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Textos de Saudade do Namorado

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TAO TE KING - VERSO 7 - DESPRENDIMENTO (INTERPRETAÇÃO)


Neste verso Lao Tsé fala do desprendimento quando inicia dizendo da pouca duração daquilo que é auto-sustentado. Fala da duração do céu e da terra e diz ser decorrente de uma base de sustentação fora deles mesmos.

"O céu e a terra perduram por não serem egoístas, mas por existirem para o bem de toda a criação".

Perdura tudo aquilo que é desapegado, conforme disse Jesus " Quem quiser salvar a sua vida ( ego) perde-la-á, mas quem perder a sua vida ( ego) por amor a mim ( Eu ) este a salvará" - Rhoden.

O Mestre que entende isto procura não ser egoísta, dar tudo de si sem esperar exaltações como retorno.

O mestre deve reprimir o egocentrismo servindo aos seus discípulos de uma forma desprendida, colocando o bem estar deles acima do seu próprio. Assim ele estará indiretamente realçando a sua pessoa.

A força do Mestre está naquilo que ensina e não em si mesmo, assim não deve tomar como base de sustentação a si mesmo e sim aquilo que ensina. Isto é o não ser egoísta, valorizar o Eu em detrimento do ego.

O Mestre é mais reconhecido e o seu nome perdura por mais tempo quando coloca o bem-estar dos discípulos acima da sua própria pessoa. Sendo desprendido ele dá realça a própria pessoa.

"O verdadeiro artista é aquele para quem a obra não tem importância pessoal".

É assim que atua a natureza, é por isso o céu e o mar perduram; por não serem egoístas e estarem desde sempre ao serviço da criação.

O mestre será muito mais eficiente se estiver consciente como a Lei Natural atua.

Ensinar é ser desprendido...é esquecer-se de si próprio em benefício de todos.

O mestre ao esquecer-se de si, será mais lembrado pelos discípulos. Reprimindo o ego-centrismo o Mestre torna-se cada vez mais eficiente.

Os dias

Os dias passam
As lagrimas
Continuam a cair
Os olhos vermelhos
Já não esconde mas a sua dor

Estou perdido
Para o futuro
Minha mente
E meu coração
Vivem no passado
Onde encontrava
Carinho amor e paixão

Mas este passado vive em mim
Porque o amor e grande e forte
Não me deixa desistir
Mas você quer que eu viva
Mas eu quero morrer

Você quer que eu volte a sorrir
Mas me escondo do mundo para chorar
Tenho que sair da escuridão
Mas não tenho, mas.
O brilho do seu olhar
Para poder me guiar

Quer que eu
Tenho motivos para viver
Mas esqueceu
Que você me dava vida
Encimou-me a viver
A sorrir
E a amar você

Sol do amanhecer
A espera de um toque

POR VOCÊ EU ESCREVERIA NA LINHA DO HORIZONTE.
POR VOCÊ EU ESCREVERIA POEMAS NO BRANCO DAS NUVENS.
POR VOCÊ EU ESCREVERIA RECADINHOS NA PALMA DA ALMA.
POR VOCÊ EU ESCREVERIA NOSSO ROMANCE, NO FIO DA VIDA
POR VOCÊ EU ESCREVERIA NOSSA HISTÓRIA NO LIVRO DO TEMPO.
SÓ POR VOCÊ EU SERIA O POETA DE UMA PAIXÃO SÓ!

Almany Sol - 29/07/2012

Perfeita Simetria

Toda vez que toca o telefone
Eu penso que é você
Toda noite de insônia
Eu penso em te escrever
Pra dizer
Que o teu silêncio me agride
E não me agrada ser
Um calendário do ano passado
Prá dizer que teu crime me cansa
E não compensa entrar na dança
Depois que a música parou
A música parou (Parou!)

