Textos de Reflexoes sobre as Pessoas
A gente erra, se engana, escolhe mal, pisa na bola, se decepciona com as pessoas, chora, dá tudo como perdido, mas num belo dia abrimos a janela e enxergamos uma vida toda à nossa espera. É sempre assim: no final o instinto de seguir em frente sempre prevalece. Deixe o tempo fazer o que ele bem entende, afinal 2016 esta chegando e sera época de restabelecermos novas metas em nossas vidas, novos amigos, novo ano, novos sonhos. Nada como um dia e um ano novo após o outro e um montão de esperança impulsionando a gente.
nenepolicia
É triste, mas, é verdade!!!
As pessoas com deficiência são vistas ainda com muito estigma pela sociedade, seja por falta de conhecimento, ou mesmo, pelo próprio preconceito impregnando nas interações sociais. É bem uma realidade, as pessoas não aceitam quem somos. A sociedade meio que impõe que uma pessoa cega deve enxergar, que uma pessoa surda deva ouvir, que uma pessoa com deficiência física deva andar e ser ágil como qualquer pessoa, que a pessoa com deficiência intelectual deva pensar tão rápido como as demais pessoas, e, que uma pessoa autista deva interagir e se socializar como qualquer outra pessoa.
É triste, mas, é verdade!!!
A cada dia que passa, observo que ter empatia e alteridade não é tão fácil, não é toda pessoa que guarda em seu coração esses princípios. Às vezes, até as próprias pessoas com deficiência são preconceituosas consigo mesmo e com as demais pessoas. Muitas das vezes, observo oque existe de verdade é o egocentrismo vestido de humildade, a maldade vestida de bondade e a falsidade vestida de generosidade.
Com isso, não consigo mais confiar em pequenas e simples palavras!!!
Assim, diante de tudo, vivo a minha verdade! Porquê vivendo a minha verdade, não corro o risco de me decepcionar, de me entristecer e de me esvanecer em uma prisão da minha própria mente.
10:40 domingo 22 de junho de 2025
Sonhei hoje á noite com um cortejo, era de pessoas muito ricas, carros luxuosos algo assim, eu tentava identificar quem passava, mas eu não sabia quem era, só sei que alguém muito importante.
Eu e meu marido, estávamos dentro de um cemitério assistindo esse cortejo passar lá fora e eu me virava para ele, enquanto o abraçava, chorava e dizia "e quando for a gente amor?" Nós dois nos abraçamos e choramos, eu acordei
No dia 24 de junho do ano passado, eu tive um sonho, estava eu no banco de espera de um hospital, ao meu lado esquerdo estava uma mulher estranha sentada, eu não a conhecia. Eu perguntava para ela sobre a prima do meu marido que estava de frente para nós, me olhando fixamente, com o lado direito do rosto todo vermelho de uma mancha que parecia câncer. Ela me encarava bem séria.( Ela já é falecida há algum tempo, antes mesmo desse sonho) Ao meu lado direito eu virei o rosto e vi meu irmão mais velho, me olhando com uma cara de muita tristeza, enquanto a pergunta era o seguinte "É verdade que fulana está internada e só tem mais um ano de vida?" A mulher estranha ao meu lado respondeu"sim". Então, eu acordei.
Tentando desenhar o que vi no sonho...
Um barco caravela da era colonial em um cais, muitas pessoas descendo e subindo do barco...
Eu desci, e logo vi alguém encostado no parapeito da orla, era ele novamente o 'C', nos olhamos profundamente, e rimos um para o outro.
Me despedi desse alguém, e dissemos um adeus que seria para sempre...
Porque enquanto eu estava descendo naquelas terras, ele estava indo para outras.
Eu continuei caminhando, e indo com a minha mala cheia de pertences, para não sei onde...
Eu estava tão feliz naquele instante, mas alguma coisa me dizia que eu deveria embarcar com aquela pessoa de volta, porque depois daquele momento, nunca mais nos veríamos.
