Textos de Maravilha

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Psicopatas conseguem liderar pessoas pra perseguir inocentes e destruir famílias, o problema não é esse, o problema é ter quem aceite isso, uma hora serão obrigados a torturar a própria família a mando desses psicopatas. Como vender a alma a um demônio desse? Não sabes que uma hora também se tornará vítima?

Coisas terríveis estão acontecendo na internet, vários crimes para causar pânico e terror, projeto encabeçado por alguns Países em especial a França. A população com medo e insegura vai aceitar mais facilmente o controle global, vai vim algo para trazer a falsa "segurança", na verdade será a nossa destruição.

Dizem os cientistas, que desde que o mundo foi feito, ainda se ouve o som da criação a se propagar pelo universo (não sendo audível ao ser humano, pois temos limitações, tanto para vibrações sonoras baixas, assim como as vibrações altas). Será que o som é infinito? E se não tem fim, devo me preocupar com as minhas palavras e você? Não?

Nas dobras da areia movediça, montanhas se curvam em prece silenciosa, acolhendo a chuva que verte ácido sulfúrico como lágrimas de redenção. Flores na cor violeta irrompem do abismo, pétalas oferecidas ao vento, enquanto abelhas tecem com zumbidos dourados um manto de doação infinita. A areia abraça o caído, as montanhas elevam o humilde, o ácido dissolve o ego, a chuva lava as mágoas, as flores sussurram consolo, as abelhas polinizam sonhos alheios e tudo se entrelaça na felicidade, bálsamo altruísta que multiplica o ser em todos os corações.

⁠O ser humano só tem poder sobre outro quando descobre qual é o seu medo. A administração do medo é um poderoso dispositivo de controle. Por esse motivo, os meus medos ficam muito bem trancados dentro de mim... Talvez por este motivo algumas pessoas me acham arrogante. Não acredito que eu seja, só não compartilho com a cultura da miséria. Não gosto de pessoas que choram e expõem suas mazelas o tempo todo. Indubitável manifestação de medo.

Hoje eu nasci para a esperança. Ela se revelou para mim como uma besta abismal, embrenhando-se entre as sombras da floresta. Eu estava em uma clareira confortável demais, segura demais, pequena demais, sufocante demais, embora luminosa. Ali, ao redor, escutava as folhas quebrando no chão. Eram passos vagantes, circundantes, tateando a luz do lugar. A fera pulou em mim, e eu caí monumentalmente como o império de uma era inteira. Morri naquela clareira do conhecido, o animal se me assemelhou, reconheci que eu era a própria fera, e renasci para algo maior que eu, algo ainda em mim mesmo. Esperancei-me. Fui, assim, explorar o breu da floresta, porque queria viver deliberadamente.

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.

A noite é refúgio, abrigo e revelação. Enquanto o dia exige máscaras e ritmo, os intensos mergulham no próprio turbilhão, dialogam com pensamentos que só nas sombras se escutam e sentem emoções que o sol não deixaria brilhar. Ser notívago não é insônia: é a coragem de permanecer inteiro, de transformar silêncio em autoconhecimento e solidão em plenitude.

Um paradoxo íntimo: querer devorar a vida e, ao mesmo tempo, aprender a degustá-la. Entender depressa só gera tensão. Olhar com calma revela profundidade. No intervalo entre um impulso e outro, entre o desejo de saber e a paciência de sentir, é onde tudo acontece. É ali que a vida realmente se mostra, silenciosa, intensa, inteira — mesmo quando nos obriga a frear.

Cristo Vive, Cristo vive, Vive dentro de nós, está em nosso respirar, está no ar, está no vento, está no céu, está nas nuvens, está nas árvores, está no chão que tu pisa, está em tuas mãos, está em teus olhos, na tua boca, nos teus ouvidos, na tua mente, em teu corpo, está em tudo que tu possas imaginar, Jesus é Luz, Deus é Pai, Mestre dos Mestres, a ti Senhor eu sou Fiel e agradeço por todas as coisas na minha vida, por todas as pessoas que colocastes em meu caminho, agradeço por ser quem eu sou, quem me tornaste, a ti Senhor, eu agradeço. É tudo sobre o Amor, sobre Amar.

