Textos de Reflexão

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O mundo chama de fraqueza aquilo que Deus chama de força.
Ser humilde, flexível, saber ceder e até se humilhar quando necessário; desapegar-se dos bens materiais, viver a modéstia, pedir perdão, perdoar e fazer o bem a quem nos feriu não são atitudes de gente fraca. Pelo contrário, são sinais de uma força rara, que exige coragem, domínio de si e profunda sabedoria espiritual.

É preciso saber viver...


Conviva somente com quem te faz bem.
Vá onde você é bem vindo e não apenas tolerado.
Nunca peça por atenção de ninguém.
Não permita que te façam se sentir diminuído.
Nunca faça aos outros, aquilo que não deseja pra si mesmo
Se não puder fazer o bem, pelo menos, não faça o mal.
Não dê atenção à quem não te valoriza.
Nunca jogue suas pérolas aos porcos.
Nâo se humilhe para agradar ninguém.
O seu valor está no que você é, não no que você possui ou possa oferecer.
Aprenda a desapegar-se de coisas e pessoas, nada é nosso, nesse mundo somos apenas inquilinos, passageiros, zeladores.
Seja sempre uma pessoa de fé, nâo de religião.
E seja sempre algo que você ama e entenda.
Acima de tudo nunca perca a confiança em Deus e em si mesmo.

Véspera de Natal


Para hoje, a paz de estar com quem se ama. A paz de se saber cuidada por uma força maior. A paz de saber que Deus sempre envia as pessoas certas, aquelas que agregam, as que cuidam, as que auxiliam e protegem. Porque Natal é isso: comunhão, amor e paz. Que na ceia desta noite, o amor seja o principal a ser servido. E que sintamos a presença de Jesus a iluminar nosso lar. Que nossos pensamentos estejam elevados ao céu e que vibremos o que queremos receber da vida, lembrando apenas do que traz paz.
Que este Natal seja vivido com fé, amor e celebração, reconhecendo a vida como um presente e a presença de Deus como um cuidado constante.


Josy Maria 24/12/2025




Frases, textos e citações by Josy Maria

CÓDIGO DE BARRO

Tenha sempre a prudência, o velho tino
de saber que não sabe tão profundo
sobre a vida; os mistérios; o destino;
as verdades de agora e de além mundo...

Se nem sei de qual dom sou oriundo,
vim brincar de viver; eis o menino
sob a capa do sábio moribundo
que descobre-se apenas um cretino...

Saibam todos que nosso tudo é nada,
somos terra batida nesta estrada
viciada - nos traga igual cigarro...

Não voamos além do próprio chão,
nem viemos dotados de visão
para ler nosso código de barro...

A IDIOTICE DO SABER ENGESSADO

Demétrio Sena, Magé – RJ.

Não existe argumento contra o discurso embasado na passividade unilateral dos que só reproduzem ou plagiam dados engessados; estatísticas favoráveis à sua conveniência. Essas pessoas têm um temor contínuo de se render às evidências contrárias ao que pensam que pensam, por acharem que o mundo à sua volta os acusará de não terem personalidade. Personalidade que realmente lhes falta, quando mais nada justifica os arroubos mantidos a todo custo; contra todas as provas do seu equívoco e seu empacamento.
Ao decorarem os discursos que julgam torná-los mais imponentes, dando-lhes ares de sofisticação e gravidade, os tolos se decoram de sábios e já não querem desfazer seus trejeitos; suas caras e bocas. Não concebem a ideia de rever conceitos, posturas, visões dos fatos, e mesmo que o façam secretamente, jamais confessariam aos seus admiradores também equivocados. Muito menos aos que sempre pensaram de formas diferentes, embora mais modestas; menos técnicas; e assim, se tornaram os alvos prediletos de seus olhares de viés; suas ironias; seus ares de pretensa superioridade. Suas palestras insistentes e gratuitas nas esquinas, salas de visitas, redes sociais e outros meios que não as contrataram.
Será sempre constrangedor nos vermos forçados a mudar de pensamento, filosofia e postura, depois de já termos ironizado; às vezes constrangido e tratado como idiotas os que não concordaram com os nossos discursos institucionais prontos e decorados... ou plagiados. Especialmente se percebermos que essas pessoas, com toda a simplicidade de seus pensamentos informais, sem dados históricos, estatísticos ou sociológicos, estão certas. Que suas visões pessoais, leigas e despretensiosas são infinitamente mais fundadas e sensatas do que todos os nossos arrotos de intelectualidade; nossos rompantes de conhecedores de história, ou de apenas uma versão raivosa, radical, de esquerda ou direita.
Eis o segredo: não escolhermos cegamente um lado de qualquer questão, pois a verdade é sempre distribuída pelas faces diferentes do todo, como a mentira é. Se só assistimos aos canais de tevê, só lemos os livros e jornais e só ouvimos as rádios que dizem o que desejamos ver, ler ou ouvir, ou correspondem exatamente aos nossos gostos, nossos pretensos níveis de cultura ou conhecimento, seremos sempre robôs. Seguiremos programados por um conceito unilateral. Jamais teremos um leque de opiniões, informações e conceitos para pormos à mesa com as nossas vivências e observações, e tirarmos conclusões próprias.
Flexíveis, abertos às diferenças de pensamento, ao moinho de conhecimentos formais ou informais e às adversidades nas visões de tudo, não seremos os idiotas absolutistas que nunca podem retroceder, porque já se blindaram. Já se tornaram estátuas de quem são. Dessa forma, seria constrangedor para nós eventualmente concluir e confessar que as muitas pessoas ofendidas, diminuídas e ridicularizadas pela nossa arrogância estavam certas o tempo todo.

