Textos de Jesus

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Medo

Meu Jesus Cristo! Eu tenho medo de não saber fazer a tua vontade! Prepara-me para isso! Pois eu compreendo que para fazer a tua vontade, é necessário sofrer de verdade! Pois como tu sofreste, os que te amam, têm também de sofrer. Isto porque não somos do mundo. Por isso o mundo nos persegue.

Ajuda-me a sofrer por ti! Ou mesmo a morrer por amor de ti! Prepara-me para ser capaz de efectuar o meu caminho! Para efetuar o propósito que tens para mim! Eu acredito que se me deres porção dobrada do teu Espírito, eu jamais terei qualquer medo. Naquilo que queres que eu faça, sê comigo! E assim eu jamais falharei! Amém!

No Silêncio

Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, aqui estou diante de ti! Te louvando e adorando, pois só tu és Deus! Não há outro como tu! Deus eu te amo por aquilo que tu és! Porque tu és santo! Santo! Santo! Em Jesus Cristo eu te adoro! Sim tu meu amigo! Não tenho outro como tu! Santo e justo tu és eternamente.

Deus eis que fico diante de ti em silêncio! Não te pedirei nada, Senhor! Pois eis que não sei o que te pedir! Eis que apenas te peço: Senhor! Olha para o meu ser! Olha pois! Tu sabes ver o que eu preciso! Sim! Tu conheces o meu levantar, o meu deitar e o meu agir perante ti! Sim! Amigo da minha alma! Com os teus olhos, vê tu pois o que meu corpo, minha alma e meu espírito necessita!

Concede-me pois senhor, o que tu achas que eu preciso! O que eu preciso é da tua presença Senhor! Assim seja em nome de Jesus Cristo, teu filho amado! Amém!

Aquele que experimenta a verdadeira fé em Jesus carrega em si a resiliência da graça. Jogue-o na escuridão de um calabouço, e ele descobrirá que as paredes de pedra não podem isolá-lo da mais doce companhia. Lance-o na aridez de um deserto, e ele será alimentado pelo pão que desce dos céus.
Se as amizades terrenas lhe faltarem, ele se achegará Àquele que é o Amigo que “chegado mais do que um irmão”. Quando as ilusões e as "aboboreiras" de sua vida forem arrancadas, ele não ficará desamparado, pois encontrará refrigério eterno debaixo da Rocha. Por fim, ainda que todas as fundações de suas seguranças humanas sejam minadas, seu coração permanecerá inabalável, ancorado na Graça e na soberania do Senhor.

Hebreus12:2

olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus


A fé amadurece quando os olhos deixam de admirar homens e passam a contemplar Jesus

O evangelho nos chama a sermos especialistas em amar e servir, porque foi isso que Jesus fez. Ele não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos (Marcos 10:45).


A verdadeira coroa dos santos
é o amor praticado.
O verdadeiro diploma do céu
é ter sido especialista em ajudar.

Senhor Jesus, que viste além das pedras, ensina-nos a largá-las.
Transforma coração de pedra em coração dócil;
que nossos olhos enxerguem irmãos antes de faltas,
nossas mãos estendam mais que apontem,
e nossa boca leve bênção, não pedra.
Que a Tua graça nos faça especialistas em ajudar, perdoar e restaurar.
Em nome de Jesus, amém.

Jesus curava só entrando em certos lugares.
Sua presença trazia arrependimento em uns, resistência em outros, mas sempre havia um trabalho de Deus acontecendo.
João 1:5 diz que “a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a venceram”.
Isso significa que, onde Jesus chegava, algo precisava se posicionar: ou a pessoa se rendia, ou resistia. miriamleal

Os que tinham o coração humilde sentiam a presença de Jesus como convite à cura.
Zaqueu não precisou de um sermão longo, bastou Jesus entrar em sua casa, e o arrependimento nasceu
(Lucas 19).
A mulher samaritana foi confrontada com verdade, mas saiu restaurada, porque aceitou a luz (João 4). miriamleal

Já os fariseus sentiam ameaça.
Não porque Jesus fosse duro, mas porque Sua presença quebrava máscaras.
Quem ama o controle, a aparência ou o poder religioso resiste à luz, pois ela revela o que estava escondido
(João 3:19-20).
A resistência não era contra Jesus como pessoa, mas contra o que Ele revelava. miriamleal

Jesus disse:
Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito. (Lucas 16:10)
Talvez hoje o Espírito esteja sussurrando com carinho:
volta. Olha ao redor.
O que Eu te dei ainda está vivo.
Cuida. Guarda. Desfruta.


