Textos de Natal emocionantes que aquecem o coração e a alma
Crente desinformado: “Ain, a Bíblia não manda celebrar o nascimento (Natal) de Cristo”.
Bíblia: Os magos do oriente celebraram o nascimento de Cristo (Mateus 2.11); os pastores da região celebraram o nascimento de Cristo (Lucas 2.17); Simeão, movido pelo Espírito Santo, celebrou o nascimento de Cristo (Lucas 2.28-32); a profetisa Ana, celebrou o nascimento de Cristo (Lucas 2.38) e todas as hostes celestiais cantaram com alegria no nascimento de Cristo (Lucas 2.14).
Algumas Fakenews Usadas pelos Profetas do Medo para Descredibilizar o Natal.
1° "Você celebra o dia da Saturnália".
- Fakenews. A Saturnália começa em 17 de dezembro e termina em 23 de dezembro. Nunca foi associada ao dia 25 de dezembro.
2° "Você comemora o nascimento do deus Tammuz".
- Fakenews. Tammuz era uma divindade associada ao verão, quando entre junho e julho, os devotos (principalmente mulheres) lamentavam sua morte. Aliás, o calendário hebraico (sim, o bíblico), tem um mês em seu homônimo, Tammuz, que cai justamente em junho e julho.
3° "Você comemora o deus sol".
- Fakenews. É verdade que em 274 DC, o imperador Marco Aurélio decretou 25 de dezembro como o dia do "sol invictus". Porém, os cristãos, desde o final do século II, já celebravam o nascimento de Cristo no dia 25 de dezembro. Temos ampla evidência literária para isso. Na verdade, o imperador romano provavelmente fez isso porque viu o declínio da religião romana, enquanto a fé cristã se expandia. Assim, em uma manobra política, ele tentou sequestrar uma data importante do cristianismo e torná-la pagã. Não funcionou! A festa do "sol invictus" nunca deu certo. Mas aqui estamos 1.800 anos depois e ainda celebrando Jesus Cristo, o Senhor!
4° "Os Druidas deram início à tradição do pinheiro natalino".
- Fakenews. O costume da árvore remonta a Bonifácio no início do século 8, o missionário que primeiro trouxe a fé aos temíveis vikings. O missionário, ao ver que as tribos germânicas reverenciavam o famoso "carvalho de Thor", pegou um machado e o cortou ele mesmo, para mostrar que a natureza não é DEUS. Então, ele apontou para uma árvore perene, como um símbolo de Cristo, que é a árvore da vida eterna. Quanto à iluminação da árvore de Natal, remonta a Lutero, que ao ver a noite estrelada voltou para casa e colocou velas e papel de presentes na árvore como testemunho da majestade da criação de DEUS.
5° "Jesus não nasceu em 25 de dezembro, tudo é uma farsa pagã".
- Fakenews. Ninguém sabe com certeza absoluta quando Jesus nasceu. No entanto, a data de 25 de dezembro não foi escolhida ao acaso. Há uma justificativa razoável para alguns dos pais da Igreja escolherem essa data. Observe que Zacarias estava oferecendo incenso no Santo Lugar do Templo de Jerusalém durante o grande festival sagrado de Yom Kippur, que cai no final de setembro, início de outubro (Lucas 1.9), então isso significa que João, o Batista foi nascido 9 meses depois, entre junho e julho. As Escritura informam claramente que João Batista foi concebido 6 meses antes de Jesus (Lucas 1.26-36), portanto, 6 meses após junho e julho, coloca o nascimento de Jesus no final de Dezembro ou no início de Janeiro, que coincide exatamente com a tradição do Oriente e do Ocidente: o Ocidente celebra em 25 de Dezembro e o Oriente em 7 de Janeiro.
6° "A Bíblia não manda celebrar o nascimento de Cristo".