Lembro que eu estava com roupas de camponesa.
Uma saia longa e uma blusa de meia manga branca...
Porém, tudo o que fiz foi andar para frente, e olhar para trás, até sumirmos das vistas um do outro.
Ele me olhava com amor e ternura, como quem dissesse "fica comigo e vamos viajar juntos, para nunca mais nos separarmos..."
Antes de partir, havia me aproximado dele e o abraçado. Era como se fosse o último abraço das nossas vidas.
Tão intenso.
É só disso que me lembro ❤️
10/11/2021
A POBREZA HEREDITÁRIA QUE MOLDA A SUA VIDA
Existe um peso silencioso que muitas pessoas carregam sem nomear. A pobreza. Não como uma fase pontual, mas como uma herança. Algo que atravessa gerações, molda escolhas, limita horizontes e ainda assim é tratada como falha individual. Você, homem ou mulher, em algum momento já sentiu essa culpa disfarçada de responsabilidade excessiva. Como se bastasse querer mais, trabalhar mais, tentar mais, para sair de um lugar estruturalmente desigual.
A pobreza não é um fracasso pessoal. Ela é um fenômeno histórico, social e familiar que se repete porque cria ambientes onde as opções são reduzidas desde cedo. Você não começa do zero. Começa do menos. E isso muda tudo. Muda o tempo que você leva para aprender, as oportunidades que aparecem, a margem de erro que você pode ter sem ser destruído ou destruída.
Quando alguém diz que basta esforço, ignora o custo invisível de crescer sem rede de apoio. Ignora o cansaço acumulado de quem precisa resolver o presente antes de pensar no futuro. Ignora que errar para quem tem pouco custa muito mais. Um erro financeiro, uma escolha profissional mal informada, uma doença, uma crise familiar podem empurrar você anos para trás.
A narrativa do mérito absoluto é confortável para quem recebeu reforços. Educação estável, apoio emocional, referências, tempo para errar, incentivo para tentar de novo. Quando esses elementos não existem, o esforço sozinho vira uma corda curta. Você puxa, mas não alcança o outro lado com facilidade.
Isso não significa que sair da pobreza seja impossível. Significa que é raro. E quando acontece, costuma envolver algo além da força de vontade. Um encontro, uma oportunidade específica, um acesso inesperado, alguém que estendeu a mão, uma política pública, uma mudança estrutural. Reconhecer isso não tira o mérito de quem consegue. Tira a culpa de quem ainda não conseguiu.
A pobreza também molda a mente. Cria urgência constante. Você aprende a resolver o agora, não a planejar o depois. Aprende a sobreviver, não a expandir. Isso não é falta de visão. É adaptação. O problema surge quando essa adaptação é julgada como limitação moral.
Você não escolheu nascer onde nasceu. Não escolheu o nível de instrução da família, o bairro, a escola, as referências. Essas condições iniciais influenciam diretamente o quanto de energia sobra para sonhar, arriscar e persistir. Dizer que tudo depende apenas de esforço é ignorar a realidade concreta da vida.
A pobreza atravessa gerações porque se reproduz no cotidiano. Na necessidade de trabalhar cedo. Na interrupção de estudos. Na normalização do cansaço extremo. Na falta de tempo para errar com segurança. Cada geração herda não apenas menos recursos, mas mais responsabilidades.
E ainda assim, você é cobrado e cobrada como se tivesse recebido o mesmo ponto de partida que todos. Essa cobrança cria vergonha, e a vergonha paralisa. Ela faz você acreditar que não merece querer mais, que sonhar é ingenuidade, que tentar é perda de tempo. Esse é um dos danos mais profundos da pobreza. Não é só material. É simbólico.
Reconhecer isso não é se vitimizar. É se localizar. É entender o terreno em que você pisa antes de se culpar por não correr mais rápido. Quando você entende o contexto, pode buscar estratégias mais realistas. Pode valorizar pequenos avanços. Pode procurar reforços externos sem sentir que está trapaceando.
