Textos de Reflexão
Filhos de pais pobres, quando se dão bem na vida, a primeira coisa que fazem é ajudar os pais; comprando-lhes casa decente, dando-lhes conforto e dignidade.
Primeiro olham para os pais e a família, depois é que se cuidam.
Já os filhos de classe média, esforçada por dar-lhes uma vida decente, a primeira coisa que fazem é largar os pais.
Ajudar? - Nem pensar!
Eles acham que os pais por ter-lhes dado tudo, não precisam de nada, nem sequer de uma visita.
( Tese: pais pobres, filhos nobres)
Haredita Angel
19.12.19
"Sou aquele sorriso que lhe encanta.
Sou a melhor época da sua vida.
Sou o seu pensar em tolices.
Sou sua nova música.
Sou sua criança correndo e você o adulto que me segue sorrindo.
Sou seu presente sem passado e com os olhos fixos no futuro...sempre!"
Haredita Angel
15.10.13
"Senhor meu Deus, sou medrosa e me apavoro fácil com as dificuldades da vida,
as presentes e as imagináveis.
Não sei para onde ir e nem o que fazer.
Só o Senhor pode me dar sabedoria para vencê-las e estabilidade para continuar em frente; firme e forte e confiante em vós e em mim."
Que assim seja!
Haredita Angel
18.06.25
Nostálgica
Sem eu querer entrastes na minha vida.
Sem eu querer saístes da minha vida.
Quando tu querias eu não queria.
Quando eu queria tu não querias.
Foi tanto querer e tanto não querer que, quando resolvemos nos querer dai, o destino não nos quis.
Hoje eu vivo nostálgica, te querendo, te buscando e não mais te encontrando.
☆Haredita Angel
Antes de você nascer seus pais nasceram e deles foi gerada a sua vida.. "lembre sempre disso"
Viveram o mesmo tempo que vivem tiveram a mesma idade.
Não exija AMOR de seus pais, pois eles não exigem o seu Amor..
Exigem respeito e isso você deve a eles.
Quando pai ou mãe falar ESCUTE COM ATENÇÃO pois assim terá uma vida longa e feliz.
Estude, trabalhe não desanime, erga a cabeça e cumpre o dever.
A vida é luta cheia de batalhas e nela só quem trabalha merece venser.
O tempo passa e deixamos para traz as pessoas que foram importantes em nossa vida...
E de repente nós pegamos lembrando do passado e murmurando baixinho "saudades"
Mais o tempo passa mais rápido e a saudade vai passando cada vez mais distante e assim as as lembranças ficam cada vez mais fracas.
Mas o tempo passa e as pessoas morrem aí só nos resta regar as Rosa do túmulo com lágrimas.
Mas o tempo, ai como o tempo passa, esse tempo que não para , nunca, nunca mesmo e nunca voltará.
Ó tempo que não para que não volta
E hoje hoje é só SAUDADES
Aí você novamente por conta do tempo chora....
E as Rosa crescem florescem e o tempo não volta...
Lembre das pessoas enquanto estão vivas!
Abrace mais, beije mais, ame mais e o mais importante diga eu te amo em quanto estão vivos por que depois as lágrimas só regatão as rosas do túmulo...
A vida é sobre confiar em si mesmo.
Cada marco do seu sucesso esculpe seu esforço e esforço, te enche de orgulho, te entusiasma e te faz feliz
Em cada fase que falha na vida você precisa se ajustar, respirar e dar um leve suspiro, se esforçar e se animar.
Comece de novo, porque se desanimar e deixar ser tomado pela preguiça isso o deixará mais fraco e cada dia mais longe da vitória.
Isso pode impedi-lo de saborear o gosto da vitória
As pessoas precisam ter paciência, a vida sempre vai nos mostrar várias experiências e acontecimentos ao decorrer do tempo, no entanto você não pode se decair por falhas ou decepções, entenda, a vida é um jogo, mas você não pode voltar do início e tentar fazer tudo diferente, a vida é feita de escolhas, decisões, a vida é feito de pessoas que passam e ficam na nossa vida. A vida, bem, o que é vida? Vida é você poder sentir, ser, tentar, falhar
A vida é tudo que a de bom, e pior. Há também as pessoas que marcam nossos corações são pessoas que achamos dignas de merece-lo, no entanto as pessoas que são dignas não são esperadas, e nem premeditadas, as pessoas certas na nossa vida, simplesmente vem, sem avisar e nem esperar, a felicidade virá para qualquer um, simplesmente espere, e verás.
