Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

É incrível como existem pessoas tão frustradas com suas vidas medíocres, que ainda precisam envenenar a relação alheia, um aviso: enquanto você perde seu tempo falando sobre meu passado, sobre quantos aplicativos eu tinha no meu celular, eu estou feliz vivendo a minha vida sem hipocrisia ao lado de quem eu gosto.
Cuidar da vida dos outros é aceitável na Medicina, porém, se esta não é sua função, comece a cuidar simplesmente da sua!

Lindo
É quando o amor
vem vestido de fidelidade e
felicidade .

É quando ele
vem despido de dor e
nenhum peso .
É quando duas almas
se entregam sem nenhum
perigo e muito menos
receio .

Ficam ...
Porque um faz abrigo
nas asas do outro !

O tempo passa
A vida oscila
A pele enruga
A aparência muda
Mas quando juntos e
por serem tão
inteiros ...
Não há velhice e nem cansaço
que lhe vençam ou afastem
um do outro !

Ahh...
É o Amor fazendo morada
num mais sublime e
puro aconchego !

Em certos momentos da minha vida, achei que não fosse suportar tanta tristeza, tanta solidão, tanto desânimo, sem vontade de viver, sem esperanças, uma vida sem razão.
Então surge você com seu sorriso aberto, encheu meu coração de alegria, me fez acreditar que é possível ser feliz um dia.

Desprezo

Esta alma que insultaste se revolta!
Em sua viuvez erma e vazia
Nem sombra guardará de tua imagem
Tanto amor que por ti ela sentia.
Não há de lhe arrancar, nem mais um canto,
Que não seja apagado por meu pranto.
Como a flor a beleza loga murcha;
A tua há de murchar em poucos anos;
Quando a ruga da face anunciar-te
Da velhice aos tristes desenganos
Quando de ti já todos esquecidos
Nem te olharem, meus versos serão lidos.
Talvez um dia o mundo caprichoso
Procure, nobre dama, algum vestígio
Da mulher que meus livros inspirava;
Não achará porém de teu fastígio,
Senão traços de lágrima perdida
Arcano d'uma dor desconhecida.
O tempo não respeita altiva fronte
A riqueza, o brazão, tudo consome.
Um dia serás pó e nada mais;
Ninguém se lembrará nem de teu nome;
Mas para que de ti reste a memória,
Mulher, no meu desprezo eu dou-te a glória.

Sabe o que é o melhor?
Desapegar do velho e descobrir o novo, deixar o que te faz mal para trás, tando as pessoas quanto as coisas, bom mesmo da vida é levá-la sendo o mais leve possível...nada de amagoas, tristezas, recentimentos, rancor ou vingança no coração. A melhor forma de mostrar superação é esquecer.Esvazie a memória com as coisas que te fez mal, tire o qu tem de melhor de todas as situações que você passou, lembre sempre da parte boa, quanto a ruim...converta-a e arquive como experiência.

Não importa como o dia Amanheça !
Coloque uma flor na janela,
Estampe umsorriso na face,
De esperança eotimismo no coração
e Amor no seu dia !
Acredite, dentro de você reside
toda a magia da esperança,
do amor edos sonhos de amanhã.
Que seucaminhar seja cheio de encantos,
paraque seus sonhos se tornem realidade.

Devemos nos lembrar todos os dias que:
As coisas não são mais importantes que as pessoas;
Somos aprendizes sem limites e mudamos a cada segundo;
Não se tem nada, sem que antes seja liberado no campo espiritual;
Constantemente somos testados, observados e analisados;
E Que a vida na terra é uma oportunidade pra ser feliz agora e não ser infeliz correndo atrás de uma felicidade que não existe.e que tão somente está dentro de você e na maneira como encara a vida!
As vezes não é necessário mudar as coisas na sua vida, basta colocar os "òculos" certos, transformando a maneira de pensar e perceberá que é feliz apenas por estar vivo.

