Textos e poemas

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⁠Todo poeta é anônimo
e toda a poesia
desconhecida
Enquanto o poeta
toma café na esquina
nasce o verso
corre a lida
gira a roda
E esta poesia viva
que brota de seu peito
em consonância com a vida
a sua volta
e que é parte dele
/Que é ele!
Jamais será ouvida
ou compreendida por outro ser
Seria feito um sino de Deus
que toca
e somente o poeta escuta
e dana a fazer poesia
Ou é pancada de anjo
na cabeça
que bate forte a lira
e o poeta caduca
e começa
cantar!

Inserida por bill_oliveira_william

⁠Sou um um bastardo de pai
Filho de um rei que perdeu seu reino
em aposta na vida!
Meu pai queria que eu o servisse
e o aceitasse louco-bandido-violento
Feito personagem mal
de filme americano dos anos 80! Sim...
Um Darth Wader com capa de chitão
pilotando um fusca!
E herdasse dele o seu novo reino de trevas...
Fugi e fugi deserdado
Depois de Ho´oponoponos aos milhões
Eu superei a triste sina
de ser uma plebeu em meio a plebe
Um falso príncipe ou princesa
Um rei sem reino
Um "deserdeiro" de tudo!
Mas a verdade é que eu queria a família feliz
E somente o bem e o doce da vida
Nunca tive! Ninguém tem!
Até que percebi que eu era mimado e chorão...
Chegara a hora de parar de choramingar
e seguir adiante sem pestanejar
Meu poema preciso lapidar
Meu eu amadurecer!
Que destino vou escolher?
Apocalipse ou Trovão?
⁠

Inserida por bill_oliveira_william

Sou um desmedido paradoxo
em cântico!
Sou um monge descabelado...
Um arlequim tristonho...
Um amante não amado
Um Cristo sem paraíso...
E bandido
SIGO...
Pela vida desamparado
O único remédio que tenho
É o meu verso
E às vezes este mesmo verso
que canto
Me machuca tanto
Feito aço enferrujado

Inserida por bill_oliveira_william

Os mistérios da vida.

A vida é um mistério
Que buscamos descobri
As vezes a gente chora
As vezes gente ri
Por mais difícil que seja
Eu prefiro existir.

Sou um homem feliz
Me considero realizado
Tenho uma esposa e uma filha
Que estão sempre ao meu lado
Ser solteiro é muito bom,
mas prefiro ser casado.

Cada dia que se passa
Percebo nosso crescimento
Eu a conheço mais
aumenta o contentamento
tenho certeza que fiz
Um dos melhores juramentos

O amor é uma dávida
Acima dos sentimentos
A paixão é passageira
Igualmente ao pensamento
Quem quiser casar não deve
Quebrar o juramento.

Não me canso de dizer
Que minha esposa é guerreira
Uma mulher batalhadora
E muito verdadeira
Quando ela sente fala
Mesmo que cause canseira

José Luís...p

Inserida por Joseluispensador

⁠Poema - Formatar.

Na vida real
Como na virtual
Tá cheio de arquivos
Tipo dispositivo
Tem que formatar
Para apagar
Arquivos inúteis
Guardar em nuvens
Só arquivos importantes
Naquele instante
Ativar antivírus
Remover os vírus
Abrir espaço
Depois baixo
Novos arquivos
Que preciso.

Novos ciclos
Novos arquivos
Remover os vírus
Aqueles invisíveis
Que prejudica
Só quando precisa
Vai te procurar
Tipo no Google navegar
Quando chegar sua vez
Caiu a rede
Para você
Igual PC
Vou esvaziar a lixeira
Que já tá cheia
Adicionar a senha
Saber quem entra.

Inserida por 10uilton

⁠Poema - Copa do Mundo (Eleição)

A copa do mundo
Nesse assunto
É a eleição
Escolhemos as seleções
Alguns com a braçadeira
Mas na equipe inteira
Congresso, prefeituras e câmaras
Estamos tipo câmeras
Só observando
Quem tá jogando.

Como a copa
Eles só voltam
De 4 em 4 anos
Se teve abandono
Estou esperando
Tava apoiando
Mas quem pisou na bola
Vai ficar de fora
Da minha próxima convocação
Sem espaço na minha seleção.

Quem não representou a torcida
Que fez festa nas pistas
Esqueceu que tem eliminatórias
Para a próxima copa
Quem se classifica
Depende das estatísticas
Se teve lance irregular
Vai ser naquele VAR
Que vocês gostam
Que vamos dar a resposta.

Inserida por 10uilton

Poema - Yeshua

Em casa ou na rua
Estou com Yeshua
Que nos proteja
Dessa selva de pedra
Cercados de problemas
Dentro do ecossistema
O Leão de Judá
Que pode nos ajudar
Mostrar o caminho da verdade
Qualidade não é quantidade
O que é do mundo, é do mundo
O pouco com ele é muito
E o muito sem ele é nada
O bem mais valioso é sua alma.

