Textos engraçados para amigos

Descobrimos amigos pela presença, mas acima de tudo pela ausência.
Amigos mesmo descobrimos pelo que eles pensam de nós assim que nos fazemos ausentes.
Amigo é aquele que mesmo longe mantém tudo que disse diante de você.
O amor que ele declara na sua frente, é o mesmo amor que ele continua afirmando quando você se vai embora.

A síndrome dos 20 e tantos...

Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.

Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!

Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.

Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.

De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.

O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…

Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…

Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?

No fim das contas não importa quantas festas você esteve, quantos amigos julgou ter...
O saldo final é aquilo que se fez consigo mesmo, o quanto esteve em paz, o quão leve manteve seu coração, as tantas vezes que controlou seus instintos danosos, outras tantas que perdoou e se melhorou.
Não se conta o que vale a pena por quantidade, mas sim pela intensidade que nos modifica!

Encontrar amigos/companhia para ir a baladas, viagens, jantares em restaurantes bacanas, happy hours e outros momentos legais é fácil, difícil é encontrar quem fica do seu lado mesmo com os seus defeitos, que fica perto quando todos ou muitos se afastam; difícil é encontrar alguém que vai trocar esse tempo dela(e) de diversão pra continuar do seu lado em meio a toda tempestade, ouvindo as reclamações e problemas sem te julgar e condenar, sem te interromper...

Geralmente essas pessoas são as primeiras a serem esquecidas quando a calmaria volta, quando os problemas desaparecem e os "amigos" que "dão mais" começam a voltar...

Mas e aí, quando o tempo escurecer e começar a chover problemas de novo, quem vai dançar na chuva ao seu lado?

Play groud

A vida é um play ground
E nossos amigos seriam como as crianças
que brincam no balanço da amizade.

Os parentes seria as crianças
nos altos e baixos da gangorra.

O dinheiro como as bundas
que descem no escorrega.

O amor feito aquelas crianças tontas no gira gira.

E por fim os inimigos'
Eles seriam como as madames e seus cachorros
que defecam nas areis de nossas vida e logo
partem [com a graça de deus]

Bom Dia meus amigos!
Obrigado Deus, pela oportunidade de viver mais um dia. Entrego essa nova semana em tuas mãos, livra-me de todo mal...que as bençãos e a paz do nosso Deus encham o coração de todos nós com muita saúde, e alegria nesta semana que se inicia. Que Deus abençoe nossos lares, nossas famílias e nossos amigos, Amém.

"Sento em meu sofá,
e fumo meu cigarro.
Meus 20 melhores amigos que estão sempre ao meu lado.

Os dias passam tão rápido,
quanto o vento que passam entre meus dedos.
Encaro isso tranquilo,
sem medo.
Difícil é quando me dou conta,
de quão sozinho estou.

Observo pela janela,
os pássaros se recolhendo ao som de trovoadas.
Se aconchegando em suas casinhas,
para logo depois da tempestade,
dar início a uma nova jornada.
Rumo ao leste,
sempre em bando.
Até os pássaros tem um plano de vida,
e eu aqui, de dor,
me drogando.

Questiono a vida,
questiono meus atos.
Lhe poupo palavras,
lhe peço amparo.
Para me aliviar a dor desde pesadelo que me deparo,
somente uma bala, e um disparo. "