O INVENTÁRIO DE NÓS
Por Marco Arawak
Há períodos da vida em que parece que alguém entrou em nossa casa enquanto dormíamos e mudou algumas coisas de lugar. Tudo continua reconhecível, mas já não encontramos facilmente aquilo que procuramos.
Uma lembrança surge onde não deveria estar.
Uma ausência ocupa um espaço antes insignificante.
Uma antiga certeza perde a posição que tinha dentro de nós.
Talvez o desencanto comece assim: não como uma ruptura, mas como a percepção de que aquilo que sustentava nossa maneira de compreender o mundo já não permanece intacto.
Carregamos conversas, escolhas, desilusões, expectativas frustradas e vínculos que mudaram de forma. Nem sempre sabemos imediatamente o que fazer com tudo isso.
Algumas lembranças permanecem próximas; outras tentamos esconder. Mas aquilo que não nomeamos continua participando de nós.
Por isso, chega um momento em que precisamos examinar o que carregamos. Não para transformar cada experiência em ensinamento, mas para distinguir o que ainda nos pertence daquilo que mantemos apenas por hábito.
Aceitar que certas relações se afastaram, que alguns projetos terminaram e que nem tudo pode ser corrigido pela nossa vontade não significa considerar justo o que aconteceu.
Significa reconhecer os limites do nosso controle.
Talvez escrever seja uma maneira de realizar esse inventário. A palavra aproxima o que estava confuso, dá contorno ao que permanecia sem nome e permite olhar para uma experiência sem aumentá-la nem diminuí-la.
Reorganizar não é apagar. É escolher o destino de cada coisa. Algumas lembranças permanecem; outras perdem a centralidade.
Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás.
Há vínculos que encontram outra forma de existir.
Há portas que já não precisamos manter abertas.
Maturidade talvez tenha menos relação com esquecer do que com aprender a distribuir o peso do que vivemos. O desencanto pode permanecer na história sem determinar quem somos. Uma ausência pode ser reconhecida sem transformar-se em vazio permanente. O passado pode continuar verdadeiro sem ocupar sozinho o presente.
Também precisamos, às vezes, do silêncio. Quando o ruído diminui, surgem perguntas que evitamos enquanto tentávamos corresponder às expectativas alheias: o que ainda faz sentido?
O que mantenho apenas por receio de perder?
O que realmente pertence à minha história?
Nem sempre encontramos respostas. Mas perguntar já modifica nossa relação com o que vivemos.
Talvez coragem seja justamente isso: não viver sem receio, mas não permitir que ele decida sozinho o que permanece.
Não somos obrigados a transformar toda despedida em explicação, nem todo encerramento em começo. Algumas coisas precisam apenas ser reconhecidas e encontrar seu lugar na nossa história.
No fim, continuar não significa reconstruir quem éramos antes. Significa compreender que também somos feitos das escolhas que fazemos diante do que nos aconteceu.
Talvez esse seja o verdadeiro inventário de nós:
o que recebemos,
o que nos atravessou,
o que deixamos partir e
o que, conscientemente, decidimos conservar.
Não somos apenas o conjunto do que nos aconteceu. Somos também a maneira como damos destino ao que aconteceu.
O INVENTÁRIO DE NÓS
Por Marco Arawak
Há períodos da vida em que entramos em nós mesmos e percebemos que alguma coisa mudou de lugar. As mesmas lembranças continuam ali, os mesmos afetos, as mesmas marcas, mas já não sabemos exatamente onde guardamos cada coisa. Uma ausência se torna maior do que esperávamos. Uma antiga certeza perde o brilho. E aquilo que parecia definitivo revela, sem alarde, que também estava de passagem.
Talvez o desencanto não comece quando alguma coisa termina. Talvez comece quando já não conseguimos olhar para o que aconteceu com os mesmos olhos.
Carregamos palavras que ficaram por dizer, encontros que não chegaram ao destino imaginado, escolhas que ainda nos visitam de vez em quando e expectativas que a realidade não soube acolher. Algumas lembranças permanecem próximas. Outras se afastam para regiões menos visíveis da memória. Nem por isso deixam de participar de quem nos tornamos.
