Textos grandes de Amor

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Você não

se deu conta

Eu sou o que sou,

- autêntica

Escrevo por escrever,

E nem um pouco

oculta,

- sou a letra

depravada

Eu sou a boa

literatura,

Correndo nua

pela rua,

Escrevo o quê sinto,

Tudo o quê penso,

Até registros,

Faço arte pela arte,

Filha da criatividade,

Um tanto santa,

Porém, satânica confessa.



Podes ir, mas sei

que volta,

Vais com todos

os meus versos,

- na ponta da língua -

Silabando cada um,

Como o mel

que escorre,

Do meu estuário,

Para a tua boca,

e não te basta,

Além das orbes

celestes,

Lá estão

escritos os poemários

- todos registrados -

Em linhas intimistas

e bacantes,

Para embalar

poetas e amantes.



Você não

se deu conta,

Não escrevo

para você,

Escrevo para

celebrar a vida,

Brindar o amor

E cantar a paixão,

Para esperar

o amor que virá,

Lindo e ardente

como um verão,

Com dias de Sol

e noites

estreladas.

Cada linha

desse poema,

É confissão

plena,

sem confusão,

Liberta

de qualquer

conflito,

Que segue

a vida serena,

Portanto,

siga e voe

para longe,

Em cada asa

sua haverá

o meu rimário

Desse amor

resguardado

num sacrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um poema está escrito

Nas estradas do Paraná,

Alegria doce e caminheira

Um dia para você voltará.



Um Sol que ninguém esquece,

Uma Lua que sempre enternece,

Pelas estrelas do teu firmamento,

O Paraná está no meu pensamento.



Um destino traçado pela glória,

Pelo braço forte da sua gente,

Ainda se escreve a sua história,

Para ser lembrada para sempre,

Uma poesia serena relembra,

- a sua história de valentia

Na ousadia da tropa,

- no trote do cavalo

Na cantoria e no acorde

- violado -

O paranaense será eternamente

- um verdadeiro -

Poeta apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fazes-me bailar

na noite de cristal,

Sou o teu beijo imortal,

a tua poesia,

Talvez a mais fatal:

a tua profecia.

Harpa celestial

afinada na tua mão,

A mulher nascida

para viver de paixão.



Uma crônica, um verso,

um soneto total,

Nascidos em uma noite

de cristal,

Escritos nos passos

da cortesã,

Típicos do baixo

meretrício,

Ufano-me disto

e daquilo sensual...



Oculta, louca e

indescritível fantasia

Que galopa

cuidadosamente...,

Toco sem perdão,

em carinhos

- repletos e libertos

Além de morar no coração,

Ocupei toda a tua mente,

inteiramente.



Doçura, leveza

e espiritual alegria

Que canta

simplesmente...,

A canção que sai

da mente

Para os lábios

docemente,

E que encanta

o meu coração

Pela sinceridade

evidente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Filho da casualidade,

Nasceu soneto,

Sobre os mares,

Sonhando, desbravando,

- e cantando

E a sua rota traçando,

Flutua a caravela,

Procurando aportar

Em terra firme;

O amor não tem limite.



Prosseguindo a embarcação,

Desenhando espumas,

E tatuando o coração,

- a saudade

Nem o vento a tomba,

As brumas não a amedronta.



Herdeiro da verdade,

Eu te escuto,

No tilintar das estrelas,

No beijar dos cometas,

No dobrar das forças,

Eu te pertenço,

E para sempre irei ser tua

Por toda a eternidade...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Batendo

as minhas asas

Tenho direção

E tenho uma

vida toda

Para seguir rumo

E sem temer nada

A rota do sol

para ser alcançada

Tenho coração

Bússola e uma poesia

Para transformar

a vida em canção

Em música solar

Bem no meio das montanhas

E proteger o nosso

amor do mundo

E de todas

mil artimanhas.



