Textos de Sentimentos
Dizer que o amor não existe é a mesma coisa que dizer que Jesus morreu em vão. Pois ele morreu por nós, Deus nos ama de tal maneira que nunca teremos noção de tudo o que ele fez... O amor que vc diz que não existe, nunca sentirá por qualquer pessoa, o amor está nas simples palavras, no simples jesto, na sua forma de agir.. O amor vem para aqueles que sabe esperar no Pai, sem pressa, esperando tudo no seu tempo. Nunca diga que o amor não existe, pois sentimos o amor desde da barriga da mãe, no primeiro tombo de bicicleta, quando sua mãe ou pai vem e cuida de ti, quando pensa que vai perder sangue até morrer rsrs No primeiro dia de aula quando está nervoso e seus pais te abraçam com tanto amor, e falam que tudo vai dar certo.. No café, almoço e janta preparado com todo amor para te alimentar, você também sentirá o amor.. Quando seus pais forem brigar com você, e você deseja o mal a eles, sem ter noção do que está desejando, mas no desespero e em seguida vc pede perdão pois sem eles você não viveria.. isso é amor... Esse é o começo de um sentimento sem fim. Um sentimento que sentirá ao decorrer dos anos e pelas pessoas que irão passar em sua vida.. Você irá até sofrer por ele.. Com amor você sofre, com amor você se cura.. E agora? O amor não existe?
Um prédio e uma sacada, no décimo andar, era lá onde eu a vi, é lá onde ela esta, não a conheço e nem sei ao seu nome. Policiais, bombeiros todos ali estavam, tentando a salvar, uma moça tão nova tentando se matar, um dizia ali, outro gritava lá, “não se joga moça, a vida é difícil mas vale apena lutar”. A chuva a cair, e seus pés a molhar, se tornando mais difícil se equilibrar. A tensão lá em baixo, e o desespero lá em cima. Os pais, a família, os vizinhos, os poucos amigos, todos a chorar. Moça frágil e ao mesmo tempo forte de tanto suportar, os problemas subiram a cabeça e a sociedade a julgar. Seus caminhos marcados em ruas, bairros, com lagrimas nos olhos não encontrava a solução, seu desespero era maior do que sua vontade de continuar. Se perguntava se havia um lugar. E voltamos ao começo daquela sacada, eu já não podia mais suportar, estava agoniado, desesperado por quem a amava, e decidi ajudar. Entrei no prédio, para o meu desespero os elevadores parados, nem um subia e muito menos descia, corri para a esquerda e peguei as escadas, não me importava em subir dez andares, só queria salva-la. E então eu fui ao encontro dela, da porta eu a vi. Com seus cabelos negros compridos e pele branca como a neve, molhada com a chuva, e seus choros de despedida. Fui correndo para segura-la, mas quando me aproximei da sacada ela…
É estranho estar te desconhecendo, sabe? Éramos melhores amigos, éramos namorados, éramos só uma pessoa e não importava quantas vezes brigássemos, sempre voltamos um para o outro. Mas isso mudou. Eu não te conheço mais. Não sei de quem você gosta, não sei o que você gosta, não sei o que faz em seu dia além de trabalhar, não sei o que te motiva para viver mais um dia, não sei suas tristezas, não sei suas felicidades. Não sei nem se está vivo. Éramos tão colados e é horrível estar te desconhecendo e não poder fazer nada. Tenho medo de quando nos nós vermos fique um clima tenso e não teremos o que conversar. Tenho medo de te perder, filho da lua. Eu tenho medo.
Eu não me arrependo do ato, acredito falsamente me arrepender das consequências. Eu só queria estar longe de todo mundo até voltar a sentir falta, eu não me acho sincera, mas é que eu tô confusa, muito, de um jeito que angustia, e não me sinto motivada a nada e tudo que faço é por simplesmente fazer, e até mesmo isso eu tenho medo de perder...
"Sabe, preciso confessar que te admiro. Você sem dúvidas é um sobrevivente. Quantas turbulências já o amedrontaram em frente ao espelho. E você aí de pé, resistente. Quantas decepções colecionadas. E ainda assim acredita nas pessoas. Quantos tombos. E você aí caminhando de cabeça erguida. Quantas lágrimas derramadas em silêncio. E ainda assim esse sorriso transbordando a alma. Quantas pancadas nesse coração. E ainda assim ele pulsa acreditando no amor. Sabe, preciso te dizer: você aí frente ao espelho me encarando e se amedrontando por eu te encarar, nem se quer percebe de qual medo eu que na verdade tenho de você e de toda a sua capacidade em viver e sobreviver à todas as tempestades que a vida o testa. Você é digno de se admirar, por isso o encaro no espelho todos os dias."