Chega um momento em que precisamos olhar para esse acervo íntimo sem a pressa de julgá-lo. Não para transformar cada acontecimento em lição, nem para encontrar uma explicação onde talvez ela não exista. Apenas para perceber o que ainda tem sentido e o que continuamos carregando porque nunca paramos para escolher.
Nem tudo o que recebemos precisa ser conservado. Nem tudo o que perdemos precisa ser recuperado. Há vínculos que mudam sem desaparecer completamente, projetos que terminam antes de cumprir o que prometiam e pessoas que continuam importantes mesmo depois de deixarem de caminhar ao nosso lado.
Há experiências para as quais não encontramos reparação.
Com o tempo, encontramos outra maneira de lembrá-las.
Aceitar isso não significa considerar justo tudo o que aconteceu. Significa reconhecer que a nossa vontade não governa o tempo, os outros, nem aquilo que já passou. Existe uma liberdade silenciosa em parar de pedir ao passado aquilo que ele não pode devolver.
Talvez escrever comece nesse ponto. Não quando compreendemos tudo, mas quando encontramos palavras para permanecer diante do que vivemos sem fingir que foi diferente. A escrita não desfaz o passado. Apenas nos permite olhá-lo de outro lugar.
Às vezes, isso basta.
O que parecia absoluto ganha contorno. O que permanecia confuso encontra um nome. E aquilo que ocupava quase todo o pensamento começa, pouco a pouco, a perder o tamanho que tinha.
Reorganizar não é apagar.
É escolher.
Algumas lembranças merecem permanecer perto. Outras podem descansar mais longe. Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás. Há vínculos que encontram outra forma de existir. Há portas que, depois de algum tempo, já não precisamos manter abertas.
Maturidade talvez tenha menos a ver com esquecer do que com aprender a não entregar ao passado o governo do presente. Uma lembrança pode continuar viva sem ocupar tudo. Uma ausência pode ser reconhecida sem se transformar em destino. Aquilo que nos marcou pode permanecer verdadeiro sem decidir, sozinho, quem ainda podemos ser.
Às vezes precisamos nos afastar do ruído. Não para fugir, mas para escutar o que pensamos quando ninguém está falando por nós.
É nesse intervalo que algumas perguntas aparecem: o que ainda faz sentido? O que continuo sustentando apenas por receio de perder? O que escolhi de fato e o que simplesmente aprendi a carregar?
Nem sempre encontramos respostas. Algumas perguntas permanecem durante anos, mudando de significado conforme nós mesmos mudamos. Talvez isso também seja amadurecer: aceitar que nem tudo precisa ser resolvido para deixar de nos confundir.
Talvez coragem seja não viver sem receio, mas não permitir que ele escolha sozinho o que permanece.
Por isso, nem toda despedida precisa transformar-se em explicação. Nem todo encerramento precisa anunciar um começo. Algumas coisas simplesmente terminam.
E talvez seja suficiente reconhecer que existiram.
Continuar também não significa voltar a ser quem éramos antes. Há acontecimentos que modificam nossa maneira de olhar, de escolher, de permanecer e de partir. Depois deles, a antiga disposição das coisas já não volta exatamente ao lugar.
Então aprendemos outra maneira de estar no mundo.
Não necessariamente mais fácil. Nem sempre melhor.
Apenas nossa.
Talvez seja essa a parte mais silenciosa do amadurecimento: compreender que não somos somente aquilo que recebemos da vida, mas também aquilo que fazemos com o que recebemos.
Esse é o inventário de nós: as presenças que nos formaram, as ausências que nos modificaram, os encontros que permaneceram, os desencontros que nos ensinaram limites, aquilo que deixamos partir e aquilo que, apesar de tudo, escolhemos conservar.
No fim, não somos apenas o que nos aconteceu.
Somos também a maneira como aprendemos a viver depois.
E talvez, quando já não precisamos esconder o que fomos nem transformar o passado em monumento, quando algumas lembranças deixam de pedir explicações e certas ausências já não exigem respostas, possamos olhar para tudo o que ficou sem orgulho e sem culpa.
Não para dizer que tudo valeu a pena.
Mas para reconhecer que tudo isso fez parte de nós.
E que ainda existe, dentro de nós, alguma coisa que não estava no inventário.
A escolha do que fazer com o que vem depois.
Cercas
Cerca-me a vida com suas plantas espinhosas,
são cercas vivas, às vezes frias e desumanas,
que faz distante, o que me espia pelo ombro,
e inimigo, o falso amigo que me engana.
