Textos de Promessa

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A promessa da mentira foi simples, e absoluta: “se conseguirem entrar, podem ficar com tudo”!
Uma verdade lhe enfrenta, uma mentira lhe trai: se uma promessa está perdida, ela não sabe voltar!
Uma verdade desgarrada... "se não fizemos nada por ela, porque ela deveria fazer algo por nós"? Às vezes quando não exaurida é uma proteção ou correção para um sentido melhor e mais maduro!
Se eu existo, o sentido único da minhã verdade, defende que, apesar de opiniões a realidade factual é uma só!

O sol nasce como promessa.
Rompe o horizonte em fios dourados e derrama esperança sobre a terra ainda adormecida.
Sua luz acaricia os sonhos, desperta silêncios, faz a vida pulsar dentro de nós como um coração que recomeça.
Depois, lentamente, ele se despede.


O pôr do sol é um adeus tingido de saudade, ou talvez apenas um até logo, sussurrado em tons de fogo e mel.
O dia se recolhe. O que foi vivido repousa no tempo, pois o que passa não retorna.


E então vem a noite, vestida de mistério e calma.
A lua reflete a luz tênue e pinta o céu de segredo.
As estrelas, incontáveis, bordam a imensidão com brilhos eternos. Uma delas pisca, distante e solitária, como se nos dissesse, em silêncio:
acredite.
Mesmo na escuridão, há sempre um sol preparando o amanhã.








Lois: Quando éramos pequenas, fizemos uma promessa. Nenhuma de nós se casaria até encontrar a alma gêmea. A única pessoa no mundo com que estivéssemos predestinados a ficar. Por isso, não se cobra a promessa de alguém de dez anos.
Clark: O que acho que Lois está tentando dizer é que não dá pra prever quando encontraremos essa pessoa especial. E Jimmy é, sem dúvida, a pessoa especial da Chloe. Conheço Chloe desde a oitava série. Passamos por muitas coisas juntos. E em todos esses anos, nunca a vi tão feliz.

Assumi comigo um compromisso que não foi bonito de fazer. Não veio em forma de promessa leve, nem de entusiasmo. Veio quase como um pacto silencioso depois de atravessar dias em que existir parecia excessivo demais.

Houve momentos em que desejei não estar. Não por falta de coragem, mas por cansaço. Um cansaço que não se explica, apenas se instala e vai apagando as bordas da vida. E, ainda assim, entre um intervalo e outro dessa vontade de desaparecer, havia algo mínimo que insistia.

Um resto de vida. Quase nada, mas suficiente. E foi nesse quase que eu me agarrei. Não por certeza, mas por decisão. Porque, se ainda havia algo em mim que pulsava, por menor que fosse, então talvez valesse a pena sustentar isso um pouco mais.

Foi ali que assumi esse compromisso. Não o de ser feliz o tempo todo, mas o de não abandonar a possibilidade de viver com verdade enquanto eu estiver aqui. De não desperdiçar completamente aquilo que, de alguma forma, ainda insiste em mim.

A felicidade, entendi, não viria como estado permanente. Mas poderia existir em fragmentos, em respiros, em pequenos instantes que, somados, sustentam a travessia.

Se estou aqui, então que valha. Que atravesse. Que sinta. Que, apesar de tudo, eu não me recuse a viver a vida que ainda me vive.

A única rosa que te dei
não era flor, nem pétala, nem promessa —
era um espelho no meio do deserto,
um ponto luminoso na curva do nada,
o sinal de um certo querer que nem sempre se vê.


O gosto amargo permanece —
não na boca, mas no intervalo entre notas,
como se o silêncio fosse uma corda esticada demais.
Você era a borracha sobre calendários apagados,
apagando aquilo que nunca se soube desenhar.


O vento passou como uma lembrança
sobre o vidro frio dos dias alinhados,
um alfabeto de gestos que não se traduziu,
peças de um quebra‑cabeça que cabiam apenas
na caixa onde guardamos histórias incompletas.


Havia tanta corrente nas mãos —
um rio secreto subindo pelas margens do possível,
margens que se recusavam a ser caminhos.
O medo era ponte que avançava sobre espelhos,
cada passo dissolvendo areia invisível no ar.