É isto, nada além: um dia as pessoas morrem na gente. Pode ser um amigo que parece não se importar mais ou então aquele que telefona só quando quer ajuda, um amor que gastou todas as chances que tinha e nem toda dedicação do mundo comoveu, um primo de longe, qualquer um. Pode ser a criança que um dia morou dentro da gente, o sujeito que viajou pra longe sem dar adeus ou dizer que ia ou o visitante que chegou e nem ao menos um oi. Um dia as pessoas morrem na gente. Pode ser um dia qualquer, como hoje ou ontem ou a terça passada, um dia de agosto ou no meio do carnaval, um dia de formatura ou até no ano novo, um dia de vento sul ou calor dos infernos, de vestido curto ou jeans surrado, de boca nervosa ou falta de apetite, de cabelo desgrenhado ou os cachos no lugar. Um dia as pessoas simplesmente morrem na gente, e a gente esquece as tardes divertidas que passou no boteco, a esperança que alimenta quando ainda não viveu muito, a promessa de nunca esquecer; a gente esquece que um dia quis ficar junto pra sempre, que jurou um monte de coisas, que registrou em fotografias uma penca de momentos bonitos, que acreditou em tudo ou, exatamente como o Chico ensinou naquela canção, que ajeitou o nosso caminho pra encostar no caminho do outro. A gente faz força pra esquecer, porque sabe que precisa. A gente faz força pra esquecer, porque sabe que precisa. É isto, nada além: um dia as pessoas morrem na gente, embora continuem vivinhas da silva.
A maior parte das emoções é sentida após um evento, o que aparentemente serve para nos ajudar a lembrar o que aconteceu e aprender com ele. Quanto mais chateados estamos por um erro, mais pensamos sobre isso e seremos capazes de evitá-lo na próxima vez. Quanto mais satisfeitos ficamos com um sucesso, mais pensamos e falamos sobre ele e como o fizemos, o que nos torna mais propensos a repeti-lo.
A culpa é diferente da vergonha. Tem um peso diferente. A vergonha pesa sobre os ossos, de uma forma muito insinuante, transformando-os em uma geleia densa e salgada. A culpa, porém, é rápida, quente e prateada, e flui através de você com o pulso regular e medido de uma corrente elétrica, animando tudo dentro de você a fazer algo, qualquer coisa, para fazer o choque parar.
Essa noite pensei em você...dias confusos...o tempo voa... quando me dou conta...mais um dia sem você... Chega a noite...ela sempre vem... sentimentos se misturam...tristeza...saudade... esperança...de repente sorrio... Lembro do conforto dos abraços...do aconchego dos sorrisos... pensamentos bobos... Novamente o peito aquece... refrigério para alma...me aquieto por um instante...enfim paz...mesmo que momentânea... Já é madrugada... preciso dormir... As incertezas aos poucos dão lugar ao sono...apago as luzes...penso... até logo...te vejo em meus sonhos...
"Quando estamos apaixonados, nada e nem ninguém importa; só temos olhos para quela pessoa, mas se você sente interesse por outras, você não está apaixonado; e se você está em dúvida com duas pessoas, escolha a segunda; pois se você realmente amasse a primeira, não teria uma segunda opção ou dúvida em qual escolher."
A nossa cultura não nos instrumentaliza para lidarmos bem com a morte. Na verdade, a gente lida mal com a educação sentimental como um todo. Somos criados em um sistema que menospreza os sentimentos. A gente vive na barbárie. Somos profundamente carentes de ferramenta para trabalharmos as emoções.
Talvez eu esteja melhorando de alguma forma, após mais de um ano sem conseguir ou ter vontade de assistir um filme ontem eu assisti, e hoje consegui assistir outro, quando eu digo isso me refiro a simplesmente sentar e assistir sem distrações, sem pensamentos em outra coisa, sem por um breve momento fugir da história e talvez até sentir algo em deteremos dos momentos. Não sei o que isso pode indicar, se estou ficando melhor mentalmente ou esteja quebrando algum trauma que sofri e não sabia, ainda que eu não consiga me expressar ou sentir sentimentos reais, a não ser alguns que eu mesmo inventei ou me forcei sentir. Passei a voltar a fazer coisas sozinho e a me recompensar por isso, coisa que até então nunca havia saído papel, passei a definir metas e a cumpri-las, por mais que pequenas são satisfatórias poder cumprir algo por mim mesmo, ainda tenho medo de certa forma de diversas coisas, porém acreditar em um amanhã melhor está conseguindo me fazer levantar da cama e fazer coisas que antes eram impossíveis, pequenas tarefas diárias como sair e tentar puxar um assunto, sair pra algum lugar sem rumo, visitar lugares que eu desejava, ter momentos meus, ainda que estrema mente monótonos e até então sem graça, me deixam mais vivo? Talvez?
