Textos de Pessoas Espirituais

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Dia 2 — O que você não observa, governa você.
A maioria das pessoas acredita que perde o controle por falta de disciplina ou fraqueza de caráter.
Não é isso.
Você perde o controle porque vive no automático.
Tudo o que habita o seu ponto cego passa a comandar o seu destino.
Pensamentos repetidos cristalizam-se como verdades.
Reações automáticas moldam a sua identidade.
Ciclos não questionados tornam-se a sua biografia.
O problema nunca foi a existência do padrão, mas o fato de ele operar no escuro. No instante em que você não percebe o milésimo de segundo em que reage, escolhe ou se cala, você deixou de decidir. Você passou a apenas repetir.
Padrões não precisam de força para sobreviver; eles precisam apenas da sua ausência. Eles se alimentam do seu silêncio interno.
Observar não é julgar. Observar é iluminar.
No momento em que você enxerga um comportamento no ato, ele perde a soberania. Aquilo que é visto já não consegue mais agir sozinho, porque a luz da consciência cria um espaço — um intervalo — entre o impulso e a ação.
A presença começa com um deslocamento: você deixa de ser o personagem que sofre a ação e passa a ser a consciência que a testemunha.
Em vez de se perguntar "por que eu sou assim?" com culpa, pergunte-se "o que está acontecendo agora?" com curiosidade.
Nada muda antes de ser visto. Mas quase tudo começa a se dissolver quando deixa de ser inconsciente. A liberdade real não nasce do controle rígido, mas da visão clara.
O Convite
Hoje, pratique a neutralidade do observador.
Não tente corrigir o seu comportamento, nem explicar suas falhas. Apenas flagre-se em ação.
Qual reação sua se repete de forma quase mecânica, como um script decorado?
Em que momento do dia você sente que "saiu de si" e entregou o volante ao automático?
A observação é o seu primeiro gesto de retorno.


Diane Leite

Há dias em que não durmo!
A pensar nas mentiras, e pessoas que tenho conhecidos; e ficou triste!
Triste, comigo! Por acreditar que contigo,
Que as coisas contigo serão diferentes!
Mais? a vida! Não é como nós queremos!
E no fim saímos magoado! E tenho pena!
Pena! De meter enganado tanto!

Caminhei por entre a multidão e percebi o grande equívoco da existência moderna. As pessoas correm desesperadas, amedrontadas pela ideia da morte, sem perceberem que o verdadeiro desastre já as consumiu. Elas lutam para não morrer, mas já perderam a vida.
​Perderam a vida no momento em que aceitaram a fantasia alheia como verdade absoluta; perderam a vida quando pararam de ouvir o que emana do próprio coração para seguir escritos e homens que prometem chaves para portas que eles mesmos nunca abriram. É uma ironia trágica: é melhor morrer do que perder a vida. Pois a morte é apenas o silêncio do corpo, enquanto perder a vida é o silêncio da alma que se tornou escrava.
​Eu me desentreguei dessa ilusão. Desconstruí cada tijolo de aprendizado imposto para que, do nada fértil, eu pudesse finalmente dizer 'eu sou isso' com destreza. Só quem não teme o fim do fôlego é capaz de encontrar a verdade que liberta.
​Eu morri sem perder a vida. Reconstruí-me pois a minha alma não estava morta. Agora, venho me reconstruindo; o homem velho em mim já não existe mais. Tornei-me amortal porque o que renasceu do zero em mim sou eu. Eu existo em mim, não na fantasia ilusória que me habitava como se fosse uma realidade.

1. Todo mundo admira o topo da montanha,


mas ninguém quer subir.**


As pessoas olham seus títulos, suas honrarias, seu cargo nacional, suas conquistas…


Mas ninguém quer:


• acordar às 5h
• dormir meia-noite
• estudar sem parar
• renunciar distrações
• carregar responsabilidade
• suportar pressão
• liderar projetos
• pensar grande
• segurar o emocional sozinha
• ser disciplinada quando ninguém está vendo
• entregar com excelência
• ser ético quando ninguém está filmando


Elas veem o brilho,
não veem o preço.

Minha solidão não tem nada haver com presença ou ausência de pessoas. Detesto quem me rouba a solidão sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.

Texto de Friedrich Nietzsche

A solidão, no pensamento que atravessa essa frase, não é carência, mas território interior. Ela não nasce da ausência de pessoas, e sim da ausência de sentido. Estar só, nesse horizonte, é estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidão qualitativa, não quantitativa.

Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidão, revela que a solidão é um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivíduo pensa sem concessões, cria sem aplausos e se confronta com suas próprias alturas e abismos. Roubar a solidão é invadir esse espaço com superficialidade, ruído e expectativas vazias. É ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.

