Textos de Filhos para os Pais
Os indivíduos da da gaiola
O ser adulto provedor da família
Os filhos são produzidos a ser lapidados, depois podem ser parte da escolha, e quando neste processo seletivo de lapidar o ser humano segue outro caminho com alienações do dia a dia como a questionar a própria existência.
A ferida da sociedade começa dentro pre ensino...
Com as fraturas do ensino transformam o indivíduo em produto com defeitos.
Esses produtos são descartáveis...
Se tornam a classe de sub existência.
A viúva não tinha filhos. Sua fidelidade parecia moldada em ferro. Sem o marido há dez anos, trazia a bíblia gasta como única herança. O dízimo era sua prioridade absoluta. Apertava o orçamento da pensão mínima. Pulava refeições cotidianas. Mesmo assim, a igrejinha do bairro recebia suas notas amassadas pontualmente. Todo início de mês era igual.
Até que o corpo cansou. Uma pneumonia severa a acamou. Roubou-lhe as forças e a voz. Sem conseguir andar, a idosa olhou ao redor. Só encontrou o deserto absoluto. Nenhuma mulher do círculo de oração bateu à porta.
O único que estendeu a mão foi o vizinho ao lado. O jovem usava roupas coloridas. Tinha trejeitos que o líder usava como exemplo de erro no altar. Era alvo de sussurros maldosos na calçada do templo.
Nas primeiras semanas de cama, a senhora preocupou-se com a obrigação religiosa. Apontou com o dedo trêmulo para a caixinha de madeira. Ali guardava o dinheiro suado. Sem julgar, o rapaz pegou o envelope. Sabia da escassez da idosa. Tirou do próprio bolso o triplo daquele valor. Colocou tudo dentro do papel.
Ele foi até a igreja. Suportou os olhares de nojo da liderança no fundo do salão. Entregou a contribuição dela e saiu. Fez isso três vezes seguidas.
No quarto mês, o estado de saúde agravou-se. A mulher já não falava. Comunicava-se apenas pelo brilho marejado dos olhos. O rapaz percebeu a realidade. Notou que o sagrado não morava no gazofilácio daquele templo. Parou de enviar as notas.
Usou cada centavo para comprar os remédios caros. Comprou fraldas geriátricas e sopas batidas. O jovem limpava o suor da testa da senhora. Trocava seus lençóis com paciência. Segurava sua mão nas noites de febre alta.
Enquanto isso, o banco dela na igreja permanecia vazio. O silêncio da liderança era ensurdecedor. Nenhum clamor aconteceu. Nenhuma visita foi feita. Nenhum telefonema ocorreu. A ausência do envelope cancelara a existência daquela ovelha.
Meses depois, a viúva estava em lenta recuperação. O rapaz cruzou com o líder em uma avenida movimentada. O homem caminhava em seu terno bem cortado. Carregava uma pasta de couro luxuosa. Ao avistar o jovem, o religioso tentou desviar o caminho. O rapaz postou-se à sua frente.
O homem engoliu em seco. Tentou manter a pose formal. Disparou o jargão conhecido:
— A paz, rapaz. Como vai a nossa irmã? Estamos orando por ela. Ela sumiu. Até a tesouraria sentiu a falta dela.
O jovem não gritou. O tom de voz foi baixo e cortante. Parou o tempo ao redor:
— O senhor sentiu falta da contribuição. Nunca da mulher que a entregava. Há meses ela perdeu a voz. Há meses o prato dela é garantido por quem o senhor condena no altar. Enquanto o senhor preparava sermões sobre o amor, eu limpava a urina dela.
Ele respirou fundo e continuou:
— Enquanto suas ovelhas puras se afastavam com medo da doença, o rejeitado aqui alimentou a viúva que sua teologia descartou. O dízimo dela não foi cortado. Ele só mudou de endereço. Deus cansou de financiar o seu teto de gesso. Ele desceu para comprar remédios. Passe bem.
O homem permaneceu estático na calçada. Ficou com a boca semiaberta. Foi engolido pelo peso da própria insignificância. O rapaz deu as costas. Voltou para a casa simples. Ali o verdadeiro culto acontecia. No silêncio de um quarto que cheirava a desinfetante e amor puro.
Muitos me perguntam porque eu tive 3 filhos autistas?