Esforço importa. Mas ele não opera no vazio. Ele precisa de estrutura, de tempo, de margem para erro. Sem isso, o esforço vira exaustão crônica. E exaustão não liberta ninguém.
Você não é menos capaz por ainda estar onde está. Você está operando dentro de um sistema que exige mais de você para entregar menos. Isso não define seu valor. Define a dificuldade do caminho.
Sair de uma hereditariedade de pobreza exige mais do que vontade. Exige acesso. Exige suporte. Exige rupturas que nem sempre estão sob controle individual. Entender isso devolve dignidade. E dignidade é o primeiro passo para qualquer transformação real.
Você não precisa carregar a culpa de um sistema inteiro nas costas. Pode carregar apenas a responsabilidade possível, aquela que cabe dentro da sua realidade atual. O resto não é fracasso. É contexto.
E quando você para de se tratar como defeituoso ou defeituosa por não ter vencido uma corrida desigual, algo muda. Você passa a se mover com mais consciência e menos vergonha. E isso, embora não resolva tudo, já rompe um ciclo silencioso.
A pobreza não define quem você é. Ela explica parte do que você enfrenta. E entender essa diferença é um ato profundo de lucidez e respeito consigo mesmo e consigo mesma.
O FRACASSO CONDICIONADO QUE AFASTA PESSOAS
Existe um abandono que não acontece de uma vez. Ele vai se espalhando conforme você não conquista o que o mundo chama de sucesso. Quando não há posses, status ou resultados visíveis, as pessoas se afastam com uma naturalidade fria. Não é sempre hostilidade aberta. Muitas vezes é silêncio, distância, ausência. Convites que param. Conversas que não continuam. Você, homem ou mulher, passa a existir menos nos olhos alheios.
A pobreza e o fracasso funcionam como filtros sociais cruéis. Eles revelam o quanto a maioria das relações é condicional. Enquanto você tem algo a oferecer, presença é garantida. Quando não tem, o espaço se fecha. Isso dói porque confirma uma suspeita antiga. O valor que te atribuem não está em quem você é, mas no que você representa.
Esse afastamento costuma ser interpretado como prova de inadequação pessoal. Você pensa que há algo errado com você. Que não é interessante, útil, digno. Mas o que está acontecendo é outra coisa. As pessoas se afastam porque o fracasso as incomoda. Ele lembra que a estabilidade é frágil. Que o sucesso pode não durar. Que o sistema não protege a todos. É mais fácil se afastar do que encarar essa verdade.
Há uma solidão específica em não conquistar nada segundo os parâmetros externos. Você não é procurado ou procurada para conselhos, oportunidades, trocas. Você se torna invisível. E a invisibilidade machuca porque você ainda é o mesmo por dentro. Seus pensamentos, sua sensibilidade, sua lucidez continuam ali, sem plateia.
Mas existe um lado que poucos têm coragem de admitir. Esse afastamento também limpa o terreno. Sem posses, sem prestígio, sem resultados para exibir, não há interesseiros. Não há bajulação estratégica. Não há relações baseadas em conveniência disfarçada de amizade. Quem fica, fica por algo mais raro.
Essa fase mostra quem se importa com você e quem se importa com o que você pode fornecer. Mostra quem enxerga sua humanidade e quem só enxerga utilidade. É um aprendizado duro, mas extremamente esclarecedor. Porque você para de confundir presença com lealdade.
Quando você está no fundo, não há performance possível. Não há como impressionar. Não há como negociar valor social. O que sobra são vínculos desarmados ou nenhum vínculo. E embora isso doa, também devolve verdade. A verdade de que muitas relações eram sustentadas por expectativa, não por afeto ou respeito real.