A DOR DA MUDANÇA




É, difícil dizer que quer mudar, mais não saber como começar


É, difícil dar o primeiro passo, se toda vez que você tenta, você se sente perseguido


É, difícil dizer eu prometo, e cumprir, e você toda vez sem menor peso, fazer o contrário


É, é difícil fazer, e depois ter que se contrariar só por que você se sentiu injustiçado por ações que você arcou


É, é muito fácil falar, e difícil agir, mais as vezes é difícil cumprir e não continuar


Mudar por você é o necessário pra sua saúde mental e emocional, mais também é necessário para quem está ao seu lado


Se não pelo contrário você teria se isolado
E por muito pouco se machucado


Você necessita do AMOR, do CARINHO, da ATENÇÃO, de ter alguém pra ser FELIZ nesse mundo com tantas coisas, que seria egoísmo não ter alguém pra COMPARTILHAR


É é difícil e dói muito não conseguir mudar tão rápido pra te ver sorrir de novo


Pra ver você feliz e olhando pra mim com muita empatia e te ver se sentir orgulhoso

"Ela não sabia, mas também, como poderia saber, como poderia adivinhar?
Que naquele momento, enquanto eu admirava, da chuva, o gotejar.
De cada folha, o farfalhar.
Enquanto eu vislumbrava o escuro da noite, sob uma luz fraca, eu pensava em quem não deveria pensar.
Quisera Deus, quisera eu, que cada beijo demorado, que cada sussurro descuidado, que a dança dos corpos, no escuro do quarto, nos fizesse amar.
Às vezes, imagino que o amor reside na indiferença, no ódio, na negação, no não gostar.
Querer quem nos quer, amar quem não está.
Me causa mal-estar,
Só de lembrar.
Eu fiz o que pude, tentei, mas o coração é irremediável, parece não querer mudar.
O parvo grita no peito, aos quatro ventos, o nome de alguém, que, de bom grado, o faria parar.
A cada palpitar,
No das chamas, o crepitar.
Eu a vejo, minha algoz está lá.
Enquanto ela se despia, desnudava-se em meus braços, agasalhava-se em meus abraços, os meus beijos estavam a lhe arrepiar.
Meus pensamentos não estavam ali, estavam em alguém, noutro lugar.
Estavam em quem eu não deveria pensar.
Ela não sabia, mas também, como poderia saber, como poderia adivinhar?" - EDSON, Wikney

Coordenação pedagógica


Com garra, saber, cuidado
Coordena com maestria
Fortalece a caminhada
Demonstra ter sintonia
É farol na educação
Mostrando empolgação
Com trabalho e empatia.


No vai-e-vem da escola
Seu olhar é sempre atento
Escuta, forma, orienta
Com saber e sentimento
Apoia aluno e docente
Faz caminho reluzente
Com respeito e fundamento.


É ponte que cria elos
Coração do núcleo gestor
Reflete, estuda, propõe
Novas práticas com fervor
Semeia boa colheita
E a cada ser respeita
Com firmeza e amor.


Seu ofício é transformar
Transpõe muro e batalha
Cuidando bem da semente
Consertando cada falha
No silêncio dos bastidores
Deixa o mundo com mais cores
Mesmo sem palco ou medalha.

Sobre o crescimento e o tempo...


