Textos grandes

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Sabe, dançar não exige experiência!
Exige apenas uma grande liberdade
e a ausência do medo do ridículo.
O pior de todos os medos é o medo do ridículo.
As pessoas mais felizes que eu conheço
não dão a mínima pra isso.
Na verdade elas vivem!
Dançam samba no lugar de valsa,
fazem amor sem receio de gritar, morder, revirar
e não se importam com o que os outros pensam.
Então, levante e dance.

São milhares de estrelas no céu
Todas elas compõem o universo
Você é uma das grandes estrelas
E que faz da vida todo o sentido

Chegou no momento certo
E brilhou novos caminhos
Continua ter o significado
O que brilha e diferencia

É isso que se chama amizade
Juntas e sempre bem unidas
E no iluminar umas às outras
Formam tudo o que é preciso

Inserida por salvafaria

⁠O dia em que ninguém foi roubado.
O grande circo promoveu um espetáculo em dois atos, com a promessa de transformar ninguém em alguém.
A peça foi montada com os atores principais e os figurantes, lembrem-se todos ninguém, mas com o desejo de virar alguém.
O dono do circo patrocinou a entrada ao público e ninguém pagou para assistir e participar da escolha dos ninguéns que se tornariam alguém.
Porém, já no primeiro ato, o resultado foi contrário aos aplausos dos ninguéns que assistiam, no entanto o ninguém tinha a certeza, de que tinha sido roubado, mas não iria reclamar, pois se assim o fizesse prejudicaria os seus aliados que se tornaram alguém, ou seja foi conivente com o roubo, mesmo sendo prejudicado.
Veio o segundo ato, e o resultado não foi diferente, mas ninguém acreditando em milagres e intervenção divina ficou sozinho e amordaçado.
E o pior é que tem quem acredita que ninguém é honesto!

Inserida por Vambor

É o papel de Fred, inconscientemente, envenenar minha felicidade. Ele enfatiza as incongruências do amor de Henry. Eu não mereço um amor pela metade, diz ele. Mereço coisas extraordinárias. Mas o meio amor de Henry vale mais para mim do que todos os amores de mil homens.

Imaginei por um momento um mundo sem Henry. E jurei que no dia que perder Henry, eu matarei minha vulnerabilidade, minha capacidade para o verdadeiro amor, meus sentimentos, com a devassidão mais frenética. Depois de Henry não quero mais amor. Só foder, por um lado, e solidão e trabalho, por outro. Nada mais de mágoa.

Depois de não ver Henry por cinco dias por causa de mil obrigações, não pude suportar. Pedi a ele para se encontrar comigo durante uma hora entre dois compromissos. Conversamos por um momento, então fomos para um quarto do hotel mais próximo. Que necessidade profunda dele. Só quando estou em seus braços as coisas parecem direitas. Depois de uma hora com ele, pude continuar o meu dia, fazendo coisas que não quero fazer, vendo pessoas que não me interessam.

Um quarto de hotel, para mim, tem a implicação de voluptuosidade, furtiva, fugaz. Talvez o fato de não ver Henry tenha aumentado a minha fome. Eu me masturbo frequentemente, com luxúria, sem remorso ou repugnância. Pela primeira vez eu sei o que é comer. Ganhei dois quilos. Fico desesperadamente faminta, e a comida que como me dá um prazer duradouro. Nunca comi desta maneira profunda e carnal. Só tenho três desejos agora: comer, dormir e foder. Os cabarés me excitam. Quero ouvir música rouca, ver rostos, roçar-me em corpos, beber um Benedictine ardente. Belas mulheres e homens atraentes provocam desejos em mim. Quero dançar. Quero drogas. Quero conhecer pessoas perversas, ser íntima delas. Nunca olho para rostos inocentes. Quero morder a vida e ser despedaçada por ela. Henry não me dá tudo isso. Eu despertei o seu amor. Maldito seja o seu amor. Ele sabe foder como ninguém, mas eu quero mais que isso.