: você acha que foi um erro?!
para Deus foi planos perfeitos!!!!
todos tem suas próprias limitações e dificuldades
sempre fui boa em matemática até descobrir que ser boa não era suficiente para a sociedade
Descobri que a psicologia da vida não é agradar o próximo e sim ser feliz pelo o que eu sou e o que eu quero ser
Ser reconhecida nunca foi a garantia do meu sucesso como mãe, assim como não ser reconhecida não é a garantia do meu fracasso!!!
as limitações dos meus filhos nunca impediu deles ser saudáveis e alcançar o topo!!!!! ssilva
Filhos x Meio social
A falha no contexto familiar pode interferir de forma negativa na sociedade.
Filho rebelde, aluno desrespeitoso.
Filho irresponsável, profissional relapso.
Filho agressivo, cônjuge autoritário.
Filho individualista, indivíduo egocêntrico.
Uma boa educação familiar é o melhor caminho para a construção de um meio social harmonioso.
13/07/26
Os filhos do rei, entretanto, comportam-se como se o trono lhes estivesse destinado para toda a eternidade, como se a majestade fosse patrimônio de família e o poder, uma herança sem termo.
Esquecem-se, porém, de uma verdade tão antiga quanto a própria história: todo reinado tem seu crepúsculo, todo poder conhece o seu ocaso e todo trono, um dia, haverá de ser ocupado por outro.
O tempo não se curva diante de reis, não se intimida diante de poderosos e não poupa aqueles que acreditam ser eternos.
Quem venceu na vida?
A primeira pessoa é casada, tem dois filhos, casa própria, emprego estável, renda que contribui para o lazer constante.
A segunda pessoa é casada, seis filhos, casa alugada, emprego instável, alguns momentos de lazer.
A terceira pessoa é solteira, sem filhos, casa própria, emprego estável, vários momentos de lazer.
Quem venceu na vida? Ora, não dá para saber algo tão subjetivo, pois envolve saúde, paz de espírito, boas relações na família e com amigos, fazer o que gosta...
Somente cada uma dessas pessoas pode dizer internamente se venceu ou não na vida.
12/09/26
Falar mal do pai ou mãe para os filhos configura alienação parental e prejudica gravemente o desenvolvimento emocional da criança.
Essa prática é protegida por legislação específica no Brasil.
Ela pode gerar severas punições jurídicas para o responsável que faz as críticas.
Lei nº 12.318/2010
SALMO 23 PURO POSITIVO
Este Salmo é do Davi, traduzido na Linguagem dos Filhos Puros de Deus.
¹ O Senhor Deus é o meu pastor e tudo tenho.
² Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.
³ Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.
⁴ Eu ando pelo vale da Luz da Vida, sim confio no Bem, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
⁵ Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus amigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
⁶ A bondade e a misericórdia me seguem todos os dias da minha vida; e habito na casa do Senhor Deus todos os Dias.
SALMO 1 PURO POSITIVO. Este Salmo 1, traduzido pelo Príncipe Augusto Max na Linguagem dos Filhos Puros de Deus.
¹ Bem-aventurado o homem que anda segundo o conselho dos Santos, se detém no caminho dos Puros, se assenta na roda dos mansos.
² O seu coração se alegra na Lei do Senhor, e na Sua Lei medita com amor, de dia e de noite.
³ Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas permanecem, e tudo quanto fizer prosperará.
⁴ Os justos permanecem firmes e constantes, como árvores fortes e cheias de vida. São conduzidos pelo sopro de Deus e florescem em todo tempo.
⁵ Por isso, os justos permanecerão firmes no juízo e participarão da congregação dos filhos de Deus.
⁶ Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos Santos se eleva mais.
Salmos 1:1-6 | PURO DE DEUS
Bíblia Online
Oração para os filhos: Libertação e Proteção
Deus Todo Poderoso! Grande "Eu Sou".
Sei que nada passa despercebido em tua visão, tudo o Senhor vê, houve, tudo o sabes.
Entrego a vida dos meu filhos em tuas mãos, Pai amável. Senhor,
Se tiver algum mal que os impeça de crescer e seguir adiante, quebra! Para que possam cumprir com o propósito do Senhor em suas vidas. Envie anjos em seu favor, para dar-lhes a proteção necessária em meio as ciladas do maligno; livra-os de toda espécie de mal que há sobre os céus, e debaixo do sol, até os confins da terra. E
Corrija-me, segundo à sua vontade para que possa eu permanecer sendo uma fiel serva do Senhor e também boa mãe para os mesmos. Dá-me, Senhor meu! as condições necessárias para que eu possa ampará-los conforme suas necessidades terrenas e espirituais, pois creio na tua proteção, no teu cuidado e no teu amor, para com nosotros, vermezinhos de Jacó, povozinhos de Israel. Em nome de Jesus! Amém. Graças te dou.