Nem todo brilhante
É ouro ou diamante
Mas Jeová usa o pequeno para confundir o grande
Tipo nesse instante
Adonai é a única liderança
Faz com ele uma aliança
Limpa o teu nome
Enterra o velho homem
Seja abençoado
Remido e lavado
Pelo sangue do cordeiro
Dele seja um herdeiro
Na terra prometida
Ele é o caminho, a verdade e a vida. ⁠

Inserida por 10uilton

⁠OS AMENDOINS DE CAMILLE: "Diálogos Entre O Lírico e O Lúgubre"

Por entre véus desbotados e tapeçarias da alma, dois espectros se encontram no porão onde não há arco-íris. Um homem — Joseph Bevoiur — e um eco — Camille Monfort — dialogam sobre aquilo que jamais será resolvido em nenhuma psicologia racional: o amor liricamente condenado ao exílio. O que se segue é um esboço do que talvez seja uma filosofia psicomística das afeições perdidas, cultivadas com as sementes amargas dos amendoins que nascem dos lírios mortos.

Camille (voz como se fosse ruído de vestido arrastando em degraus de mármore molhado):
— Joseph, tu ainda me cultivas? Mesmo agora, que só restam sombras daquilo que talvez nunca tenha sido?

Joseph (sussurrando como quem teme que o pensamento o ouça):
— Camille... eu te cultivo como se cultiva uma ferida antiga — limpa-se, cuida-se, mas não se espera a cura. Eu te cultivo em meu porão de silêncio. Lá onde crescem teus amendoins...

Camille (rindo com sua leveza incurável):
— Ah, os amendoins... doces, mas nunca caramelizados. Lúgubres, sim, porque nascem dos lírios que me enterraram viva no campo da infância. Sabes por que eu os colho, Joseph?

Joseph (a pele arrepiada, mas não pelo frio):
— Porque são teus pecados em forma de inocência? Porque são teu amor que não pôde crescer em árvores altas?

Camille:
— Não, Joseph... porque são alimento para minhas bonecas mudas. Elas mastigam o que eu não digo, e assim não me enlouqueço por completo.

Joseph:
— E essa tua psicologia, Camille... essa infantilidade lúgubre que te veste de rendas e te despe da razão... isso é filosofia ou sintoma?

Camille (encostando os lábios no tempo):
— É existência. Eu existo no intervalo entre a beleza e o adeus. Sou eu mesma um intervalo... não me prendas com nomes nem categorias, Joseph. Se queres falar de mim, fala de brisas sem direção, de afagos que não sabem em que rosto pousar.

Joseph (com olhos de vidro por dentro):
— Então tua filosofia é o avesso da lógica?

Camille (com ternura psicótica):
— Minha filosofia é lirismo em decomposição, Joseph. Um lirismo que jaz e jaz, mas ainda perfuma os porões da memória. Amor, para mim, é um jardim onde enterrei meu primeiro espelho.

Joseph:
— Camille, por que sempre me fazes caminhar por dentro de ti?

Camille (encostando-se a ele como bruma):
— Porque tu és feito de mim, Joseph. Como o eco precisa do grito. Como o medo precisa do porão. E porque toda filosofia verdadeira precisa de uma loucura que a beije na boca.

Epílogo espectral:

Naquele porão onde não há arco-íris, os lírios continuam murchando em câmera lenta. E dos seus caules brotam amendoins que só os olhos fechados conseguem ver. Camille colhe, Joseph observa. Ambos sabem que são espectros de uma ideia não pensada. E que entre cada silêncio da conversa, cresce algo não dito, mas que respira. Como um segredo velho, embalsamado em poesia soterrada.

Enquanto isso, alguém, em algum lugar, sente um sabor estranho na boca. Doce, mas levemente salgado. Como se um amendoim houvesse nascido de um lírio morto dentro do peito.

Inserida por marcelo_monteiro_4

MEU UNIVERSO DE ESTESIA.

No vasto pavilhão interior onde a Estesia se converte em alicerce e sopro, ergue-se um universo cuja tessitura lembra um relicário de consciências antigas. Ali, cada sensação assume a gravidade de um oráculo silencioso, e cada pensamento se recolhe como se fosse uma lâmina de luz antiga, talhada pela mão do Absoluto. Nada se dissipa nesse âmbito secreto. Tudo se ordena como se obedecesse à harmonia primordial que sempre presidiu o espírito humano.