Eu vou para o inferno, para o inferno, para o inferno.

Selvagem, selvagem, selvagem.

Anaïs Nin

Nota: Diário de Anaïs Nin II

A mulher é metafísica

"A mulher deseja o impossível; desejar o impossível é sua grande beleza".
Somos criadas ouvindo histórias de princesas, contos de fadas com príncipes e frases como: “foram felizes para sempre”. Brincamos com nossas Barbies e seus corpos perfeitos, suas roupas sexys e seu marido sarado com carro conversível. Nossa infância é um laboratório funcionando para nos transformar em indivíduos com uma capacidade extrema de distorcer realidades, de mergulhar em conceitos ilusórios sobre nosso futuro, de sonhar com o impossível e de querermos ser perfeitas.
Não é a panelinha o brinquedo preferido da menina, nem a boneca que faz xixi na fraldinha, é a princesa com sua coroa, seu reinado e seu vestido rosa todo pomposo ou a Barbie com seu cabelão loiro, cintura desumana sem órgãos internos e seus saltos altos.

Crescemos e nos tornamos mulheres dos mais variados tipos e personalidades, todas produtos desse laboratório humano que é o mundo atual, mundo desleal onde disputamos tudo a todo momento. Somos o que buscamos e o que buscamos é o resultado dos nossos sonhos, enraizados em nossas almas pelas doutrinas infantis. Buscamos a perfeição para termos em troca tudo aquilo que nos foi prometido na infância, o nosso "reinado".

A realidade vem como tropeços na vida da jovem mulher, numa fase de transição é necessário transpormos aqueles sonhos infindáveis por objetivos reais e concretos, é uma guerra e essa luta contra o vazio justifica nossa missão de entrega, entrega à realidade. Dura é a vida adulta da jovem que insiste em não abrir mão desse mundo de fantasia e se entregar ao mundo real.

Porém nossa sucumbência à realidade é incompleta, não somos reais, somos sonhadoras, fomos concebidas por Deus para sermos seres com instinto de moldar a realidade, de cuidar, de apontar a esperança e de trazer o caminho, somos dóceis por natureza, afáveis e pacíficas, defendemos nossos filhos com toda nossa força, possuímos o dom de aconselhar, de apaziguar e um sentido extra-sensorial de captarmos as coisas Servimos nossos maridos e lutamos pela igualdade entre os homens, somos guerreiras cheias de coragem, coragem movida pelo amor. Somos soberanas para amar, dominamos nossos sentimentos e enlaçamos o medo, para que nada nos desvie do caminho em busca do nosso objetivo.

O mundo desleal insiste em nos pregar peças. As relações humanas modernas formaram uma sociedade falida. Os antigos sonhos de formarmos nossos tão desejados laços matrimoniais estão dando lugar ao sonho de sermos musas perfeitas, super-mulheres com formas sedutoras, cabelos esticados, diplomas estrangeiros, salários elevados e bebês de proveta (de preferência com traços físicos escolhido a dedo nos Bancos de esperma). Tentam nos convencer a trocar nossos sonhos legítimos por sonhos falsificados, sonhos fúteis embrulhados em capas sedutoras, sonhos que nunca fizeram parte da nossa natureza instrícita.

Carreiras promissoras resultantes de jornadas pesadas de trabalho, a liberdade sexual onde nós que escolhemos quem vamos seduzir, a busca sagaz por mutilar nossa natureza própria para atingir um corpo como o da mulher da vez da TV, nossa cultura carnal que faz de nós bundas ambulantes acopladas a um corpo pensante (que muitas vezes "fala demais"), a rivalidade esdrúxula estabelecida entre as mulheres como inimigas disputando o melhor "pedaço de carne", nossa cultura "sado-light" que nos educa a fugir de certos alimentos com se fossem um veneno letal capaz de matar ao criar uma gordurinha a mais! Somos como soldados treinados a abandonar certos prazeres e a lutar com armas poderosas contra as forças naturais do corpo feminino como a celulite ou o acumulo de gordura, elementos que fazem parte da nossa natureza biológica. Esses fenômenos modernos afrontam mulheres comuns, as velhas sonhadoras que se tornam cada vez mais minoria com o passar do tempo.