Se um dia você vencer na vida, e isso pode significar muitas coisas além de dinheiro, você saberá com quem pode contar. Não porque essas pessoas estarão ao seu lado no topo, mas porque estiveram quando não havia nada a ganhar. Essa memória se torna um critério interno poderoso. Você não se ilude com facilidade depois disso.
A pobreza e o fracasso ensinam algo que o sucesso raramente ensina. Ensina a ler pessoas. Ensina a perceber silêncios, ausências, prioridades. Ensina que algumas despedidas não são perdas. São revelações.
Isso não torna a solidão fácil. Não romantiza o abandono. Mas retira a culpa que você costuma carregar. O afastamento dos outros não é prova de que você não vale. É prova de que muitos vínculos eram frágeis demais para atravessar a escassez.
Você aprende também a se tornar companhia de si mesmo e de si mesma. Não por escolha idealizada, mas por necessidade. E dessa convivência forçada nasce uma autonomia que não depende tanto de aprovação externa. Você passa a se ouvir mais, a se observar mais, a se fortalecer internamente.
Quando o mundo se afasta, você descobre que ainda existe você. E isso muda a relação consigo. Você começa a construir valor interno sem aplauso. E isso, paradoxalmente, prepara você para não se perder quando o aplauso eventualmente vier.
Se a vitória chegar, você não estará ingênuo ou ingênua. Saberá que nem toda aproximação é afeto. Que nem todo elogio é respeito. E terá critérios mais firmes para escolher quem entra e quem fica.
Até lá, essa fase de vazio relacional não é uma punição. É um período de depuração. Dói porque revela, mas também protege. Protege você de se cercar de pessoas que só caminham ao seu lado enquanto há algo a extrair.
Você não perdeu todo mundo porque fracassou. Você apenas perdeu quem não suportaria caminhar com você sem garantias. E isso, embora machuque agora, pode ser um dos aprendizados mais valiosos da sua vida.
Quando você entende isso, a solidão deixa de ser humilhação e passa a ser um intervalo de lucidez. Um tempo difícil, sim, mas honesto. E honestidade, no fim, vale mais do que companhia interesseira.
Geralmente, a maioria das pessoas que estão em um púlpito pregando, são pessoas que se escondem atrás da Bíblia. As que assistem também. É impressionante como a fé, que poderia ser algo tão genuíno, tão transformador, acaba se tornando um escudo, uma máscara para as coisas mais horríveis. As pessoas fingem ser o que não são, e ninguém parece perceber. Fico pensando em quantas vidas são moldadas por palavras que saem de bocas que escondem intenções nada nobres.
Eu mesma tenho uma história que me deixa sem palavras quando lembro. Fui quase abusada na adolescência por um presbítero que pregava todo dia na igreja com a Bíblia na mão. A imagem dele, o semblante sério, a autoridade que parecia inquestionável, me perseguem até hoje. É revoltante pensar que alguém que se dizia guardião da palavra de Deus, alguém que todos confiavam, podia ser tão cruel, tão oportunista. E não é que a vida me mostrou que isso não é exceção. Hoje conheço pastores que vivem uma vida infernal, que batem na mulher, que manipulam, que julgam, que destroem, e continuam lá, com a Bíblia na mão, como se nada tivesse acontecido. É de deixar qualquer pessoa abismada.
O problema não é que a religião ou a fé existam. O problema é a hipocrisia, a falsidade, a postura de santidade que não se traduz em atos. É fácil pregar sobre amor, perdão e compaixão quando se está cercado de olhares que acreditam na máscara. É muito mais fácil fingir. O púlpito virou palco, e a plateia, cúmplice. As pessoas que deveriam questionar, refletir, se proteger, também acabam se escondendo atrás do mesmo livro sagrado, como se fosse uma proteção contra a verdade incômoda.