Toda vez que toca o telefone
Eu penso que é você
Toda noite de insônia
Eu penso em te escrever
Escrever uma carta definitiva
Que não dê alternativa
Prá quem lê
Te chamar de carta fora do baralho
Descartar, embaralhar você
E fazer você voltar

[Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades, iguais
Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades, iguais

O teu maior defeito
Talvez seja a perfeição
Tuas virtudes
Talvez não tenham solução
Então pegue o telefone
Ou um avião
Deixe de lado
Os compromissos marcados
Perdoa o que puder ser perdoado
Esquece o que não tiver perdão
E vamos voltar aquele lugar
vamos voltar

[refrão]

Vamos voltar
Vamos voltar
Vamos voltar
Vamos voltar

Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades, iguais

MULHER

Para as fadas do apocalipse


Quando te sonho, és a perfeição
Quando te penso, és meu exagero
Quando te encontro, és minha ilusão
Quando te perco, a mulher que eu quero

E segue a vida nessa busca louca
De quem, para viver, precisa amar
E eu já nem sei, se ao beijar tua boca
Sorvo o veneno que me vai matar

Se em todo vício está a perdição,
Que ninguém chore o fim que eu tiver
Estarei calmo, enfim, no meu caixão,
Sem brigas, sem stress, e sem mulher....

AUTORIA REGISTRADA

Não se devem esquecer os velhos de corpos estragados, os velhos que estão pertinho de uma morte em que os jovens não querem pensar, a inexistente alegria dessas derradeiras horas que deveriam ser aproveitadas a fundo e que são padecidas no tédio, na amargura e na repetição. Não se deve esquecer que o corpo definha, que os amigos morrem, que todos nos esquecem, que o fim é a solidão. Esquecer muito menos que esses velhos foram jovens, que o tempo de uma vida é irrisório, que um dia temos vinte anos e, no dia seguinte, oitenta. [...] Mas entendi muito bem que vida passa num tempinho a à-toa, olhando para os adultos ao meu redor, tão apressados, tão estressados por causa do prazo de vencimento, tão ávidos de agora para não pensarem no amanhã... Mas, se tememos o amanhã, é porque não sabemos construir o presente e, quando não sabemos construir o presente, contamos que amanhã saberemos e nos ferramos, porque amanhã acaba sempre por se tornar hoje, não é mesmo? [...] É preciso viver viver com essa certeza de que envelheceremos e não será bonito, nem bom, nem alegre. E pensar que é agora que importa: construir agora, alguma coisa, a qualquer preço, com todas as nossas forças. Sempre ter na cabeça o asilo de idosos a fim de nos superarmos a cada dia, para tornar cada dia imperecível. Escalar passo a passo nosso próprio Everest e fazê-lo de tal modo que cada passo seja um pouco de eternidade.
O futuro serve para isto: para construir o presente com verdadeiros projetos de pessoas vivas.

⁠⁠Eu canto a beleza
Da flor que se abre,
Eu canto o milagre
Que é a natureza.
Eu canto a pureza
Do céu do verão,
Eu canto esse chão
Que é fonte de vida,
Eu canto a comida,
Que nutre o irmão.

Poeira poética do doloroso amar



Eu achava
que entraria em sintonia com o amor.
Você seria a melodia
da minha poesia empoeirada.
Mas ela vai ficar guardada.
De.novo.



Já que você
será o ritmo
para os ouvidos dela.

E eu desconfiei...
te ver amar.
Me enganei
imaginando ver
o seu amar em mim.

Me dói.
Uma dor familiar.
Uma história velha,
com protagonista novo.

Me dói o coração:
falhar no amar
mais uma vez.

A morte está na próxima batida do coração. Silenciosa, paciente, invisível, ela se esconde entre os intervalos do sangue, entre o suspiro que não percebemos e o instante que chamamos de agora.


Cada pulsar é um aviso, uma lembrança de que somos passageiros, fragmentos de luz que dançam por tempo incerto, que respiram, amam e sofrem, sem garantias.


E, ainda assim, é nesse compasso efêmero que a vida floresce. É no saber que a morte nos observa de perto que cada gesto ganha intensidade, cada olhar, profundidade, cada abraço, a eternidade contida em segundos.