Amigos. — Apenas pondere consigo mesmo como são diversos os sentimentos, como são divididas as opiniões, mesmo entre os conhecidos mais próximos; e como até mesmo opiniões iguais têm, nas cabeças de seus amigos, posição ou força muito diferente da que têm na sua; como são múltiplas as ocasiões para o mal-entendido e para a ruptura hostil. Depois disso, você dirá a si mesmo: como é inseguro o terreno em que repousam as nossas alianças e amizades, como estão próximos os frios temporais e o tempo feio, como é isolado cada ser humano! Se alguém percebe isso, e também que todas as opiniões, sejam de que espécie e intensidade, são para o seu próximo tão necessárias e irresponsáveis como os atos, se
descortina essa necessidade interior das opiniões, devida ao indissolúvel entrelaçamento de caráter, ocupação, talento e ambiente — talvez se livre da amargura e aspereza de sentimento que levou aquele sábio a gritar: "Amigos, não há amigos!". Esta pessoa dirá antes a si mesma: Sim, há amigos, mas foi o erro, a ilusão acerca de você que os conduziu até você; e eles devem ter aprendido a calar, a fim de continuar seus amigos; pois quase sempre tais laços humanos se baseiam em que certas coisas jamais serão ditas nem tocadas: se essas pedrinhas começam a rolar, porém, a amizade segue atrás e se rompe. Haverá homens que não seriam fatalmente feridos, se soubessem o que seus mais íntimos amigos sabem no fundo a seu respeito? — Conhecendo a nós mesmos e vendo o nosso ser como uma esfera cambiante de opiniões e humores, aprendendo assim a menosprezá-lo um pouco, colocamo-nos novamente em equilíbrio com os outros. É verdade, temos bons motivos para não prezar muito os nossos conhecidos, mesmo os grandes entre eles; mas igualmente bons motivos para dirigir esse sentimento para nós mesmos. — Então suportemos uns aos outros, assim como suportamos a nós mesmos; e talvez chegue um dia, para cada um, a hora feliz em que dirá:
"Amigos, não há amigos!" — disse o sábio moribundo;
"Inimigos, não há inimigos!" — digo eu, o tolo vivente.

Amigos. — Apenas pondere consigo mesmo como são diversos os sentimentos, como são divididas as opiniões, mesmo entre os conhecidos mais próximos; e como até mesmo opiniões iguais têm, nas cabeças de seus amigos, posição ou força muito diferente da que têm na sua; como são múltiplas as ocasiões para o mal-entendido e para a ruptura hostil. Depois disso, você dirá a si mesmo: como é inseguro o terreno em que repousam as nossas alianças e amizades, como estão próximos os frios temporais e o tempo feio, como é isolado cada ser humano! Se alguém percebe isso, e também que todas as opiniões, sejam de que espécie e intensidade, são para o seu próximo tão necessárias e irresponsáveis como os atos, se
descortina essa necessidade interior das opiniões, devida ao indissolúvel entrelaçamento de caráter, ocupação, talento e ambiente — talvez se livre da amargura e aspereza de sentimento que levou aquele sábio a gritar: "Amigos, não há amigos!". Esta pessoa dirá antes a si mesma: Sim, há amigos, mas foi o erro, a ilusão acerca de você que os conduziu até você; e eles devem ter aprendido a calar, a fim de continuar seus amigos; pois quase sempre tais laços humanos se baseiam em que certas coisas jamais serão ditas nem tocadas: se essas pedrinhas começam a rolar, porém, a amizade segue atrás e se rompe. Haverá homens que não seriam fatalmente feridos, se soubessem o que seus mais íntimos amigos sabem no fundo a seu respeito? — Conhecendo a nós mesmos e vendo o nosso ser como uma esfera cambiante de opiniões e humores, aprendendo assim a menosprezá-lo um pouco, colocamo-nos novamente em equilíbrio com os outros. É verdade, temos bons motivos para não prezar muito os nossos conhecidos, mesmo os grandes entre eles; mas igualmente bons motivos para dirigir esse sentimento para nós mesmos. — Então suportemos uns aos outros, assim como suportamos a nós mesmos; e talvez chegue um dia, para cada um, a hora feliz em que dirá:
"Amigos, não há amigos!" — disse o sábio moribundo;
"Inimigos, não há inimigos!" — digo eu, o tolo vivente.

Já percebeu que voce denomina as pessoas proximas a voce de amigos ou parentes enquanto elas estao vivas?
Por que vc só as denomina de "ente querido" apenas quando elas morrem?
Talvez, seja porque na perda percebemos o verdadeiro valor da importancia das coisas.
Talvez seja por isso que os mortos recebam mais flores do que os vivos.
Talvez. Apenas talvez. O remorso seja mais forte do que o amor

Que o anjo do SENHOR JESUS
Ilumine nossos corações, nossas vidas, nossos familiares e amigos

Para que possamos ter um natal abençoado na presença de todos àqueles que amamos
E compartilhamos momentos preciosos e únicos.

Que a paz
O amor
A alegria
E a esperança de um novo tempo
Se renove em nossos dias.