Batendo as minhas asas

Tenho direção

Tenho leveza

E tenho ternura

suficiente

Para ganhar

o seu coração

E sem temer a vida

A rota do sol

é a saída

Mais do que

o meu coração

Bússola e poesia

Para transformá-la

em emoção

E numa loucura

de paixão

E toda a oração

em poesia solar

No topo das montanhas

E enlevar o nosso

amor para o mundo

Para que ninguém

desista de carregar

E se orgulhar

que carrega o amor

mais profundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fiz o voto

de perder-me

imensamente

Somente em você,

exclusivamente;

Estranho destino

é o meu de tê-lo

Abrigado em meu

coração silente.



Como se diz

poeticamente:

Chegaste como

um amanhecer

- lindamente -

Dominaste-me

carinhosamente.



Fiz o voto

mesmo distante

De somente

te pertencer,

E resistir à tudo

Que me empurre

para longe

De você.



A minha confissão

é clara

- fiel -

E plácida como

os bordados

Feitos com os

fios coloridos

Da vida,

Que nos afastou

e nos brinda,

Por ainda crermos

nesse amor,

Abençoado pelos deuses,

Pelas ninfas

Recebendo a coroa

de trigo

Pelas mãos

campesinas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho uma canção, uma rota

E a carta náutica

Até para decifrar:

a rota que me leve

para viver e te reencontrar.



Talvez eu não consiga chegar,

- não me importa!

Eu não vou sossegar jamais!...



Porque talvez eu não transmita

- segurança

Através do meu jeito de calar

E de seguir em frente,

Neste mundo descontente.

Eu tenho um jeito de me expressar

- diferente

Talvez não me perceba assim,

Eu falo diferente sim;

De um jeito que jamais esquecerás de mim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho o balanço das amendoeiras

(mãos extremamente macias),

Tempo para escrever poesias

(tenho muito o quê cultivar),

Tempo para ventar versos...,

(para espalhar o meu perfume)

E no teu íntimo penetrar.



Valsa em mim, não durma!

Balançam as amendoeiras,

Lá no meio da rua...,

Assim sendo infinitamente - tua,

Um acorde iluminado pela Lua

Ciente de que és o Sol e regente,

Das orquestras das orquídeas

Dos afetos sem perfídias,

Valsa em mim porque me toca

Algo mui sublime que plantaste

De tal forma que hoje rio à toa.



Tenho tempo porque tenho,

Tempo e o balanço

das amendoeiras,

O que há em mim,

tem tempo para tudo;

Tenho no pulso

O relógio do amor,

Para mim, o amor não passa

E não muda - nunca!



Brisa tão mansa,

Como a infância,

Doce esperança,

Mística cândida,

Sublime poética

De ser trigueira

E madrugadeira

Que balança

Como uma amendoeira.


A minha extravagância

Tão atemporal,

A minha loucura

Tão celestial,

Nascem do desafio

Tal como o vento

Cortante,

No oceano

A desafiá-lo,

Sou um mistério

Inteiro;

Nascido para te desatinar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não pode e não

haverá de existir

Nada mais belo

e interessante,

E que nos conduza

a (fluir);

Nos levando

ao infinito

Do amor e da vida

alucinante.



Não sossego

e nem deixo sossegar,

Porque o que sinto

é de arrepiar:

Na poesia e na gentil

arte de amar.



Não devo nada

a ninguém

Nada mais

justo e forte:

É princípio

de (alguém)

Que é capaz

de amar

Até além

da morte...



Não calo e nem

deixo de escrever,

Aquilo que sinto_ eternizo

Na poesia o quê é,

e também há de ser!



Não nego o quê

bate no peito

Arrepiando a pele,

O amor é assim:

imperfeito.

Revirando o juízo,

Para tudo ele

encontra um jeito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A poesia tem

a leveza das espumas

Ela voa pelo ar

tal como as plumas,

A poesia vira tudo,

e até te [revira

Te fazendo novo

para amar incrivelmente.



O canto que vem

de dentro,

É fruto que ninguém segura,

É a natureza que

ninguém [furta];

Ela é expressão do

meu sentimento.



Ai, poesia!...