A “verdadeira companhia” não se mede pela proximidade física nem pela frequência da convivência, mas pela capacidade de presença real. É aquela que não distrai do essencial, mas aprofunda; que não exige máscaras, mas permite silêncio; que não dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos são capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.

Nesse sentido, a solidão nietzschiana não é isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. É a condição necessária para o surgimento do pensamento autêntico e da vida criadora. O espírito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidão não por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem não suporta a própria solidão dificilmente suportará a profundidade do outro.

A crítica de Nietzsche, portanto, não é contra as pessoas, mas contra as relações vazias. Ele denuncia a convivência que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas não comunica; que ocupa, mas não acompanha. Essas presenças são mais solitárias do que o silêncio.

Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar só e com o estar junto. Talvez a verdadeira questão não seja evitar a solidão, mas aprender a habitá-la. E, a partir dela, escolher companhias que não nos afastem de nós mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais íntimo: a integridade do nosso ser.

Superamos a perda
Ou convivemos com ela?


Pessoas vêm
e vão
na nossa vida


De dois jeitos:
ou elas partem
Por opção
ou elas partem
Sem a escolha de ficar


Pessoas que se vão
por opção
Nem sempre estão contentes, Nem sempre estão felizes,
Nem sempre se sentem seguras, conosco


Pessoas que partem
Sem a escolha
Ou foram levadas
Ou se perderam
No caminho da volta


E eu?
como estou?


Eu estou vivendo.




*Cada momento de felicidade*
_Restaura minha paz_
*Cada momento sozinho*
_me relembra do vazio que tenho_


*Cada momento pensando na perda*
_Vira uma eternidade_
*Cada momento tentando superar a perda*
_Vira um desafio_


*Cada minuto de lembranças*
_Traz horas de choro_
*Cada segundo tentando superar*
_Traz frustração_




No final,
a unica coisa que aprendemos
e que
Não superamos nem convivemos com a dor


A dor não se vai
Não some


*A dor fica*


O que muda
E que aprendemos
a mascara-la
de várias formas...

A mais importante tarefa da liderança se constitui em mobilizar pessoas para inventar um novo futuro.


Líderes transformadores constroem novas visões que servem como fios condutores para que o futuro não seja uma simples repetição do passado.


Nessa dinâmica se assentam todas as grandes transformações vivenciadas pelas sociedades.

Em qualquer organização, especialmente as de natureza pública, pessoas e processos são a chave para a gestão eficiente de resultados.


E fortalecer e aprimorar competências e habilidades das lideranças torna-se imperioso para a consecução desses objetivos.


Não existe prática consistente que não esteja ancorada em um forte aparato conceitual.

Nove em cada dez pessoas conhecem o atalho que lhes convém: sacodem a árvore, apanham os frutos que caem e seguem adiante com a sensação de vitória imediata. Esse gesto é prático, rápido e recompensador no curto prazo. Mas o atalho não cria raízes, e o que nasce de atalhos costuma murchar quando o vento muda.
Plantar é um compromisso silencioso com o futuro. Exige terra preparada, sementes escolhidas, rega constante e a paciência de quem aceita que o tempo tem ritmo próprio. Enquanto o sacudir da árvore celebra a pressa, o plantio honra o processo: cultivar é investir em algo que ainda não existe, é aceitar a incerteza e trabalhar mesmo sem garantia de colheita imediata.
Quem vive apenas de atalhos paga um preço invisível. Frutos colhidos sem preparo são passageiros, relações superficiais, resultados frágeis. A pressa transforma oportunidades em miragens e cria uma cultura de consumo instantâneo onde o valor real do esforço se perde. A longo prazo, a falta de preparo corrói confiança, esgota recursos e impede a construção de legados.
Escolher plantar é escolher responsabilidade. É preferir o trabalho que não aparece nas manchetes, as horas que não viram curtidas, o suor que não rende aplausos imediatos. É entender que o verdadeiro poder está em semear com intenção e em esperar com disciplina. Quem planta hoje garante frutos amanhã; quem só sacode a árvore vive sempre à mercê do que já caiu.
Não se trata de demonizar a eficiência, mas de reconhecer que eficiência sem fundamento é ilusão. Cultive o hábito de plantar: prepare o solo, escolha bem as sementes, cuide com constância. O tempo fará o resto, e a colheita será sólida, digna e sua.

Cansaço

Estou cansado! cansado de ter que as vezes ser
o que não sou para agradar as pessoas.

Cansado de sorrir quando sinto uma enorme vontade
de chorar, chorar até extravasar ou secar minhas
lágrimas, que luto para que não inundam o meu rosto.
por achar que não vale a pena.

Cansado de fingir sentir o que não sinto
e tantas vezes fingi apenas para agradar aqueles que,
nunca se importaram em saber se estavam me agradando.