A sensibilidade, nesse reino recôndito, não é mero sentir. É uma faculdade régia, um sacerdócio íntimo. Ela penetra os interstícios da existência com a solenidade de quem sabe que o mundo se sustenta não pelos ruídos, mas pela disciplina do silêncio interior. A Estesia transforma-se em sacrário, onde a alma se ergue, altiva e contemplativa, para colher o que há de mais vigoroso em sua própria substância. Cada emoção adquire a natureza de uma escritura sagrada. Cada lembrança converte-se em argila moral. Cada dor se transmuta em um farol que instrui, conduz e depura.

É nesse universo que o espírito aprende a curva dos séculos, a verticalidade do passado, a nobreza do que não se corrompe. Tudo ali assume o peso do tradicional, a dignidade do perene, a compostura lúcida do que não se curva às inquietações fugazes. A Estesia torna-se uma espécie de clarão ético que verte de dentro, donde a vida se revela como uma confluência de responsabilidades magnânimas e chamamentos silenciosos.

Contemplar esse universo é perceber que o ser humano somente se engrandece quando restitui a si mesmo a inteireza que perdeu. É entender que cada sentimento é um altar e que cada pensamento é uma via que se abre para regiões ainda não nomeadas. A grandeza não se encontra no tumulto, mas na interioridade que ousou permanecer fiel à sua própria essência.

E assim, nesse universo de Estesia, a alma se levanta como um monólito sereno, guardando em seu centro uma chama que jamais se extingue. Porque tudo o que é verdadeiro, quando tocado pelo espírito, transforma-se em senda para a imortalidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

I
A luz se confundiu,
A hora sucumbiu,
Dos pássaros escuto os assobios
E a natureza os arrepios.
II
Vi passar a fala que reluzia,
Mas a minha mente te conduzia
Tudo fiz, mas no final, se desfazia.
Onde está a paz que trazia?
III
Aquela que foi atropelada pelo destino
Aquela que morava naquele cantinho
Aquela, que cuidava como um filinho
Aquela que a garra parecia de um felino.
IV
Aquela? Sim Aquela. Aquela desceu
A sua cor desapareceu
E a sua luz aos poucos enfraqueceu.
Naquele riacho onde tudo aconteceu.

V
Pena, muita pena
Pensava que que a sua luz era plena
E quando olhava parecia que valesse a pena.
Não, não, tudo era uma farsa, apenas uma milena morena.

Inserida por EneioPereira

⁠Cativeiro das Palavras

Nunca sei o que escrever.
As palavras chegam sem aviso,
como pássaros desorientados
que pousam no peito
e logo se lançam ao vazio,
deixando o silêncio
como única companhia.

Sempre há dúvida.
Onde estão as inspirações?
Onde se esconderam os sorrisos
que um dia iluminaram o caos?
Talvez seja apenas questão de tempo,
tempo que não há,
tempo que se dissipa
como névoa em manhãs febris.

Mostre-me as lágrimas
que tais sorrisos trouxeram consigo,
como marcas discretas
nas dobras da memória.
Entre tantos sentimentos vazios,
confusos e desgastados,
é difícil encontrar algo verdadeiro,
algo que não se dissolva
na vastidão dos dias incertos.

Inserida por DanielAvancini

Marquei sua pele
Sua alma
Seu coração

Fui um furacão
E também calmaria
Ela foi e é o meu chão
Sem saber se eu valeria

E aquele dia
Pra mim valeu
Não foi bijuteria
Ela é diamante
Todo meu

Sem pensar no adeus
Pensando na eternidade
O que nasceu cresceu
Me enchendo de capacidade

Te amar me faz melhor
Ser amado me faz viver
Hoje estou ao seu dispor
No paraíso quero permanecer

Seus cabelos em meu corpo
Suas marcas no meu pescoço
Quando meus sonhos eram esboço
Você os tirou do poço

E hoje posso
Hoje eu quero mais
O que é meu é nosso
O que vem de você pra mim é paz

Não vai mais
Me trás mais de você
Se eu me perder faz
Com que minha vida queira de novo te querer

É te querendo que me encontro
Nos desencontros é que eu conto
Com você que é meu canto
Canção bela e eu me encanto

Secou o pranto
O amor eu planto
Nem sabe o quanto
Amo você.

Inserida por FernandoPinheiroLima

Vem, deita no meu colo
Por eles eu oro
Mas voce é a resposta da minha oração
E é com você que hoje eu quero viver
Juntos vamos vencer
E ouvir nossa historia em uma canção

Deixa de lado o celular
Eu ja provei mais de mil vezes
Por vc eu escolhi ficar
Eu escolho ficar
Vou escolher ficar

Inserida por FernandoPinheiroLima

⁠(...) Em dezembro de 1983, nascia uma afável de uma deleitável criança, cuja vida não lhe foi tão propícia aos anseios inocentes de sua inflorescência infância.

Pertencente a uma origem humilde, ele recebeu uma educação doméstica e acadêmica sigilosamente rudimentar, porém, eficaz.