Sob o céu azul que se estendia como um véu esquecido, as laranjeiras sussurravam segredos ao vento, suas frutas maduras pingando sumo dourado sobre a terra seca. A tristeza pairava, invisível, entre os pinheiros altos e sombrios, cujas sombras alongadas devoravam o chão como dedos de um gigante adormecido. Eu carregava um cesto de trigo vazio, colhido de memórias que o tempo ceifou, e seguia vivo aonde ninguém mora e um ermo de silêncios eternos, onde o eco de risos antigos ainda tremia no ar. Ali, no coração desse nada povoado apenas por fantasmas de folhas, brotou uma planta que nasceu hoje, frágil e teimosa, suas raízes finas rompendo a crosta do solo. Sua semente, no entanto, será plantada amanhã um mistério cíclico, onde o fim precede o começo, e a vida dança no limiar do impossível.

O que é o amor? Para muitos é o dinheiro, para tantos outros o prazer, porém o amor é dar sem se preocupar em receber, é viver a vida com outras vidas que nos dá motivos para continuar lutando, mesmo quando tudo parece acabando, mesmo não vislumbrando um dia feliz após o amanhecer. Amar é preciosidade, qual tesouro cada vez mais raro de se ver. Amor é sublimidade, vem da pureza da alma, contagiando a vida, energizando o ser, que encontra forças para seguir lutando porque amar é a razão pelo qual importamos viver.

⁠Viva viver a vida, enquanto podes desfrutar a dádiva da existência do ser. Viva viver com viventes, todas as oportunidades de sentir e explorar os melhores momentos. Instantes únicos aos quais não teremos jamais. Porque nenhum evento se repete da mesma forma e com a mesma intensidade de emoções. Viver viver e viver, enquanto puder, viva.

Não é preciso muita coisa para viver bem neste mundo, basta observarmos os animais, extraem do meio tão somente o necessário à subsistência. Mas os homens não, possuem tamanha ganância capaz de destruir o próprio meio ao qual vive, sem poder alcançar saciedade. E assim vamos seguindo vivendo, cada vez menos humanos.

⁠Se você prestar atenção no ser humano que há por trás das aparências, você vai perceber que existe muito mais amor e compaixão no coração do acusado, do que no coração daqueles que o acusam. Como tu não sabes da vida de ninguém, a ti só cabe ajudar, sem julgamentos. Não queres se tornar um espírita? Pois, então! É numa hora dessas que a gente reconhece um.

No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.

O Evangelho não é uma certeza. Certezas são fruto das conclusões humanas. Evangelho é O Caminho de fé que nos foi oferecido pelo céu, para caminharmos com o coração cheio de convicção e esperança, que um dia, o Deus Vivo e Eterno, se manifestou em carne, habitou entre nós e, podemos afirmar que graciosamente somos salvos, chamados para um extraordinário eterno relacionamento com o Deus Vivo!

Entendo que o Ministério Público expôs na denúncia que ofereceu eventos delituosos impregnados de extrema gravidade e imputou aos réus ações moralmente inescrupulosas e penalmente ilícitas que, combinados a partir de um projeto criminoso por eles concebido e executado, representam um verdadeiro assalto à administração pública.

Inserida por Eticamicina5mg

Na minha vida eu sempre medi, calculei e até exitei em muitos passos, as vezes por insegurança, consideração, preocupação, mas os piores foram aqueles movidos pela moralidade imposta pela sociedade, esses foram os que me levaram ao final mais triste, digo até os que me regaram a tristeza, afinal eu não me movi.

Inserida por SuzaneAlmeida