Essa corrupção dos valores femininos entra em choque com nossa natureza pacata e sonhadora, como resultado nos tornamos frustradas, deprimidas, vazias e o que é pior, carentes. A carência é a maior culpada pelos erros femininos nas mais diversas proporções, é pela carência que muitas mulheres adotam hábitos alimentares compulsivos, é pela carência que muitas acabam adulterando ou sucumbentes ao sexo libertino e promíscuo. É pela carência que muitas engravidam propositalmente para prender um homem, é pela carência que gastamos fortunas nas lojas, é pela carência que aceitamos comportamentos masculinos intoleráveis, é pela carência que adquirimos o medo da solidão, é pela carência que nos dispomos a abrir mão de nossos planos, e por ai vai. A lista nunca acaba, fazemos os mais variados e criativos erros por carência, sem contar os apelos por livros de auto-ajuda, gurus espirituais, remédios psiquiátricos e o "porte ilegal de armas letais" como decotes, mini-saias e roupas transparentes (qual é o problema? hoje em dia até noiva casa assim!). Mulher carente é igual cachorro macho quando gruda na nossa perna contorcendo esbaforidos: é inconveniente, constrangedor, incomoda e chega a dar pena, mas ninguém suporta!

Somos metafísica, não somos realidade nem estamos disputando uma maratona de beleza, sedução ou poder. Precisamos entender que não podemos abandonar nossa essência porque fomos perfeitamente feitas pelo criador de todas as coisas, foi Ele quem nos moldou dessa forma, para sonharmos, buscarmos e sermos: coração, não carne, compaixão, não poder, amor, não disputa, união, não sexo.

Posso garantir que é bem melhor se abastecer dos sonhos que estão enraizados na nossa alma, mesmo que passemos pela mais diversas frustrações, do que trocá-los por uma realidade efêmera, crua e vazia. Sonhar é buscar atingir aquilo que move o seu coração, é o que mantém nossa alma viva, se ele acabar ela morre e o que sobra é perecível e se estragar apodrece e fede.

Meus sonhos não estão em homens, em salários, em palácios, ou em aparências, estão naquilo que faz parte da minha natureza, estão nos meus chamados, nas minhas buscas e convicções, a espera pela realização dos meus sonhos está nos meus sorrisos e minhas frustrações estão nas minhas lágrimas (por isso choro tão pouco).

O amor exige muita coragem e persistência, por isso não é para os covardes e fracos é para os fortes e valentes, características próprias de nós mulheres, guerreiras que seguem contrárias a direção que o mundo vem tomando, trazendo no colo nosso maior tesouro, o amor.

A náusea

11 de dezembro de 2012

O Estado de S.Paulo

O grande Cole Porter tem uma letra de música que diz: "Conflicting questions rise around my brain/ Should I order cyanide or order champagne?" ("Questões conflitantes rondam minha cabeça/ devo pedir cianureto ou champanha?")