O seu caráter cortês foi moldado precocemente por ironia do destino, deixando-o parcialmente inibido ao seu mundo interior propriamente dito, ou seja, o seu “eu”.

O tempo passou, e naturalmente o menino de olhos claros, a cor da natureza, de cabelos castanhos e de uma estrutura emocionalmente épica, tornou-se num dócil homem sensivelmente inclinado a uma dimensão gerada nos corações poéticos, de seres meramente apaixonados pela arte de escrever.

Apresentando ser um mancebo convencido (o que não era) por ter um semblante austero, era um jovem bem-humorado e eufórico na área da comunicação.

As suas decepções amorosas deixaram o centro das suas faculdades glacialmente petrificadas, no entanto, maduras, sem esquecer que o universo, por um todo, conspirou propositalmente a favor de uma coesão ilibada de sua simplória dignidade masculina.

Mesmo tendo como experiência, diversas desilusões sentimentais, esse probo sonhador, nunca deixou de acreditar na força cândida do casto amor, concebendo assim, uma personalidade definitivamente singular e assaz para uma patente óptica horizontal da sua vital existência.

Aos 19 anos, tornou visível a imagem latente duma película revelação artística no seu desvanecido âmago, da qual se espargiu pelas fronteiras exteriores do universo clássico da literatura coeva.

Anos mais tarde, um ser magnificamente metafísico, chamado transcendentalmente de EL (Deus), une grandiosamente a sua alma ao core de uma linda mulher, que se tornou para ele num límpido baluarte moral e afetivo, pela qual discorre o início de uma triunfante história que não terá um ponto final escrito por mim, mas futuramente pelos seus áureos filhos, que serão eternas e importantes estrelas de uma era não muito distante ou por nobres companheiros, que o auxiliaram com bálsamo no período bélico da sua rústica jornada.

Enfim, esse fidalgo ser não foi nenhuma celebridade, nenhum fenômeno heroico e muito menos um mito greco-romano, ele foi simplesmente ele, Diogo Oliveira, mais conhecido e respeitado carinhosamente pelos seus veros amigos de: macjhogo,
"o escritor".

Inserida por macjhogo

"Não desperte inveja no sucesso dos outros, nem alimente sentimento de desânimo, frustração ou incapacidade por ver seus amigos progredindo, e você parcialmente paralisado por alguma dificuldade involuntária, se sentindo preso em incertezas numa situação de estagnação.
Não entre em competição com o próprio tempo. Cada pessoa tem seu modelo e ritmo de sucesso, você não tem que sabotar o seu, só precisa respeitar o seu processo."

Inserida por macjhogo

⁠"Estava aqui pensando com os meus botões... Para ser mais exato, estava refletindo como expressaria sobre o que aconteceu comigo
no coliseu da vida... Sob o efeito colateral do
espaço-tempo, que
subjetivamente, finalizou ao nocautear-me com um choque paralelo de realidade, ao êxtase da minha imaginação."

Inserida por macjhogo

⁠"A anáfora de minha alucinação periférica, adormecida pela tese de um neurótico insight, desencadeia um zênite embate dialético... Filtrado como causa de uma antítese ortodoxa dos meus primitivos pensamentos, gerando uma síntese
retórica de ciclos decrépitos, num sentido antagônico ao niilismo existencial
de moléculas, aleatoriamente traçadas numa deriva calopsia do universo.
Sobretudo, resiliente ao paradoxo de uma dispneia psicogênica de uma prospecção assertiva. Catalisando, no que lhe concerne, o protagonismo complexo de uma alexitimia ipseidade."

Inserida por macjhogo

⁠"Não se define o caráter de alguém pelos erros do seu passado ou por seus acertos atuais.
O caráter é forjado pelo padrão constante de sua conduta, aplicada ao reflexo do tempo e espaço sem parcialidade.
Erros e acertos, além de serem 'imprevisíveis' e 'instáveis', são suscetíveis a qualquer pessoa, sobretudo, não se mede a curto prazo a honra de sua dignidade."

Inserida por macjhogo

⁠"A pressuposição dos meus devaneios, dissertam no abadá sorriso de mariposa, estampada no rosto amargo de um âmbito antagônico, o qual me lanço no imperativo desfilar das suas asas,
sobrevoando o arranha-céu do desconhecido em meio ao caos, e com o seu toque púrpura, me faz prisioneiro de uma esfera armilar, em redundância ao arco de uma criança, que chora por ver a realidade do seu castelo de areia, se desmanchando na espuma do mar."

Inserida por macjhogo

⁠"Evite ser persuadido pelos pseudointelectuais, eles são estorvos ignorantes, que vivem numa profunda fantasia, distorcida da percepção alucinógena, aderidos de uma ambiência classe psicodélica como mariposas, atraídas pelo brilho artificial em tessitura dos seus óbices sapientes, que adredemente coadunam, despoticamente
em nada."

Inserida por macjhogo