Textos Felicidade e Amor
Tudo Bem
Seria um fato ou ditado popular afirmar que os opostos se atraem?
A resposta não sabemos, mas as improbabilidades seguem acontecendo na vida.
Será que eles são opostos, diferentes?
Seriam água e vinho, a vegana e o carnívoro?
Acredito que sejam tão distintos como como mostarda e mel, doce e azedo unidos, proporcionando um sabor magnífico e inesquecível.
Experiências de vidas bastante particulares mas com corações dignos, calorosos e fiéis.
Mesmo não enxergando completamente o reflexo do companheiro arquitetado, ela se depara com as semelhanças de responsabilidades e valores imutáveis que ele apresenta.
O encanto que ela apresenta o deixa em transe com um simples sorriso ou ao escutar a melodia que sua voz proporciona.
A verdade é que se renderam ao desconhecido e desfrutam um amor com sabor de frutos divinos, verdadeiros alimentos de Deus.
Tornando-me
"Fiz de mim o que não soube, e o que podia fazer de mim não o fiz.''
Mas hoje, olhando ao redor, encontro quem verdadeiramente sou.
Nas falhas, nas conquistas, no que errei e aprendi, e no que sempre fiz,
Descobri a beleza única de ser eu mesmo, sem qualquer tabu.
Não sou perfeito, nem pretendo ser, pois na imperfeição reside a humanidade,
E é nela que encontro minha força, minha coragem, minha identidade.
Cada passo, cada escolha, moldou meu caminho, minha verdade,
E assim sigo, com fé no coração, rumo à minha felicidade.
No fim das contas, o importante não é o que os outros esperam de mim,
Mas sim o que eu espero de mim mesmo, em cada amanhecer.
Fiz de mim um ser em constante evolução, rumo ao meu fim,
E nesse processo de autodescoberta, aprendi a simplesmente ser."
sempre existe esperança no fim do túnel
revolução do tempo que em evidências te clareiam
ser poeta é amar e ser cordial com sua essência
nesse entre linhas do dia
eu um ser normal
comum que não resiste ao teu rabiscar
cada frase vinda do teu coração e entoar
transcende a qualquer medida do verdadeiro amar.
A TI PROMETO
Em todo momento que me ver alerta durante a antemanhã fria, prometo pensar na bonança que há em repousar em seus braços. E no decorrer da troca de frases singelas e belas, prometo pensar em como utilizá-las em um poema direcionado e dedicado a você.
Ao me ver só, deitado em meu leito para minha cessação do desprazer humano, prometo idear sua venustidade, para que deste modo, eu crie uma imagem hipotética sua ao meu lado. E sempre que não souber controlar a volúpia que há de pensar em você, prometo conduzir toda minha flama aos poemas e poesias que escreverei para você.
No momento que houver discordâncias, prometo depreender o seu lado, e em momento algum achar que tal pensamento é errôneo. E caso haja dúvidas sobre o que sinto, prometo lhe dizer de maneira clara, explícita e quantas vezes for necessário, eu te amo.
TE AMO POR INTEIRO
Sou niilista, mas por você, perco a razão. Larguei de mão a inexistência e por você virei poeta, me aprofundei no seu olhar e não consigo fugir desse oceano que é amar você.
E na verdade não quero fugir, quero ficar, amar, proteger e a cada vez mais me impressionar com você. Adorar seu jeito de tal forma que Deus fique com inveja, e não acredito que ele tenha te criado, pois, nem mesmo Deus criaria algo tão perfeito.
Seus cabelos como ondas do mar me deixam boiando de amor, uma paz sem fim. Estar ao teu lado é como achar a sensação de excitação perfeita, sua alma reflete o futuro, e nesse futuro somos somente eu e você, contra tudo e todos.
Me faltam palavras para elogiar sua beleza, seria clichê demais me amarrar a frases simples como "você me deixa sem palavras", "você me deixa sem ar". Você merece muito mais, você merece um poema com todos os sinônimos de amor, escrito com as mais lindas palavras, com a mais perfeita caligrafia e é claro, com todo o meu amor investido.