E eu fico aqui pensando nas marcas invisíveis que isso deixa nas pessoas. Porque quem assiste, quem confia, quem ama, acaba aprendendo que a aparência vale mais que a essência. Que a palavra é importante, mas quem segura a palavra pode ser desonesto, cruel, manipulador. Que o medo de desagradar ou de duvidar é maior do que o medo de se ferir. A fé se transforma em algo confuso, em um jogo de poder, e a cada história como a minha, a cada abuso quase consumado, a cada violência disfarçada de autoridade, eu me pergunto como alguém consegue seguir acreditando sem perder a lucidez.
É revoltante, mas também é engraçado se pensar por outro lado. É engraçado como o ser humano consegue usar a religião como uma fantasia, um disfarce para os próprios vícios, para as próprias fraquezas. É quase cômico se não fosse trágico. É como assistir a uma peça de teatro onde todos fingem ser santos enquanto a plateia aplaude sem perceber que está sendo enganada. É um absurdo que se repete, geração após geração, e que deixa marcas invisíveis que às vezes só quem já sofreu consegue ver.
E eu rio, às vezes sozinha, do quão contraditório tudo isso é. Rir da tragédia, rir da hipocrisia, rir da plateia que acha que está assistindo a algo divino quando, na verdade, é só uma performance muito bem ensaiada. Rir para não chorar, rir para não enlouquecer, rir para lembrar que a verdade existe, mesmo que ela seja escondida atrás de uma Bíblia e de olhares que fingem virtude.
Mas não é só indignação, também é aprendizado. Aprendi a desconfiar, a questionar, a não aceitar máscaras nem nos púlpitos nem em qualquer outro lugar da vida. Aprendi que fé de verdade não se mede pelo que alguém fala ou prega, mas pelo que alguém faz, pelo cuidado que oferece, pela integridade que demonstra mesmo quando ninguém está olhando. Aprendi que o medo de abusos, de manipulações, de pessoas falsas, pode ser enfrentado, e que a indignação pode se transformar em força, em clareza, em liberdade.
E assim sigo, abismada, indignada, às vezes rindo, às vezes quase chorando, mas sempre acordada para a realidade. Porque a vida é muito curta para fingir, para se esconder, para aceitar que a santidade é apenas uma máscara. A fé que vale a pena é aquela que não precisa de máscara, que não se esconde atrás de púlpitos, que não destrói quem confia. A fé verdadeira é transparente, humana, justa, e quando existe, é impossível passar despercebida, mesmo em meio a tantos farsantes com a Bíblia na mão.
Natal difícil
É noite de Natal. Por onde eu passo o clima no ar é de felicidades, as pessoas estão sorrindo, as famílias estão reunidas; a ceia ta na mesa é hora de confraternizar; agora faltam poucos minutos para abrir o champanhe.
Comprei o perfume que você gosta que eu use, só para te agradar;
Estou usando aquele tênis que você me deu no meu aniversário;
A camisa pólo, comprei na cor que você pediu á duas semanas atrás;
O boné que estou usando é o que deixa o meu rosto perfeito, segundo palavras ditas por ti!
Pena que você não está aqui para vê o quanto eu me produzi pra você;
Tomei um gole de champanhe com o gosto mais amargo da minha vida, estou sendo abraçado e bem acolhido por todos os meus queridos familiares, mas é no seu abraço que eu queria está!
Espero que no dia de ano novo, a saudade, a solidão e a tristeza sejam superados pela esperança, a alegria e o amor!
Conheci outras pessoas...
Pessoas que me mostraram que na vida há muitas surpresas, pois o mundo dar muitas voltas...
Conheci outros amores, conheci um pouco sobre mim...
e percebi que vou além... Achava eu que tudo pra mim havia limites. Mas não, a garotinha cresceu...enxergou que nem tudo é belo. Mas sim é belo ver o quanto nós evoluirmos
e aprendemos com nossos erros e experiências.
Após três meses de muita luta comigo mesma, pude sentir que eu não poderia mais lutar comigo mesma...Mas lutar
pelo meu eu, pelo meu crescimento & para minha satisfação
dos meus projetos e conquistas.