Queimamos cartas que nunca se dobraram,
rasgamos páginas impregnadas de ausência,
apagamos sinais no calor das chamas —
gestos como pássaros que não voam,
ecoando um nome sem nunca pronunciá‑lo.


Agora restam os espaços vazios,
o ciclo fechado como livro antigo
que guarda apenas marcas de dedos na capa.
As linhas se tornaram fósseis de silêncio,
um suspiro seco que fica entre as notas
quando a canção já acabou.


E mesmo assim, no fundo do escuro,
a memória sussurra como vento em sala vazia,
um brilho que não ilumina nada,
um fogo que dobra as margens do possível,
um querer que recusa morrer —
não como chama, mas como reflexo de chama
sobre vidro que nunca virou cinza.


A respiração guarda vestígios de horizontes,
contornos de sombras que dançam sem corpo,
o olhar busca o que nunca foi alcançado,
o silêncio pesa como chão movediço,
cada lembrança uma ponte que não leva a lugar algum.


Não me procure, porque o que resta
é uma fome que não se cansa,
uma sede que não se dissolve em lágrimas,
um olhar que sempre busca o inalcançável,
um eco que insiste mesmo no silêncio.


Este é o ponto final do nosso nunca mais —
um fim absoluto, cruel, profundo,
mas mesmo assim, eu sempre vou querer mais.

A promessa, a verdade e o tempo
Você precisa me dizer se o seu coração está bem.
Agora tudo é mistério, e ainda assim, tudo faz sentido.
Agora eu entendo aquela promessa dita: um mundo cor-de-rosa.
Você prometeu um mundo onde não cabiam tristezas nem mentiras.
Você não mentiu…
O tempo é que não foi verdadeiro.

❝ ...A cortina da noite se rasgou em luz, E a vida, mais uma vez, se fez promessa e guia. Obrigada, Deus, por mais esta manhã que conduz O tempo à chama nova, a mais um hoje que se irradia.
Meus olhos bebem o azul, a orquestra leve do vento, O milagre singelo no botão que se abre no jardim. Em cada batida, em cada sopro, em cada movimento, Sussurro a prece humilde: "Obrigada por estar em mim." ...⁠❞




--------------- Poetisa Eliana Angel Wolf

Hoje é tudo o que existe.

Não há promessa no amanhã, nem dívida no ontem. O passado é memória moldada pela mente, e o futuro é apenas projeção ambos intangíveis, inalcançáveis. O único campo real de poder é o agora.

Consciência é soberania. E soberania não espera. Ela age.

Tudo aquilo que você adia, você abandona.
Tudo aquilo que você não executa, você destrói em potencial.
Toda decisão não tomada é uma realidade que jamais nascerá.

Não existe destino existe escolha.
Não existe tempo perdido existe ação não realizada.

O mundo não conspira a favor nem contra você. Ele simplesmente responde à sua vontade manifesta no presente.

Se você não faz hoje, você não fará.
Se você não se torna agora, você não será.

A chama que ilumina seu caminho não está no futuro. Ela está em você neste instante.

E ela exige ação.

JOSÉ — O SONHO QUE NINGUÉM CONSEGUIU MATAR

Havia um menino vestido de promessa,
carregando nos olhos o brilho do impossível.
Seu pai o amava com ternura rara,
e o céu já sussurrava seu destino.

Bíblia Sagrada

José sonhava…
e os sonhos não eram comuns.
Eram sementes eternas
plantadas pelas mãos de Deus.

Mas nem todo irmão suporta
ver alguém carregando luz.
O ciúme transformou sangue em distância,
e o abraço virou conspiração.

No silêncio do deserto,
o filho amado foi lançado numa cisterna.
Escura… fria… profunda…
como ficam os corações feridos pela traição.

E enquanto os irmãos vendiam seu sangue por moedas,
o céu continuava escrevendo capítulos invisíveis.

José foi levado como escravo,
pisando terras estrangeiras
com correntes nos pés
e fé no espírito.

Na casa de Potifar,
trabalhou sem perder a dignidade.
Porque quem anda com Deus
não precisa perder a alma
mesmo quando perde a liberdade.

Então veio a prova do desejo.
A mulher de Potifar tentou seduzi-lo,
mas José preferiu a prisão
do que trair sua santidade.