Que o DEUS menino traga- nos!
Boas novas e que a Harmonia e a sensibilidade
Floresçam.... a cada novo dia diante dos nossos olhos
Que carregam o brilho, a coragem e a ternura mesmo quando o mundo
Inteiro tenta rouba-nos.

Felicidades
E que sejamos gratos sempre!!!!

São meus votos
A cada um de vocês que bordam alegrias
Em meu coração em forma
De poesia e afetos sinceros.

Eu gosto de pensar que ainda existem pessoas honestas...
...Amigos verdadeiros
...Amizades duradouras
...Que ainda existem aqueles que vê em nós algo bom.
...Aqueles que de fato acreditam em nós.
Gosto de pensar que existem melhores amigos desde a infância, ou pérolas que encontramos ao longo do caminho, que sonham nossos sonhos!
E que insistem em permanecerem ao nosso lado desprovido de qualquer intenção que não seja por simplesmente "estar conosco"
Gosto de pensar que em meio à multidão tem aquele que vê nossos erros e mesmo assim encontram motivos pra nos amar...
Gosto de pensar no lado bom de cada um e acreditar que Deus nos vê por inteiro mesmo sabendo de nossas limitações e fragilidades.
Exalte as qualidades!!!
De ênfase ao belo...
Ao amável...
Ao que faz bem...
Tire o foco do ponto escuro na folha branca e avalie a extensão de suas possibilidades.
Podem ser poucos...mas existem

É Natal! Momento de reunir
os familiares
e amigos para celebrar o amor,
o nascimento do menino JESUS!
O natal enche nossos corações
de alegria, de amor e esperança.
Natal é o exalar do cheiro
do menino
Jesus, que nos faz sentir o calor
de quando éramos crianças.
Natal também é momento para
refletir,
de ser feliz, e de desejar
aquém
amamos, conhecidos e
desconhecidos, muita saúde,
paz, amor, carinho, fé,
esperança, harmonia,
prosperidade e felicidade.

Um felicíssimo Natal!

Certo dia conversava com amigos sobre as pessoas e a mania de acharem que são mais importantes que as outras no Candomblé.
Vejo que a grande maioria são pessoas que fora do candomblé são amarguradas, frustradas, de baixa auto estima, pobres de espirito, traumatizadas, sem estruturas familiares fortes e etc...
Assim, quando começam em nossa religião um novo mundo com novas perspectivas se abrem a elas.
Quando seus Zeladores/as os iniciam logo vem em alguns casos os famosos (Cargos no Santo) e aí muitas vezes começam as guerras internas dessa pessoa.
Querem humilhar, pisar, aborrecer e tudo pelo suposto poder que acham que tem e pelas frustrações que tem em suas vidas fora do barracão.
Tenho a certeza que todos já ouviram essa frase que diz:
"Quer conhecer uma pessoa, dê poder a ela...".
É corretíssima essa frase. Conheço pessoas de bons discursos, de vida supostamente exemplar, de valores morais bem definidos e firmes que quando se sentem acuadas de alguma forma em seus supostos cargos de santo perdem o rumo e se mostram como realmente são isso reflete o egoísmo e muitas vezes suas amarguras e frustrações na vida pessoal, bem no fundo o que cometem em suas casas de Santo são reflexos de suas vidas inseguras e mal estruturadas, isso bem no fundinho lógico.
Pois, a necessidade de se mostrar forte e firme vem em primeiro lugar, afinal, a propaganda é a alma do negócio, assim dizem!
O que se esquecem é o verdadeiro sentido de se ter religião, que é ter um norte a seguir, obter respostas de algo, acreditar sem ver, isso se chama Fé.
Entrar no Candomblé pra que, se não consigo ver meu irmão melhor que eu?
Entrar no Candomblé pra que, se a roupa do meu irmão é melhor que a minha?
Entrar no Candomblé pra que , se a Casa do meu irmão é maior ou mais bonita que a minha?
Entrar no Candomblé pra que, se não consigo ter um simples diálogo com o próximo sem humilhar e medir forças com ele?
Entrar no Candomblé pra que, se nem sei o verdadeiro sentido dessa Religião Ancestral tão linda em seus detalhes?
O sagrado não precisa de você, você que precisa dele para tentar entender o que está fazendo de errado, ele te dá o caminho mais é você que tem que caminhar.
Resumindo, o Candomblé não é para qualquer um!