Amar os outros faz bem, mas amar a si mesmo é melhor ainda!
Já pediram pra eu te deixar, foi uma questão de tempo até que as pessoas descobrissem.
Mas todos os dias você renasce em mim. Todos os longos dias.
Abra seus olhos, é o que sempre dizem, você nunca vai conseguir faze-lo mudar.
Dentro dos problemas, qual é a real preocupação deles?
Nunca pense mal, as pessoas sempre mudam.
Será que eu sou a unica que não se convence de que as pessoas realmente querem saber se eu estou bem?
-Oi, tudo bem?
- Não… Na verdade não, voce quer saber porque?
É claro que as pessoas não querem saber o porque! Nosso disfarce é usar um TUDO que deixa com clareza a falta de felicidade que há na voz, ainda sim, eu não acreditaria nas palavras. Independente do estado em que você esteja de tristeza, é o cumulo expor aquilo a outras pessoas. Ainda há duvida, porque perguntam? A resposta é a mesma em todos os lugares, na rua, no msn, no facebook. A única certeza que eu tenho é que se for alguém que realmente se importa não vai perguntar se estou bem, vai enxergar nos meus olhos {:
Quanto mais rápida a sociedade progride, mais vemos de superficialidade nas coisas e pessoas.
Frases prontas são casadas com aparências voláteis e vendáveis. Receita de sucesso passageiro.
Estrutura? Nenhuma!
No final, não é a corda que arrebenta, mas a bomba relógio que explode do lado mais fraco.
A única coisa que me assusta nesse mundo,
é o quanto as pessoas gostam de ser escravas,
seja de sua ignorância, dogmas, regras religiosas,
leis imbecis impostas pelo sistema, moralistas que
desejam a todo custo controlar suas vidas,
roubar seu dinheiro em troca de falsas promessas,
crenças ridiculas que só fazem você ter medo de viver,
as pessoas aceitando isso ajoelhadas é algo assustador,
pois o universo lutou bilhões de anos para que nenhum
ser seja escravo de ninguém.
Cresci vendo pessoas dizerem que o melhor futuro é aquele quando
você encontra a pessoa amada e com ela começa o ciclo familiar, que
a maior alegria do mundo e quando você tem a oportunidade de ver a sua
vida continuar, não no mesmo corpo, e sim em uma nova vida. Essa nova vida
as pessoas denominaram de filhos, e estes são os grandes responsáveis pelas
alegrias dos seus pais. Só que filhos, possuem uma nova vida, e que o maior
aprendizado para os pais, vem quando estes, que são os seus maiores amores,
resolvem seguir os seus próprios passos, escrevendo a sua própria história. Nem tudo pode ser escrito da forma que queremos ou que planejaram, pois
se fosse assim o ciclo da vida ja seria uma grande constante matemática definada
por uma equação com poucas variáveis, e só um único possivel resultado. Outra coisa
que a matemática e nem a ciência conseguiu solucionar foi a morte, por isso aquela
grande alegria chamada vida, tem prazo de validade, de fato não determiado, porém
certamente constatado, ou melhor, aceito. Você tem uma única chance de ser feliz,
isso mesmo, uma única, não perca tempo em querer fazer outras pessoas felizes encima da sua infelicidade, aprenda que essa única chance, é a vida, então como dizia, ou melhor como Charles Chaplin eternizou em letras "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
As pessoas possuem uma forma engraçada de lidar com as situações da vida, passando a agir de uma tal forma sem ao menos reparar no que está fazendo. Essa defesa vem do inconsciente e é realmente uma coisa muito engraçada, ver a defesa de cada pessoa se desenvolver relacionada a algo que lhe aconteceu. Mas por quê isso? Por quê adotamos esse comportamento? Por quê fingimos a felicidade?
