Textos de Promessa
Sangue e Resiliência
Quebrei uma promessa no alvorecer,
Confiei em quem não devia conhecer.
Me joguei nos braços do primeiro que veio,
E o meu coração, firme, caiu no vazio.
Abalou-se o chão, o mundo desmoronou,
Para um lugar estranho o destino me levou.
Um lugar que nunca mais pisei desde então,
Mas que ainda vive em mim, como uma canção.
Parei de ter esperanças, foi cedo demais,
Parei de adivinhar, aceitei a paz.
A paz que não era paz, mas sim resignação,
E assim as coisas seguiram, sem direção.
E você vê nos olhares que cruzam o seu,
Sente no tratamento, no jeito que é "adeu".
Sempre o último a saber, o primeiro a partir,
Carregando nos ombros o peso do existir.
E quando o céu começa a desabar,
A culpa, desde o início, é sua a carregar.
Te acordam com febre, às cinco da manhã,
E o anjo da guarda já não te faz companhia, não.
Deixe que passem por cima, ria da dor,
Deixe o sangue escorrer, sem rancor.
Eles estão certos, você está errado,
Mas no seu peito, um fogo está guardado.
Porque o sangue que escorre não é só dor,
É a força que nasce, é o grito de amor.
É a vida que insiste, mesmo em desespero,
É o verso que nasce do fundo do seu ser.
Então ria dos golpes, mas não se perca,
Porque a dor é passageira, mas a alma é vasta.
E um dia, quem sabe, você vai olhar pra trás,
E ver que o sangue que escorreu foi o chão que você pisou pra andar.
Promessa ao Futuro Amor.
À sombra do ontem, sob a luz do agora,
Escrevo-te, enquanto o coração ancora.
Por amores que vieram, paixões que partiram,
Peço que não temas as marcas que exibo.
Cada queda, cada voo, traçou meu caminho,
Forjou-me inteiro para estar em teu ninho.
Se ecos do passado em mim ainda ecoam,
Foram eles que aos teus braços me trouxeram à toa.
Perdoa-me, amor, se em sombras me vês,
Mas foi nelas que aprendi a te amar de vez.
Pois o que sou é feito de erros e acertos,
E é só por isso que em ti me completo.
Não me olhes como mapa de perdas e dores,
Mas como jardim, florido de amores.
Se hoje te guardo, se hoje te espero,
É porque só em ti, enfim, me entrego.
Meu futuro amor, sem as rotas passadas,
Talvez não soubesse as trilhas exatas.
Mas se o destino nos faz convergir,
Cada passo foi feito para em ti existir.
Promessa Inquebrável
Sob o céu tingido em fogo,
Vi teus olhos a brilhar,
Tuas juras de amor eterno,
Um adeus sem desvendar.
A guerra da tua mente,
Em teu amor por mim,
Tentou apagar memórias,
Mas você sabe que o nosso amor não tem fim.
O tempo riu da minha espera,
Sussurrou que foste em vão,
Mas meu peito, em chama eterna,
Recusou tal traição.
Outonos viram meus cabelos
Se tingirem de neblina,
Mas meu amor seguiu intacto,
Como a lua, que ilumina.
Então veio a última carta,
Um diário esquecido e frio,
Teus versos presos no passado,
Como um barco à deriva no rio.
"Se o destino nos roubou,
Que a morte nos faça inteiros,
Pois te espero além do tempo,
Onde os dias são primeiros."
E ao cair da última folha,
Senti tua mão na minha,
Nosso amor é verdadeiro,
E você sabe que ele viverá para a eternidade.
Eu já não acredito mais
Eu já não acredito mais,
Na promessa de eternos dias,
Nas palavras lançadas ao vento,
Nos sussurros que a noite desfia.
A esperança me deixou à deriva,
Às margens da profunda solidão,
Sorvendo a dor em um cálice amargo,
Onde antes brindava-se paixão.
Teu corpo é feixe de luz no crepúsculo,
Sedução que desfila sem pudor,
Um poema divino, irradiando esplendor,
Mas é miragem que o coração já não quer decor.
