta. Penso mesmo que ele se segurou para não dizer que eu estava completamente enganada, que não era nada daquilo, que o sentido e a razão da vida eram a busca da felicidade. E foi assim que, quando lhe devolvi a pergunta, ele respondeu, com entusiasmo: “Estamos aqui para sermos felizes. Estamos todos em busca da felicidade”.
E aquele bate-papo me fez refletir sobre o quanto somos reféns dessa tal felicidade. Sim, porque tudo o que fazemos é em prol dela. Parece ser ela a finalidade de todos os nossos projetos, de todas as nossas atitudes, de todo o nosso esforço e até das nossas economias.
E onde estará ela, afinal? Alguém aí, por acaso, já a encontrou?
Na sociedade em que vivemos, é comum que a felicidade esteja associada à aquisição de algum bem de consumo. Fica-se feliz com a compra de um carro novo, com a troca do apartamento, com a tão sonhada viagem à Europa. Ou mesmo ao se ganhar um sapato novo, aquele vestido que vinha sendo paparicado na vitrine ou o CD da banda favorita.
Mas a felicidade vai bem além disso. É algo imaterial, que não pode ser tocado. É um estado de espírito, que precisa ser diariamente exercitado para ser mantido. Deveria ser encarada como consequência natural de nossas atitudes, e não como resultado necessário delas.
Em outras palavras, não se trata de correr atrás de um determinado sonho “para ser feliz” ou “com o objetivo de ser feliz”. Melhor é persegui-lo, com unhas e dentes, por crer que aquele é o melhor caminho a ser seguido. A felicidade é que venha, espontaneamente, se e quando puder, e não a qualquer preço, porque ela, na verdade, não tem preço.
Enquanto estivermos nessa busca incessante e desvairada pela felicidade, ela continuará nos dominando, controlando nossos passos e cerceando nossa liberdade. Continuaremos, sim, sob seu comando.
Encaremos a vida como uma excelente oportunidade de crescimento. Pratiquemos o bem, cultivemos o amor ao próximo. Sejamos honestos e humildes. Tomemos o caminho que nos pareça mais adequado. E deixemos que a felicidade venha naturalmente ao nosso encontro, sem cobranças, sem exigências, mas apenas como resultado das escolhas certas que fizemos.
Para uma bailarina.
Não existe coisa mais bela
Talvez nem tamanha felicidade
De voltar o meus olhos e vê-la.
Como em uma dança, a sua complexidade,
Sua voz como música clássica,
Seu andar como ballet,
E você, um quadro da beleza da primeira mulher.
Fico triste em saber
Que você sofreu com o amor,
Uma bailarina sem soldado,
Que desperta em mim um clamor,
De guardá-la em uma caixinha com a mais bela canção,
Para evitar que sofra, e dance
E darei valor na sua mais insignificante ação.
A felicidade está em saber que existe alguém que nos ama na mesma medida que a amamos, senão maior.
A felicidade está em receber o amor, o carinho, a compreensão, o respeito e o afeto que as vezes nem merecemos.
A felicidade está em dividir nossos sonhos e desejos com alguém que se importa com eles. A felicidade está em ti... Meu sonho
A FELICIDADE
Os seres humanos perguntam:
O que é a Felicidade?
A Felicidade muitas vezes,
torna-se um sentimento quase que abstrato
e impossível de realização.
Porque os momentos são muito curtos,
aparece e desaparece de forma sutil,
como num passe de mágica.
Essa busca é constante, mas não seria porque
nós é que somos inconstantes?
Como e onde será que encontraremos a verdadeira Felicidade?
Quando viemos a esse mundo, foi em missão de serviço.
O nosso pai cheio de amor nos presenteou com o dom da Vida e,
colocou em cada um de nós, um tesouro, a Felicidade!!!.
Sabemos que estamos aqui para evoluir,
em busca da sabedoria, do auto conhecimento, e da transformação.
Seja através do amor ou da dor.
Em nossas vidas aparecem anjos e demônios,
alegrias e tristezas.