Sinto-me assim, como articulista. Para que escrever? Nada adianta, nada. E como meu trabalho é ver o mal do mundo, um dia a depressão bate. A náusea - não a do Sartre, mas a minha. Não aguento mais ver a cara do Lula, o homem que não sabe de nada, talvez nem conheça a Rosemary, não aguento mais ver o Sarney mandando no País, transformando-nos num grande "Maranhão", com o PT no bolso do jaquetão de teflon, enquanto comunistas e fascistas discutem para ver quem é mais de "esquerda" ou de "direita", com o Estado loteado por pelegos sem emprego, não suporto a dúvida impotente dos tucanos sem projeto; não dá mais para ouvir quantos campos de futebol foram destruídos por mês nas queimadas da Amazônia, enquanto ecochatos correm nus na Europa, fazendo ridículos protestos contra o efeito estufa; não aguento mais contar quantos foram assassinados por dia, com secretários de segurança falando em "forças-tarefas" diante de presídios que nem conseguem bloquear celulares, não suporto a polêmica nacionalismo-pelego x liberalismo tucano, tenho enjoo de vagabundos inúteis falando em "utopias", bispos dizendo bobagens sobre economia, acadêmicos decepcionados com os 'cumpanheiros' sindicalistas, mas secretamente fiéis à velha esquerda, que só pensa em acabar com a mídia livre, tremo ao ver a República tratada no passado, nostalgias masoquistas de tortura, indenizações para moleques, heranças malditas, ossadas do Araguaia e nenhuma reforma no Estado paralítico e patrimonialista, não tolero mais a falta de imaginação ideológica dos homens de bem, comparada com a imaginação dos canalhas, o que nos leva à retórica de impossibilidades como nosso destino fatal e vejo que a única coisa que acontece é que não acontece nada, apesar dos bilhões em propaganda para acharmos que algo acontece. Odeio a dúvida de Dilma, querendo fazer uma política modernizante, mas batendo cabeça para o PT, esse partido peronista de direita.

Não aturo a dúvida ridícula que assola a reflexão política: paralisia x voluntarismo, processo x solução, continuidade x ruptura; deprimo quando vejo a militância dos ignorantes, a burrice com fome de sentido, balas perdidas sempre acertando em crianças, imagens do Rio São Francisco com obras paradas e secas sem fim, o trem-bala de bilhões atropelando escolas e hospitais falidos, filas de doentes no SUS, caixas de banco abertas à dinamite, declarações de pobres conformados com sua desgraça na TV; tenho engulhos ao ver a mísera liberdade como produto de mercado, êxtases volúveis de 'descolados' dentro de um chiqueirinho de irrelevâncias, buscando ideais como a bunda perfeita, bundas ambiciosas querendo subir na vida, bundas com vida própria, mais importantes que suas donas, odeio recordes sexuais, próteses de silicone, pênis voadores, sucesso sem trabalho, a troca do mérito pela fama, não suporto mais anúncio de cerveja com louras burras, abomino mulheres divididas entre a 'piranhagem' e a 'peruice', repugnam-me os sorrisos luminosos de celebridades bregas, passos de ganso de manequim, notícias sobre quem come quem, horroriza-me sermos um bando de patetas de consumo, rebolando em shoppings assaltados, enquanto os homens-bomba explodem no Oriente e Ocidente, desovando cadáveres na Palestina e em Ramos, ônibus em fogo no Jacarezinho e Heliópolis, a cara dos boçais do Hamas querendo jogar Israel no mar e o repulsivo Bibi invadindo a Cisjordânia, o assassino pescoçudo Assad eliminando o próprio povo, enquanto formigueiros de fiéis bárbaros no Islã recitam o Alcorão com os rabos para cima, xiitas sangrando, sunitas chorando, tudo no tão mal começado século 21, século 8.º para eles ainda, não aguento ver que a pior violência é nosso convívio cético com a violência, o mal banalizado e o bem como um charme burguês, não quero mais ouvir falar de "globalização", enquanto meninos miseráveis fazem malabarismo nos sinais de trânsito, cariocas de porre falam de política e paulistas de porre falam de mercado, museus pós-modernos em forma de retorcidos bombardeios em vez da leveza perdida de Niemeyer, espaços culturais sem arte nenhuma para botar dentro, a não ser sinistras instalações com sangue de porco ou latinhas de cocô de picaretas vestidos de "contemporâneos", não aguento chuvas em São Paulo e desabamentos no Rio, enquanto a Igreja Universal constrói templos de mármore com dinheiro arrancado dos ignorantes sem pagar Imposto de Renda, festas de celebridades com cascata de camarão, matéria paga com casais em bodas de prata, políticos se defendendo de roubalheira falando em "honra ilibada", conselhos de ética formado por ladrões, suplentes cabeludos e suplentes carecas ocultando os crimes, anúncios de celulares que fazem de tudo, até "boquete"; dá-me repulsa ver mulheres-bomba tirando foto com os filhinhos antes de explodir e subir aos céus dos imbecis, odeio o prazer suicida com que falamos sem agir sobre o derretimento das calotas polares, polêmicas sobre casamento gay, racismo pedindo leis contra o racismo, odeio a pedofilia perdoada na Igreja, vomito ao ver aquele rato do Irã falando que não houve Holocausto, cercados pelas caras barbudas da boçal sabedoria de aiatolás, repugnam-me as bochechas da Cristina Kirchner destruindo a Argentina, a barriga fascista do Chávez, Maluf negando nossa existência, eternamente impune, confrange-me o papa rezando contra a violência com seus olhinhos violentos, não suporto Cúpulas do G20 lamentando a miséria para nada, tenho medo de tudo, inclusive da minha renitente depressão, estou de saco cheio de mim mesmo, desta minha esperançazinha démodé e iluminista de articulista do "bem", impotente diante do cinismo vencedor de criminosos políticos.