Teu sorriso, armadilha luminosa,
Prende, inebria e, cruel, entontece,
É a arte mais pura da sedução,
Mas é pintura que a alma já não conhece.
De fascinação se vestia o amor,
Em teus braços um falso abrigo,
Deixaste-me só, no limiar da dor,
Entre versos, me perco e comigo sigo.
Porque já não acredito mais,
Nas juras evaporadas ao amanhecer,
No amor que se faz de paz,
Mas é apenas poesia que não se pode viver.
Sera, o mistério que nos envolve,
O amanhã incerto, que o presente resolve.
É a promessa no horizonte distante,
O sonho que nos guia, a cada instante.
Sera, o sussurro do vento na noite,
A esperança que brilha, mesmo sem açoite.
É a chance renovada a cada alvorecer,
Oportunidade de crescer, de florescer.
Sera, o enigma que buscamos decifrar,
A incógnita que nos faz questionar.
É o destino que tecemos a cada escolha,
O caminho que trilhamos com coragem e escolha.
Então, que o sera seja nosso impulso,
Nosso motivador, nosso compromisso.
Para vivermos cada momento com intensidade,
Sabendo que o futuro é nossa oportunidade.
É primavera no meu coração
há uma promessa gravada no tempo,
uma esperança que insiste
em florescer no mais árido campo.
Sob o manto gelado da estação,
onde a melancolia se esconde,
há uma semente em germinação,
aguardando o instante que responde.
A primavera surgirá esfuziante,
como um abraço de luz e calor,
despertando a vida vibrante,
espalhando sua beleza e cor.
Cada flor, um sussurro de alegria,
cada raio de sol, uma carícia suave,
pintando o céu com a magia
que só o renascer sabe.
O inverno pode parecer eterno,
mas a primavera sempre vem,
trazendo consigo o terno
renovar do ciclo, o amor que contém.
Então, mesmo na mais sombria hora,
lembre-se do brilho que virá,
pois a primavera
em cada coração que a esperará.
Eu te encontrei,
e havia no ar uma promessa,
um calor no vazio que antes habitava,
um sonho de alma entrelaçada.
Eu via potencial nos teus olhos,
um futuro que brilhava distante,
mas os dias passaram,
e o brilho virou silêncio,
um peso que carreguei sozinha.
Teus passos pararam,
frente à tela que não dizia nada.
A casa quieta, sem vida,
o diálogo, ausente,
os sonhos, adormecidos.
Eu, que buscava fogueiras,
ganhei cinzas.
Eu, que via beleza na natureza,
encontrei desordem.
Eu, que ansiava por almas,
encontrei um corpo cansado.
E então veio a fúria,
não tua, mas da dor que te moldou,
e a ferida que carrego agora
fala mais de nós do que qualquer palavra.
Ainda assim, desejo teu bem,
mesmo quando o meu coração
não sabe mais o que sente.
Porque amar também é aprender a partir,
é respeitar o que não pode ser.
Hoje, olho para dentro,
procuro as respostas nas minhas raízes,
porque sei que mereço mais
do que apenas existir ao lado de alguém.
Mereço ser fogo,
mereço ser vida.
De ti, levo o aprendizado,
um desejo manso de que encontres o teu caminho,
mesmo que ele não cruze mais o meu.
Ele partiu com sonhos na mala,
um adeus abafado, a promessa no ar.
Foi buscar o futuro em terras distantes,
e no caminho, deixou de amar.
Tinha o mundo na palma da mão,
dinheiro no bolso, coragem no peito.
Mas trancou a faculdade, perdeu a razão,
e hoje só carrega um vazio desfeito.
Os livros fecharam, os planos fugiram,
as aulas ficaram no pó do passado.
O futuro, outrora tão claro, escureceu,
e o amor que deixou, ficou apagado.
Ela esperou, com olhos cansados,
contando os dias que não voltariam.
Mas ele, perdido, nos ventos soprados,
desfez os laços que os uniam.
Agora, com tudo, ele nada tem.
O brilho do ouro não aquece a alma.
A riqueza preenche, mas não detém,
a dor do silêncio que nunca se acalma.
Ele queria o mundo, mas perdeu o chão.
