Textos de Reflexão
Fique atento às mudanças que ocorrem ao seu redor, dentro de você, no seu trabalho, na sua vida como um todo. É preciso estar atento, para acompanhar e realinhar seus caminhos. Não vá perder o horário do "trem" da sua vida. Algumas viagens têm tícket só de ida.
Pense nisso!
Seja Feliz
Esteja pronto para as mudanças que acontecem a cada minuto em sua vida. Suas células já não serão as mesmas, no momento que você acabar de ler este parágrafo, creia! Portanto, Prepare sua cabeça e o seu coração para as maravilhas que se apresentam bem diante dos seus olhos!
Seja muito feliz com este novo "eu" que a natureza acaba de te entregar!
Ainda que te custar, mas pode mudar a sua vida, consertar com quem você errou, pedir perdão, é viver com consciência limpa diante de Deus, e dos homens, a escolha é difícil, mas receberá vida... ou você decide carregar a sua culpa por resto da vida e ser atormentado!
A escolha é sua, você decide.
O tempo se curva, a eternidade acena,
a criação geme por vida plena.
E entre lutas, e dores,
um grito sobe e alcança os céus:
“Vem, Senhor Jesus!”
Não é um clamor de desespero,
mas de amor sincero e verdadeiro.
É saudade do lar que não se vê,
é a voz da fé que diz: “Eu criei!”
A oportunidade de fazer o bem, servir a Deus e ao próximo é agora, enquanto temos vida.
Ela ecoa o que está escrito em Eclesiastes 9:10:
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”
Eclesiastes 9:10 .
A vida me fez ser uma pessoa que não pode ter medo nem inseguranças, não posso perder tempo com distrações.
Aprendi que, num cotidiano marcado pela dor, hesitar pode significar retroceder. A cada passo, preciso demonstrar coragem mesmo quando as pernas tremem. Essa imposição de resistência constante cria um estado de alerta quase doentio, cada distração vira um risco de me fazer esquecer o quão frágil sou.
Às vezes, o destino, a vida, vão te ensinando a ser mais duro. Isso é um ato de sobrevivência. Com o tempo,
descobrimos que não é todo mundo que merecem sua risada, seu abraço, sua atenção. Essa é apenas uma evolução que faz você sobreviver mais um dia. À medida que enfrento olhares de pena e sussurros disfarçados de “preocupação”, tornei-me endurecido, proteger o coração tornou-se instinto de defesa. Essa casca emocional me impede de receber
afeto genuíno, mas me mantém vivo quando tudo ao redor parece conspirar para me derrubar.
Realmente devemos fazer a vida ser a mais harmoniosa possível, devendo nos espelhar em Jesus Cristo, que levou uma vida simples e o seu dever era amar. Ainda que sendo o príncipe dos exércitos, teve humildade de morrer por um pecado não cometido, só para nos salvar. Inspirar-me na trajetória de alguém que suportou sofrimento em prol do próximo me ensina que amar pode ser ato mais radical do que resistir à dor. Em cada gesto de humildade que tento ter, sei que carrego um fardo pesado, ser gentil num mundo que recompensa a dureza, mas busco nesse exemplo força para continuar, mesmo quando meu corpo falha em demonstrar fé.
Minha vida… um depósito de excessos inúteis. Tristezas, pensamentos sombrios, compaixão mal direcionada… restos de guerras sem vencedores. Sou um reservatório entupido de emoções tóxicas, incapaz de filtrar o que me faz bem. Cada sorriso forçado… é um disfarce frágil
diante da avalanche de memórias escuras. No fim… essa batalha interna não deixa heróis, apenas sobreviventes… exaustos.
A nova vida (nem tanto) paulistana
Praça do shopping
Almoço
Pai e filho ao lado
Nenhuma palavra
O adolescente curva-se ao celular
Olhos e mãos fixos no aparelho
De repente, nem tão de repente assim,
Quatro palavras saem do pai:
__ Vou ali. Já volto...
Filho continua mais curvado do que nunca
Mira e digita com dedos ávidos
Nem levanta a cabeça
Arre, que incômodo é esse que incomoda tanto!
Rio comigo, pois nesse contexto
Não é possível fluir palavras
Pai retorna
Arruma as coisas coletivas: mochila, capa, agasalho, guarda-chuva
Mais uma palavra é dita:
__ Vamos...
E lá se vão pai e filho
Cada qual em seu mundinho mundano e quadrado
Talvez redondo ou triangular
Tão paulistano!