Quem não guarda o jardim que recebeu,
não está preparado para jardins maiores.
miriamleal

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)


Jesus não veio para massagear o ego, Ele veio para libertar a alma.
E a libertação dói… porque Ele toca exatamente onde o orgulho se esconde, confronta o que a gente tenta proteger, e quebra aquilo que nos prende, para curar e tornar livre de verdade.
miriamleal

Nem todos reconhecerão o que Deus colocou em você, e tudo bem. Jesus também foi rejeitado por muitos. Seu papel não é forçar aceitação, mas permanecer fiel a quem você é em Deus, amando com sabedoria e permitindo que permaneçam em sua vida aqueles que valorizam a graça que receberam.
miriamleal

No momento da morte de Jesus, algo poderoso aconteceu:
"E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo."
(Mateus 27:51)
Significa que Jesus, com Seu sacrifício, rasgou a barreira que nos separava de Deus. acesso liberado através de Jesus!
Agora, todo aquele que crê tem acesso direto ao Pai.

Jesus disse a Tomé:
“Bem-aventurados os que não viram e creram” (Jo 20:29).
Ou seja, lágrimas podem nascer do que vemos e sentimos, mas a fé nasce do que não vemos e mesmo assim acreditamos.
É necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam." (Hebreus 11:6)

Está Escrito:


Mas o próprio Jesus não confiava neles, porque conhecia a todos e não precisava que ninguém lhe desse testemunho do homem, pois Ele bem sabia o que havia no homem.
(João 2:24-25)
Ou seja, Jesus Cristo amava, perdoava, curava, ajudava… mas não se confiava a todas as pessoas.
Jesus conhecia, e conhece o coração das pessoas.

Ciente que Jesus nasceu sob a "Pax Romana" baixo uma ocupação colonial com alto emprego de força militar.


Sem deixar de lado os demais países que estão em conflito armado, e que somam 60 países, elegi citar os países que estão em conflito de alta intensidade e que são eles: Palestina, Líbano, Myanmar, República Democrática do Congo, Sudão, Síria e Ucrânia, para lembrar que Natal é presépio, e que se Jesus escolhesse nascer em 2025 ele nasceria em algum desses países.


O quê estou querendo dizer com isso? Hoje aqui no Brasil e nos demais países da América do Sul, ainda desfrutamos da paz que esses países não tiveram escolha, nos esforcemos para continuar em paz.


Estimo um Feliz Natal à todos e votos de paz mundial!

✝️ Jesus Cristo viveu sob o título de Servo, no estado de humilhação, e foi exaltado à manifestação de sua glória eterna como Deus Filho da Trindade, permanecendo para sempre o Deus-homem, em duas naturezas unidas numa só pessoa, para salvar os pecadores e esmagar o orgulho humano.
📖 Filipenses 2:6–9

Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”

Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.

Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.

Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.

Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.

E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.