Tropeçou em escolhas, esqueceu-se do “nós”.
Hoje, ouve distante a melodia do amor,
uma música que já não tem voz.
A esperança é uma febre que não queima, mas arde em silêncio, uma promessa que nunca foi feita, mas que insistimos em acreditar. É como deitar em um gramado úmido ao entardecer, sentir a terra fria contra as costas e a brisa carregando um cheiro de coisas esquecidas — da infância, talvez, ou de um sonho que nunca aconteceu.
E nesse momento, enquanto o vento invade os pulmões como se quisesse torná-los eternos, você percebe que a paz não é uma conquista, mas uma entrega. É um instante roubado do caos, um suspiro entre a tempestade.
As palavras para descrevê-la, se é que existem, são frágeis como fios de teia ao sol. Elas não dizem, mas insinuam. Porque a paz, quando vem, não se explica: apenas invade. Talvez seja isso que Clarice quis dizer tantas vezes — que há um mundo dentro de nós, maior do que qualquer compreensão. E nesse mundo, a esperança floresce como uma erva daninha teimosa, rachando até o concreto da nossa dureza.
O Amor que Não Vingou
Havia uma promessa em cada gesto,
uma semente de eternidade
plantada na distração dos dias.
Uma certeza muda,
que murmurava “será”,
e, no peito, o eco respondia “quem sabe”.
Ele veio como um presságio de primavera,
mas trazia no olhar
um rastro de outono.
Eu, cega de esperança,
pendurei flores no varal da alma,
esperando que secassem ao sol
e se transformassem em pétalas eternas.
Mas cada pétala escorregou por entre os dedos,
como se o amor fosse
uma água impossível de segurar.
O que restou?
Rascunhos de promessas
e o silêncio,
que nunca pediu perdão.
Tentei resgatar o brilho
que imaginei ter visto,
mas era um brilho que existia
mais em mim do que no outro.
Então descobri que a decepção
nasce das sementes que regamos
com sonhos maiores que a realidade.
Fiquei diante do vazio.
Percebi que o vazio
também é espaço
para a gente se preencher do que é nosso.
Aos poucos, entendi que esse amor
não cabia nas mãos,
e talvez não coubesse em nenhum outro lugar.
No fim, sobrou a lembrança
de um quase,
e, no entanto,
ela se deitou em mim
como uma certeza daquilo
que não foi.
Aprendi que, às vezes,
o que não se cumpre
deixa em nós uma força adormecida
— que um dia acorda renovada, feita do que realmente é.
Ariana Manzoni
Ó rotina, a promessa da diferença é uma mentira.
Presos em uma canção de uníssonos, os inimigos da excentricidade
Rondando os círculos, na expectativa de qualquer vértice.
Querem podar os brotos que se esgueiram, ali não podem crescer
Regrados pela normalidade da mediocridade, anestesiados pelo previsível.
Ó rotina, engole a todos, cegando com mesmice prístina.
🌿 A Volta do Rei 🌿
No trono dourado da mente brilhava,
Salomão, filho da promessa e da paz,
Com mãos erguidas e voz que guiava,
Fez do saber seu escudo eficaz.
Ergueu palácios de ouro e juízo,
No templo, o incenso subia ao céu.
Mas no silêncio do falso sorriso,
Deixou-se enredar por laços de fel.
Mulheres e deuses sussurraram ao vento,
E o rei, que ouvira o Eterno falar,
Tropeçou na trilha do esquecimento,
Beijando o chão ao invés de orar.
Porém, a Graça — como rio secreto —
Desceu das alturas com luz e perdão.
Pois mesmo o sábio, por orgulho inquieto,
Pode cair... e ainda assim ser irmão.
Deus, que molda reis no pó da alma,
O trouxe de volta com amor e calma.
Pois não há glória maior sob o sol
Que ser encontrado ao perder o farol.
A promessa e o ponto final
No começo,
o mundo era um sim.
Um sim com emojis,
respostas rápidas
e uma sede de futuro
tão doce que até o tempo queria parar pra assistir.
Vendia-se o amor a prazo,
com entrada emocional e juros de reciprocidade.