Olho à minha frente...
Prato posto com alimentos saudáveis
Rio de novo...
Minha vida flui...
Cadeira vazia à frente transmite mensagens:
* Os amigos invisíveis estão por perto (parentes, mentores, guias, anjo da guarda)
* Os amigos encarnados, também presentes,
Estão em meu coração e em meus pensamentos
Isso é bom demais
Acalenta.
Rio...
A vida flui
Pois ela precisa prosseguir em seus intentos.
julho/ 2024
Foco na construção da vida
Seguir reciclando a vida e o já vivido.
Basta de manter o que não é mais necessário e é supérfluo:
- seja em coisas materiais, relacionamentos, projetos ou pessoas;
- não fiquemos com os votos e os vínculos que se foram, apesar das marcas e das realizações já conquistadas.
Basta das coisas que não têm mais razão de ser.
Deixemos o novo penetrar os olhos, o coração e a mente.
É preciso abrirmo-nos para tudo que já foi pensado e sentido neste mundo.
Projetemos tudo em nossa mente e em nosso coração para, através de nosso corpo e de nossas mãos, modelarmos o ar, a terra, o fogo e o céu com sentimentos nobres.
Baixemos do Cosmos tudo que precisamos, toda a energia disponível.
Reencontremo-nos, pois nossos projetos eram embriões que, agora, fertilizados, pedem para brotar e nascer.
A vida é sempre bela. É o maior presente que os criadores do Universo nos proporcionaram.
Olhemos tudo! Mais que isso, enxerguemos a fundo tudo o que sempre esteve conosco, o nosso melhor.
Mas não esqueçamos dos nossos limites e dos demais seres.
Tudo nos indica que estamos neste mundo para evoluirmos, melhorarmos.
Viemos do pó do Universo, do Cosmos.
Nossa caminhada vem de longe e não tem fim.
A vida tem um sentido e uma razão de ser. Busquemo-los!
Nossa essência pessoal e a divina, entrelaçadas, nos conduzem.
Abram-se corações e mentes!
Deixemo-nos ser levados por seres de luz.
Aprendamos com a luz, as trevas e com as sombras!
Coloquemos tudo o que obtivemos numa nova gaveta, reorganizemos nossas coisas e atividades.
Vamos renomear e reorganizar tudo para termos mais clareza do que fazer da vida.
Estamos todos no mesmo caminho e no mesmo barco, apesar dos passos de cada um serem diferentes uns dos outros.
Não hesitemos!
Sigamos!
2021
CÍRCULO
(Abre & Fecha: deixe a luz entrar)
E, assim, a vida passa,
Entre sonos, sonhos e luz!
Acorda, acorda, acorda.
Gritam!
A ilusão insinua-se,
Pega-nos pelos ombros
E, como num faz-de-conta,
Tudo se torna incerto!
Chacoalhe-se para não rir,
Nem chorar, nem cair.
Todos enxergam,
Só você não vê...
Pulo miudinho
Dentro desse labirinto
Sem porta, sem seta,
Nem janela.
Jogo-me nesse faz-de-conta
De surpresas -
Que se apresentam
Incertas.
Até a certeza retornar,
O círculo abrir-se,
Em flor,
Para a luz, enfim, entrar!
2017
A graça desta vida sem o conteste verdadeiro.
Pode ser
O que estamos a subsistir nesta época
E uma coisa devastada se quero anos posterior.
Há a possibilidade de ser que;
As quatros Astros , Astros , e ,Astros , Há a possibilidade de ter feito algo insignificante, e por esta causa regressaram novamente no presentes .
Eu queria por um instante definitivo qualquer, ser a soberana artesã do desenhar de uma vida. Queria que esse hoje a àquele futuro mais distante, tivessem as cores, as formas e os cheiros dos meus sonhos.
Seria bom se por uma noite apenas, os fantasmas se fantasiassem de palhaço e sorrissem de si mesmos, experimentando o avesso do susto e rendendo-se à luz de um sorriso.
Quem dera mesmo se o fim existisse apenas para os medos e jamais para as nossas tão breves e raras vertigens de felicidade. O outono perderia a hora no manso sossego do sono e a primavera seria senhora do tempo que regala os olhos e suaviza a alma.
Eu queria que os afetos fossem livres e eternos como penso serem as borboletas. Morrer para em outra forma nascer, faz eterna uma existência. E não há nada mais legítimo à liberdade do que a promessa de um recomeço.
