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Textos de Rita Lee

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[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.

[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.

[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.

[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.

[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.

[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.

Como queria, rasgar o peito e arrancar, toda tristeza, todo sentimento de pesar, todas as lembranças tristes, que insistem em ficar.
Como queria, deitar e acordar, livre das desilusões, das fadigas também.
Dor na alma, quem não tem? Muitos dissimulam e fingem ser fortes, conseguem ocultar.
Dor na alma, como proceder? Não há remédio humano capaz de curar.
Quando a alma chora ninguém pode ver Porquê água dos olhos não escorrem, um sorriso oculta a face triste do ser.
Muito se fala sobre ter empatia, solidariedade, e o que mais vemos é o mal prevalecer. Até mesmo os doutores, destilam horrores contra seres humanos que a alma implora o socorro ao ser.
Quando a alma dói não tem como explicar, se compreensão não existe, dobrado é o sofrer.

Sigo aqui, deitada na cama numa luta constante entre meus pensamentos e a necessidade de dormir para começar bem uma nova semana.


Já sei que ninguém consegue explicar o que é o amor, eu sempre me pergunto muito sobre isso. Principalmente as duas da manhã de um domingo de verão.


Acho que o amor é a sensação de sentir-se livre e plena.


Antes eu só acreditava em primeiro amor. E com o passar dos anos, eu pude descobrir que a vida está rodeada de amores e que isso não é algo ruim.


Já guardei e calei o amor de pequena, de criança ingênua e de um coração puro.


Pude notarlo também, em longas noites de conversas por telefone ou videochamadas na tentativa de tornar-me presente onde não podia estar.


Já senti amor em uma sexta à noite depois de quatro doses de tequila quando o assunto mais sério era encontrar o Mickey na Disney.


Confesso que não sei bem o que é o amor, mas quando o sinto me sinto viva!

Na época eu tinha 9 anos, e como todos os dias chegava na sala de aula e arrumava minha mesinha, eu achava o máximo isso. Eu tinha um pote, desses de banheiro de colocar pasta de dente, que eu colocava meus lápis de cores, todos juntinhos aí... me encantavam.
Um dia de aula como outro qualquer, eu cheguei e comecei a arrumar a minha mesinha, coloquei os lápis no potinho, organizei minhas borrachinhas de todas as cores e meu caderno azul de capa dura com meu nome. Tudo igual, até que eu derrubo o pote com todos os lápis no chão, normal, sempre fui desastrada. Recolhi todos, voltei a sentar e derrubei mais uma vez. Em seguida, umas outras cinco vezes, e na última, quando eu já estava pensando em deixar tudo jogado no chão, minha professora estava me observando e me disse:
- Vamos, apanhe. Deus está testando sua paciência!
Eu a obedeci.
Hoje, 16 anos depois, estou aqui e sigo pensando:
- Será Deus testando minha paciência?
Não sei, mas obedeço.

Para cada passo que se dá na vida, uma direção tomada.
Em cada direção estabelecida, um objetivo definido. Mas o homem néscio se estabelece na loucura, na insensatez e na ignorância.
Ele nao caminha, ele corre em busca do vento, se embriaga com a paixão desmentida e se entrega nas mãos do caos.

Está cheio de ateu dentro da congregação
Está cheio de ateu dentro da congregação
Estes pulam pregam e louvam com muita dedicação
Mas o testemunho deles negam a obra da redenção.


A vida do crente tem que ser uma carta lida
A vida do crente tem que ser uma carta lida
Rodeado de testemunhas cuida do seu proceder
Para nunca ser escândalo para o povo que crê.


O crente fiel no varejo até pode errar
O crente fiel no varejo até pode errar
Se erra no atacado a ninguém vai enganar
Pois o seu testemunho diz que em pecado ele está


Levante as mãos pra o céu se tua vida está na luz
Levante as mãos pra o céu se tua vida está na luz
Seja sal para este mundo e no evangelho te conduz
Louve e exalte ao Pai Altíssimo e dê glórias a Jesus
Louve e exalte ao Pai Altíssimo e dê glórias a Jesus


Louve e exalte ao Pai Altíssimo e dê glórias a Jesus

A areia discutia com o vento sobre relógios invisíveis enquanto cavalos marinhos atravessavam o céu como se nuvens fossem oceanos. No centro de um mar morto que ainda respirava, um moinho girava ao contrário, triturando minutos em pó fino. O tempo afiava ponteiros com calma excessiva, sentado diante de um espelho quebrado que refletia rostos ainda não vividos. Cada fragmento mostrava uma possibilidade diferente, como se a realidade estivesse em teste.
Uma flor de lótus nascia dentro de uma xícara vazia, indiferente à ausência de água. Os cavalos marinhos cochichavam à areia que o mar morto não era falta, mas silêncio acumulado. O moinho insistia em girar, não para moer grãos, mas arrependimentos. O espelho multiplicava olhares, criando versões que nunca se encontravam.
Tudo parecia deslocado: areia no céu, água sem ondas, flores sem lago, horas sendo moídas. Um cenário absurdo, quase incoerente.
Até que se entende: a areia são os dias que escapam pelos dedos; os cavalos marinhos, pensamentos improváveis; o mar morto, o coração quando se cala; o moinho, a rotina que transforma escolhas; o espelho quebrado, nossas identidades fragmentadas; e a flor de lótus, a vida que insiste em nascer mesmo onde parece não haver nada.