Falava-se em planos,
como quem monta uma casa
antes de saber se o terreno é firme.
E eu, ingênuo comprador de ilusões,
assinei com o coração.
Mas veio o silêncio.
Não o poético, o denso,
mas o silêncio burocrático das desculpas,
dos "hoje não",
dos "tá corrido",
dos "não posso nem no primeiro encontro".
E eu pensei:
como é possível construir castelos
sem ao menos visitar o terreno?
Era indisponível.
Mas isso,
só depois.
Depois da propaganda afetiva,
de um trailer bonito de nós dois
que nunca virou filme.
Fiquei com os créditos
e nenhuma história.
No fim,
não houve começo.
Houve só vontade vendida
sem entrega.
E eu aprendi:
há quem diga "vamos",
mas vive parado no "não posso".
“Amor de verdade”
— Vivi promessa quebrada,
compromisso que não se cumpriu.
— Tive a alma destroçada,
sofri de solidão, tive frio,
senti em frangalhos o meu coração.
— Conheci o amor itinerante, não queria nada com nada, só aproveitar o instante.
— Sofri com sonhos sufocados, por ter medo de serem censurados
— Rabisquei o que via através da janela, fiz pintura em aquarela
— Sofri por amor na mocidade.
— Dei pulos de felicidade.
— Conheci pessoas, que se vestiam de maldade.
— Até que conheci o amor de verdade.
— Me apaixonei por um sorriso bonito, aquele que me trouxe a calmaria, me mostrando que amar, não é viver em conflito, que a gente não precisa ficar aflito
— Só então entendi!
(Que o AMOR, pode ser encontrado através da vivência, espantando a solidão, que se ampara um no outro, sorri e choram juntos e não querem mais viver de ilusão).
Rosely Meirelles
🌹
Nas manhãs de Junho
O sol irradia seu brilho intenso
Sussurra delicadamente a promessa de um novo dia
Elevando a alma com esperança vibrante
A natureza desperta com alegria
As paisagens se tingem de tons dourados
Os raios solares afagam a terra
Criando uma cena de encanto e encantamento
As flores exibem seus trajes
Vestindo o mundo com mantos coloridos
A brisa traz consigo fragrâncias suaves
Envoltas em perfumes adocicados
O céu se pinta com nuances celestiais
Acalmando o coração com doçura
Uma paisagem deslumbrante se desvenda
Convidando à contemplação serena
Nas manhãs de Junho
Encontro tranquilidade e inspiração
Em cada raio de sol que surge
Vislumbro renovação e renascimento
Neste mês abençoado
Sinto a magia da transformação
A sinfonia da vida se desenrola
Em harmonia e celebração
Nas manhãs de Junho
Agradeço ao destino por este momento
A cada novo amanhecer, descubro
A beleza que o mundo tem a oferecer, enquanto sigo em frente.
PROCISSÃO É A VIDA...
O entoar da no-ve-na...
Em prantos...
Prantos de co-mu-nhão...
Uma pro-mes-sa por cumprir
Num tempo tão pequeno
Pra viver... pra viver... pra viver...
Procissão... procissão... procissão...
Procissão é a vida...
O entoar do canto
Uma prece pela busca
A treva que ofusca
Sempre é o Cão Danado
Os sonhos de um con-de-na-do...
Os olhos de um mo-rim-bu-do
O caçador va-ga-bun-do
Que viu e não viu...
Mundo de Platão= as aparências que enganam.
Dois corações unidos, promessa de eterno,
Amaram-se intensamente, sem medo ou inverno.
Mas o destino cruel, traiçoeiro e impiedoso,
Separou-os abruptamente, num adeus doloroso.
Lágrimas escorrem, em rios de saudade,
O tempo não apaga essa trágica realidade.
Seus sonhos desfeitos, como pássaros sem asas,
Deixando apenas lembranças, em memórias embaçadas.
Um amor tão forte, partido ao meio,
Um adeus não esperado, doloroso e feio.
Eles agora vagam, separados e sós,
Com o coração quebrado, em destinos atrozes.
E assim a história se encerra, numa dor sem fim,
Um final trágico de amor, que ninguém previu assim.