Se eu tivesse que pintar com tinta fresca as mais sublimes emoções, estariam lá estrelas que embalam redes, sereias que durante nossas viagens de sono, nos levam a passear pelos mares de Netuno, lá onde se é possível ver e sentir tudo aquilo que não podemos tocar, a emoção não vista que nos tira o ar. Eu pintaria ninfas que nos guardam em cama de folhas no alto das árvores, onde nada mais nos alcança a não ser as brechas de sol por entre os nimbos. Estariam lá, conchinhas misteriosas, ainda fechadas, com cheiro de algas, trazidas até meus pés pela espuma do mar fiel e cansado.
Eu pintaria com a mais fulgente das cores, um colo de afeto chamado minha mamãe. Braços com o alcance do céu, ternos e fiéis, acalanto de toda uma vida em cada abismo meu. Nem sei se todas as cores, dariam conta de tanta ternura, de tanto zelo, da soberania de um amor valente e incondicional, desses que só se tem um a cada vida.
Estariam lá também os meus sorrisos, os sorrisos de quem amo e de cada um que numa inesquecível passagem por minha vida, me fez sorrir. Os abraços, os mimos, minhas pérolas e afagos de afeto, estariam lá, por certo. E o que diriam todos.... Jamais conheci alguém que gostasse tanto de sorrisos e de abraços. E num cantinho à direita do quadro, com traços tímidos e quase imperceptíveis ao correr dos olhos, eu pintaria o que mais sou. Uma emoção desajeitada, um sonho não prometido, uma crença não corrompida, um sempre, um nunca. Um outono cinza que enevoa as flores, breve e clandestino em muitos, eterno e raro em poucos.
As decepções, os sofreres, as flechas DE TÃO PERTO em meu peito, essas eu não pintaria. Seria tornar-lhes perenes, epitáfio confesso de mim. Em meus traços não haverá pandora. As marcas feitas a ferro em brasa, devem ser vistas e traduzidas apenas por quem as tem em sua carne. A vida se já se encarrega de fazê-las retrato inexorável de nós. Ventanias infames ao amor mais puro, desertos de princípios que chocam, assim como as folhas tortas após a tempestade, é luz apagada dentro da gente, é esperança corrompida que, por fim, te embrutece e te esvazia a alma.
Pelos caminhos de um universo paralelo que tem os contornos de minhas buscas e de meus sonhos, encontro-me e, por vezes, perco-me. Talvez porque eu não seria uma boa artesã, talvez porque a ponte que deixa para trás o que só a ilusão permite viver e sentir, jamais me será possível atravessar.
A prestimosidade da vida com o entendimento das coisas e com a clareza de nós nem sempre entra pelas janelas da frente da gente. Quando o que fomos fora, nos joga para nosso mais fundo dentro, não há concessões de verdades, tão pouco aceitações injuntivas dos porquês, nem mesmo dos não gratos e ásperos porquês. Não há arremates nos destinos, atalhar nos percursos... não há barganhas com o tempo exato de ser e, de igual modo, de deixar de ser.
Há sim, o tempo de tirar para descanso, o avental da tolerância e da passividade com os equívocos sabidos e tidos. Tempo de descortinar as janelas do adiante, ainda que de seda seja o véu se, por detrás dele, está o único seguir possível a um reencontro nascente, dulcíssimo e grato consigo. Tempo de deslizar as mãos sobre o embaço úmido nas vidraças, embaço diviso e rompante do ser. Sem importar se esse mesmo ser foi outrora, soneto ardente, fiel e víscero de mim. Tempo de rasgar o útero amadurecido pelo rigor da primeira ou da derradeira lucidez e... nascer. Cada ser nascido é um ser querido e já sido. Agigantamos o parto ao celebrarmos os gritos e os gemidos no ato para neles, apequenarmos a dor. Morremos um pouco quando perdidas de nós. Nascemos de todas as mortes e para todas as vidas quando decididas, de cada perder-se, NASCER.
Sim, nascer, posto já tão lacerado o perder. Não digo renascida porque nascida, outra me quero ser. Outra, um tanto mais esvaziada de meus avessos, de meus desajeitos, dos vazios e dos tropeços de mim . Outra, inimiga da dúvida perdiz, àquela paralisante. Outra mais íntima de si e menos vagante sem licenças no outro. Uma outra, amante plebéia ou princesa do olhar que a despe em alma. E quão louca e linda e livre alma. Outra, urdida do mais legítimo profundo de si para quiçá, jamais sabotar-se em ser e assim, jamais permitir-se censurada e abortada em ir.