Eu te amo e sei que vc é a mulher da minha vida.
Amor da minha vida, minha metade, minha mulher e minha razão. Te amo com toda força do meu coração e da minha alma, estou em suas mãos.
_
TRADUÇÃO
_
Eu Nao te amo e sei que vc nao é a mulher da minha vida.
e o numca vou le dar o meu amor e minha vida ,Ou seja vc nao é minha metade ,e nem minha razao .E nao te amo fiz com toda a força para te tirar do meu coraçao e da minha alma e o melhor de é que agora nao estou mais em suas mãos.

Melodia Sentimental

Acorda, vem ver a lua
Que dorme na noite escura
Que surge tão bela e branca
Derramando doçura
Clara chama silente
Ardendo meu sonhar

As asas da noite que surgem
E correm no espaço profundo
Oh, doce amada, desperta
Vem dar teu calor ao luar

Quisera saber-te minha
Na hora serena e calma
A sombra confia ao vento
O limite da espera
Quando dentro da noite
Reclama o teu amor

Acorda, vem olhar a lua
Que brilha na noite escura
Querida, és linda e meiga
Sentir meu amor e sonhar

Meus sonhos e meus desjos estão sendo interrompido pela intolerância e a perplexidade de seus julgamentos e decisões inaceitaveis.
Mas tenho paciência de esperar o momento de ter a chance de entrar no seu coração...
Meu anjinho de asas pequenas me dá o seu querer e seus carinhos para que eu possa sentir levesa...

Olá de novo, se lembra de mim? Não, claro que não! Seu mundo é muito ocupado para pessoas fúteis como eu, né? Você costuma ser tão ingênua assim? Ou é só um teste, para ver a melhor pessoa que aguenta esse seu jogo impiedoso, em que as apostas são simplesmente nossos corações, que hoje são vistos como objetos, né?
Retornando ao assunto, você não sabe quem eu sou, mas eu sei quem você é, você foi a pessoa que eu mais amei, que eu mais valorizei, e você simplesmente foi me iludindo, você me fez de marionete, com aquele seu sorriso forjado e sarcástico, parecia uma princesa, uma princesa de sapatos de cristal, só esperando pelo seu príncipe.
Achava que já era a minha hora, que ela havia chegado, simplesmente você me chutou, me derrubou, me jogou em um incrível desfiladeiro, interminável e doloroso, eu percebi que estava perante outro grande problema de minha vida, o primeiro era que eu te amava, o segundo é que eu não conseguia te ter, e se algum dia eu te tive, acabei te perdendo.
Não adiantou eu tentar ser forte, eu tentei e tentei, não consegui. Porém um dia eu acordei e percebi, que nem todo metal é ouro, eu decidi parar de fugir, e aqui estou eu para avisar, que agora sim vai começar o verdadeiro conto de fadas, onde você a princesa que me iludiu, vai sofrer seus pesadelos de toda história de terror, só que no caso agora eu sou o monstro, e no meu roteiro, esta história não tem um fim.

- Mas por que lhe ensinaram essas coisas? Por que "atenção"? Por que "aqui e agora"?
- Bem... (...) Porque essas coisas são coisas que a gente sempre esquece. Quero dizer, a gente se esquece de prestar atenção ao que está acontecendo e isso equivale a não estar aqui agora.

DEIXO O TEMPO PASSAR

Deixo o tempo passar,
toda vez que ao seu lado eu estiver.

E ele passa sem eu perceber,
mais rápido do que imaginamos,
mas não perco tempo,
ao seu lado eu ganho.

Ganho o seu calor em forma de amor,
e troco constelações de estrelas
para contemplar a o universo do
seu olhar,
meu lugar.

E não importa quanto tempo eu tenho,
o que tenho, quero gastar contigo,
independente do amanhã,
temos hoje,
temos um ao outro.