Daí, faço minha a dúvida de Cole Porter: devo pedir ao garçom uma pílula de cianureto ou uma "flute" de champagne rosé?

Sou o sorriso do palhaço a alegria da criança a euforia da primeira dança.
Sou o acidente que sobrevivi, o amor que vivi o amigo que perdi.
Sou feito do desespero do momento, da caricia na hora certa e da alegria de um aumento.
Sou um pedaço de todos que por mim passaram, dos que me entristeceram e dos que me alegraram.
Sou o primeiro beijo que eu roubei, sou o machucado que curei, sou a frase engasgada que não falei.
Sou feito de amigos, metade mocinho, metade bandido.
Sou o gol que fez meu time campeão, sou as páginas do livro que mudaram minha vida, sou a notícia que quase me matou do coração.
Sou a saudade que tenho da infância, sou a falta que sinto de casa, sou metade paciência, metade intolerância.
Sou aquele amor perdido, sou o amor encontrado, sou tudo aquilo que deu certo e um pouco mais do que deu de errado.
Sou cada lagrima que derrubei, cada sorriso que eu dei e cada abraço apertado que eu ganhei.
Sou um pedaço da razão e 80% da emoção, sou toda a saudade, bondade e sonhos que ainda vive em meu coração.

COMO PODEMOS FALAR DE UM PROBLEMA, SE NÃO TEMOS CONHECIMENTOS SUFICIENTE PARA TAL?

Muitas pessoas falam sobre determinado problema, não porque é um exímio conhecedor, ouviu de outras pessoas tirou sua própria conclusão e distribuiu como se verdade fosse as demais pessoas, essas, acreditando na versão emitem comentários que acabam inflamando ainda mais a situação.

Precisamos ter a certeza de determinada situação para podermos ter uma participação critica e consciente na nossa sociedade, desta forma, estaremos emitindo opinião de forma clara o objetiva sem omitir fatos que possam induzir os outros de uma falsa situação, assim estaremos nos educando como GENTE e nos reconhecendo enquanto SER com direitos e deveres, não somente com direitos e sem deveres.

Diz um ditado " SE VOCE NÃO OUVIU COM OS SEUS PRÓPRIOS OUVIDOS, OU NÃO VIU COM OS SEUS PRÓPRIOS OLHOS. NÃO DEIXE SUA MENTE PEQUENA, INVENTAR COISAS E SUA BOCA GRANDE ESPALHAR"

“Você é livre para fazer as suas escolhas, mas é prisioneiro das consequencias" Pablo Neruda.

Afinal quem são os deficientes?

São somente aqueles que possuem determinadas deficiências, tipo auditiva, cegueira, mental, etc.?