IRMÃOS, AO BOM COMBATE!
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Irmãos queridos,filhos desta pátria bendita,onde a luz do evangelho resplandece com as normas do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo,que se exprime como sendo ainda como sempre será a Pátria e o coração deste mesmo amor benemérito e sem destinos prepostos por rótulos que não definem a jornada triunfal do bem.
Filhos de tantas terras enquanto andastes nas trajetórias carnais,todos somos convocados a ouvir o tilintar dos tempos que sacodem os que sussurram,pois;o silêncio dos pacíficos,começou a gritar e a se fazer ouvir,para as mudanças que esperastes a séculos que caminham lado a lado com a progressão humana.
Tremores morais que dormitavam não na matéria,mas na alma que já fecundada pelo semeador das estrelas,iniciam-se em férteis raízes que cada um em si,encarnados e desencarnados alimentam com a abundância que vem sendo transmitida em nome da paz,da esperança e da fé sólida que o Mestre maior,embaixador do Pai infinito na terra permite que já os galhos se estendam sobre todos!
Espíritos que somos,sem elevarmo-nos por estarmos desalojados do corpo,não nos faz indiferentes as lutas que travastes no mundo onde ninguém ignora que há choro e rangeres de dentes,rumores de guerras,doenças invasoras...
Mas bem sabeis,ainda não é o fim! Mas sim meus amados,o início de novos crepúsculos que a árvore frondosa do evangelho vem ha séculos junto com as plêiades de amigos do bem,erguem novos horizontes.
Mas,não confundamos ou nos percamos na tempestade onde quem está no leme é o senhor do amor e pelo mesmo,conclama todos espíritos que relembrem que pertencemos todos à verdadeira morada de origem imortal e que antecede a mais rústica matéria.
Todos,sem os que amam Jesus,saberão como agir,sem se macular com a inatividade,mas sim, com a ação feliz de saber dar pela sua pátria de então,as forças necessárias para que o único sangue desejado seja aquele que impulsiona todos os praticantes do direito que possuem,saibam também relembrar dos deveres que lhes cabem.
Oremos e vigiemos sempre,meus filhos,sempre uma vez mais,pois nunca que agir pelo toque suave da calmaria que Jesus faz da e na tempestade,estejamos de braços dados a ele!
Falanges desprovidas ou que não se nortearam mesmo nas pátrias que os abraçaram,agindo ali sempre sem ponderação e amor,por não aceitarem aquele que denominam como o cordeiro,investem de forma massante nos períodos críticos de todas as regiões. O Brasil é o coração do mundo e a pátria do evangelho,mas não olvidemos,que é pertencente a todos,até mesmo aos que gargalham com a desordem,mas a tempestade se acalmará porque tudo está de antemão nas decisões de venerandas e missionárias entidades com ordens diretas de Deus.
A terra se convulsiona em seu todo sentido...
E a terra prometida vigora dentro das perspectivas que cada um dos dois planos podem realizar por ela.Por isso,recorramos sempre,sem cessar aos pensamentos elevados que permitirão que os emissários da luz,continuem agindo e reagindo,pois o mal tem de ser menor,porém cada mente,cada coração,cada gesto pequenino que seja feito com base nas doses homeopáticas do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo,fará triunfar primeiro dentro do cerne espiritual repatriando aqueles que labutam nas raízes já fecundadas que estão na carne,mas que não são dela.
Lutemos,mas lutemos com amor,patriotismo e acima de tudo,combatamos o bom combate!
Com a paz de Nosso senhor,muita paz a todos!
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.
Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei #moral
NÃO CRIE SEUS FILHOS PARA PRECISAREM DE VOCÊ PARA SEMPRE
“Passei muitos anos querendo proteger meu filho de tudo que pudesse feri-lo. Até entender que meu verdadeiro dever não era impedir suas quedas, mas amá-lo de um jeito que, quando eu não estivesse mais aqui, ele ainda encontrasse forças para se levantar.”
— Goreth, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
Duas Viúvas
Eram duas viúvas. Sem marido, sem filhos, sem lei que as defendesse. Sem valor para o mundo da época.
Uma tinha idade. Outra tinha pátria longe.
O que as unia não era o sangue. Era a escolha.
Rute disse: "Aonde fores, irei. Teu povo será meu povo."
Noemi não tinha mais nada para oferecer. Rute não tinha mais nada a ganhar ficando. E mesmo assim ficaram. Juntas.