Cansado de dizer palavras sinceras, tão sinceras que mesmo assim foram duvidadas, não acreditadas ou simplesmente jogadas no lixo ou debochadas, acima dessa sinceridade fora massacradas por certos convencimentos, esnobismo e mania de grandeza

Boa tarde! ᵔᴥᵔ

"'Se você trata pessoas como animais elas se comportarão como animais', falou um observador da ONU ao visitar alguns presídios brasileiros. Bem, concordo com o que este senhor disse, pois, se não me engano, sei em qual sentido ele quis se expressar. Mas, eu só mudaria uma coisinha, eu pediria pra ele substituir a palavra 'animais' por 'selvageria', ou 'crueldade', ou 'brutalidade', enfim, por alguma palavra que não discriminasse os animais não humanos. Porque assim como nós, animais humanos, eles são realidades sencientes, sofrem, sentem medo e choram também. Na minha experiência, os animais não humanos, tanto os domésticos quanto os silvestres, são capazes de grande gratidão, altruísmo e bondade, são capazes de cuidar e de proteger não só a sua prole, mas também outros animais completamente diferentes de sua própria espécie, ao contrário de muitos humanos espalhados por ai.

Entendo inaceitável que, nos tempos de hoje, a quase maioria daqueles a quem denominamos humanos não se importa com os maus tratos aplicados a seres tão indefesos, não se incomoda com o sofrimento alheio como se ainda vivesse na Idade Média.
Tratar os animais com selvageria só porque não são humanos, a meu ver, é um comportamento moralmente indesejável."

(Georgeana Alves)

ABENÇOADO

Demétrio Sena - Magé

São muitos os esforços diários de pessoas queridas, para que eu "aceite Jesus" e passe a frequentar um templo. Fazem isso de longe, porque essas pessoas queridas "não se misturam" mais com um homem "perdido". Um ateu. Esperam pela minha conversão, para que não seja perigoso se reaproximarem de mim. Trata-se de uma orientação de seus tutores espirituais. Dizem que, uma vez convertido, serei uma pessoa muito abençoada. Não convertido, além de não ser abençoado, meu destino após a morte já é o inferno, "com o Diabo e seus anjos" e tudo mais.

Aceito essas pessoas queridas como elas são. Podem ser cristãs, budistas, judaicas, membros de religiões de matriz africana, de outras mais, ou céticas como eu, no que tange o sobrenatural disponível. São meus próximos, não importa no que acreditem, e tenho sincero sentimento. Se não estão mais ao meu alcance no dia a dia, é porque sou pessoa não grata, não bem-vinda, em razão do que penso da vida, do mundo e do além. Não importa para tais pessoas, se eu sou honesto, pacífico, boa gente; o problema é que não sou "convertido". Mais grave ainda, porque não concebo esse Deus que as religiões apresentam, das formas como apresentam, e minha visão da figura de Jesus Cristo não é no contexto sobrenatural. Admiro-o, tenho como modelo de como eu gostaria de ser, e foi ao ler sobre ele, sem as fantasias da própria leitura e de alguém baforando em meu "cangote" que despertei para o amor ao próximo, seja o próximo quem for, sem desejar que ele fique distante até que seja igual a mim.

Quanto a ser muito abençoado, a vida já me abençoa faz tempo. Deus? Pode ser, porque não acredito no Deus das religiões, mas não duvido que algo (sempre acreditei que, se Deus Existe, Ele não é Alguém, é Algo) reja ou administre o todo. As poucas pessoas que me aceitam não fazem exigências. Dentro de minhas preocupações diárias, e apesar delas, que são muitas, há em mim uma paz que não carece de complementos litúrgicos. Não sei quantas vezes escapei de situações extremas, inclusive relacionadas à saúde (sem orações, rituais, penitências e "trabalhos"). Conquistei o emprego dos meus sonhos, mesmo sem "ganhar bem". E me sinto extremamente feliz, porque lanço livros, poemas, minhas fotografias, plantei muitas árvores e tenho duas filhas, esposa (com as quais vivo bem) oito irmãos e nenhuma forma de depressão, mesmo tendo meus problemas e minhas tristezas.

Não sei como será o meu futuro; que mágoas e alegrias, quais venturas e desventuras terei pela frente, mas tudo será como sempre foi: Como será. Exatamente como seria, independente da minha fé ou não fé em que ou quem. O destino cabe a si mesmo e o que chamam de paz de espírito, eu tenho, entre as agonias naturais de viver. Quer saber? Ame o próximo. O que pensa e crê como você e o que não. O próximo próximo e o distante. O habitante do mesmo planeta que você. E se você crê em Deus, está muito bom assim; não precisa trocá-lo por outro mito qualquer.