- Fakenews. Os magos do oriente celebraram o nascimento (Natal) de Cristo (Mateus 2.11), os pastores da região celebraram o nascimento de Cristo (Lucas 2.17), Simeão, movido pelo Espírito Santo, celebrou o nascimento de Cristo (Lucas 2.28 -32), a profetisa Ana, celebrou o nascimento do Senhor (Lucas 2.38) e todas as hostes celestiais cantaram com alegria no nascimento de Cristo (Lucas 2.14).
Sinceramente, tem momentos que desanima demais tanta meninice no nosso meio (1º Co 3.1-3; Hb 5.12-14).
Aprenda isso de uma vez por todas, comemore o Natal e me convide para comer a ceia!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Feliz Natal
- O primeiro Natal foi celebrado no céu e na terra.
- Anjos e homens se alegraram.
- Na pequena cidade de Belém, na casa do pão, nasceu o Pão da vida.
- O Verbo Eterno, pessoal e divino se fez carne.
- As profecias se cumpriram.
- Naquela noite, nasceu o Sol da Justiça.
- Deus se fez homem, o Eterno entrou no tempo, o Imenso Esvaziou-Se, O mais Exaltado entre os anjos, Humilhou-Se.
- Sendo o Rei dos reis, Fez-se servo.
- Sendo rico e o dono do mundo, Tornou-Se pobre.
- Sendo transcendente, nasceu de uma virgem.
Esse é o grande mistério do Natal que ainda hoje celebramos. Celebramos porque Jesus está vivo. Está vivo e no trono. Está vivo e vai voltar. Está vivo entre nós e dentro de nós.
Feliz Natal e boas festas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O Ciclo do Natal.
- Pois, como Crisóstomo, cerca de dez anos após a introdução deste aniversário em Antioquia, disse com razão, sem o nascimento de Cristo também não houve batismo, paixão, ressurreição ou ascensão, e nenhum derramamento do Espírito Santo; portanto, nenhuma festa de Epifania, de Páscoa ou de Pentecostes.
Philip Schaff - Historia da igreja.
Teologia Ortodoxa
Jeremias Capitulo 10 Proíbe as Árvores de Natal?
Texto fora do contexto usado pelos heterodoxos e palpiteiros canceladores de Natal:
“Não aprendam o caminho das nações, nem se espantem com os sinais dos céus porque as nações se assustam com eles, pois os costumes dos povos são vaidade. Uma árvore da floresta é cortada e trabalhada a machado pelas mãos de um artesão. Eles o decoram com prata e ouro; eles o prendem com martelo e pregos para que não se mova”. (Jeremias 10.1-4).
Muitos heterodoxos e palpiteiros de internet têm usado esse texto fora do contexto para tentar cancelar o Natal. Eles usam essa passagem para argumentar que a Bíblia condena o uso de árvores de Natal, mas, tudo não passa de narrativas falaciosas. Ninguém precisa ser um mega-exegeta para perceber logo de cara que essas palavras foram escritas cerca de mais de 2.000 anos antes que Bonifácio no início do século VIII e Martinho Lutero no século XVI dessem significado ao uso da árvore de Natal. O contexto do capítulo deixa escancarado que Jeremias estava condenando a prática de esculpir ídolos para adoração, e não decorar árvores festivamente. Como sempre digo: TEXTO fora de CONTEXTO vira PRETEXTO para HERESIAS!
Agora, observem o versículo seguinte:
“Como um espantalho em um campo de pepino eles são, e eles não podem falar; Eles devem ser carregados, porque não podem andar! Não os temas, porque não podem fazer mal nem bem” (Jeremias 10.5). Jeremias está apontando que os ídolos são esculturas sem vida e não são verdadeiramente deuses. Ele continua a explicação no capítulo 10.8-10, onde a madeira, o ouro e a prata são claramente discutidos aqui no contexto de fazer ídolos sem vida em contraste com o Deus Vivo e Verdadeiro. A questão denunciada pelo profeta é a tolice os homens criarem seus próprios deuses.
Outros profetas do Antigo Testamento argumentam do mesmo modo (Isaías 44.14-17). O apóstolo Paulo argumenta na mesma direção (Atos 17.29).