" Matemática da vida

É impossível ter filhos se não souber somar.
Como ter amigos se não souber dividir?
Não existe família sem multiplicação.
Vai perder tudo se não souber subtrair.
Como amar a vida odiando a matemática?
É possível ser feliz,
Basta encontrar a raiz da sua essência."J.M.

Justo ela?

Sempre ouvi muitos elogios, sempre tive tudo:
Favores, garotas, amigos.
Quando me perguntava porquê, respondiam:
“Ora, mas não é obvio, menino? Você é bonito!”
E assim segui a vida, sem precisar me esforçar pra ter o que queria
Um dia mudei de escola, você sabe, vestibular. Mas, não há nada com o que me preocupar, certo?
E então eu a vi.
Aquele sorriso de orelha à orelha, aquele cabelo preso de forma tão...
Despojada.
Ah, aquele rosto de boneca...
Mas não, não foi isso que me chamou atenção. Garota bonita a gente acha em todo salão.
Era a sua simplicidade, talvez? Quem sabe... aquelas piadas horríveis que ela conta nas horas mais inoportunas? Ou a sua risada contagiante, alta, de gente feliz? Poderia ser. O jeito que ela escolhe seus amigos, pela beleza interior?
Quando alguém soube, logo falou:
“Ih, rapaz, justo ela? Ah, essa vive no mundo da Lua!”
Já seus amigos diziam:
“É meio difícil, ela só gosta de gente que tem o que oferecer...”
“Dinheiro?” – perguntei
“Que dinheiro o que?” – responderam rindo
“Ela gosta é de livros, flores, café. De gente que... você sabe, entende que as melhores coisas são as mais simples. De gente que dê vontade de conversar dia e noite. Gente que faça rir”
É, eu não consegui... Mas, sabe o pior?
É que, depois dela, as outras se tornaram tão iguais...

Toma posse da sua vitória!
Desejo a todos os meus amigos uma noite abençoada. Deus sabe o que é melhor para você e que tudo tem o seu tempo certo para acontecer. Deus está no controle de tudo, você não será envergonhado, confie e prossiga, Ele é o Deus que sara feridas e ressuscita os sonhos que se perderam. É Deus quem dirige a sua vida. Em silêncio Deus está trabalhando. Não olhe para o vento, olhe somente para aquele que tem o domínio sobre o vento, o Senhor é Salvador de nossas vidas, JESUS. Amém?

PRIMEIRO DE DISCURSO DE MICHEL TEMER COMO PRESIDENTE:

Olhe, meus amigos, eu quer cumprimentar todos os ministros empossados, os senhores governadores, senhoras e senhores parlamentares, familiares, amigos, senhoras e senhores,

Eu pretendia que esta cerimônia fosse extremamente sóbria e discreta, como convém ao momento que vivemos. Entretanto, eu vejo o entusiasmo dos colegas parlamentares, dos senhores governadores, e tenho absoluta convicção de que este entusiasmo deriva, precisamente, da longa convivência que nós todos tivemos ao longo do tempo. Até pensei, num primeiro momento, que não lançaria nenhuma mensagem neste momento. Mas percebi, pelos contatos que tive nestes dois últimos dias, que indispensável seria esta manifestação.

E minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra confiança. Confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente, na vitalidade da nossa democracia; confiança na recuperação da economia nacional, nos potenciais do nosso país, em suas instituições sociais e políticas e na capacidade de que, unidos, poderemos enfrentar os desafios deste momento que é de grande dificuldade.

Reitero, como tenho dito ao longo do tempo, que é urgente pacificar a Nação e unificar o Brasil. É urgente fazermos um governo de salvação nacional. Partidos políticos, lideranças e entidades organizadas e o povo brasileiro hão de emprestar sua colaboração para tirar o país dessa grave crise em que nos encontramos. O diálogo é o primeiro passo para enfrentarmos os desafios para avançar e garantir a retomada do crescimento. Ninguém, absolutamente ninguém, individualmente, tem as melhores receitas para as reformas que precisamos realizar. Mas nós, governo, Parlamento e sociedade, juntos, vamos encontrá-las.