Anotei suas palavras na hora de partir,
eu senti a mágoa, da moça, do meu amanhã,
eu vou voltar pra juntar os cacos,
talvez algum dia...
Depois de tudo que eu passei,
eu sou pescador dos percursos,
regressando os erros do presente,
pedaços machucados e feridas que não fecharam...
Vou refazer meu percurso,
a felicidade de ter uma saudade,
de coisas boas quando morava por aí,
Repensar primeiro e reunir as cores do abraço
a alegria de ver terra nova, um amanhã...
Um único dia seria insuficiente para descrever, o quanto te amo! Sinto-me um homem amado, realizado e ainda digo-lhe mais:
Nestes 15 anos, 180 meses, 780 semanas, 5 mil e 475 dias, 131 mil e 400 horas,
7 milhões e 884 mil minutos, 473 milhões e 400 mil segundos, continuo te AMANDO.
Aliás como sou feliz ao seu lado! e mesmo todo este tempo, parece que foi ontem mesmo que descobri "que eu te amo" continuarei a enamorar-te sempre, todos os demais dias da minha vida, ou seja, continuaremos ser um casal de enamorados, que reformam, reformulam, renovam e restauram o conceito do namoro no casamento!
Monólogo ao tempo
E o tempo que sempre foi sensato, o que lhe aconteceu? Quem me dava pistas de como manter-se vivo, hoje, nem dá um suspiro. Dizem por aí que você se apagou, outros, que você deu uma leve pausa no serviço para com o mundo e eu, meramente desacreditado, acredito que esteja de birra comigo.
Você um dia falou: "Vai com calma que seu coração não vai aguentar!" Lembro nitidamente a primeira surra que levei por não ter lhe escutado, por não ter dado ouvidos ao condutor do mundo, o verdadeiro arquiteto. Hoje, com mais calma, eu percebo o quanto você faz falta. Um falta que não faz um amor não correspondido nem o que já passou. É dor dissimulada que estrangula o meu peito por perder um bem que tanto admiro.
Advento da sua preocupação, lembro da paciência de lidar com problemas alheios. Assim como uma matriarca, cuidou, alimentou e deu conselhos, faltou o afeto, mas sabe... Há muito tempo uma professora de semiótica falou
que dentro de relações sintáticas/sociais e diárias a demonstração de afeto mais forte é aquela que, dentro dessa análise, se esforça pra ser irritante. Era você. Tempo.
Não sei por que você desapareceu tão repentinamente mas espero sua volta de braços abertos e com aquela calma que me ensinaste.
Se foi por causa dele eu entendo, temos muita coisa para conversar.
'ABELHAS'
Sob a mesa amarroada,
abelhas polonizam a carne crua.
Zumbidos ao redor de um copo caído parece infinita cena.
Embebidas com o cheiro acre,
destilado,
decalque...
Próximo a elas,
papéis jogados,
acolhendo a letargia de algumas,
veemente saboreando seu pedaço de carne.
Asas parecem bater mais fortes,
volúpias,
vaidades, ...
Para onde fora o própolis?
Sem significado,
os papeis sofrem:
abelhas já mortas,
sem voo,
empalhadas pelo próprio 'mel' que criara.
Vilipendias,
caminham lentamente na emoção...
Parado na reflexão,
a casa de palha observa-me petrificada.
Serás casa nos dias que virão?
Ou apenas lembranças de rodas dentadas?
Tudo será abelhas,
engrenagens?
E em meio a tantas,
sopeio as que ainda restam.
Mas outras voam sem rumo,
sempre a procura,
carnes cruas,
colmeias...
'PAREDES'
As paredes dizem muitas coisas.
São olhos que rodeiam.
Algumas parecem falar.
Presenciam.
Quando mudamos e elas ficam,
um pedaço fica ali.
Gravado.
Cada parede é um retrato
que tanto presenciou.
E quando se tem uma ligação íntima,
elas fazem parte.
É um velho amigo de infância.
Tantas lembranças vêm.
Algumas estão intactas.
Vigorosas.