Foi acusado injustamente.
Esquecido pelos homens.
Trancado entre grades
sem entender o relógio de Deus.

Mas até na prisão
o céu encontrava José.

Ali interpretou sonhos,
falou ao copeiro, falou ao padeiro,
e cada palavra carregava
a assinatura do Altíssimo.

O tempo passou…
até que o rei teve um sonho
que ninguém conseguia entender.

Então lembraram do homem preso.

José saiu da prisão
sem ódio, sem vingança, sem revolta.
Saiu carregando sabedoria.

Diante do faraó,
interpretou o futuro das nações.
E aquele que dormia no chão da prisão
foi colocado sobre o trono do governo.

De escravo… a governador.
De rejeitado… a instrumento de salvação.
De vendido… a escolhido.

Porque quando Deus escreve a história,
a cisterna não é o fim,
a prisão não é derrota,
e a traição não consegue matar o propósito.

Então veio o reencontro.

Os irmãos, agora quebrados pela fome,
ajoelharam-se diante daquele
que um dia haviam desprezado.

José chorou.

Não chorou pela dor antiga…
mas porque entendeu
que Deus transformou feridas
em caminho de vida.

E ao reencontrar seu pai,
o menino dos sonhos voltou a ser filho.
Os braços envelhecidos de Jacó
abraçaram o milagre que o tempo não destruiu.

José entendeu enfim:

Quem anda com Deus
pode atravessar cisternas, prisões e desertos…
mas jamais caminhará sozinho.

Porque sonhos nascidos no céu
podem até ser perseguidos pelos homens,
mas nunca serão vencidos.

Na arena do poder e da promessa,
Erguem-se nomes em palanques de ilusão,
Mitos criados sob a pressa,
De quem busca no homem a salvação.Messias que caminham pela terra,
Mas não operam o milagre da mudança,
Entre falas de divisão e guerra,
Que roubam do povo a confiança.Negam o fato, a ciência e a história,
Em nome de um projeto familiar,
Constroem palácios de falsa glória,
Deixando o país a esperar.Não precisamos de heróis de argila,
Nem de dinastias que prometem o céu,
A verdadeira força se perfila,
No povo que desperta do véu.

No berço da Judeia nasceu,
um menino de olhar sereno,
trazendo ao mundo a promessa
de que o amor é o caminho pleno.


Belém repousa em terras feridas,
onde povos clamam por liberdade,
mas a voz suave ainda ecoa:
“Que a paz esteja em vossa verdade.”


Assalamu alaykum, Shalom,
palavras irmãs que se entrelaçam,
como rios que correm ao mar,
buscando o mesmo horizonte que abraçam.


Homens erguem muros e espadas,
chamam o próximo de inimigo,
mas esquecem que o Criador
não fez fronteiras no coração amigo.


O verdadeiro terror é o ódio,
que cega olhos e endurece mãos,
mas a luz divina insiste em brilhar
na esperança que une as nações.

​DO ABISMO À ESPERANÇA
(A promessa de renovação para quem confia e entrega)

​Você é essencial aos olhos de Deus. Por tudo o que está passando, enquanto chora em silêncio, saiba que Ele enviou um anjo para enxugar suas lágrimas.

O que hoje parece um abismo, amanhã será colheita de alegria. Confie e entregue; permita que Deus tome o controle de tudo.

​Lembre-se de que o deserto não é morada, é caminho. Não carregue o peso da alma nos ombros quando há braços eternos dispostos a desatar esse nó e te sustentar.

O amanhecer sempre chega e, com ele, a certeza de que nenhum soluço seu passou despercebido pelo Céu.

Lu Lena / 2026

O Chão Oculto

O vazio não tem pressa,
muda de forma no escuro.
Caminho por uma promessa,
pisando em vidro inseguro.


Olho nos olhos que amo,
com o peito em sobressalto.
Sinto o peso do que chamo
de silêncio que grita alto.


A verdade é uma sombra
que ameaça me tocar.
O vazio me assombra,
pois o chão pode quebrar.