Enganam-se quem pensa assim, pois, quantas pessoas: possuem uma audição perfeita e não fazem questão de escutar o que seu próximo tem a lhe dizer; possuem uma visão extraordinária, mas não quer enxergar o que as pessoas têm a lhes mostrar; é mentalmente sã, mas agem com extrema deficiência.

Esses deficientes esquecem: que escutar palavras que invade nossa alma é tão sublime, que pode ser inesquecível, que a vida nos da a oportunidade de poder manifestar nossos sentimentos e emoções através de nossos olhares e para isso, temos que estar mentalmente aberto e deixarmos que fluem o que realmente nosso coração deseja expressar, portanto deixemos de ser DEFICIENTES por ignorância, e nos espelhamos naqueles em que Deus trouxe ao mundo para nos transmitir amor, paz e perseverança através de suas deficiências.

Não quero ser melhor do que ninguém , eu acordo todos os dias agradecendo por mais um dia a mim concedido e pedindo a Deus força e sabedoria para que eu possa superar a mim mesmo. Pois se existe uma grande superação é a de nós mesmos. E a cada dia fico muito feliz comigo mesmo pelos resultados que venho obtendo com minha dedicação e força de vontade de ir atrás do que eu quero , posso atá não consegui o que eu almejo mais já sou um vencedor por estar lutando com todas as minhas forças por aquilo que quero.
Sei que não agrado a todos , pois o meu objetivo não é esse , sou eu mesmo com todos que estão a minha volta. E se em algumas ocasiões eu machuco alguém o motivo é por ser sempre verdadeiro , pois prefiro não iludir as pessoas que me amam e que gostam de mim com mentiras , falsas palavras e atitudes que não são condizentes com minha pessoa , pois assim como as palavras , as atitudes também podem ser falsas e mentirosas , .. peço desculpa se magoei ou fiz alguém chorar . Mais saiba que eu sou o mais sincero possível em relação aos meus sentimentos , e sei que acabo ferindo e machucando as pessoas , mais "prefiro" que você se machuque com a verdade do que se iluda com a mentira , porque a mentira cedo ou tarde vem atona e a decepção da pessoa enganada será maior.

Sozinho pela estrada eu faço meu caminho
Sonhando acordado carrego o fardo do destino
Talvez se eu tivesse dito o que sentia
Esse triste final não aconteceria

Sem ninguém ao meu lado eu faço meus passos
Sabendo que sou o símbolo vivo do fracasso
Te juro que não era minha intenção
Queria eu só alegria levar ao seu coração

E a única coisa que me resta agora?
Somente um adeus e ir embora
Essa nossa história ficou tão mal contada
Viramos as páginas e não há nada

Páginas em branco não contam o fim
Eu meio que falei sem ter noção
Só quero que saiba que tu vive dentro de mim
E que tu está tatuada em meu coração

O Amor é Renovável


Foi inevitável sucumbir a tristeza da perda,
Perdi o amor,
Perdi a vontade de continuar existindo,
A vida se tornou monótona e repetitiva,
Sem chão, eu chorava a morte desse sentimento,

Senti-me derrotado pela vida e chorei,
As lágrimas expelidas tinham gosto de sangue,
Sentia que o final da minha existência era o único caminho,
Mas será que o Amor morre de verdade?
Não seria o Amor um sentimento renovável?