Os desafios e os sacrifícios são constantes,
mas como diz o provérbio,
D'us dá o frio conforme o cobertor,
porque D'us é pai.
Somos nós os únicos responsáveis pelas nossas ações.
Somos energia pura,
temos o dom da materialização!!!
Se fizermos e seguirmos a corrente do bem,
receberemos amor.
Se semearmos vento, colheremos tempestade.
Vamos fazer o nosso auto conhecimento
sem julgar o nosso próximo.
Saber exatamente como somos,
conhecer nossos limites e a força de nossas energias.
Somente assim poderemos praticar ações em nome do amor
E ensinar ao próximo,
que é dando que se recebe.
Vamos seguir nosso caminho, numa estrada colorida
Transformando os pedregulhos em pedras preciosas.
Essas pedras preciosas, todas, sem exceção,
pertencem àquele tesouro!!!
Vamos tirar o cadeado e derramá-lo sobre nós!
Deixando que a Felicidade ilumine nossos caminhos
e deixar os rastros para os nossos seguidores.
Ser Feliz é aceitar o presente de Deus !!!
Saber perdoar é saber amar, saber amar é saber ser feliz.
Querer a felicidade do próximo é querer sua próprio
felicidade.
Ser humilde é ser do bem.
Não temer em superar os obstáculos da vida, é ser capaz
de fazer o impossível.
Querer aprender cada dia mais é pensar no futuro.
Saber dizer "NÃO" é saber que aquele "NÃO" vai fazer bem
a de alguma maneira em sua vida.
Dizer "NÃO" pode ser o caminho da felicidade.
O caminho certo para a felicidade
A felicidade é radiante, imensa, algo que sempre almejamos e tentamos manter sempre ao nosso lado. O riso verdadeiro de alguém faz tão bem aos nossos olhos, penetra profundamente em nossas mentes, ensinando-nos que um sorriso pode dizer mais do que inúmeras palavras. Percebemos que um gesto tão simples é capaz de transformar momentos pequenos em instantes tão grandiosos.
Buscar ser feliz é umas das prioridades do ser humano, mesmo sabendo que, muitas vezes, as dificuldades nós impede de andarmos junto à felicidade.
Acredito que os momentos tristes e depressivos possuem um valor simbólico para o nosso amadurecimento, só não podemos deixar que esses momentos se tornem frequentes em nossas vidas, fazendo-nos seres infelizes e amargurados. E difícil dar conselhos àqueles que vivem junto ao sofrimento, e que se negam a acreditar na existência de uma saída.
Busco fazer das etapas ruins da vida, uma fase de aprendizagem, de superação, por mais que pareça ser impossível, sempre falo que estou bem, que posso prosseguir.
Penso que o otimismo, o pensamento positivo e a fé são instrumentos indispensáveis para podermos ser felizes, e que sem a presença de Deus, jamais seremos capazes de chegar à vitória.
Eu me engano
Tu te enganas
Enganamos-nos ao pensar que longe a felicidade é maior ou a tristeza ou angustia é menor...
Certas coisas não podem ficar separadas...
O que é mais importante para um pássaro: a asa direita ou esquerda? A questão é: ele só percebe a importância de sua asa (seja ela direita ou esquerda) se ele perde-la, antes por puro comodismo ele não percebe.
Se todos soubessem aceitar o que a vida lhes oferece, tudo seria bem mais fácil. A felicidade só vem pra quem sabe tê-la. O que já se tornou um fato, não deixará mais de existir, cabe a cada um se manter no papel que a vida propôs. Aquele que quer ser o vilão sempre acaba na pior. O mal por si só se desfaz e o bem se revigora cada vez mais.
Talvez eu não seja a mocinha da história, a vilã muito menos serei, mas de uma coisa eu tenho certeza... sou a personagem principal do enredo da minha vida.
"CONVERSANDO COM A FELICIDADE..."
"Eu, à felicidade:
Nobre senhora, possuo as tintas e os pincéis... só me resta a chegada da tela.