Essa muralha que a falsa cara me sorri,
erva daninha que se plantou pelo caminho,
talvez, de tão desligado, ou desatento,eu não vi,
porque sorria, mas não me tinha nenhum carinho.
Não houvesse cercas que escondesse o coração.
Fosse visível o sentimento e a intenção,
quem sabe então, todas pessoas que nos metem,
se delatassem por fingirem o que não sentem.
Aí então, a minha mão aberta pela janela ( aberta )
tocaria a do vizinho ( e da vizinha ), sem cerca nela.
Imagino o amanhã, e o agora perdido,
imagino um segundo, sem você na minha vida,
imagino a tristeza de sentir proibido
o sabor dos teus beijos
que eu não sei, só acredito.
Imagino... imagino...
E quem não imagina?
Ah, meu Deus, não duvido,
se não fosses miragem,
roubarias a minha vida!
Tudo nessa vida é passageiro
Mas Tua palavra não (...)
Eu entendi que eu Te devo tudo
Mesmo assim, Tu não me cobra nada
Tu sabe o que me espera no futuro
E deixa minha alma aliviada
Eu entendi que não se colhe fruto
De árvore que não é machucada
E que pra eu crescer leva um tempo
E o prazer está na caminhada
Nada podia enxergar
Minha vida era tão vazia Até um dia Te encontrar Ouvi Tua Doce Voz Foi Jesus quem me tocou Foi Jesus quem me curou Jesus tocou em mim
Meus olhos se abriram
Agora posso ver
Nada mais será igual
Pai, quero queimar por Tua Verdade e Tua Palavra. Que minha vida seja um testemunho vivo de Teu Amor, conduzindo outros à Luz da Tua salvação. Capacita-me a perseverar com coragem e Fé, sabendo que o Senhor é Meu Sustento e Guia.
Obrigado por Teu Cuidado e Tua Graça inabalável. Que a cada dia eu viva com humildade e propósito, disposto a fazer a Tua Vontade, sem tentar tomar o lugar da Tua voz, mas preparando o caminho pra que o Senhor seja ouvido. Queime em mim, Senhor, quero ser todos os dias um instrumento que reflete a Tua Glória. Em Nome de Jesus eu oro, Amém.
O Domínio Próprio é importante porque: Ajuda a viver uma vida mais equilibrada e com significado.
Ajuda a evitar o pecado.
Ajuda a fazer o Bem e agradar a Deus.
Ajuda a lutar contra a vontade humana.
Ajuda a não ser escravo de vontades, sonhos e desejos.
A Intimidade com Deus é uma parte da morada de Deus e está ligada à esperança nesta vida. Quem é íntimo de Deus não fica preso a nada, mas sim experimenta a liberdade plena. A Intimidade com Deus é um caminho seguro para adquirir a Sabedoria que conduz a Deus e para ser santo.
Deus espera que você crie tempo de intimidade com Ele, onde Ele vai conseguir falar sobre as coisas que Ele preparou para sua vida. Quando Ele faz essas coisas, a sua vida nunca mais será a mesma de novo.
"A vida é como um livro em branco, nós somos os autores, e cada escolha que fazemos é uma nova página escrita. Que possamos preencher cada capítulo com amor, coragem e sabedoria, transformando nossos sonhos em realidade e nossos desafios em oportunidades de crescimento."
Raphael Denizart
"Em meio aos altos e baixos da nossa vida, percebemos a presença constante de Deus. Ele não apenas nos fortalece nos momentos de adversidade, mas também nos abençoa com alegrias e conquistas. Cada experiência, cada encontro, cada desafio, é uma oportunidade para reconhecer Sua bondade e Sua graça em nossas vidas. Quando nos conectamos com Deus, encontramos paz no caos, esperança na incerteza e amor em abundância. Ele é nosso refúgio seguro, nossa rocha inabalável e nosso guia compassivo. Que possamos caminhar em fé, sabendo que, com Deus ao nosso lado, somos capazes de superar qualquer obstáculo e viver uma vida plena de propósito e significado."
Raphael Denizart
''Em meio aos desafios e tribulações da vida, é o amor benevolente de Deus que nos sustenta, nos dando forças para superar obstáculos e perseverar diante das adversidades. Que possamos sempre nos lembrar desse amor incomparável e buscar compartilhá-lo com todos ao nosso redor, pois é através dele que encontramos verdadeira paz e plenitude.''
Raphael Denizart
