Textos de Pessoas Espirituais

Cerca de 19603 textos de Pessoas Espirituais

Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?


Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!


Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.

Como eu te via.

--

"Não existe amor impossível, apenas pessoas incapazes de amar."


— Sakura Haruno (Naruto)


Amor?


Para quem é incapaz de amar,


não existe amor.


Só ao eu se promete


amor incondicional.


Já a outro,


essa promessa


seria uma farsa.


E jamais seria amor.


Nunca, em verdade,


se pode afirmar sempre.


Nunca, em verdade,


se pode afirmar nunca.


Em verdade,


existindo amor,


não se mente.


Amar?


Que doce mentira.

--

Como eu te vejo.

As pessoas costumam respeitar aquilo que admiram ou aquilo que temem.
Amar, porém, é diferente: é confiar.
E confiar é acreditar que o respeito existe sem que seja necessário o medo.
No amor há o receio da perda, não por imposição, mas pelo valor que se atribui ao outro.
Já a paixão talvez seja o desafio do desejo, o prazer da conquista, a inquietação do querer.
No fim, talvez todos esses sentimentos sejam apenas diferentes formas de admirar e de temer — seja a grandeza do outro, seja a possibilidade de perdê-lo.

Sempre gostei de biografias. O fato é que gosto de escutar as pessoas e suas histórias.


Amava quando meu tio vinha de longe com seus contos, suas cousas, suas experiências.Ou minha avó contava algo que a marcou muito, ou como foi vivido de forma diferente no passado.


E às vezes escuto as pessoas na rua, no mercado, pergunto, abro espaço.


Perceber pelo olhar do outro a vida de uma forma diferente é aprendizado.


Abra espaço para essa experiência.

Expressar através da linha o que eu sentia, penso que observar as pessoas e o meu dom vejo em um olhar diferente até um sorriso que parece desenhado um mero disfarce até sorriso radiante tem espinhos, até solução não tem solução a razão chegar não tem mais sentido.


Seu sorriso, minha razão, talvez até razões eu tivesse. Receio que quanto mais eu olhava, mais profundos ficavam, mais distante parecia. Quanto mais eu corria, mais eu tropeçava entre medo e razão. Até parece impossível, mas você me salvou, me deu a mão e meio à multidão.

O Estranho no Espelho
O espelho reflete duas faces distintas,
Duas pessoas que habitam o mesmo lugar.
Mas não são a mesma; são chamas extintas,
De um corpo que a alma não quer habitar.
Não é aceitação, é um descompasso,
Entre a imagem que vejo e o meu próprio passo.
Em meu pensamento, a cor é diferente,
Lá mora a doçura e o riso de criança.
Maduro por fora, mas por dentro adolescente,
Cheio de brilho, vontade e esperança.
Sou o olhar que brinca e o desejo que invade,
Livre das amarras que impõe a idade.
Pois quando os quarenta se tornam vertente,
Dizem que é lindo, mas vejo o engano.
A ladeira abaixo é o que a gente sente,
A mentira pintada sob o véu de cada ano.
Quem fantasia a beleza dessa queda cruel,
Esquece que a alma não cabe no papel.
Ass: Roseli Ribeiro

Como pode exigir delicadeza das pessoas, enquanto se permite viver de forma tão… libertina?
Não digo isso em tom de julgamento, mas de confusão sincera. Pois, ao mesmo tempo em que pareces saber exatamente o que procuras, tuas atitudes contam uma história diferente — uma história incerta, por vezes contraditória.

As pessoas despejam ordens, despejam o próprio caos, e esperam que eu saiba o que fazer com os restos. Eu me tornei o filtro de um mundo que não se limpa. Passo os dias tentando organizar o que não é meu, tentando manter o santuário intacto enquanto o lado de fora empurra a porta com toda a força.


DeBrunoParaCarla

Tem pessoas que funciona como terra seca, suga toda a água, guarda para si e não deixa nada transbordar. Vivem acreditando que o mundo precisa caber em uma caixa pequena, onde só o nome delas tem permissão para brilhar.
É gente que planta cercas antes de plantar sementes, com medo de que alguém encoste no jardim. Mas quem vive assim, commesse egoísmo de tudo, esquece que até a flor mais bonita morre se o ar não circular.
O egoísmo é uma raiz que cresce para dentro e acaba sufocando o próprio peito. É a tentativa solitária de ser floresta em um palmo de chão. Só que nada que cresce desse jeito, apertado e egoísta, traz paz de verdade para o coração. Eu me sinto diferente. Meu jeito é semente que não tem medo de rachar a terra para se misturar com o que é de fora. Porque quem se isola é terra doente, vivo mesmo é quem se permite brotar no outro.


DeBrunoParaCarla

​É engraçado como as pessoas funcionam. Hoje vi que jogaram vários livros no lixo. Para quem jogou fora, deve ter sido uma alegria limpar a casa e tirar o que achava que não servia mais. Mas para mim, que encontrei aqueles livros ali jogados, deu uma tristeza danada.
​Livro não é lixo, é história. É o sonho de alguém que escreveu e o aprendizado de quem leu. Recoli cada um com cuidado, porque enquanto eu tiver um espaço na minha estante, nenhuma dessas palavras vai ser tratada como sobra. O que era resto para os outros, agora é companhia para mim


DeBrunoParaCarla

O mais importante e bonito do mundo é isto: as pessoas não são sempre iguais, ainda não estão prontas – mas elas vão sempre mudando.
Não importa o que os outros digam de você, o importante é que você continue sendo quem sempre foi. Se mudar, mude para melhor para essas mesmas pessoas.
Muitas das coisas mais importantes do mundo foram feitas por pessoas que continuaram tentando quando parecia que não havia mais jeito.