Não é que eu seja orgulhosa, mas tem coisas que realmente não tem a necessidade de serem ditas. Caio F. Abreu disse; ''Esse negócio de sentimentos demonstrados demais meio que estraga'', e eu concordo com ele, porque quando se expõe seus sentimentos demasiadamente, você fica vulnerável e é bem nessa hora que algumas pessoas fazem disso uma oportunidade para elevarem seus egos.
Sei que o riso me faz feliz, contudo, muitas vezes, é no choro que eu cresço. Não que eu queira chorar mais do que sorrir. Não é isto. Apenas não quero me esquecer de que, são nas dificuldades que eu me levanto mais forte. São nas cicatrizes que aprendo a estancar o sangue das minhas próprias feridas, pra poder seguir em frente sem medo, afastando de mim um dos sentimentos mais destrutivos que existe: ter pena de si mesmo. É das quedas que alço voo sem tapete mágico, sem asas, sem paraquedas, num impulso incontrolável de abraçar o céu, percorrer oceano e pisar firme no chão, porque é dela que brota a raiz do meu progresso. Sobretudo, quando Deus me diz: vai lá, colhe o que plantou!
As pessoas que se sabem importantes na minha vida com certeza não estarão buscando nos meus espaços de contato mensagens alusivas ao “dia do amigo”. Acostumados que estão com meu pensar, entendem a ênfase que coloco nas posturas de essência do cotidiano se sobrepondo às manifestações ditadas pelos apelos pontuais de uma data pré-determinada. E justamente por me saberem livre do hábito de “panfletar” tais mensagens, quando algumas lhes chegam de surpresa – e da forma como me brotam – percebem que os sentimentos acumulados se fizeram superiores à minha capacidade de contê-las no íntimo, quando então simplesmente “eclodem”, buscando o caminho que as leve até eles. Dessa forma seguimos juntos em nosso permanente calendário de trocas sem datas marcadas.
Perder uma avó ou um avô é perder uma pessoa muito importante em nossas vidas, alguém que nos acompanhou com amor e dedicação incondicional, tudo o que vivemos em companhia dos avós é uma parte muito bonita em nossas vidas e um lindo e emocionante aprendizado. Nossa maior recompensa no outro lado da vida é reencontrá-los!
Mente inquieta, madrugada silenciosa, porta aberta para pensamentos profundos, uma forma de desabafo, de colocar sentimentos imponentes para fora em alguns versos declarados, um mar com fortes ondas, um coração intensamente emocionado, um vento suave que se transforma em um grande tornado, notas tocadas com emoção, uma seguida da outra, melodia terna, tensa, uma frequência sem hesitação, profundez melancólica ou o amor em exultação, sujeita à tristeza, a alma chora, mas o alívio chega, vem um momento de libertação, logo, o sono se apresenta, a inquietação continuará nos sonhos, enquanto o corpo descansa, um descanso momentâneo que produz uma certa satisfação, o que exalta a sua importância, o seu poderoso efeito de renovação.
Almejada liberdade de um céu azulado, a expressividade de um mar azul, curvas e ondas, olhos iluminados, olhar corajoso, uma flor amável que se destaca de um jeitoso majestoso mesmo em um jardim bastante florido, onde cada detalhe seu é primoroso, corpo bem desenhado, amostra de um paraíso, aspecto sedutor, rosto delicado, espírito caloroso, essência rica em amor, sentimentos raros, vívidos cabelos soltos, sabor de entusiasmo, impacto fortemente enriquecedor.
Honestamente, eu considero muito prudente enfatizar nesta noite que a tua simplicidade está intensamente elegante, um charme sedutor em um contraste harmonioso entre as tuas vestes e a tua pele suave, brilhos cativantes ornando o teu pescoço, um refulgir doce e audacioso no teu olhar, a exposição refinada dos teus ombros, presença amavelmente singular, amostra de um universo grandioso, existência muito salutar que traz sentido a este nosso encontro, portanto, já podemos parar o tempo, este momento será somente nosso, a dança fervorosa e harmônica dos nossos sentimentos, algumas taças calorosas de vinho, trocas de carícias e de histórias, pois aprecio bastante a tua companhia, és claramente uma mulher maravilhosa num tom intenso de euforia que a vida ricamente transforma e amor fortemente irradia.
A minha inspiração é parte do que sinto a partir daquilo que ouço e também do que vejo, dito poeticamente em poesia através de alguns versos e a tua identificação com muita maestria vem para somar e assim, permití-los fluir como correntes de sangue por um organismo vivo, constituído ricamente de palavras e sentimentos, portanto, cada trecho adquire mais sentido, um acréscimo cativante que é muito significativo.