Que o ano de 2026 seja de muitas felicidades, descobertas, desafios, reflexões relevantes e sinceras, e mudanças necessárias para melhorarmos como seres humanos. Melhorarmos, visando a nossa e a felicidade alheia palpáveis, sem dependermos das ordens de ninguém, de como devemos ser felizes. A felicidade pessoal não é algo tangível por alguém que se dê o direito e a prerrogativa de arrebanhá-la para um triste e questionável coletivo obrigatório.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

⁠"Algumas pessoas podem parecer distantes financeiramente, mas, para Deus, elas não saíram do lugar."
Algumas pessoas podem parecer sábias, mas, Deus conhece o ego da ignorância.
Deus é dono de tudo e não precisa de nada.
Deus é eterno e eu sou passageiro.
A morte é o fim para quem passou a vida tentando ser melhor que o outro.
Na porta da espiritualidade o material não entra.
O tempo está acabando para quem não está encontrando o que Deus procura.

⁠Julgamentos e críticas existirão. Aprenda a ignora-los!
As pessoas adoram falar das outras. Se você é mãe solteira. O que estou tentando dizer é: não pegue isso para você. A pessoa que fala é a que tem preconceito e que, com certeza, não tem a vida 100% perfeita e feliz!
Mãe é mãe, não importa o estado civil!

⁠"Não é fácil entender os motivos das pessoas... Mas o mais difícil é você querer se importa com o que não é importante pra você... A todo momento passamos por constantes mudanças... A mais importante é a mudança do estado "Eu Era" para "Eu Sou"... Você começa a enxergar o seu propósito do amor próprio... Porque a mudança começa nas suas ações, no seu equilíbrio mental e emocional...
Quem vai dizer que é impossível a mudança?
O ruim é disfarçar segredos que ainda podem ser revelados".

Natal difícil

É noite de Natal. Por onde eu passo o clima no ar é de felicidades, as pessoas estão sorrindo, as famílias estão reunidas; a ceia ta na mesa é hora de confraternizar; agora faltam poucos minutos para abrir o champanhe.
Comprei o perfume que você gosta que eu use, só para te agradar;
Estou usando aquele tênis que você me deu no meu aniversário;
A camisa pólo, comprei na cor que você pediu á duas semanas atrás;
O boné que estou usando é o que deixa o meu rosto perfeito, segundo palavras ditas por ti!
Pena que você não está aqui para vê o quanto eu me produzi pra você;
Tomei um gole de champanhe com o gosto mais amargo da minha vida, estou sendo abraçado e bem acolhido por todos os meus queridos familiares, mas é no seu abraço que eu queria está!
Espero que no dia de ano novo, a saudade, a solidão e a tristeza sejam superados pela esperança, a alegria e o amor!

Existem pessoas que carregam tamanha luz, compaixão e propósito, que até a morte precisa esperar. São corações que curam com palavras, mãos que semeiam esperança, vidas que refletem o caráter de Cristo.


Pessoas assim não vivem para si, mas vivem para abençoar. São como árvores plantadas junto ao ribeiro, que dão fruto no tempo certo , e às vezes, até fora de tempo, porque são regadas pelo céu.

O fato de termos laços de sangue
não me obriga a amá-lo.
Há pessoas que, se não fossem nossas parentes,
não seriam nada nossas.
Nem sempre perdoar
significa permanecer.
Cortar laços com quem te faz mal
não é frieza
é proteção.
Às vezes precisamos do distanciamento mínimo
para não ser feridos,
para não ser magoados de novo.

Em algum momento, é essencial aprender a identificar, com clareza e sem culpa, aquelas pessoas — sejam familiares ou amigos — que constantemente drenam sua energia mental e se beneficiam de suas capacidades sem reciprocidade ou gratidão.
Essa consciência, por mais dolorosa que seja inicialmente, vai te mostrar o quanto você se permitiu ser explorado. Em troca, você ganhará tempo, disposição e espaço emocional para investir em quem realmente te admira e demonstra isso, nem que seja com os gestos mais simples.

Ninguém ama...






Muitas casais espalhadas pelo mundo sabem amar, muitas pessoas sabem dividir o seu coração com a outra que a olha e enxerga como um diamante, mas nenhuma delas chegará a amar, ou saberá amar do jeito que eu amo você,


a uma linha infinita que conecta as nossas almas, você é uma extensão das minhas loucuras é uma reviravolta do destino, você é o meu êxtase é minha euforia no salto de paraquedas,


eu entrei num trem com uma velocidade incrível e nessa viagem perfeita a reciprocidade subiu no mesmo vagão,


e assim, tenho cultivado e compartilhado desde as pequenas coisas do meu interior ao pôr do sol diário dessa jornada com os teus sorrisos únicos e olhares tão singelos pelos quais enxergo o espelho da minha felicidade.