Todas essas perguntas me levam a querer estudar psicologia, mas saber as respostas me faria uma pessoa mais sã, ou me enlouqueceriam? Será que saber o porquê do comportamento das pessoas me fariam mais feliz? Não acho que isso me faria bem, de forma alguma. "Pessoas inteligentes felizes são a coisa mais rara que já vi".
"Seria, então, melhor voltar para burrice, se é que isso é possível? Ou não deveria nem ter saído dela?" Já as respostas dessa pergunta, para mim, é impossível saber.
Significado da Vida
Às vezes temos que aprender amar outras pessoas em nossas vidas, pois amar é uma dádiva de Deus para nossos corações. Então entregue seu coração para alguém hoje e assim seremos melhores em nossas próprias vidas.
Seja dedicado com suas amizades e seus amores, pois afinal quando chegar o fim, você pode sentir orgulhoso por ter feito aquela pessoa feliz. Não tema a nem um mal que possa vir a você, pois a mal que vem para o bem...
Cante um hino novo, se refrigere nas assas do Senhor, se encoraja diante dos seus obstáculos, siga a frente de seus objetivos, nunca olhe para trás, levanta os olhos e vê as promessas que Deus tem para você...
Não deixe que as muralhas possam te impedir de caminhar, não se esconda atrás de seus medos, encare-os com naturalidade e aprenda com os erros.
Siga em frente não parem, batalhas existem sim, e nelas que crescemos e aprendemos a viver a vida, se entregue para Jesus, pois ele deu sua própria vida para que tenhamos a paz e a vida eterna.
Amei pessoas que não me amavam
fui amada por pessoas que nunca amei
quis amar tanto, que as obssessões me dominavam
quis amar tão intensamente que me machuquei
Disse coisas que não devia
devia ter dito coisas há muito, muito tempo
não pensei nos outros ou em quem se importaria
e esse foi o começo do meu demasiado, demasiado erro
Agi com invejável infantilidade
e tampei os olhos para as consequências
achava correto, achava genialidade
ter a rebeldia como minha essência
Criei uma personalidade diferente
uma personalidade diferente da verdadeira
ás vezes boazinha, ás vezes indecente
arrogante, amiga e conselheira
Compreendi sentimentos incompreensíveis
relevei situações e pessoas irrelevantes
percebi algo que em meus olhos eram imperceptíveis
exceptuei os que não eram na minha vida, importantes
Encontrei um caminho para a minha liberdade
a minha liberdade, finalmente encontrei
não tem a ver com desejo, e sim com maturidade
preciso de coragem nesse desvario ao qual me aventurei
Tentei esquecer o passado sombrio
curei cicatrizes que parecia ser insanáveis
queria ter o controle, queria ter o domínio
me equivoquei pensando que sentimentos são mensuráveis
Afanosa, vaidosa, medrosa
intolerante, independente, inconsequente
ouvi, senti, omiti
modo cético, modo dogmático, modo prático
cuido muito do meu eu
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Pessoas Vencedoras
Há várias denominações para pessoas, particularmente fico com duas:As que superam as dificuldades do cenário,as que se perdem pelo caminho.Mas há também entre essas,aquelas que sabem viver o poder e também outras que não podem sequer se aproximar dele.
Longo é o caminho, mas sabemos,se seguirmos rigorosamente a bússola que há em nós,encontraremos os desvios que nos fará mais rápido chegar ao nosso objetivo:Vencer. Parece simples! E é.Veja as pessoas ao redor;sinta as vibrações que emanam de seus corpos,observe o sorriso,ouça suas palavras,filtre o conteúdo,recolha o que sobrar,não te faz bem?Não dá uma certa vontade de torná-las exemplos para nós?
Claro,também podemos ser exemplo.Também ser ponte,o elo de ligação.Todo o conjunto da obra,alguns itens se destacam:Medo,ego,preconceito,timidez,ética... Ao sentir medo,deixamos de planejar procurando nos fechar em nosso mundinho frio e covardemente vamos assassinando um ser predestinado a tornar este lugar num ambiente gostoso de se viver.