Promessa para os meus inimigos e para ou outros.
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
E neste ano...
Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim;
E com ela irei esmagar meus inimigos.
Aqueles que já comigo se cruzaram,
Aqueles que olharam meus olhos doces,
Aqueles que ousaram pensar e agir...
Não sabendo quem sou mas como se nada fosse,
Os mesmos que por vezes me leem aqui,
Para verem se sucumbi ou se resisto,
E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes,
Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo!
Mas que bestas Deus colocou na terra!
E eu besta me defendo,
Escrevam, escrevamos todos,
Veremos quem ganha a guerra!
Agora que nos conhecemos todos.
Célia Carracha.

Você me olhava com uma promessa imensa no sorriso, mas suas atitudes nunca saíam do papel. E eu, mergulhado na vontade de dar certo, confundi a sua falta de opção com reciprocidade. Dei palco para as suas desculpas porque queria acreditar que o problema era o tempo, e não a sua falta de querer.
Você usou a minha calmaria para abafar o caos da sua bagunça interna. Validou o seu ego com o meu cuidado, colhendo o melhor de mim enquanto me deixava apenas com as suas sobras. Fez com que eu me sentisse especial na mesma proporção em que me descartava quando a conveniência mudava de direção.
Você dizia que o nosso encaixe era raro, mas preferiu a pressa dos desapegos. Dizia que adorava a minha companhia, mas sumia sempre que a rotina exigia presença. Dizia que tinha medo de me machucar, mas usou justamente esse medo como escudo para não se comprometer.
E sabe o que deixa um nó na garganta?
É dar-se conta de que eu estava construindo bases sólidas para nós dois, enquanto você só queria um abrigo passageiro para os dias de chuva. Eu apostava no que a gente poderia ser, e você só se ocupava em ter certeza de que poderia ir embora a qualquer minuto.
Hoje, eu decido fechar essa porta.
Escolho resgatar a intensidade que gastei com quem era raso.
Escolho a certeza que você nunca soube me dar e a dignidade de não caber mais em espaços tão pequenos. Eu não aceito mais ser o rascunho de alguém que nem sabe o que quer escrever.

Recomeçar sempre deve ser visto
como um ato de responsabilidade,
e nunca como uma promessa vã de mudança.
A vida sempre se renova
quando usamos sabedoria em nossas escolhas
e a esperança cresce pelo crivo da disciplina.
Pois quem retorna ao caminho
com a consciência do erro cometido
Já não repete o passado,
mas caminha com maior firmezadiante do Criador.

Saio sem mapa...
Sem promessa no bolso...
A noite aberta...
Um talvez no olhar...
Não espero milagres...
Só deixo o vento decidir onde vai dar...

Levo expectativas leves, quase nada...
Pra não pesar o passo...
Nem o coração...
Se vier riso, ótimo.
Se vier estrada, que seja canção...

Talvez um encontro...
Talvez o vento...
Um bar qualquer...
Conversa sem fim...
Ou talvez apenas um simples momento...

Vou assim: “vamos ver o que acontece”,
Sem cobrar do mundo...
Sem pedir um sinal...
Porque às vezes é quando a gente não espera...
Que a vida resolve surpreender no final.

Sandro Paschoal Nogueira

Não é sobre a eternidade, porque o para sempre é uma promessa pesada demais para ombros. É sobre a finitude bonita de saber que, entre tantas eras e galáxias, nossas trajetórias colidiram. No fim, a gente só quer alguém que nos segure com firmeza o suficiente para não cairmos, e nos olhe com doçura o suficiente para querermos ficar.


DeBrunoParaCarla

Quando o mundo parece ruína, lanço sementes de promessa nas fendas do concreto. Não me contento com o “menos-mal” trabalho para que o bem floresça realmente.
Minhas palavras são pontes, não muros, para que o outro encontre abrigo e seja visto. A cada gesto, reivindico a grandeza que habita no simples, um olhar, um toque, uma ponte. No silêncio que resiste, descubro a força de quem escolhe erguer, em vez de apenas sobreviver.

"Senhor, concede-me a graça da clareza e do discernimento. Diante de palavras vazias, promessas falsas ou elogios fingidos, abre os meus olhos para enxergar a realidade das ações. Que eu não seja enganada por aparências. Protege o meu coração das ilusões e cerca-me de pessoas cujas atitudes reflitam a verdade do que dizem. Amém."


—By Coelhinha