Agora, se as pessoas estivessem fazendo pedidos para as árvores de Natal ou adorando-as como divindades, essas passagens certamente se aplicariam. Mas não é, nem nunca foi assim que as árvores de Natal são usadas. Assim, a tradição da arvore de Natal começa com Bonifácio, e ganha os lares com Martinho Lutero durante a reforma Protestante na Alemanha.
Dito isto, pare de dar ouvidos aos canceladores de Natal e palpiteiros de internet! Essa gente não passa de terraplanistas gospels!
Pense nisso, estude a história da igreja e ótimo Natal!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Natal, o Maior Milagre da História!
No Natal, quando Deus se fez carne e habitou entre os homens, foi revelado que Jesus era verdadeira e plenamente Deus e verdadeira e plenamente humano.
Poucos conseguem entender a singularidade desse evento na história da humanidade. Depois da queda, o mundo ficou relativizado, e os homens passaram a questionar o que seria mais fundamental: O absoluto ou o particular? Um ou muitos? O ideal ou eterno? O real ou concreto? Quem está certo, Platão ou Aristóteles? Mas, quando Deus se fez carne e habitou entre nós, essa revelação de um Deus verdadeira e plenamente Deus e verdadeira e plenamente humano, relativizou todas essas bipolaridades humanas.
“Emanuel” significa que o ideal se tornou real, que o absoluto se tornou particular e o invisível se tornou visível!
Assim, O Verbo que se fez carne foi o evento histórico que dividiu o universo, mudando os rumos da trajetória humana... transformando vidas e destruindo paradigmas.
Pense nisso e ótimo Natal!
Peço por nós nessa preparação para receber o #Natal um mundo sem convivência com guerras desnecessárias mesmo as mais pequenas do nosso cotidiano.
As pessoas já deveriam ter apreendido que a #paz é o caminho que gera desenvolvimento e qualidade de vida, e que trabalhar por ela a todo instante nunca será demais onde quer que você esteja.
Faço votos que esse seja um Natal de transformação social no sentido que parem as perseguições objetivas e sorrateira contra todas as pessoas que pensam diferente, que exista uma mão estendida para todas as pessoas que se encontram em dificuldades, que cesse o genocídio indígena na América Latina e que seja o fim dos últimos maiores campos de concentração do mundo moderno que mantém presa a população uyghur que foi aprisionada pelo Regime Chinês.
Precisamos de esperança genuína e concreta que conceda a realização do sonho de liberdade para todos.
Feliz Natal do Senhor!
Esse Natal é o Natal
do resgate civilizatório
e gratidão máximo ao dom da vida,
cuidando de nós mesmos, dos nossos
e daqueles que cuidam da gente.
Todos os que honram o Menino Deus
devem devotar as suas ações
para aplainar o caminho das pessoas
que mesmo na função mais simples
estão dando a própria vida
para que todos tenham vida.
Não existe Natal sem consciência social, e a imagem do presépio criado por São Francisco ilustra bem isso como uma tentativa de reiterar altos valores através da arte para uma Humanidade que menospreza o próximo em situação de vulnerabilidade, trata refugiados como marginais e menospreza a Natureza.
Seremos lembrados como uma geração que nada aprendeu vezes nada e que repetiu em até fechar os olhos para aberração dos campos de concentração que são herança viva e nefasta da 2a Guerra Mundial.
O nosso continente virou um oceano de presos políticos e uma considerável parte da nossa gente tem saído para tentar a vida nos EUA para morrer no deserto ou acabar presa em locais que podem ser chamados de campos de concentração e ser separada dos filhos, e seguimos indiferentes!
As minhas preces neste Natal seguem dedicadas a todos que estão encontrando desafios existenciais de todas as ordens, aos presos políticos, exilados, refugiados e imigrantes do nosso continente e do mundo, e segue extensiva sem dúvida aos uigures, tibetanos, hong-congues e outros povos presos no campos de concentração da China.