Auto-conhecimento, motivação, comunicação, concentração, ousadia, superação de expectativas e marketng...Itens de suma importância para alcançarmos nosso objetivo.Feliz será o Homem,quando deixar de remoer coisas ruins para alvejar outros.Vivênciar quão lindo é o amanhecer,para de alimentar o ódio, a dor, raiva e rancor.
Quantas vezes traímos com nossa falta de coragem, de acreditar em nossos ideais;Acreditar piamente que mesmo se houver um “não’,sêje ousado em arriscar ir além e verdadeiramente se mostre capaz.Torne-se uma seta no caminho.
Enxergar o sucesso dos outros é fácil,aplaudir sua repercursão nos faz bem.E você? Também não vai se tornar um astro neste vasto universo?A vitória nos foi dada,apenas a esquecemos na prateleira onde guardamos nossos conhecimentos.
Na estrada da vida,caso não possa dirigir ou não tenha como fazer;pegue carona com aqueles que podem e passe a observar cada um com suas manobras e veja como é fácil,um pouco você já fez e é só recomeçar...Celebre cada novo amanhecer...
Houve tombo?Levantar é um gesto salutar.Se for sorrindo melhor...Trabalhe todo seu espírito e recompensa será lhe atribuída.
Por que pessoas tem pensamentos fracos? ao mesmo tempo que acreditam não acreditam ao mesmo tempo que querem não querem, dizem que brasileiro nunca desiste, pode até ser, mais adiam seus objetivos, tem medo do obstaculo, mais se não passarmos pelo obstaculo não venceremos...
Não podemos ter medo em fazer o que queremos
se cair nos levantamos , e continuamos
a vida é feita de obstaculo ao qual temos que passar...
Constantemente vejo pessoas seguindo tendências, conceitos ou estilos de vida que não combinam com o seu grau de instrução, posição social ou poder aquisitivo. Sinto em lhe informar que isso, como tudo o que acontece em nossas vidas, é passageiro. Mesmo assim se dá um valor além do que realmente tem. Ok, somos livres para escolher o que quisermos para nossas vidas. O problema maior serão as feridas que isso pode causar e só demonstrará que não existe realização pessoal. As cicatrizes ficarão como marcas indeléveis de um aprendizado.
Mude isso! Invista em você e no seu intelecto mais do que na satisfação de seus prazeres momentâneos, os quais muitas vezes são apenas influências de pessoas que não vão estar sempre ao teu lado. Valorize as palavras de quem lhe ama, de sua família, mais do que os conselhos de amizades duvidosas.
Organize sua vida de modo a restituir tudo o que você sonhou, não sendo mais um na multidão, mas pela força da fé e determinação, fazer a diferença daqui para a frente. Se você não quiser mudar para uma condição melhor, ninguém fará isso por você, pois apenas em suas mãos está o poder da decisão, de escolher o melhor e sair da indiferença consigo próprio.
Ouvi dizer que a sorte só encontra quem está preparado para aproveitar as oportunidades e isso, mais do que nunca, é realidade. Seja proativo e se prepare antes da vida exigir isso de você. Não tem forças? Acredite na Força Suprema que quer o seu melhor e vai lhe ajudar.
Se você já sabe tudo isso, traga sempre à memória e torne parte integrante de quem és, de sua personalidade, e dessa forma, integrante da vida daqueles que convivem contigo e da sua descendência. Tenha consciência que a fé absoluta, imaginação e determinação têm o poder de mudar condições, seja a sua ou dos mais necessitados.
Antes de tudo, reconheça que nessa imensidão do universo, Deus nos trata como únicos e nos capacitou para sermos aquilo que sempre deveríamos ter sido: sua obra prima. Valorize isso e se torne merecedor. Você tem 365 dias no próximo ano.
Boa “sorte” e tenha uma ótima vida!
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