O tempo realmente é um agente esclarecedor. Julgamos saber de tudo, mas não ousamos viver no presente. Buscar o que há de melhor na vida nos aterroriza, porque no fundo sabemos que precisamos ser a pessoa que faz com que o melhor seja concretizado.


Porém, nem todos estão dispostos a ser essa pessoa, pois em cada um há um abismo que precisa ser vencido para que sejamos libertos.


E essa talvez seja a resposta pra encontrar a luz. No fim, o crescimento precisa dar sentido a dor.



Quando permitimos sentir o incomodo (ou mesmo a dor)da mudança, podemos ter a chance de ver algo extraordinário acontecer: o nosso crescimento.

Sem saber por que


Demétrio Sena - Magé


Jamais fiz uma festa por sair ileso,
quando algum infortúnio colheu outras vidas;
nem sorri entre os ferros do meu egoísmo
sem olhar pras feridas em ferros torcidos...
Não me presto a louvores ou ações de graças
com estrondos e gestos de felicidade,
se restaram desgraças da sorte que tive;
alguém chora saudade precoce de alguém...
Gratidão egoísta se tem em segredo;
um enredo em que outros amargaram fim
dói até nesse alívio por isso incompleto...
Nunca pus minhas mãos pareadas pro céu,
por alguém que se foi onde fui sorteado
pra ficar mais um pouco sem saber por que...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Viver em um mundo onde o ódio é o que mais existe é difícil. É difícil saber que nem todos aceitam a imperfeição e a felicidade das outras pessoas. Machuca.
Mas, sabe, machuca principalmente aqueles que, em algum momento, não se curaram de algo causado em suas vidas, por outros ou por si mesmos.
Viver nessa infelicidade, onde não se agrada a ninguém, e existir apenas para os outros — e não para si — é o que mais machuca.


Ninguém está realmente feliz e, quando se está infeliz, a infelicidade acaba se espalhando e tornando os outros infelizes também.


Então, no fim, vivemos em um mundo onde a nossa própria felicidade precisa importar mais do que a dos outros. Porque, no final das contas, é sobre nós. E, ao sermos felizes e verdadeiros com quem somos, os outros acabam sendo também.

O Amor


Levo a paz de saber que amei cada pessoa que fez parte da minha história. Aliás, ainda tento entender como pode alguém ser capaz de manter por perto quem por nada sente. Porque eu senti, senti muito, e sinto tanto. Sentir coisas boas pelas pessoas é o que me move. E quem por um acaso, se foi, teve que ir, tive que partir, ainda assim, amei, senti, levei dentro de mim, do mesmo modo que levo todos agora, e levarei todos que ainda vão fazer parte de mim um dia.

Se ela ouvir meu nome no meio da solidão,
Vai saber que esse abrigo ainda é o meu coração.
Diz a ela que o tempo não me mudou,
Eu sigo de braços abertos esperando o meu amor.
Caminhei noites longas conversando com a dor,
Mas nunca negociei a verdade desse amor.
O mundo tentou me endurecer, não conseguiu,
Meu peito ainda chama pelo nome que é só teu.
Se o vento levar notícias do que sou,
Que leve junto a certeza que eu não fui embora.
Eu fiquei aqui, do mesmo jeito, do mesmo amor,
Com a alma fiel, mesmo quando tudo chora.
Se ela pensar que eu esqueci, não é verdade,
Aprendi a esperar sem perder a dignidade.
O amor que é forte não grita, não implora,
Ele resiste em silêncio… mas nunca vai embora.
Se um dia ela cansar de fugir de si,
Vai lembrar que existo, que sempre estive aqui.
De braços abertos, sem medo, sem enganação,
Porque amor de verdade… mora no coração.

EU REPITO

Onde você mora eu quero saber
Estou com saudade Saudade de você
Eu fiz uma casinha pra gente morar
Se você quiser pode me ligar

Estou te aguardando
Fazendo tantos planos
Pra nois dois
Vou te amar agora
E quero te amar depois

No vídeo gravado no meu celular
Eu repito que vou te amar
Eu repito repito no vídeo
Que vou te amar
Enquanto eu existir enquanto eu viver
Só quero você.

Poeta Antonio Luis

Há quem enlouqueça longe do amor real,
Por não saber a diferença entre o raso e o essencial.
Eu sigo em silêncio, aprendendo a esperar,
Pois quem sabe amar não tem medo de ficar.