Eu conservo a absoluta convicção de que é preciso resgatar a credibilidade do Brasil no concerto interno e no concerto internacional, fator necessário para que empresários dos setores industriais, de serviços, do agronegócio, e os trabalhadores, enfim, de todas as áreas produtivas se entusiasmem e retomem, em segurança, com seus investimentos. Teremos que incentivar, de maneira significativa, as parcerias público-privadas, na medida em que esse instrumento poderá gerar emprego no País.

Sabemos que o Estado não pode tudo fazer. Depende da atuação dos setores produtivos: empregadores, de um lado, e trabalhadores de outro. São esses dois polos que irão criar a nossa prosperidade. Ao Estado compete — vou dizer, aqui, o óbvio —, compete cuidar da segurança, da saúde, da educação, ou seja, dos espaços e setores fundamentais, que não podem sair da órbita pública. O restante terá que ser compartilhado com a iniciativa privada, aqui entendida como a conjugação de ação entre trabalhadores e empregadores.

O emprego, sabemos todos, é um bem fundamental para os brasileiros. O cidadão, entretanto, só terá emprego se a indústria, o comércio e as atividades de serviço, estiverem todas caminhando bem.

De outro lado, um projeto que garanta a empregabilidade, exige a aplicação e a consolidação de projetos sociais. Por sabermos todos, que o Brasil lamentavelmente ainda é um País pobre. Portanto, reafirmo, e o faço em letras garrafais: vamos manter os programas sociais. O Bolsa Família, o Pronatec, o Fies, o Prouni, o Minha Casa Minha Vida, entre outros, são projetos que deram certo, e, portanto, terão sua gestão aprimorada. Aliás, aqui mais do que nunca, nós precisamos acabar com um hábito que existe no Brasil, em que assumindo outrem o governo, você tem que excluir o que foi feito. Ao contrário, você tem que prestigiar aquilo que deu certo, completá-los, aprimorá-los e insertar outros programas que sejam úteis para o País. Eu expresso, portanto, nosso compromisso com essas reformas.

Mas eu quero fazer uma observação. É que nenhuma dessas reformas alterará os direitos adquiridos pelos cidadãos brasileiros. Como menos fosse sê-lo-ia pela minha formação democrática e pela minha formação jurídica. Quando me pedirem para fazer alguma coisa, eu farei como Dutra: "o que diz o livrinho?" O livrinho é a Constituição Federal.

Nós temos de organizar as bases do futuro. Muitas matérias estão em tramitação no Congresso Nacional, eu até não iria falar viu, mas como todo mundo está prestando atenção, eu vou dar toda uma programação aqui. As reformas fundamentais serão fruto de um desdobramento ao longo do tempo. Uma delas, eu tenho empenho e terei empenho nisso, porque eu tenho nela, é a revisão do pacto federativo. Estados e municípios precisam ganhar autonomia verdadeira sobre a égide de uma federação real, não sendo uma federação artificial, como vemos atualmente.

A força da União, nós temos que colocar isso na nossa cabeça, deriva da força dos estados e municípios. Há matérias, meus amigos, controvertidas, como a reforma trabalhista e a previdenciária. A modificação que queremos fazer, tem como objetivo, e só se este objetivo for cumprido é que elas serão levadas adiante, mas tem como objetivo o pagamento das aposentadorias e a geração de emprego. Para garantir o pagamento, portanto. Tem como garantia a busca da sustentabilidade para assegurar o futuro.

Esta agenda, difícil, complicada, não é fácil, ela será balizada, de um lado pelo diálogo e de outro pela conjugação de esforços. Ou seja, quando editarmos uma norma referente a essas matérias, será pela compreensão da sociedade brasileira. E, para isso, é que nós queremos uma base parlamentar sólida, que nos permita conversar com a classe política e também com a sociedade.

Executivo e legislativo precisam trabalhar em harmonia e de forma integrada. Até porque no Congresso Nacional é que estão representadas todas as correntes da opinião da sociedade brasileira, não é apenas no executivo. Lá no Congresso Nacional estão todos os votos de todos os brasileiros. Portanto, nós temos que governar em conjunto.