Outras caíram.
Rachaduras perceptíveis
quando mal construídas.
Tantas escondem suas vulnerabilidades com tintas.
Têm aquele esplendor aparente,
mas por dentro, apenas resíduos.
Poucos não a percebem.
Ali. Parada. Muda.
O essencial é saber que,
elas permanecem vivas.
Com suas particularidades.
Fazendo parte das nossas vidas.
A maioria delas, sem importância.
'QUERER'
Queremos tantas coisas. Mas apenas uma é relevante. Custa-nos descobrir o que realmente é. Tem descobertas que assolam. É conveniente guardarmos a sete chaves, pois, pouco importa extravasarmos o que nos pertence. O contíguo sufoca.
Quisera termos a ingenuidade dos loucos. Sim. Desses que não se importam com a chuva e o sol. Temos mundos diferentes, porém, a direção é a mesma. E seguimos... sem saber o que realmente queremos. Sabemos, mas fingimos com habilidade. Que nosso eu extravase. Que sufoque. É isso que nos deixa parcialmente vivos: o querer que inquieta e o extenso caminho a prosseguir.
'PARÁGRAFOS'
Às vezes acordo na madruga e
ponho-me a pensar sobre o universo.
O meu universo.
Tão fechado.
Tão inóspito.
Aos meus tímpanos barulhos vários
e à minha inquietude o frio matinal.
Sou levado a filmes que
repetidas vezes já o assisti.
A melancolia e o desespero assombra-me.
Encoraja-me.
Olho para o reflexo embaçado no espelho.
Penso: já não sou o mesmo do café da manhã de ontem.
A cama há muito está vazia, exceto por uma sombra
que durante décadas não se achou.
Encontra-se perdida.
É uma alma penada com decreto temporário.
Aprisionada.
Não a prisão destinada aos malfeitores.
Quisera fosse.
É a prisão do inacabado.
Do incômodo.
Do inconformismo.
'ELA'
A conheci. Foi assim que aconteceu.
Não tínhamos a chama que abrasa.
Tampouco a sensação que estarrece.
Olhares que não se atraem.
Invólucro que aquece.
A incidência diria que ela não iria fazer parte.
Destino insignificante e controverso.
Escória dos que esperam.
Foi assim que ela se apresentara.
Não perguntou se eu desejara ou se tinha remorsos.
Ficamos amigos. Não tinha outra saída a não ser
fingir-lhes amigos de sangue.
Nesses entraves, pouco lembro-me dela.
Gostaria de lembrar mais vezes, tê-la em meus
pensamentos com afinco, ultrapassar a mera visão
de mortal que és. Tê-la sôfrega aos desejos que aspiro.
Resultado do inesperado, ela representa pouco.
O pouco que imortaliza. Temos um pedaço em comum
que mais atraí que repulsa.
É isso que faz a heterogeneidade da vida.
A vida que não pedi, mas que agradeço.
'INCÓGNITA'
Foste incógnita que aprisionou pensamentos.
Fizeste da vida inútil beleza.
Ficaste incompreendida em ser tão verdadeira e
era tão gigante em fazer felicidade.
Permaneceste viva diariamente em sólidos pensamentos
porque fixastes paixão aos olhos.
O imenso está na grandeza do simples.
Por isso foste tão intrínseca.
Pena, o mundo não parou
e Deus era apenas mito.
Retratos degeneraram-se e
o tempo destruiu significados.
Incógnitas apareceram mas
não tinham a luminosidade do A.
Desejo-te não apenas felicidades,
mas a forma completa.
'ULINETE'
És graciosa,
como o ouro fino.
Todos sabem lá no íntimo,
demonstra delicadeza.
Tem no coração tanta beleza,
e o sorriso abrasador.
Se a vida é cheia de dor,
ela soube ser mais forte.
Com garra, desejo e norte,
venceu guerras impossíveis.
Derrota é inadmissível,
para uma mulher com esplendor.