Porque viver é isso: sentir o frio da presença do fim enquanto o coração, teimoso, insiste em bater. E na próxima batida… talvez sejamos eternos, talvez sejamos nada, mas, até lá, somos tudo aquilo que ousamos ser.

É realmente muito violento, tudo que sinto, quando quero ajudar e não consigo,
Eu queria ser milionária e sair jogando avioes de dinheiro como o Silvio Santos, para quem precisa, é realmente revoltante da minha parte, as pessoas não terem nem oque comer, como pode isso? Um ser humano sem condições básicas, taxado como lixo, tal qual é a ignorância disso?

Existe um mundo onde a dor também existe.
Onde cada lembrança sua arde como um fósforo riscado na pele.
Onde o silêncio entre nós pesa mais que qualquer despedida.


Existe um mundo onde eu ainda te procuro,
mesmo sabendo que você não está lá.
Onde o beijo que você nunca deveria ter me dado
vira fantasma... e me assombra todas as noites.


Existe um mundo onde amar dói,
onde o tempo não cura, só reorganiza a saudade.
Onde eu caminho carregando o que fomos
e o que nunca seremos.


Esse mundo existe.
Ele não está em outra dimensão,
nem em outro destino.
Esse mundo...
infelizmente...
existe aqui,
bem dentro de mim.

Bendito gosto amargo que fica na boca, a língua se derrete na minha, me fazendo engasgar, e o seu gosto passa por todas as minhas veias como se já tivesse se misturado com meu sangue, puxa meu cabelo e me conduz ao erro, me faz usar a boca para dizer muito mais que palavras, me deixa assim, questionando o romeu, será que ele é marido ou só mais um perdedor que prescisa de algo para se sentir homem.
Brinquedo, diversão, atração, algo cabível nos planos, algo fácil e agradável que se adequa ao cronograma,
Aqueles olhos cegos que vêem menos que um pedaço de carne, aqueles beijos que me desmotivam a fechar os olhos, e me faz ficar com eles abertos para que eu veja oque ha e não seja complacente.

Sou Assim
Forte por fora, mas frágil por dentro
Com sentimentos e múltiplos defeitos
Sensível como as flores do campo
Qualidades simples e cheio de erros

Sou Assim
Desnaturado e sem senso de humor
Cheio de virtudes sem nenhum valor
Sou assim fusco sem brilho no rosto
Aceito a vida preso no triste passado

Sou Assim
Cheio de fraquezas e momentos de tristeza
Sem força na alma e coragem de seguir
Caminho sem endereço certo é assim
Pior que vazio deixado pela ausência

Sou Assim
Chorão, doente sem nada pela frente
Diferente que seu julgamento será eterno
Sou assim frágil e cansado teimoso e sensível
Que procura a lua como seu espelho
Sem lágrimas no rosto, mas dor no peito.

Sou Assim
Com um olhar profundo, mas vazio no coração
Disposto a enfrentar a dor da emoção
Desconhece a verdade de uma simples paixão

Sou Assim
Sou assim que ama o certo mas que acaba no errado
Que espera um futuro sem esquecer o passado
Que desacredita no amor e nos efeitos
Que espera sem paciência novos ares e novos tempos! Sou Assim

Doce Ilusão. ( Julio Bernardo do Carmo )


A ilusão espanta. Mas também fascina. Soa irreal ter nos braços a pessoa amada. Se tanto desprezo e asco me destina. Mas a ilusão de mil tramas é forjada. Se a tenho nos braços e me acalenta. Perde-me a sina de uma visão borrada. E vejo nesta fantasia um fogo que alimenta. Com doçura extrema. O ter comigo a pessoa amada. A ilusão é assim mesmo. Trechos de pensamentos tirados a esmo.Do fundo de lembranças fugidias. Mesmo a consciência da ilusão. Não me tira de prazer doces momentos. Mais vale te-la junto ao coração. Do que vivenciar sérios tormentos. Me iludo sim na sina da esperança. Pois se tanto nela penso com ternura. Mais dentro de mim se alevanta. O apagar de uma visão que me esconjura. Ilusão, doce ilusão que me extasia. Mas quem sabe um dia a trama se endoidece. E torna realidade pura fantasia. ?