O melhor presente de Natal que podemos nos dar diante disso tudo é a empatia, a paz social, a solidariedade sem fronteiras e o resgate de uma cultura de vida, e sobretudo ensinar as novas gerações ao culto do pensamento autônomo e o amor a Natureza para que a vida dure.
Que o espírito de Natal inunde os corações e aprendamos a valorizar a paz mundial!
Passou o Natal,
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.
Nada se sabe
do calvário
do Tenente Coronel,
Só sei que do velho
tupamaro também não.
Passou o Ano Novo,
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.
Não há notícias de
consolação para
os corações de quem
tem entes desaparecidos.
O Ano está começando
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.
Só sei que estes poemas
são todos meus,
e continuarão
sempre os mesmos,
(se nada mudar);
porque mesmo que
eu me cale todos
estão a se espalhar.
Entra Natal e sai Natal
tudo tem se repetido,
Ninguém sabe quando
terminam as penas
de cada preso político,
A responsabilidade
por cada reclamo poético
sempre vivo assumindo.
Por utopia insistente
venho pedindo este
e os próximos Natais
com elevado sentido
de ter nunca mais
na vida presos políticos.
Não quero um Natal
repetido: com tupamaro
histórico perseguido e preso,
com professor desaparecido
com heróis reprimidos
e com culto a incoerência.
O quê tenho escrito
serve para mim, para ti
e para quem quiser tirar
proveito toda às vezes
que deixamos esquecido
o nosso protagonismo
independentemente
do grau de importância.
Porque enquanto houver
uma tropa inteira presa
e um General injustamente
preso por pensar diferente,
Onde quer que estejamos
estaremos presos sem
mesmo com que percebamos.
No Reino da Indiferença,
também passou o Natal
e não há nenhuma notícia
de liberdade para o General.
No Reino da Indiferença,
quem dera eu plantar
compaixão, poesia e paciência.
No Reino da Indiferença,
a Mãe deve estar chorando
e ninguém escuta,
ainda tenho a dúvida se ela
tem notícia dos sargentos.
No Reino da Indiferença,
quem dera eu plantar
esperança, a reconciliação e boa convivência.
No Reino da Indiferença,
não dão nem tempo para pensar
a voltar a se humanizar para não mais assim ser.
No Reino da Indiferença foi descoberto
mais uma conspiração contra a vida, ordem,
a paz e a Assembleia Nacional,
infligindo contra o povo um terror sem igual.
No Reino da Indiferença o tempo vai passando
sem tempo para parar e pensar;
de boicote em boicote o fluxo do cotidiano
acaba por atrasar a vida de quem já sofre tanto:
E lá quando tudo para eu paro junto,
porque a justiça está atrasada
para dar liberdade ao General e para muitos
que como ele ainda seguem presos injustamente.
No Reino da Indiferença ainda se prendem sindicalistas,
se mantém preso o velho tupamaro,
nada se sabe do Capitão-de-Navio e da tropa,
e se têm deixado o autoproclamado da responsabilidade escapar.
(Sem querer ofender à ninguém,
peticiono ao Reino da Indiferença
para que seque as lágrimas de quem não para de chorar).
Neste mês do Natal
a única certeza que
se tem é que seguem
injustos com o General.
O pouco que se soube
foi pela página do jornal,
não houve ninguém
de honra para socorrer.
Com o Capitão-de-Navio
a História se repetiu,
nada se sabe ou viu,
e com uma tropa igualmente.
Triste história com quem
veste ou vestiu farda,
e nunca se esqueceu
de ter um coração de gente.
A estrela não é mais de Natal
e fizeram dela um símbolo mortal,
não consigo fingir que não vejo
que o Natal vem sem adereços:
o Presépio foi bombardeado,
a manjedoura virou escombros,
a paz foi detonada e as crianças praticamente não existem
mais porque a guerra arrasa
tudo implacavelmente
o quê vê pela frente
e leva com ela para sempre
para não devolver nunca mais.