Tão perfumada,

Escrita tão plena,

e tão apaixonada;

Voltei a ser menina

em versos [simples,

Não menos belos e

não menos importantes.



O barulho do mar

é como o riso,

Ninguém consegue

prever,

E jamais conseguirá

[conter];

Ele é como o curso

do destino.



Ria bem alto,

mesmo sem

contentamento.

Alegre-se

[sempre],

afastando todo

o sofrimento,

A liberdade pode vir

a qualquer momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Lembre-se de mim, assim:

como margarida vestida de sol.

Lembre-se de mim, assim:

como um sorriso sem fim.



Recorda-te que passei,

e que o amor um dia foi lei.

Agora, tudo mudou:

o tempo - implacável - passou.



Contente-se com a lembrança

Que não dissipou, e não passou,

Recorda-te da borboleta mansa,

- repousada na tua mão

Eu que fui verso e virei canção

Para sempre no país do teu coração;

Serei a tua razão,

- inesquecível -

Lembre-se de mim assim:

como o teu amor celestial

E de todos o mais incrível.



Libertei-me do ninho,

Sou o amor que voa sozinho,

Libertei-te para não voltar,

Viver para me amar

É tua responsabilidade;

Deixe-me no meu destino,

Sou o curso do rio de volta

Para a vida e para o mar,

Assim na poesia estrelar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nunca vi flores tão bonitas,

- todas bem perfeitas

Lindas flores infinitas,

- super perfumadas

Pareciam até pintadas!



Todas muito bem nascidas

Na cidade de Colinas;

Rodeada por cursos d'água,

Coroadas por cascatas,

Todas bem regadas!



Sim, nestes versos inventados,

Bem intencionados,

Para arrancar das colinas,

Mil sorrisos,

Para semear felicidade

No meu canteiro.



Se um dia eu vier ao encontro

Do teu povo,

Da tua cidade que é um jardim,

Eu seja reconhecida

Não como uma simples turista;

Mas como alguém que ama,

A sua gente e a sua cidade

Ainda quando os conhecia

Nos campos de flores e da poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As flores sobre o asfalto,

- suspiram

As emoções ao alto,

- inspiram

Multicores descrevem:

os amores secretos,

e os desejos indiscretos.



Em versos sinceros,

- imensuráveis

Não menos belos,

Censuráveis por uns,

- admiráveis

Por alguns...,

Curvados as boas letras

Para que não te esqueças.



Porque me descortinas,

Danço no meio da neblina,

Faço propositalmente rimas,

Canto de menina,

Bordado de senhora,

Cuidado de poetisa,

Passo de dançarina,

Sono de musa repousado

Desdobrado sobre as colinas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pela minha letra fatal

Desabrocha mansamente,

Pelo meu verso imortal

Carinhoso simplesmente,

Realiza no meu corpo

O segredo dos teus lábios,

Abrigado na tua mente.



Pelo soneto perfeito

Escreva o teu destino,

Pela harmonia corpórea

Revelada secretamente,

Fruto particular da história

Silenciada pelo nosso beijo,

Inviolável ninho de carinho.



Pela minha poesia inesgotável,

Ora tecida em versos ricos,

Ora bordada em versos pobres,

Poesia santa, profana e condenável.



Pelo sonetista que nos vê - e crê,

Pela fé no amor inabalável,

Ora e desabrocha;

Vê e se enamora daquilo que é,

E o coloca para sempre como intocável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A noite caiu desapercebida

De um jeito jamais visto

O luzeiro foi descansar

A Lua como a lamparina

Ilumina o altar da noite

De forma a fazer o céu gingar

Em companhia das estrelas.



A manhã surgiu desapercebida

De um jeito surpreendente

O luzeiro pôs-se a levantar

A Lua foi descansar

O luzeiro bem acordado

Surpreende o céu da noite

De forma a fazê-lo a se dissipar

E levar com ele todas as estrelas.