Não viveram de esmola humilhante. Viveram da lei boa — aquela que manda deixar a espiga caída para a viúva, para o órfão, para o estrangeiro.
Todo dia Rute catava. Todo dia Noemi fazia o pão.
Uma confiava na força da outra. Uma respeitava a dor da outra.
Não foi piedade. Foi amor.
Não foi favor. Foi dignidade.
Não foi medo. Foi confiança.
Duas mulheres que o mundo deu como mortas, ensinando a Israel o que é permanecer.
E por permanecerem juntas, tiveram casa, pão e futuro.
inspirado em Rute a moabita
Marcio Melo
Minha base tem nome: meus filhos.
São eles que me sustentam nos dias difíceis,
que me lembram quem eu sou
e por quem sigo em frente.
2026 vem aí, e eu vou com coragem,
com sonhos mais firmes
e com o coração ancorado no amor que construí com eles.
Tudo o que planto é por nós.
Tudo o que conquisto é com eles.
Minha força começa aqui
Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.
"TALVEZ UM DIA, EU TENHA QUE REUNIR OS MEUS FILHOS E LHES DIZER QUE FOMOS DERROTADOS, MAS NÃO PODEREI OLHAR NOS OLHOS DELES E LHES DIZER QUE VIVEM NA MISÉRIA PORQUE O SEU PAI NÃO TEVE CORAGEM DE LUTAR" Mahatma Gandhi
A maior tristeza de um homem altivo é ver os seus filhos na miséria. Ademar de Borba
Definição de filhos
Filho é um ser que Deus nos empresta
para nos ensinar, em um curso intensivo,
a amar alguém mais do que a nós mesmos.
É descobrir um amor que não cabe no peito,
que transforma prioridades, amadurece a alma
e nos faz querer ser melhores todos os dias.
Filho é aquele pequeno ser que, sem perceber,
nos ensina as maiores lições da vida:
amar sem medida, cuidar sem esperar nada em troca
e agradecer a Deus pelo privilégio de ter alguém
para chamar de nosso.
Filhos não são nossos para sempre…
são presentes de Deus confiados aos nossos braços
até que aprendam a voar com as próprias asas.
Vejam como há tanta maldade neste mundo,
E vocês ainda trazem seus filhos para nele habitar.
Essa maldade nunca terá fim, não sejam otimistas.
Não coloquem a culpa na sociedade, ou culpem Deus por não ter protegido quem vocês queriam bem.
Pois está na sua frente o que este mundo é, e o que nunca será.
Coloquem as mãos na consciência.
De tantas vidas inocentes que já se foram, ou já se perderam, e as que ainda precisam de ajuda.
Das vidas de pessoas maldosas, que são assim por uma razão, o sofrimento sem fim desta vida cheia de perigos.
Nada adianta ensinar a amar, em um mundo onde só existe ódio e sofrimento.
E quem está tranquilo agora, o que imagina do futuro?
Talvez ser uma destas pessoas doentes, ou que sofre de qualquer outra trajedia.
Que por causa deste falso e curto amor se originaram.
Não adianta querer achar que se é superior.
Se está vivo, está exposto.
Não deixem com que vidas inocentes sofram por causa de um simples instinto de amor falso.
Você as vezes não para para pensar em como as coisas mudam.
Se você não estiver mais aqui,
Mas essa vida que você trouxe a este lugar grande e cheio de perigos, poderá sofrer até o fim, exposto a maldades.
Coloquem as mãos na consciência.
Intensos filhos de Gaia,
e atrevidos no Olimpo,
Furtivamente colho o teu beijo,
doce não resisto;
Acaloradamente e terna provoco
o teu instinto...
Protegidos por Deméter,
travessamente no Olimpo,
A minha nuca coberta pelo teu beijo,
doce te excito;
Apaixonadamente estou em tuas mãos,
te mordisco.
Acompanhados por Perséfone,
vagarosos no Olimpo,
Os meus seios nas tuas mãos
são um punhado de trigo;
Sinfonicamente doce atingiremos o paraíso,
predestino.
As três deusas são por nós dois,
já somos de nós dois,
Somos mistérios revelados,
e ainda não consumados;
Eles hão de nunca serem suficientemente
descobertos.
Sob a proteção do Olimpo,
juntos somos apenas dois meninos,
Divertidamente nos seduzindo
como os astros seduzem a orbe,
No nosso Universo tudo é repleto
- nele tudo pode -
e nos sacode;
Somos duas oferendas no Olimpo,
e perfeitos Mistérios Eleusinos.