Então, nós vamos precisar muito da governabilidade e a governabilidade exige — além do que eu chamo de governança que é o apoio da classe política no Congresso Nacional — precisam também de governabilidade, que é o apoio do povo. O povo precisa colaborar e aplaudir as medidas que venhamos a tomar. E nesse sentido a classe política unida ao povo conduzirá ao crescimento do País. Todos os nossos esforços estarão centrados na melhoria dos processos administrativos, o que demandará maior eficácia da governança pública.

A moral pública será permanentemente buscada por meio dos instrumentos de controle e apuração de desvios. Nesse contexto, tomo a liberdade de dizer que a Lava Jato tornou-se referência e como tal, deve ter (falha no áudio) e proteção contra qualquer tentativa de enfraquecê-la.

O Brasil, meus amigos, vive hoje sua pior crise econômica. São 11 milhões de desempregados, inflação de dois dígitos, deficit quase de R$ 100 bilhões, recessão e também grave a situação caótica da saúde pública. Nosso maior desafio é estancar o processo de queda livre na atividade econômica, que tem levado ao aumento do desemprego e a perda do bem-estar da população.

Para isso, é imprescindível, reconstruirmos os fundamentos da economia brasileira. E melhorarmos significativamente o ambiente de negócios para o setor privado. De forma que ele possa retomar sua rotação natural de investir, de produzir e gerar emprego e renda.

De imediato, precisamos também restaurar o equilíbrio das contas públicas, trazendo a evolução do endividamento no setor público de volta ao patamar de sustentabilidade ao longo do tempo. Quanto mais cedo formos capazes de reequilibrar as contas públicas, mais rápido conseguiremos retomar o crescimento.

A primeira medida, na linha dessa redução, está, ainda que modestamente, aqui representada, já eliminamos vários ministérios da máquina pública. E, ao mesmo tempo, nós não vamos parar por aí. Já estão encomendados estudos para eliminar cargos comissionados e funções gratificadas. Sabidamente funções gratificadas desnecessárias. Sabidamente, na casa de milhares e milhares de funções comissionadas.

Eu quero, também, para tranquilizar o mercado, dizer que serão mantidas todas as garantias que a direção do Banco Central hoje desfruta para fortalecer sua atuação como condutora da política monetária e fiscal. É preciso, meus amigos, — e aqui eu percebo que eu fico dizendo umas obviedades, umas trivialidades, mas que são necessárias porque, ao longo do tempo, eu percebo como as pessoas vão se esquecendo de certos conceitos fundamentais da vida pública e da vida no Estado.

Então, quando eu digo “é preciso dar eficiência aos gastos públicos”, coisa que não tem merecido maior preocupação do Estado brasileiro, nós todos estamos de acordo com isso. Nós precisamos atingir aquilo que eu chamo de “democracia da eficiência”. Porque se, no passado, nós tivemos, por força da Constituição, um período da democracia liberal, quando os direitos liberais foram exercitados amplamente. Se, ao depois, ainda ancorado na Constituição, nós tivemos o desfrute dos chamados direitos sociais, que são previstos na Constituição, num dado momento aqueles que ascenderam ao primeiro patamar da classe média, começaram a exigir eficiência, eficiência do serviço público e eficiência nos serviços privados. E é por isso que hoje nós estamos na fase da democracia da eficiência, com o que eu quero contar com o trabalho dos senhores ministros, do Parlamento e de todo o povo brasileiro.

Eu quero também remover — pelo menos nós faremos um esforço extraordinário para isto — a incerteza introduzida pela inflação dos últimos anos. Inflação alta — vai mais uma trivialidade — atrapalha o crescimento, desorganiza a atividade produtiva e turva o horizonte de planejamento dos agentes econômicos. E sabe quem sofre as primeiras consequências dessa inflação alta? É a classe trabalhadora e os segmentos menos protegidos da sociedade, é que pagam a parte mais pesada dessa conta.