As moças sempre se encontram

Manhã, tarde e noite de mão dadas

Nestes versos mal escritos

As moças que mais parecem fadas

Estações da vida e dos tempos

Emoções que caem como chuva

Entre o céu e a terra - se apaixonam

Como certas brisas que se encontram

À beira do abismo bem em frente ao mar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Recolhe o tempo dentro de ti,

Brinca com o tempo adentro,

Recoste sobre o meu ombro

E deixe o corpo falar de tudo.



Retire entre nós as espumas,

Deixe que nasça todas as luas,

Entregue-se aos sons das ondas

Para tomares ciência e as contas.



'Inverne-se' para o verão chegar,

Recrie-se para a paixão balançar,

Liberte-se de tudo o que te prende

E deixe livre só aquilo que sente.



Desce a aura rosa do céu,

Dando sorriso ao mar,

O Sol doce como mel,

- Assim resolveu se entregar

Durante as baixas temperaturas,

Ele resolveu rimar-se com o mar,

Aberto as boas loucuras de amor

Remando no oceano de tanto amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Esculpindo

nas pétalas do tempo,

Desenhando

as carícias serenas,

Desejando agir

com maturidade,

Jogando bem longe

o momento

Para fazer de nós

uma eternidade.



Ventando madrugada

adentro,

Escrevendo até

a aurora florescer,

Despertando do sono

não dormido,

Poemizando de vez

até você aparecer

Para fugirmos

deste mundo esquisito.



A verdade que tanto

eu quero,

É a mesma que

eu carrego,

Venho porque

lhe tenho amor;

Eu por ti

jamais sossego.



Alentando da melhor

forma as horas,

Semeando ao vento

as mil floradas,

Que hão de irromper

muitos poentes,

Audazes entre nossas

frontes coladas,

Unidos nos nossos

abraços contentes.



A essência que

tanto eu quero,

É a mesma que eu carrego,

Venho com o mesmo amor,

Que de ti tanto espero.



Ventando tudo

que tenho para ventar,

Amando além daquilo

que ninguém

faz ideia do

que é amar,

Vou além de tudo,

supero o universo,

Só para provar

o quanto te quero;

e a medida de amar

sem medida,

Amar amando

a nossa história,

Vivendo para te amar,

Enfrentando toda

a inveja,

Só para viver

todo o amor

que houver nessa vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As cores se envolveram

Na curva do horizonte,

As duas não se esqueceram;

E é bem aqui dentro de mim,

Que você se esconde.



As espumas e as ondas,

Os beijos das sereias,

As carícias entre as espumas,

Iluminando as mil maneiras,

Escrevendo as boas loucuras.



As cores - 'as nossas',

Os perfumes - a prosas,

Os vinhos - e as rosas,

As mãos - amorosas,

Os beijos - sonetos,

Seguem todos em mim,

A vida prosseguindo o curso,

E eu jamais te esqueço - padeço.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sobre a cadeira de vime,

Suavemente o xale russo,

Repousa certo e sublime,

Tal como um sono profundo.



Sobre o segredo de vidro,

Secretamente tu partiste,

Carinhosa tu deixaste-me,

Sonhando o teu regresso,

E cada pedaço tu repartiste.



Sobre a cadeira de vime,

Fortemente a saudade,

Bate forte e senta o peito,

Com a força da cavalaria

Reclama a tua falta - nostalgia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A liberdade tem os seus próprios [sinais,

Ela é ousada, e sempre quer muito mais.



A liberdade precisa das nossas [marcas,

Ela é audaciosa, é rainha de muitas espadas.



A liberdade tem tudo dos doces haicais,

Ela é o quê é em mil toques [sensuais.



A liberdade precisa de todos os [jeitos,

Ela precisa de todos, e que venham inteiros.



A liberdade tem a sua poesia própria,

Ela é escrita por poetas que fazem [história.



Olhe para alguma parte

Do meu corpo

Sinais que mostram

Um convite

Para ser aventurado

E que fique entre nós

Bem acordado:

Ele não é para ser

- revelado

É o nosso canteiro

- embriagado

Repleto de pimenteiras

Por nossas mãos arteiras.

Inserida por anna_flavia_schmitt