Véspera de Natal em Rodeio
Aqui na cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí,
moro aos pés do Cemitério
que fica nos fundos
da Igreja Matriz São Francisco
e do Noviciado dos Franciscanos
construídos há muitos anos.
Depois de dias de calor
veio a chuva e tivemos
por aqui até dias com Lua,
no silêncio da nossa cidade
um carro com espírito
de Natal rompe o silêncio
com a música do período.
Peço perdão a Deus
que não estou conseguindo
entrar no mesmo espírito,
na terra onde Jesus nasceu
vidas estão por causas
de bombardeios ruindo,
a minha poesia e minha
prece são castiçais modestos
para pedir paz para a Palestina
e ao mundo porque não
podemos aceitar nada
que não esteja a serviço da vida,
nem mesmo a nossa própria fadiga
e o quê pode fazer o quê a gente
perca a afeição e de tudo desista.
O Natal é a festa do Sol
do mundo nascido
para iluminar os corações
obscurecidos pela guerra.
O único pedido que tenho
é que leve a paz que desejo
para todos os cantos
do amado planeta Terra.
A paz é um dos bens que
o dinheiro não pode comprar,
mas nós podemos semear.
Porque com paz tudo
se conquista na vida
e sem ela tudo se distancia.
Natal
Nessa época De natal, vemos muita ênfase ser dada ao ajudar ao próximo. Entretanto o que gostaríamos de refletir é sobre o pós-natal, depois que esse momento acaba tudo volta ao normal, cada um volta a se preocupar exclusivamente com suas obrigações cotidianas e esquecem que a vida não está resumida a apenas alguns dias festivos, e sim a toda uma dedicação ininterrupta de amar e se doar uns aos outros.
Cara, hoje estava sendo o melhor dia de muitos tempos.
Vou ser bem sincera, dia de patricinha, acordei às 10:00, levantei tomei banho de sol, almocei, assisti ao fim da série A maldição da residência Hill.
Me arrumei, e sai com minha mãe, íamos só pagar contas, nada de mais... Mas entramos numa loja, e achamos comprando algumas roupas para mim, depois sapatos, bolsa...
Mas chegando em casa, o sorriso que eu tinha, se desfez.
Como época natalina, eu e minha mãe fomos montar a árvore e enfeitar a casa. Enquanto ela pegava as coisas, eu brincava com os cachorros, minha melhor amiga passou com o namorado e algumas amigas indo pra sei lá onde... Cara me senti excluida, pq nunca sou chamada para fazer nada.
Logo depois, passa meu ex, e como dói não receber nem um oi, parece que nunca existi pra ele.
Bom, pra piorar tudo, eu e minha mãe começamos a pensar em como faríamos pra colocar a árvore de Natal neste ano, sentamos e acho que ela desistiu de pensar, pois não falou nada sobre o assunto.
Eu só me sinto triste, e quando olho para o calendário, percebo que logo será dia 18, e fará 5 meses da morte de meu pai.... Cara, esse Natal vai ser pesado, ele não estará aqui para elogiar a árvore que eu e minha mãe montaremos.
Eu preciso chorar, mas não posso para não deixar minha mãe triste... Ela já sofreu de mais.
Então eu só estou vivendo com a tristeza.
❄...E de repente já é dezembro novamente!
Que seja bem-vindo, chegando sorrindo com o brilho das luzes de suas festas. Isso nos avisa que o ano está chegando ao fim e o próximo está próximo. Nos possibilitando um momento de reflexão sobre nossas atitudes. É hora de revê-las e melhorar o que não foi tão bom, aprendendo com as experiências superadas. Assim, o novo ano terá um verdadeiro sentido. Nunca devemos esquecer dessas três palavras: perdão, compaixão e gratidão, tão importantes quanto seus significados quando praticadas de coração. Elas certamente guiam o respeito pela vida que nos é concedida, mantendo o espírito do Natal presente em nossas ações a cada novo dia.
"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo"... Nossa Lei maior.
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