⁠⁠Eu vejo pessoas perdidas, por suas mentes vazias, estão tao depressivas, precisando de ajuda, procurando uma cura, uma coisa que dura, mas que seja pura, uma grande aventura...vejo mentes doentes, sentimentos carentes, consciência inconsciente, que sente, desesperadamente.
O amor ele não cura, eles nos deixa louco, amor sem amor, a vida sem ela já não faz sentido, o que faz sentido

​Muitas pessoas têm medo da escuridão, mas eu aprendi a amá-la porque é nela que as nossas sombras se encontram. Amar-te não é apenas celebrar os teus dias de sol; é sentar-me contigo no chão da tua noite e não acender a luz até que te sintas pronta. As minhas sombras reconhecem as tuas. Elas não se julgam, elas não se assustam. Elas apenas se entrelaçam, criando uma dança que ninguém mais consegue ver. É nessa aceitação total, onde o Bruno sombrio encontra a Carla real, que a nossa união se torna indestrutível.


DeBrunoParaCarla

⁠SONETO DAS PESSOAS


Há quem carregue o sol no próprio olhar;
Mesmo vivendo dias de tormenta;
Há quem transforme o simples caminhar
Na mais bonita forma de ser lenta.


Pessoas são jardins em movimento,
Mistério que ninguém pode medir;
Algumas passam como leve vento,
Outras permanecem sem partir.


Por trás de cada rosto há uma história,
Uma batalha oculta e silenciosa,
Uma lágrima guardada na memória.


Por isso a bondade é sempre valiosa:
Quem espalha amor constrói sua vitória
Na alma de uma vida generosa.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

As pessoas fizeram isso comigo a vida inteira. Diziam que não era bem assim como eu contei,
que eu sou mentirosa, que não falo a história como ela é. Eu batia o pé mas não adiantava.
Cheguei a um período de andar com o celular gravando tudo, assim eu teria provas de qualquer
coisa que acontecesse. Foi uma infância super feliz

Psicopatia / Pessoas Antissociais




Minha mãe sempre me disse: Louco não ataca Louco, finja e responda-o a altura.




É fácil reconhecer um psicopata: Ele zombará, falará da fé das pessoas com tom maldoso, de incredulidade e vulnerabilidade como pouca inteligência.
E achará vantagem nos tratos, relacionamentos com pessoas de pouca idade pelo prazer da sua pouca experiência, reconhecimento de malícia, isso é diversão para ele.

Milagre


As pessoas passam a vida procurando por milagres...
Esperam morrer para ver o milagre de voltar.
Imaginam potes de ouro no fim do arco-íris,
E até procuram o "fim" dele.


Mas não percebem que o maior milagre é o amor...
E a maioria passará a vida inteira sem senti-lo.
Não por falta de merecimento,
Mas por falta de humildade.
2021

Sonho artificial


As pessoas vivem aprisionadas a um padrão social, alimentando crenças limitantes e, em nome delas, se autodestroem. Vivem uma vida que não existe — um sonho artificial, distante da verdade. Tornam-se artistas impecáveis, encenando papéis que não lhes pertencem, enquanto renegam quem, por coragem ou necessidade, ousou sair do roteiro.


Isso não é poesia. É assustador. São pessoas que se colocam em pedestais frágeis, julgando, ferindo e apunhalando o outro, enquanto batem no peito para se autoproclamar honestas e dignas. Mas a verdade é dura: a maioria — talvez todos, não sei — são apenas covardes. Covardes demais para abandonar a zona de conforto, para lutar pelo que querem, para assumir o que amam.


No fim, essa omissão também vira crime. Crimes silenciosos ou explícitos, como os cometidos pelos pais dessa menina de 15 anos. Porque nem todo pai é pai de verdade. E, da mesma forma, nem todo humano é humano de verdade.

Final?



As pessoas estão pedindo um desfecho…
Imagino que este seja o fim:
um contrato onde ela voltaria,
pisaria novamente aquele solo —
e assim foi feito.


Não se trata de um filme de ficção,
com guerras e efeitos especiais.
Às vezes, só é preciso energia,
a frequência,
o brilho que emana da alma…
e isso basta.


Não com estrondo,
nem com sinais nos céus,
mas como a luz que atravessa frestas:
discreta, inevitável…
impossível de conter.


Não era luta,
não era espetáculo.
Era ajuste.


Pouco, talvez,
para um mundo sedento de ilusão —
mas suficiente para equilibrar uma situação.


Porque o verdadeiro embate
nunca foi visto,
nunca foi narrado.


Afinal, as maiores batalhas
não ocorrem neste plano…


E talvez — só talvez —
isso ainda esteja longe de acabar. 🌙

"Às vezes, não podemos ficar longe dessas pessoas, pois podem ser da família ou amigos. Mas, se pudermos nos afastar, essa é a melhor forma de cuidar da saúde. Mesmo quando não dá para se afastar, o importante é não se envolver emocionalmente. Então, o melhor é ter força para não deixar que elas mexam com a gente nem mudem nosso jeito de agir."

Alexandre Sefardi