PRODÍGIOS NA MORTE DE JESUS. ENTRE A COMOÇÃO HUMANA E A LEI NATURAL.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O trecho apresentado, extraído de A Gênese, capítulo XV, propõe uma leitura que se afasta do sobrenatural arbitrário e se ancora na racionalidade das leis universais. Aqui não se nega o fato moral, mas se examina criticamente a forma narrativa que o envolve.
O relato evangélico, especialmente em Evangelho de Mateus 27:45, 51 a 53, descreve três fenômenos centrais. As trevas sobre a Terra. O rasgar do véu do templo. A abertura dos sepulcros com a aparição de mortos. À primeira vista, tais acontecimentos parecem configurar uma ruptura da ordem natural. Entretanto, a análise espírita conduz a uma hermenêutica mais sóbria.
A obscuridade que teria coberto a Terra por três horas não se coaduna com um eclipse solar, pois, conforme a própria astronomia demonstra, esse fenômeno ocorre apenas na lua nova, enquanto a Páscoa judaica se dá em lua cheia. A explicação proposta desloca o eixo do milagre para o campo dos fenômenos naturais ainda pouco compreendidos à época. Alterações atmosféricas intensas, poeiras em suspensão, ou mesmo perturbações solares poderiam produzir escurecimentos incomuns, sem que isso implique suspensão das leis cósmicas. A referência histórica a obscurecimentos prolongados, como o ocorrido no ano 535, reforça essa possibilidade.
Quanto ao tremor de terra e às pedras fendidas, o raciocínio segue a mesma linha. Pequenos abalos sísmicos são frequentes em diversas regiões, e sua coincidência com um evento emocionalmente impactante pode amplificar a percepção coletiva. A psicologia do testemunho, sobretudo em contextos de dor e comoção, tende a magnificar o acontecimento, convertendo-o em símbolo.
O ponto mais delicado reside na chamada ressurreição dos mortos. A interpretação apresentada sugere não um retorno físico à vida orgânica, mas fenômenos de natureza mediúnica. Aparições espirituais, hoje compreendidas dentro do campo das manifestações dos desencarnados, eram então desconhecidas em sua causalidade. Assim, o que se viu foram Espíritos, mas o que se concluiu foram corpos ressuscitados. Trata-se de uma transposição interpretativa, condicionada pelo repertório cultural da época.
Esse mecanismo de amplificação é coerente com o comportamento humano diante do extraordinário. Um fragmento de rocha que se desprende torna-se sinal celeste. Uma visão espiritual transforma-se em milagre corpóreo. A narrativa cresce não por fraude deliberada, mas por um entusiasmo que carece de método.
Dessa forma, a conclusão apresentada é de notável densidade filosófica. A grandeza de Jesus Cristo não reside em efeitos exteriores que impressionam os sentidos, mas na estrutura ética e espiritual de sua mensagem. Sua autoridade não depende do prodígio, mas da coerência entre ensinamento e exemplo.
Sob a ótica espírita, os chamados milagres não são negações da lei, mas manifestações de leis ainda não plenamente conhecidas. O que ontem era prodígio, hoje se revela fenômeno. O que ontem era mistério, hoje se submete à investigação.
E assim permanece uma lição austera e perene. Não é no espetáculo do extraordinário que se mede a verdade, mas na profundidade silenciosa da lei que rege o espírito e o universo.

MOISÉS, JESUS E O ESPIRITISMO.
A TRÍPLICE REVELAÇÃO E O DEVER INTERIOR.
A sentença proposta condensa, com rara precisão, o itinerário pedagógico da consciência humana sob a regência da lei divina. Não se trata de mera metáfora agrícola, mas de uma arquitetura espiritual que se desdobra em três momentos distintos e complementares.
Na figura de Moisés, observa-se o estabelecimento da lei. A revelação mosaica, sintetizada no Decálogo, representa a contenção das paixões primitivas e a organização moral de um povo ainda inclinado à exterioridade. A lei, nesse estágio, impõe-se como freio. Conforme registrado na tradição bíblica em Êxodo 20, a norma surge como voz imperativa, moldando a conduta pelo temor e pela obediência.
Com o advento do Jesus Cristo, a lei não é abolida, mas interiorizada. O Cristo semeia. Sua doutrina desloca o eixo da moralidade do gesto exterior para a intenção íntima. Em Evangelho de Mateus 5:17, afirma-se a continuidade da lei, agora elevada ao campo do amor e da consciência. A caridade deixa de ser imposição e torna-se expressão espontânea do espírito. Aqui, a humanidade é convidada a sentir.
Por fim, o Espiritismo, codificado por Allan Kardec, apresenta-se como a etapa da compreensão. Em O Espiritismo em sua Expressão mais Simples, item 29, encontra-se a formulação que inspira esta reflexão. Não se trata de nova revelação no sentido de ruptura, mas de esclarecimento. A fé, outrora cega, torna-se raciocinada. A colheita ocorre no campo do entendimento, onde a razão e a espiritualidade deixam de ser opostas.
Essa progressão evidencia um movimento ascensional. Primeiro, o homem teme. Depois, ama. Por fim, compreende.
A pergunta que se impõe não é retórica, mas ontologicamente exigente. Que sementes têm sido lançadas no terreno do próprio ser. Pensamentos, intenções e atos constituem lavouras invisíveis que, inevitavelmente, produzirão frutos proporcionais à sua natureza.
Se a lei foi escrita em tábuas, e o amor foi inscrito nos gestos do Cristo, a compreensão exige gravação no âmago da consciência. E isso não se delega, não se herda, não se improvisa. Cultiva-se.
Porque, no silêncio do espírito, cada escolha já é colheita em formação.