Ela, a mim:
Seja paciente, querida, tudo tem seu tempo. Nenhuma espera é em vão e nenhuma 'arte' deixará de ser contemplada... Em breve, ao abrir os olhos, verá que o céu possui mais cores do que o azul que hoje enxerga"
Lágrimas
Toda lágrima que cai...
Cai pela Dor do Nascimento,
Cai pela felicidade do sorriso,
Cai pela eternidade da perda,
Toda Lágrima cai...
Pelo anseio do retorno,
Para alegria da família,
Por ser Amado,
De tristeza da partida,
Partida do coração,
Da amizade ferida,
Toda Lágrima cai...
De desespero,
Cai pela angustia,
Para alivio,
Da Cura da Alma,
Do Coração batido por parar,
Do Dia que Nasce,
Toda Lágrima cai...
No desabafo,
Na insegurança,
Amparo do Pai da Mãe,
Par a desprezo de todos,
Toda Lágrima cai...
Na felicidade de um colo,
No gesto de bondade,
Do Dia que Renasce...
Para Simplesmente Agradecer!...
A Deus.
Felicidade....
Paravra estranha, muitas vezes;
Esperançosa em outros momentos;
Calamitosa, em muitas situações.
Felicidade é a completude daquilo que em algum momento almejamos, desejamos, queríamos.....
Felicidade, voa no ar.....
Talvez como uma estrela, talvez na forma de uma pessoa, quem sabe, na forma de um objeto, seja ele abjeto (desprezível) ou insigne (sublime). Ah! claro, essas últimas definições servem também às pessoas, em especial, é claro......
Felicidade nos traz prazeres, amores, favores.
Felicidade é a certeza de que tudo deu certo e, não importando muito o caminho.....
Felicidade não nasce, estreia!
Estreia períodos ótimos em nossas vidas,
Estreia pessoas maravilhosas,
Estreia reflexões de boas novas, de bem-aventuranças....
Felicidade sou eu, hoje... Isso pode ser mutável, pois tudo muta, porém, é assim que o espelho me mostra....
Felicidade é a transposição de fases....
É a coroa láurea de nossas ações,
de nossas apostas,
de nossos credos e crendices....
Felicidade dá continuidade, dá formação, dá transformação e, sobretudo, reforma, modifica, ressignifica coisas, atos e fatos que achávamos impenetráveis, intransponíveis, impossíveis....
Felicidade possibilita a mudança,
a esperança,
a temperança.
Feliz é aquele e aquela, que nela acredita, que dela se vale, se utiliza...
Felicidade constroi aquilo que foi destruído, demolido, sofrido....
Mas, só se torna feliz, realmente, aquele ou aquela, que por ela se fazem merecer.....
Meus parabéns,
a mim mesmo, por deixar que você entre em minha vida.....
Mãe Felicidade...
A busca pela felicidade
A corrida pela felicidade nos conduz
Às vezes por labirintos sem luz.
Muitas vezes nos confundimos,
Não sabemos como agimos.
Confundimo-nos, perdemos a direção,
Fazemos aquela confusão.
Nunca se diz que é fácil achar o caminho certo,
Pois sempre nos aparece o incerto.
A solução por vezes está na nossa mão,
Mas trocamos a emoção pela razão.
E continuamos na mesma batalha,
Em busca da tão desejada medalha.
Nem sempre alimentamos a esperança,
Pois pra isso, tem que ter a confiança.
Enxergar que a felicidade está debaixo do nosso nariz,
E que é só agarra-la para ser feliz.
Como podemos celebrar algo de felicidade momentânea, brindar momentos "felizes" com bebidas alcoólicas. Se bem próximo da nossa tal felicidade existe um mundo paralelo vegetando e pedindo por socorro, onde vidas imploram por uma chance... Com fome, com frio, sem teto, sem ter onde dormir, sem saber se terá um amanhã.
Com guerras por um palmo a mais de terra, com tanta violência, corrupções, contraste social nítido e estampado na nossa cara. Enfim... É tanta desgraça que 2012 para mim é uma piada, o fim do mundo teve início há muito tempo.
E, se mesmo com tudo isso ainda conseguimos ser felizes, então realmente somos seres desprezíveis.
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