Por que o amor nunca se esquece?


Porque o amor verdadeiro não é apenas memória, é marca. Ele se imprime nos gestos mais simples, nos silêncios cheios de significado, nas músicas que surgem sem aviso e nos cheiros que atravessam o tempo, fazendo o coração reconhecer antes mesmo que a razão consiga explicar.


O amor nunca se esquece porque não habita somente a mente. Ele mora no que fomos enquanto amamos e no que nos tornamos depois disso. Mesmo quando termina, permanece. Às vezes como saudade mansa, às vezes como aprendizado duro, às vezes como um sorriso que aparece sem pedir licença.


Aquilo que tocou a alma não se apaga. O amor não desaparece com o tempo... ele se transforma, muda de forma, mas continua ali, silencioso e eterno, lembrando que houve verdade, entrega e sentimento.

Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.

Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.

Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.

O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.

E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.

Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.

Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.

Eu não renego o que sentimos. Honro. Mas aprendi que amor que não encontra destino precisa, ao menos, encontrar fim. Não como castigo, e sim como respeito. Há silêncios que não são ausência... são maturidade. Há despedidas que não negam o que foi, apenas impedem que a dor continue sendo regada.


Então que o silêncio faça o que não conseguimos: nos aquietar. Que ele não grite por rancor, mas por paz. Não por esquecimento, mas por libertação. Eu paro de regar não porque não houve raiz, mas porque já entendi que nem toda raiz foi feita para dar fruto no mesmo solo.

⁠Eu odeio o amor.

Odeio como os seus olhos brilham e me encantam... ao mesmo tempo ofuscam a sua alma de mim.
Odeio quando você diz que me ama, mas que não me quer... fazendo-me te esperar por toda a minha vida.
Odeio como, mesmo de maneira inconsciente, vivo pensando em você... o que me faz sonhar acordado.
Odeio que, depois de 14 anos, você tenha dito que ainda me ama... já que desperdiçou os melhores anos da minha juventude.
Odeio que você esteja tatuada na minha pele... externando o que há muito está tatuado na minha mente e no meu coração.
Odeio como magoo as demais mulheres... só por não poder e não querer te esquecer.
Odeio quando você me liga... só pra dizer que não quer mais falar comigo.
Odeio que você nunca me esqueça... mas diga que não quer ter um vínculo eterno comigo.
Odeio que você tenha vindo me ver e me beijado... me deixando novamente apaixonado.
Sobretudo, odeio não conseguir te odiar nem por um segundo... embora seja um misto de amor e dor, eu ainda TE AMO! ❤️💔

É….. ser humano é esse paradoxo ambulante.
Aquilo que nos eleva também nos atravessa. O amor dá sentido, mas cobra o preço da perda; o apego aquece, mas queima; a esperança sustenta, mas também cansa. Parece que tudo o que torna a vida mais viva é, ao mesmo tempo, o que a torna mais difícil de suportar.


Talvez o problema não seja sentir demais, mas sentir sabendo que nada é permanente. Ainda assim, a gente insiste porque, no fundo, uma vida sem amor dói menos….. mas também significa menos. E entre a dor vazia e a dor cheia de sentido, quase sempre escolhemos a segunda.

Sou feito de contraste: intensidade e cuidado no mesmo gesto. Trago fogo no olhar, mas também calma nas palavras. Sei ser firme sem perder a ternura.


Não prometo perfeição, prometo presença. Minha força protege, minha doçura envolve. Quem chega perto sente segurança e também arrepio.


Entre instinto e carinho, escolho ser inteiro. Porque em mim, a intensidade não exclui o cuidado... ela o torna inesquecível.