Que essa lição nos lembre, com pesar e ardor,
Que nem todo amor tem um final com sabor de amor.
Deus se utiliza para gerar qualquer promessa ou milagre, em uma estrutura firme, sólida e bem segura. Do que permite ou te leva você a passar, ou enfrentar. É aqui que entra a nossa vida, cada luta, provação, erros e acertos, tudo Deus utiliza para aperfeiçoar, nos fazer amadurecidos e pronto para suportar a responsabilidade do que, já estava gerado em seu coração para nós; no tempo certo nos entrega e nós realmente saberemos administrar e concluir com temor e responsabilidade tudo para glória de Deus.
Nada foge ao seu controle, ainda que nós mesmos venhamos ficar descontrolados por achar que nada acontece ou muda. Deus é perfeito e não erra.
O amanhã é uma incógnita, uma possibilidade, uma promessa. O futuro é algo que está sempre por vir, e por isso é natural que nos perguntemos o que esperar dele. A esperança, por sua vez, é o sentimento que nos impulsiona a seguir em frente, mesmo quando a vida nos apresenta desafios e dificuldades. E é justamente sobre esses temas que Fiódor Dostoiévski, um dos maiores escritores da literatura mundial, nos convida a refletir.
Dostoiévski, em seus romances, nos mostra a complexidade da existência humana, com suas paixões, angústias, desejos e sofrimentos. Em "Os Irmãos Karamazov", por exemplo, o autor nos apresenta a figura de Aliocha, um jovem monge que busca compreender o sentido da vida e do sofrimento humano. Aliocha, apesar de todas as adversidades que encontra em seu caminho, mantém a esperança de que um dia a humanidade possa encontrar a paz e a felicidade.
Mas como podemos ter esperança em um mundo tão caótico e incerto? Dostoiévski nos ensina que a esperança não é uma simples expectativa de que tudo vai dar certo, mas sim um estado de espírito que nos leva a buscar o melhor em nós mesmos e nos outros. É a esperança que nos faz enxergar além das aparências, que nos leva a acreditar no potencial humano e a lutar por um mundo mais justo e fraterno.
Por outro lado, Dostoiévski também nos mostra que a esperança não é um sentimento ingênuo ou passivo, mas sim ativo e corajoso. Em "Crime e Castigo", por exemplo, o autor nos apresenta a figura de Raskólnikov, um jovem estudante que comete um crime por acreditar que está acima das leis morais. Raskólnikov, no entanto, é atormentado pelo remorso e pela culpa, e somente encontra a redenção quando reconhece a importância da esperança e da bondade em sua vida.
Assim, podemos dizer que o que esperar do amanhã é um mundo melhor, mais justo e fraterno. E a esperança é o sentimento que nos leva a trabalhar para tornar essa visão uma realidade. Como disse Dostoiévski: "A esperança é a mais forte e a mais frágil das coisas: forte porque nos leva adiante, frágil porque pode nos fazer desanimar diante das dificuldades". Cabe a cada um de nós manter viva a chama da esperança em nossos corações, para que possamos construir um mundo melhor
A cada amanhecer, o sol se ergue novo,
E traz consigo uma promessa de renovo,
As folhas das árvores caem no outono,
Mas na primavera, florescem novamente, sem abandono.
A vida segue em ciclos, em movimento,
O tempo passa, trazendo aprendizado e crescimento,
E mesmo quando a saudade bate forte no peito,
A esperança surge como um alento, um jeito.
De seguir em frente, de sentir o coração,
Bater forte novamente, sem hesitação,
Porque os sentimentos bons nunca se vão,
E a vida sempre encontra um jeito de nos surpreender, sem razão.
Mas o medo, ah, o medo pode nos paralisar,
E nos impedir de avançar, de continuar a caminhar,
Mas é a fé que nos faz perseverar,
E nos dá forças para continuar, para lutar.
Por nossos sonhos, por nossos desejos,
Por tudo aquilo que nos faz sentir vivos,
E assim, a cada dia, seguimos em busca da renovação,
Com esperança, saudade, sentimento bom, medo e fé no coração.