Nós todos sabemos que, há um bom tempo, o mundo está de olho no Brasil. Os investidores acompanham, com grande interesse, as mudanças no nosso país. Havendo condições adequadas — e nós vamos produzi-las —, a resposta será rápida, pois é grande a quantidade de recursos disponíveis no mercado internacional e até internamente, e ainda maior as potencialidades no nosso País. E com base no diálogo, nós adotaremos políticas adequadas para incentivar a indústria, o comércio, os serviços e os trabalhadores. E a agricultura, tanto a familiar quanto o agronegócio. Precisamos prestigiar a agricultura familiar, que é quase um microempreendimento na área da agricultura, especialmente apoiando e incentivando os micros, pequenos e médios empresários. Além de modernizar o País, estaremos realizando o maior objetivo do governo: reduzir o desemprego. Que há de ser, os senhores percebem, estou repetindo esse fato porque eu tenho tido — e os senhores todos têm tido —, contato em todas as partes do País, com famílias desempregadas. E nós vemos o desespero desses brasileiros, que contam com um País com potencialidades extraordinárias e que não consegue levar adiante uma política econômica geradora de empregos para todos os brasileiros.

Quero falar um pouco sobre a atuação nas linhas interna e externa do Brasil. E esses princípios estão consagrados na Constituição de [19]88, senador Mauro Benevides, que nós ajudamos a redigir, não é? Eu indico, porque esses preceitos indicam caminho natural para definição das linhas da atuação interna e externa do Brasil. Os senhores veem que eu insisto muito no tema da Constituição porque, ao meu modo de ver, toda vez que nós nos desviamos dos padrões jurídicos, e o Direito existe, exata e precisamente, para regular as relações sociais, quando nós nos desviamos as (incompreensível) dos limites do Direito, nós criamos a instabilidade social e a instabilidade política. Por isto eu insisto sempre em invocação do texto constitucional.

Muito bem, nesta Constituição, a independência nacional, a defesa da paz e da solução pacífica de conflitos, o respeito à autodeterminação dos povos, a igualdade entre os estados, a não-intervenção, a centralidade dos direitos humanos e o repúdio ao racismo e ao terrorismo, dentre outros princípios, são valores profundos da nossa sociedade. E traça uma imagem de um País pacífico e ciente dos direitos e deveres estabelecidos pela nossa Constituição.

São, meus amigos, esses elementos de consenso que nos permite estabelecer bases sólidas para a política externa que volte a representar os valores e interesses permanentes no nosso País. A recuperação do prestígio do País e da confiança em seu futuro serão tarefas iniciais e decisivas para o fortalecimento da inserção internacional da nossa economia.

Agora em agosto o Brasil estará no centro do mundo com a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro. Bilhões de pessoas assistirão jogos, jornalistas de vários países estarão presentes para reportar o país-sede das competições. Muito além dos esportes, sabemos disso, as pautas se voltaram para as condições políticas e econômicas do País. Tão cedo não voltaremos oportunidade como esta de atrair a atenção de tanta gente, ao mesmo tempo, em todos os cantos do mundo.

Nesta tarde de quinta-feira, porém, e desde já pedindo desculpas pelo possível, para usar um refrão, pelo possível alongado da exposição, eu quero dizer, reiterar, que a minha intenção era realizar essa cerimônia, digamos assim, com a maior sobriedade possível. Estamos fazendo porque, sem embargo do entusiasmo de todos os senhores, todos nós compreendemos o momento difícil, delicado, ingrato que estamos todos passando.

Por isso, nessa tarde de quinta-feira não é momento para celebrações, mas para uma profunda reflexão: é o presente e o futuro que nos desafiam e não podemos olhar para frente com os olhos de ontem. Olhamos com olhos no presente e olhos no futuro.

Faço questão, e espero que sirva de exemplo, e declarar meu absoluto respeito institucional à senhora presidente Dilma Rousseff. Não discuto aqui as razões pelas quais foi afastada. Quero apenas sublinhar a importância do respeito às instituições e a observância à liturgia nas questões, no trato das questões institucionais. É uma coisa que nós temos que recuperar no nosso País. Uma certa cerimônia não pessoal, mas uma cerimônia institucional, uma cerimônia em que as palavras não sejam propagadoras do mal-estar entre os brasileiros, mas, ao contrário, que sejam propagadoras da pacificação, da paz, da harmonia, da solidariedade, da moderação, do equilíbrio entre todos os brasileiros.