Quero - me amor que vai, amor que chega , deusa profana de cada sentir, mar de chamas em cada querer. Quero - me sede imprudente, alheia ao veneno que tolhe e talha. Quero -me em cada exato ou inexato tempo, largo espaço criador e abrigo feliz de mim.
Estreitando pendências com a vida...
O tempo que nos instala nisso faz surgir no seguinte, outros grávidos e hídricos tempos. Os vácuos vida a fora são sólidos, são ácidos, são sãos. Os enfrentamentos trazidos vida a dentro, são intérminos, são curvos de rumo, são ensaiantes prenhes de outras muitas -nós-. Outras sempre inacabadas -nós-.
Nesta madrugada fria ,lembro -me de você,que apareceu em minha vida como o sol que nasce para iluminar o universo.
Contigo vieram as estrelas e a lua,que lá da imensidão dos céus brilhavam sobre a terra iluminando os meus passos cambaleantes.
O vento trazia consigo o aroma suave da primavera ,que se espalhava , e
e a atmosfera alegrava os pássaros e inebriava minha alma.
Mas o inverno chegou:o sol,as estrelas e a lua,que antes iluminavam,deixaram de iluminar,ocultando-se entre as nuvens levando você e deixando comigo somente as lembranças deleitáveis do passado.
“O Homem é o único ser vivo que se entrasse em extinção não faria falta alguma nos ciclos de vida, cadeias alimentares do planeta Terra e no Universo, ao contrário de qualquer outro ser vivo, com certeza sem o homem o planeta entraria em harmonia natural... Somos o único ser que mata, destrói, devasta, produz lixo (inclusive até além do planeta que devasta) e aprisiona outros seres para seu bel prazer... Acredito que o homem nunca pertenceu ao Planeta Terra, a Terra lhe foi presenteada para habitar e à está destruindo... E o Homem ainda se autointitula como criação divina!”
(Mário Luíz)
Já parou para pensar na importância da língua portuguesa na sua vida?
Parece uma pergunta simples, mas tem a sua complexidade. Seu uso é tão habitual que, às vezes, não nos damos conta da dependência que estabelecemos com a nossa língua materna. As palavras nos movem o tempo inteiro e estamos sempre nos revelando, seja por meio da linguagem verbal ou não verbal.
O mais curioso é que, ao mesmo tempo que a língua portuguesa nos é tão íntima, ela também nos é desconhecida. Um paradoxo que a torna muito especial. Não tem como se desvincular dela. Somos exigidos a estudar para esclarecermos dúvidas que surgem a todo momento.
Quem estuda a língua portuguesa sabe que é uma tarefa incessante e apaixonante. Já dizia Olavo Bilac: “Amo-te assim, desconhecida e obscura. Amo-te, ó rude e doloroso idioma.”
Testemunho:
Minha vida não andava bem.
Tava tudo fora do lugar.
Sorrisos e alegria duravam tão pouco...
Felicidade então? Eu vivia a procurar.
As coisas não iam bem e eu já tinha desistido de mim mesma.
Já estava cansada de trazer um peso tão grande sobre os ombros.
Um dia Ele chegou. Eu até já tinha ouvido falar sobre Ele. Até pensava que O amava e tal...
Mas então houve O encontro. E foi pra valer. Eu nunca vou esquecer isso, porque Ele simplesmente conseguiu pôr em ordem a minha vida e o meu coração.
Me livrou das coisas que me acorrentavam. Provou-me que as Suas opiniões estavam certas e as minhas teorias todas erradas. Demonstrou-me o Seu imensurável Amor.
Me perdoou por minhas mancadas e logo consegui perdoar a mim mesma. E como eu não perdoaria aos outros?
Agora eu vou falar sobre Ele até cansar. E tomara que não canse.
Porque só eu sei os caminhos pelos quais trilhei. Só eu sei a solidão que eu sentia e que me roubava a tranquilidade.
Ele chegou. E levou tudo de ruim embora. Estou livre!!! Sou livre!!!
Trocou meu coração por um novinho em folha. Coração este que está transbordando o Seu amor.
Eu O amo tanto que nem consigo expressar...
Jesus, valeu mesmo por ter vindo ao meu encontro.
Agora sei que eu sempre irei te amar!
(Fabi Braga, 07/09/2014)
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