'O OLHAR PARA O MUNDO'
O pequeno olhar para o mundo. Olhos cheios de lágrimas. Chega-se de supetão arraigando dores. Inocente. Displicente nos gestos. Sem maldades ou maculas. O coração acelera os dias sonolentos. E o 'haja', após algum tempo, tem sabor amargo e cansaço...
'Destino' é palavra certa. Sem nomes, só cores desbotadas! Lá fora há pessoas atônitas. Suplicando notícias e explicações sobre a vida já sem respiros. Mórbidas, as mazelas ficam ocultas por um tempo. O 'antes' é suplicado com os braços encorajando súplicas. Respostas não veem assim de imediato...
Tentativas e ruínas misturam-se. O vento sonolento, tenta abrandar significados vãs. O sol fecha os olhos e o horizonte foge ao coração. Trás sabedoria! Forças para enfrentar tempestades! Ninguém ouve vozes de retratação, ou pedidos de transformações futuras...
A tábua escrita em pergaminho tem difícil compreensão. A vida mui semelhante esconde a essência para o bem viver. - Para quê sentidos passageiros se a melhor explicação está sob o véu, guardada à sete chaves? As rotações deixam a vida sem espiritualidade. Sem verdades para adocicar a pobre criança, sedenta de compreensão, alívio e essência...
'MEIAS VERDADES'
A perda do encantamento do mundo impacta o café da manhã na sala. Verdades sejam ditas: o almoço ao pé da cama redireciona tristezas, avarezas e estranhamentos cotidianos...
Filhos jogam os abraços de lado (como toalhas) e as pessoas tornam-se mortais de fato. Obcecadas à ocultar lágrimas que fingem não existirem. O olhar para os livros empoeirados é esquizofrênico. Explodir palavras trás assentimentos vários...
O ofício tão sonhado deixa o corpo prorrogativo. Depressivo ao tentar levantar da cama aconchegante e condolente. A semente não há de germinar em meio a tanta confusão. Entre criaturas asquerosas por natureza...
O ponto no universo deve deflagrar-se por si só. As tentativas de melhorá-lo é psicose. Arraigar aquela plantinha no sobrado é imperceptível aos olhos do impossível. Meias verdades para aqueles que veem um mundo florido e cheio de esperanças...
QUEBRADIÇO'
Nas cicatrizes levanta-se
Abraçando as dores do mundo
Fitando ruas...
Fez dos fantasmas amigos
E da solidão crua
Razão para celebrar...
Sem cogitar
Triturou paralelepípedos agudos
Acenando esperanças...
Sem perfeição
E sabor agridoce nas veias
Afogou-se em desesperos...
A rua é imensidão
Futuro desolado
Generoso nas horas incertas...
Mas sempre compartilha o pouco pão nas intempéries
E faz da vida ilusão
Ópticas várias no amanhecer...
É criança sem reação a transbordar
Ansioso por respostas
Descrenças...
Quebradiço
Ele espera lá fora
Veemente por casulos...
[novas ausências]
Estando na tua companhia,
fico deslumbrado por seres linda,
por tua alegria, pelo teu jeito agradável,
pela tua voz de serenidade,
por tua capacidade de fazer-metão bem,
a tua presença deixa-me entusiasmado,
sinto uma felicidade,
quero fazer o mesmo por ti,
amando-te de verdade
e que seja recíproco da tua parte,
sei das tuas fraquezas,
mas também tenho as minhas,
podemos juntar nossas intensidades
e andarmos na linha da racionalidade
acompanhados de fé e amor,
respeitando o espaço do outro, reconhecendo o valor de cada um,
um desejo muito audacioso
"Amar e em troca amado ser",
mas não é impossível
e assim será,se Deus quiser.
Ela é uma linda inspiração
com sua espontaneidade,
determinação exemplar,
por ser cheia de felicidade
não foca na dificuldade
ou na maldade alheia
e sim naquilo que quer conquistar,
uma guerreira por natureza,
alguns sonhos já realizou
e se Deus quiser,
outros, ainda irá realizar,
está sempre cercada de amor
e também sabe amar
o que faz o seu valor aumentar,
uma edição limitada,
jóia rara difícil de encontrar.