Tudo o que disse, meus amigos, faz parte de um ideário que ofereço ao País, não em busca da unanimidade, o que é impossível, mas como início de diálogo com busca de entendimento. Farei muitos outros pronunciamentos. E meus ministros também. Meus ministros é exagerado, são ministros do governo. O presidente não tem vice-presidente, não tem ministro, quem tem ministro é o governo. Então, os ministros do governo farão manifestações nesse sentido, sempre no exercício infatigável de encontrar soluções negociadas para os nossos problemas. Temos pouco tempo, mas se nos esforçarmos, é o suficiente para fazer as reformas que o Brasil precisa.

E aí, meus amigos, eu quero dizer, mais uma vez, da importância dessa harmonia entre os Poderes, em primeiro lugar. Em segundo lugar, a determinação, na própria Constituição — e eu a cumprirei — no sentido de que cada órgão do Poder tem as suas tarefas: o Executivo executa, o Legislativo legisla, o Judiciário julga. Ninguém pode interferir em um ou outro poder por uma razão singela: a Constituição diz que os poderes são independentes e harmônicos entre si.

Ora, bem, nós não somos os donos do poder, nós somos exercentes do poder. O poder, está definido na Constituição, é do povo. Quando o povo cria o Estado, ele nos dá uma ordem: “Olha aqui, vocês, que vão ocupar os poderes, exerçam-no com harmonia porque são órgãos exercentes de funções”. Ora, quando há uma desarmonia, o que há é uma desobediência à soberania popular, portanto há uma inconstitucionalidade. E isso nós não queremos jamais permitir que se pratique.

Dizia aos senhores que a partir de agora nós não podemos mais falar em crise. Trabalharemos. Aliás, há pouco tempo, eu passava por um posto de gasolina, na Castelo Branco, e o sujeito botou uma placa lá: “Não fale em crise, trabalhe”. Eu quero ver até se consigo espalhar essa frase em 10, 20 milhões de outdoors por todo o Brasil, porque isso cria também um clima de harmonia, de interesse, de otimismo, não é verdade? Então, não vamos falar em crise, vamos trabalhar.

O nosso lema — que não é um lema de hoje —, o nosso lema é Ordem e Progresso. A expressão da nossa bandeira não poderia ser mais atual, como se hoje tivesse sido redigida.

Finalmente, meus amigos, fundado num critério de alta religiosidade. E vocês sabem que religião vem do latim religio, religare, portanto, você, quando é religioso, você está fazendo uma religação. E o que nós queremos fazer agora, com o Brasil, é um ato religioso, é um ato de religação de toda a sociedade brasileira com os valores fundamentais do nosso País.

Por isso que eu peço a Deus que abençoe a todos nós: a mim, à minha equipe, aos congressistas, aos membros do Poder Judiciário e ao povo brasileiro, para estarmos sempre à altura dos grandes desafios que temos pela frente.

Meu muito obrigado e um bom Brasil para todos nós.

Verdadeiros amigos vai além do dizer sou amigo, verdadeiros amigos vai além de lembrar de uma data especial, verdadeiros amigos procuram estar sempre presentes nos momentos bons e principalmente nos ruins, bons amigos são aqueles que lutam pelo seu bem estar independente se esteja perto ou longe, bons amigos se preocupa com coisas que para outras são banais, bons amigos sabem ouvir, dar conselhos, ombro amigo quando e a hora que precisar!!!
Obrigado por ser um bom amigo!!!

Hoje acordei bem assim:
Sorrindo !
Com uma imensa vontade de
abraçar a vida
Beijar meus amigos
Me doar em amor.

Hoje...
Aqui não tem tristeza!
Tem aconchego
Tem paz
Tem carinho
Tem leveza
Tem bom humor ...

Aos que desejam ser feliz também ...
Que me acompanhe!
Porque hoje o que eu quero mesmo é
En(cantar) !
Hoje acordei bem assim:
Sorrindo !
Com uma imensa vontade de
abraçar a vida
Beijar meus amigos
Me doar em amor.

Hoje...
Aqui não tem tristeza!
Tem aconchego
Tem paz
Tem carinho
Tem leveza
Tem bom humor ...

Aos que desejam ser feliz também ...
Que me acompanhe!
Porque hoje o que eu quero mesmo é
En(cantar) !

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

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