⁠as estrelas contam histórias
que a noite guarda em silêncio


cada brilho distante
é um segredo antigo
viajando pelo céu


há sonhos perdidos
morando entre constelações
há amores que o tempo não levou


quem olha para o céu
não vê apenas luz


vê lembranças
que aprenderam a brilhar ✨

No 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o mundo se curva diante de uma força que muitas vezes caminha em silêncio, mas que sustenta vidas, histórias e futuros inteiros. A mulher carrega no olhar a coragem de quem enfrenta batalhas diárias sem perder a dignidade, e no coração a sensibilidade que transforma dor em aprendizado e desafios em caminhos. Em cada canto do mundo existem mulheres que acordam cedo, que lutam, que resistem e que seguem em frente, mesmo quando o cansaço pesa mais que os sonhos. Elas são a prova viva de que a força não está apenas nos gritos de vitória, mas também na persistência silenciosa de quem nunca desiste.
Entre essas mulheres estão as mães solo, verdadeiras guerreiras da vida. São mulheres que, com amor imenso e determinação inabalável, assumem múltiplos papéis: mãe, pai, proteção, abrigo e exemplo. Elas enfrentam dias difíceis, noites de preocupação e responsabilidades que parecem não ter fim, mas ainda assim encontram forças para oferecer carinho, orientação e esperança aos seus filhos. São pilares que sustentam famílias inteiras, mesmo quando o mundo parece exigir delas mais do que seria justo.
Em diferentes realidades — nas cidades agitadas, nas periferias esquecidas, nos campos silenciosos ou nas casas simples — mulheres seguem escrevendo histórias de resiliência. Muitas vezes seus sacrifícios passam despercebidos, suas lágrimas são escondidas e suas vitórias não recebem aplausos. Ainda assim, elas continuam de pé. Recomeçam quantas vezes for preciso, transformando dificuldades em aprendizado e amor em combustível para seguir adiante. Existe uma grandeza profunda nessa força discreta que constrói futuros sem pedir reconhecimento.
Hoje celebramos a mulher como símbolo de vida, esperança e transformação. Porque antes de qualquer conquista humana, antes de qualquer história ser escrita, existe uma verdade simples e eterna: sem uma mulher, não existiria o homem. Foi nos braços de uma mulher que a vida começou, foi por meio do cuidado de uma mulher que muitos aprenderam a caminhar. Que este dia seja mais do que uma homenagem — que seja um reconhecimento eterno da grandeza feminina que move, sustenta e transforma o mundo todos os dias.

Por que em segredo gemes, as desgraças dos gregos e Teucros escutando?
O céu quis sucumbissem tais GUERREIROS,
PARA MATÉRIA A PÓSTEROS POEMAS.
Junto a ílion morreu-te algum parente?
Morreu-te um genro, um sogro, os mais diletos
Após os consanguíneos? Ou pranteias um camarada?
O sócio íntimo e SÉRIO
Não é menos que irmão no amor e ESTIMA.

A Escassez, Filtro Implacável


A escassez é o filtro mais honesto que existe, para saber quem é leal. Não há máscaras que resistam ao vento seco da carência, ao vazio que corrói promessas vazias. Quando o pão escasseia na mesa, o ouro some do cofre e as sombras da dúvida alongam-se pela casa, revelam-se os verdadeiros companheiros — aqueles que ficam, não por ganho, mas por raiz profunda, resiliente no silêncio das noites sem luz. Abundância é ilusão de lealdade: todos correm ao banquete, sorriem sob o sol pródigo, juram eternidade enquanto as taças transbordam. Mas a escassez desnuda. Ela é o deserto que testa o peregrino, o mar revolto que afunda os fracos, o espelho quebrado que reflete apenas o essencial. Ali, sem distrações de favores ou bajulações, emerge a lealdade pura — não a que negocia, mas a que resiste, como raiz cravada na terra árida.Pois quem é leal não busca o que sobra, mas divide o que resta. Na escassez, o filtro separa o trigo do joio: os leais florescem no árido, enquanto os falsos evaporam como miragem.