Antes de entregar-me totalmente resolvi sair,
Era festa, todos estavam felizes e celebrando com alegria,
Sentia-me um peixe fora d água em meio a tanta felicidade,
Eis que do nada uma Princesa apareceu,
Era linda e formosa, mas comprometida,

Os graciosos passos da Musa guiavam meu olhar por onde ela desfilava,
Esse dia foi muito importante para minha recuperação,
Não conseguia admirar ninguém há tempos,
Essa mulher despertou minha atenção sem nem mesmo uma troca de olhares acontecer,
Depois desse dia percebi que outras belezas existiam,

Com o passar dos meses retomei minha vida e também a alegria,
Num certo dia, num happy hour com amigos, um mensageiro me trouxe uma carta,
Explodi de emoção quando vi o remetente do recado,
Era ela, a Virgem que me resgatou em silencio,
Queria me conhecer, pois uma atração também sentiu,

Na primeira ligação senti que tudo seria diferente,
Combinamos de nos encontrar e ansioso aguardei o grande dia,
Nosso primeiro encontro foi maravilhoso, parecia algo já vivido,
Beijos quentes, abraços seguros e um prazer puro,
Hoje vivo as expectativas e as certezas desse amor que nasceu.

Quando não estou com você
Ao seu lado, eu quero estar
Quando está por perto
Não quero mais te largar

Quem sabe eu ouça
as batidas do seu coração
Quando você estiver dormindo
E apreciar esse seu lindo sorriso
Quando você estiver rindo

Talvez olhar o pôr do sol
Refletindo no mar
E então deitamos na areia
e começamos a sonhar

Compartilhar bons momentos
Sempre podendo aproveitar
Tudo que eu tiver
de melhor pra te dar

Podem não ser os melhores versos
Que algum poeta poderia escrever
Mas com certeza vão poder dizer
o que eu sinto por você

É algo que não se vê
Mas é o que me faz bem
E com certeza, como você
Não existe mais ninguém

Sussurrar no seu ouvido
as palavras mais lindas
Dizer que com certeza
Você faz parte da minha vida

Todos os dias
Estou sempre pensando em nós
E fico completamente feliz
Só de ouvir a sua voz

Não importa se seja
No presente ou no futuro,
Passe o tempo que for
Te garanto que para sempre
Será o meu amor

"Não grite com seu semelhante.
Seja sempre polido na maneira de falar e no tom de voz que fala.
A pessoa irritada fala alto e agressivamente. É difícil suportá-la.
Já notou que até a música, quando em volume elevado, é irritante ?
Quanto mais a voz que dá ordens, que repreende e que discorda...
Fale aos seus iguais e aos seus subordinados como quem fala a um amigo. Mesmo dando suas ordens fale em tom que revele a sua educação e o seu respeito à dignidade da pessoas humana".

Nascimento, Vida e Morte do Amor

Te conheci numa cama de hospital,
Você doente, chorando de desilusão,
Naquele dia algo especial aconteceu,
Senti que o amor em minha vida apareceu,
Depois que vi lágrimas em seu rosto angelical,
Meu coração doeu, tremeu de emoção,
Desde então minha vida rumou em prol da sua recuperação,

Passamos por várias barreiras impostas pelo destino,
Com muita força e dedicação conseguimos derrubá-las,
Mas à medida que você foi curando,
Eu fui adoecendo,
Adoeci de amor,
Parece que o mal saiu de você e me pegou,
E a partir daí precisei de carinho e você negou,

O amor que em nós nasceu,
Foi sendo destruído pela doença que em mim brotou,
Doença que você tinha a cura e negara com frieza,
Frieza, egoísmos e falta de consideração,
Você me iludiu, usou e jogou fora,
Todos os bons momentos foram mentira?
Será que nas horas de amar você também fingia?

Hoje vivo sem respostas,
Não sei como aconteceu, mas sei que acabou,
Esse “Amor Bandido” deixou marcas,
Cicatrizes permanentes no coração,
No meu pensamento você vaga há todo momento,
Preciso expulsá-la e me reerguer,
Pois um homem frio e sem amor me transformando estou.

Alegria

Alegria
O que é alegria?
Alegria é um sinônimo de felicidade?
Não.
A felicidade é passageira enquanto a alegria é definitiva.
Ser alegre é transmitir felicidade mesmo não estando feliz.

O ser alegre tem esse “dom” em sua personalidade.
Tem leveza em seu olhar mesmo com problemas pessoais.
Pessoa pura e ao mesmo tempo misteriosa.
Já se sentir feliz é passageiro.
Esse estado demonstra um êxtase de prazer.
São fases que tem um final.