A sua falta

Saudades das nossas conversas,
Risadas e gargalhadas...
Saudade daquela musica que ouvíamos juntos,
Da velha ponte que costumávamos atravessar,
Com cuidado... Sempre devagar.
Tenho saudades de você apertando minha mão,
E me pedindo pra não soltar.
Tenho saudades dos seus beijos,
Leve, doce, quente e que me beijava sem parar!
Tenho saudades daquele seu perfume,
Suave, leve assim como seus beijos...

O tempo vai passando e a tal saudade só aumentando,
Você longe de mim e minha vida fica por ai...
Perdida, sozinha num mundo cheio de obscuridades e ilusões.
Mas, eu sei que resta pouco, quase nada,
Pra deixar a solidão de vez e ser feliz,
Pois pressinto sua volta,
Ouço seus passos leves ao longe,
E você se aproxima!

De fato tenho saudade!
Mas não é mais forte nem maior que meu amor,
Pois com você quero sentir a liberdade
De poder te amar sem ter nenhuma dor...
E viveremos juntos longe da saudade,
Com amor, afeto e muito amor meu!

Gostar de quem não gosta de mim

Será porque isso acontece?
Será que é meu destino?
Será que um dia eu vou sair dessa?
Gostar de quem não gosta de mim.

Queria te ver sentir
Sentir oque eu sinto
Como é angústiante
Gostar de quem não gosta de mim.

Na noite que cai
Eu lembro de você
Aqueles olhos claros
Que nunca me vê
E muito triste
Gostar de quem não gosta de mim.

Quero você pra mim
Sinceridade essa que vem de mim
Gostar de quem não gosta de mim.

Queria algo a mais
Não ser só teu amigo
E uma pena que não sinta o mesmo
Meu coração aperta dentro de mim
Pois não é fácil
Gostar de quem não gosta de mim.⁠

Monólogo de uma Sombra

"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!

A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!

Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!

Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.

Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!

Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.

Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!

Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!

E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.

Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!

Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!

E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!

A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.

É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.

E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!

Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.

Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.

No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.

Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.

Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!

Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.

É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.

As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!

Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!

Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.

Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!

Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.

Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"

Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!

Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.

E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

"Há um cansaço da inteligência abstrata, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento e da emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar da alma”.

( Bernardo Soares [Semi-heterônimo de Fernando Pessoa]).

Há um milhão de maneiras que poderiam nos ter feito morrer antes de hoje. E um milhão de maneiras que poderiam nos fazer morrer antes de amanhã. Mas nós lutamos, por cada segundo que passamos juntas. Quer sejam dois minutos, quer sejam dois dias, não desistimos disso. Eu não quero desistir disso.
(Riley)

- NÃO É SÓ MAIS UM DIA -
Todo dia é dia de alegria
é dia de só-rir e de a-mar.
Simplesmente por ser mais um dia que não é só mais um dia.
Sentimos
porque sentir faz crescer e faz flor-e-ser
a nossa mais genuína forma.
"O impossível é só questão de opinião"
O louco sabe..
Sabedoria ta dentro da gente.
Você não vai encontrá-la lá fora.
Mas a nossa vida se vive pra fora & agora!
Nem o tempo que é o tempo
pode me dizer quanto falta.
(Falta pouco)
Só que isso é re(l)ativo
Então não falta nada.
Nada.
"O sentido da vida?
Pra frente!"
Libertai-vos da vida chata
que te mata de pouco em pouco.

⁠Eu sou assim florida de afetos por fora e por dentro, amo ver sorrisos iluminando minha Vida,
Sou fã N.1 da alegria, amo música, poesia....
Sou apaixonada por flores.
Sou admiradora da coragem, entregue a fé,
Me rendo ao amor...
esse me doma, me faz doce, carinhosa, feliz...atrevida...amiga...fiel ...recíproca...verdadeira...
Me faz ser a melhor das companhias.
----Lanna Borges.
30 de julho 2020