A cadeira não sabe que cansa. Suas quatro pernas, verbo intransitivo de sustentação, aguentam nossos silêncios sem conjugação. A janela divide o mundo em sujeito e predicado: lá fora chove, aqui dentro falta.
Objetos não falam, mas nós falamos por eles. A porta decide, a chave permite, a xícara espera — todos verbos humanos, emprestados. É nossa projeção que dá sintaxe ao neutro. A mesa não sente solidão quando vazia; sentimos nós, projetando gramática onde há apenas existência muda.
E assim vivemos entre sujeitos ocultos e objetos que carregam nossos sentidos. A casa inteira é uma oração que nunca termina, pontuada pelo nosso ir e vir. As coisas permanecem, inertes e eloquentes, enquanto nós, desesperados por significado, lhes atribuímos vozes que elas jamais pediram.

A noite se estende, insônia cruel
A chuva cai mansa, única fiel
Companhia silenciosa, som de paz
Enquanto o mundo dorme, eu sinto a solidão

Gotas no telhado, ritmo lento,
Pensamentos que não cessam.
A escuridão abraça, a chuva sussurra
"Está tudo bem", mas a alma ainda não sacia.
{Saul Beleza)

Assim caminhava João, estrada a fora, sol escaldante, botina apertada, calça larga, e imbira era o curião, camisa remendada com retalhos de um tecido cortado de um velho colchão de capim, na gibeira, algumas palhas para o cigarro, no bornal, uma banda de rapadura e uma lesga de carne seca, o cantil já pelo meio, água por perto não existia, o córrego estava a oito léguas a frente, João pensando na dificulidade da vida que levava, mas no fundo era feliz, pois estava longe dessa guerra que assusta o mundo.
Então, João continuou sua jornada, o sol a pique, a botina apertada, mas o coração leve. Ele sabia que a vida era dura, mas também sabia que a liberdade valia a pena. Ao longe, viu uma sombra, um oásis no deserto. Era uma velha árvore, com um córrego murmurante ao lado. João se aproximou, sentou-se à sombra, e começou a mastigar a rapadura, sentindo a vida simples, mas plena.
(Saul Beleza)

Em teus olhos, um reflexo de meu ser.
Vivo em ti, e em ti me sinto vivo,
teu coração, um ritmo a me envolver.
E em teu silêncio, um amor esquivo.

Eu busco em ti, um amor que não quer,
Mas em teu não, eu encontro um sim.
Teu desamor, um bálsamo a me doer,
E em tua indiferença, um amor sem fim.

Mas ainda assim, eu te quero, é verdade,
Com todas as d'ores, com todas as vontades.
E em teu não me querer, eu encontro a liberdade.

E assim, em teu silêncio, eu me sinto livre,
E em teu desdenho, eu encontro o que não disse.
E te gosto mais, por não me gostar, e isso é triste.
(Saul Beleza)

Palavras que dançam, jogam e brincam
Dúbias intenções, significados que se escondem
Pensadores astutos, letras que seduzem
Leitores atentos, mentes que se abrem

O jogo das palavras, um tabuleiro de xadrez
Movimentos sutis, estratégias que se cruzam
O que se diz, o que se cala
Um jogo de palavras, um duelo de mentes.
(Saul Beleza)

Existem vários tipos de amores:
Amor bandido.
Amor gostoso.
Amor que amamos
Amor que assusta
Amor que se foi
Amor que não veio
Amor que se confia
Amor que trai
E o pior dos amores é aquele que não vivemos, não brigamos por ele, deixamos passar sem perceber que esse era o amor verdadeiro.
(Saul Beleza)

Mulheres que amei, sacanas, amigas, apaixonadas, volúvel, sincera e vadias, amadas e amantes, lindas e belas, sinceras e desonestas, vulgares e apreciadas com moderação, queridas ao extremo e odiadas antes da cama, e rainha após a luxuria, eternas e passageiras, mas todas com o maior conceito que possa ter esse ser. A você mulher do sorriso fácil e do choro comovente, das lagrimas falsas, que causaram calor e dor, mas que no dia a dia me fizeram tão bem que não consegui esquecer nenhuma de vocês.
(Saul Beleza)

*É a última mensagem que te enviarei, te juro que é, mas te escrevo com sinceridade, te pensava todos os dias, ou até penso todos os dias, mas um dia tudo isso passa, te desejo um Feliz Natal, como se isso fosse possível, mas tente ao menos fingir não sentir minha ausência, eu farei o mesmo.
(Saul Beleza)

Em ti, tudo é convite e despedida,
Um abraço que aquece, um amor que arde,
Explode o desejo, apaga a noite fria,
E ao amanhecer, incendeia a alma e a tarde.

Teu amor é um fogo que me consome,
Me entrego a ti, sem medo, sem receio,
Pois sei que em teus braços, eu me sinto em casa,
E que a saudade é o preço do amor que sentimos.

Mas se a despedida habita nossos dias,
É porque o amor que sentimos é verdadeiro,
E que mesmo na dor, há uma alegria,
Que só o amor pode trazer, sem igual.

E assim, me entrego a ti, sem medo, sem dor,
Pois sei que em ti, meu amor, eu sempre estou em um eterno deleite.
(Saul Beleza)
essa é a tradução daquele meu cantar depois do prazer, e fico nos teus braços murmurando...gostou?