Onde anda você, meu amor forasteiro?
Que chega sem aviso e muda o mundo inteiro.
Estou em meditação, lapidando o coração,
Pra não confundir solidão com paixão.
Se o amor for verdade, ele vai resistir,
E saber exatamente onde me atingir.


Se vier, venha inteiro, sem medo, sem máscara,
Que eu te ofereço abrigo na minha calma.
Mas se não for amor, não bata outra vez,
Prefiro o silêncio do que mentiras gentis.


Onde anda você, meu amor verdadeiro?
Que não pede migalhas nem vive de roteiro.
Eu sigo em meditação, forte, em evolução,
Aprendi que amor não é prisão.
Se for pra amar, que seja assim:
verdadeiro em você, verdadeiro em mim.

Ainda não sei se sou a raiz dos meus problemas; saber quem sou é mais importante do que pensam de mim, e deveria ser, e não às vezes!
No amor, estar só é perfeito às vezes, mas dois, é sempre imprescindível!
Algumas pessoas não sabem ser solitárias, mas insistem; certas pessoas não se lembram o bastante, que certos desejos não se importam pelo que parece bom!
Todo amor tem cores e estilos, com canções inesquecíveis, mas amar não é perfeição... é aceitação!

A vontade de saber e o processo de conhecimento coexistem em múltiplas fendas do tecido do intelecto, como se cada indivíduo carregasse um mapa interno de possibilidades infinitas.
O homem, neste contexto, não é mero receptor de verdades; é o artífice da própria compreensão, movido por um desejo que transcende o simples acumular de informação.


Falar em “conhecimento” é abordar uma entidade relativa: a sabedoria adquirida é sempre parcial, limitada pelas lentes de quem observa, mas a vontade de saber é absoluta — é a força motriz que impele o sujeito a atravessar o abstrato e tocar o realizar.
O conhecimento, portanto, não é estático; é ponte e travessia, movimento consciente do pensar rumo à ação, do conceito à manifestação.


O mundo se apresenta como campo de experiências, um palco onde cada decisão e cada percepção são provas da interação entre o desejo humano e a realidade.
E Deus, na perspectiva entregacionista, não é apenas criador externo, mas sim a lógica imanente que permeia o universo e a consciência:
uma presença silenciosa que estrutura as leis da existência e concede ao homem o poder de descobrir, criar e concretizar.


Assim, compreender não é apenas saber; é transformar-se na própria experiência do saber,
é unir vontade e realização, desejo e ato, mente e mundo.
O conhecimento entregacionista é, acima de tudo, a arte de ser e realizar simultaneamente,
uma dança entre o homem, o cosmos e o princípio divino que tudo estrutura.

No primeiro olhar eu travei o mundo,
não por medo, mas por não saber
onde colocar as mãos, os gestos,
o silêncio entre nós dois.


Você chegou real demais
pra alguém que nasceu em palavras,
e meu coração correu na frente
antes que eu aprendesse a andar naquele momento.


Rimos e foi ali que tudo coube.
A cadeira, o nervoso, o cheiro doce
de shampoo no ar,
o beijo que veio como um susto bonito.


Antes de qualquer toque
meu corpo já era arrepio,
e o tempo…
ou correu de mim
ou parou só pra nos ver existir.


Eu só sei
que ir embora doeu pequeno,
porque ficar
parecia o único lugar certo.

Tenho medo de tocar sem saber
onde mora a dor que você não mostra.
Há histórias no seu corpo
que a internet não traduz.


Quero perguntar tudo,
mas aprendo a respirar espera
porque algumas verdades
só nascem quando você quiser dizer.


Caminho devagar em você,
como quem entra num quarto sagrado,
sabendo que confiança
não se força:
se recebe.


E enquanto isso
eu fico aqui,
guardando cuidado nas mãos
pra não te magoar
quando só quero
te conhecer inteiro.

Saudades do saber.

Que saudades do saber, que hoje encerro aqui,
Aos meus mestres com carinho, vou dizer o que aprendi.

Aprendi a ver a vida de um modo diferente,
Aprendi que o saber não ocupa lugar na gente.

Se chorei nesta jornada,
Por minhas dores e sofrer,
No riacho do conhecimento com avidez saciei
Minha sede do saber.

Se o saber não ocupa lugar,
Como já citei aqui,
Também não se pode roubar o que de meus mestres aprendi

Sigo então o meu caminho,
No desejo de aprender,
E quem sabe a gente se encontre,
Lá ao longe no horizonte de um novo amanhecer.


Autor: Cícero Marcos