Nossas vidas são compostas por valores materiais e emocionais.
Tudo que conquistamos deve nos representar uma meta atingida.
Valorize suas conquistas.
Dê valor às coisas que lhe transmitam felicidade.
Conseguindo isso nos aproximamos cada vez mais da alegria.
Mas é possível ser alegre sem amor?

Amor é um sentimento de duas vertentes.
Ser amado pelos entes familiares.
E ter um amor para dividir a vida.
Quem transmite alegria consegue tudo.
Conquista com facilidade seus amores.
Basta saber valorizar as pessoas.

Demonstre que ama quem você ama.
Carinho é a principal ferramenta dos relacionamentos.
É doloroso perder um amor verdadeiro.
Seja alegre e não caia nas rotinas da vida.
Busque sempre a felicidade e vire as costas para as desilusões.
Quem transmite alegria só conquista felicidade.

Minha infância

Minha infância foi bastante agitada, até bagunçada,
Minha vida foi cheia de brincadeira e de aventura,
Até mesmo apanhei e amei por toda a minha vida,
Sem reclamar eu aguentei tudo aquilo que eu passei.

Nem mil palavras vão poder falar o que eu passei,
Nem mil gestos vão falar o que eu senti,
Nem mil opiniões vão poder me afastar do que eu sei,
Mas uma coisa posso até dizer,
Que neste mundo nasci para amar
E ser amado.
E até compreender as coisas da vida,
Só que a vida não compreende minhas coisas.
Nasci, cresci e até evoluí nesta vida,
Só que nada muda o que passei e o que vivi.

Minha infância foi legal, até chata,
Mas, contudo eu queria
Era revivê-la mais uma vez,
Só para sentir a felicidade
De não ter preocupações,
E não ter culpa de o mundo estar uma ruína.
Minha infância se foi, mas uma coisa eu aprendi com ela,
Que nós temos que viver cada segundo,
Como ser fosse o último da minha vida,
E até dos meus olhos.

Adeus...
Até logo..
Quando os caminhos seguem sozinhos...
Independem da nossa vontade...
Mais temos a impressão da certeza da vida...
Da sabedoria da alma...que de tao leve..transforma-se em..
Espirito...este que livre ...retorna..
Habitando novamente na verdadeira vida!!
Para nos pobres mortais que ficamos...
Resta-nos a saudade...
Da companhia amiga...
Do sorriso tranquilo..do olhar amoroso..
Leva-nos então..nao só nosso carinho e atenção ..
Leva-nos um nome que emprestou ...
Do mais puro amor..
Até breve Maria!!!

Mulheres
Peco perdão aos amigos...mais preciso expressar a verdade ..do nosso ponto de vista e lógico ...
Advirto as mulheres que me ouvem...pois essa verdade preciso revelar..
As mulheres sao muito poderosas...mais nem sempre conhecem o poder que possuem...
Capazes de tornar a vida linda...dar beleza ao dia...brilho as estrelas...frescor a brisa...
Calma nas tormentas...nos fazendo ouvir o canto das sereias...
Iluminando o azul do horizonte...transportando toda uma vida...todo um sentimento ....
Isso tudo sem sequer mexer os dedos...somente com o sorriso..com a doçura do carinho...o estalar do beijinho...
Do contrario nem quero falar...
Se nao a vida...ela pode mudar...
Pois até a vida...e ela mesma..e feminina!!!!

conclusão (62)

Eu lhe dei meus poemas
Dei azas aos seu coração
E fui tudo quando você chorou
A amei quando ninguem mais amou

E agora, como me agradece ?
Me negando e abandonando ?
Por alguem que só amou sua beleza

E Eu que teria morrido por você
...eu que realmente a amei

Espero que um dia veja:
-Você vai sentir falta desse amor que jamais terá novamente